mai 2008 19

Atualmente muito discutida a sustentabilidade traz dúvidas quanto ao conceito e sua aplicação

por Daiane Torres
daiane@blogdacomunicacao.com.br

Muitos falam de sustentabilidade econômica como um modelo de economia bem sucedida e estável. Bem como a sustentabilidade social, humana e ambiental, a sustentabilidade econômica não é um estado permanente, algo controlado ou já realizado. O desenvolvimento sustentável é a mudança pela qual a sociedade passa e necessita, para amenizar os danos provocados ao meio ambiente e tornar possível um avanço em prol da igualdade social.

Sustentabilidade é o resultado de uma ação desenvolvida para beneficiar todos os envolvidos, inclusive os recursos naturais e matérias-primas. É a preservação da capacidade de uma nova produção e potenciação de lucros bem distribuídos, que visam o bem-estar social, econômico e ambiental.

O crescimento econômico, não garante a redução da desigualdade social, assim o desenvolvimento sustentável social, busca garantir a cidadania e gerar condições de acesso aos bens e serviços básicos para as pessoas desfavorecidas.

A construção de uma infra-estrutura básica, acesso democrático aos recursos de produção e distribuição, são aspectos primordiais para uma sustentabilidade econômica. O descobrimento de vantagens e a identificação de potenciais locais garantem economia e levam ao desenvolvimento empresarial.

A sustentabilidade humana, une conhecimento e transformação no intuito de melhorar a educação, alimentação, saúde e cultura, através de meios alternativos e ajuda de parceiros.

O meio ambiente, prejudicado pela evolução tecnológica e o avanço industrial, agora começa a receber seus devidos cuidados e investimentos. Chamado de sustentabilidade ambiental, é um movimento que ganha adeptos em todo o mundo. As empresas utilizam os recursos naturais conscientemente, e preservam as fontes.

Há muito trabalho a ser realizado para garantir a vida do ser humano e de todas as espécies do mundo. Um caminho já foi iniciado e espera pela colaboração de todos sem exceção. Certo ou errado, o que não se pode fazer é ficar com os braços cruzados.

O tema terá destaque nas próximas postagens. Trarei informações detalhadas e exemplos de empresas que aderiram aos modelos.

mai 2008 18

por James Freitas
james@blogdacomunicacao.com.br

Visto como vilões por apaixonados pelo futebol mundial. Com um apito na mão eles têm o poder de anular um gol, marcar impedimentos, expulsar o craque do time. Enfim, no espetáculo do futebol ele tem papel fundamental e decisivo na história de um campeonato.

O Campeonato Brasileiro começou com 20 times disputando o topo do futebol brasileiro. A disputa será feita, mais uma vez, por pontos corridos. A expectativa é que o Brasileirão-2008 seja um dos certames mais disputados dos últimos tempos. Tendo como parâmetro o ótimo nível técnico das equipes que disputaram os estaduais. Mas e a arbitragem? Como os juízes brasileiros se preparam para essa maratona de jogos? Converso agora com o presidente da comissão de arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa da Silva.

Blog da Comunicação: Quais as expectativas quanto a atuação dos árbitros nesta edição do Campeonato Brasileiro?

Sérgio Corrêa: Será um dos campeonatos mais difíceis para a arbitragem, pois as equipes estão reforçadas, com altos investimentos feitos pelos clubes. Isso faz com que aumente ainda mais o já elevado índice de impaciência por parte de todos. Mas entendemos ser necessário ter em mente que a responsabilidade pelo aprimoramento dos árbitros não deveria ficar restrita apenas à CBF. Todos desejam o melhor, porém, poderiam participar mais, como por exemplo, ajudando nas renovações de contratos com as emissoras de TV, que poderiam destinar um pequeno percentual para ser utilizado no treinamento, via Escola Brasileira de Futebol. Esta é apenas uma de várias sugestões que poderiam ser pensadas.

BGC: A arbitragem, culturalmente, é muito criticada pela opinião pública. Como foi a preparação dos árbitros que apitarão o Campeonato Brasileiro de 2008?

SC: No período de 5 à 17 de maio estaremos treinando quase 150 árbitros para as competições coordenadas pela CBF (séries A, B e C) e, em junho, teremos outros dez dias para avaliá-los e, se for o caso, reorientá-los. 

BGC: Porque há diferença na maneira em que os árbitros apitam em competições diferentes? Muitos jornalistas analisam que em jogo de Libertadores, por exemplo, o árbitro deixa o jogo “correr” mais do que os árbitros no Campeonato Brasileiro. Há alguma recomendação para os árbitros serem mais enérgicos?

SC: São competições, hábitos e culturas diferentes. No Brasil os jogos são truncados, com muita técnica, porém, com muitas faltas. Temos enfatizado isto aos árbitros, mas não se muda nada da noite para o dia. Se o árbitro não marca as pequenas faltas, o mundo cai sobre sua cabeça. Se marca, também. Difícil é achar o meio termo nesta história. Creio que temos de divulgar mais as regras para todos. 

BGC: Você está prestes a completar um ano à frente da Comissão de Arbitragem da CBF. Desde o dia em que assumiu, o que mudou na arbitragem brasileira?

SC: É um processo que foi iniciado em 2006, com o Dr. Édson Rezende de Oliveira, e somente o estamos acelerando. A arbitragem ficou paralisada durante muitos anos, não por culpa dos dirigentes de arbitragens, mas sim pela escassez de recursos. O projeto estabelecido pelo Dr. Ricardo Teixeira está sendo seguido à risca e novas idéias estão sendo implementadas, como por exemplo o seminário realizado no dia 6, no Hotel Transamérica, em São Paulo. Tudo está sendo preparado para dar certo e contamos com o apoio de todos, inclusive dos treinadores, jogadores, etc.

BGC: Quais as mudanças você indica para termos uma arbitragem melhor e cada vez mais justa?

SC: Aprimoramento prático e avaliações, tanto físicas quanto teóricas, constantes. Acompanhamento de todos os jogos possíveis, reorientação, enfim, muito trabalho. 

BGC: Em média qual o salário de um árbitro e dos auxiliares?

SC: Um árbitro internacional recebe, em média, R$ 10 mil por mês se tiver a sorte de ganhar quatro sorteios no período. O assistente, também Fifa, recebe 50% deste valor. 

BGC: Como a CBF, e em especial a Comissão de Arbitragem, trabalha para evitar que novos episódios como o do ex-árbitro Edílson Pereira da Silva voltem a acontecer?

SC: Elevando a fiscalização, pesquisando, contando com a colaboração das Federações, que fornecem os árbitros e, claro, da seriedade das comissões de arbitragens e das pessoas. O preço é elevado demais para não se tomarem todos os cuidados possíveis. A presidência da CBF determina vigilância, mas como cobrir um País de dimensões continentais sem apoio das entidades, inclusive dos próprios árbitros? Denunciar não é dedurar, é dever de todos para que não tenhamos a repetição de tais episódios. 

E você? Qual a expectativa para atuação da arbitragem nesse início de Campeonato Brasileiro?

mai 2008 17

FASE DE TESTES0

Escrito por Editores | Postado em BGC | Tags: , ,

Começa neste domingo, 18 de maio de 2008, a fase de testes do Blog da Comunicação.

Neste momento todos os blogueiros poderão postar quantos textos quiserem sem ter tema definido.

Esta é a hora do blogueiro experimentar o blog e conhecer as ferramentas que o wordpress oferece!

Aproveitem!

Atenciosamente,

James Freitas e Guilherme Freitas

mai 2008 13

EM BREVE0

Escrito por Editores | Postado em BGC

Aguardem!

Em poucos dias estará no ar o novíssimo BLOG DA COMUNICAÇÃO.

Um espaço democrático de interação entre Jornalistas e a sociedade.

Um belíssimo time de jornalistas estrearão no blog que promete dar o que falar….

Logo, logo….

Abraços

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