A TERCEIRA IDADE DO HIV

Por Luciane Carnevali Miyata

luciane@blogdacomunicacao.com.br

Ontem li uma reportagem na BBC Brasil, que confesso, me surpreendeu. Na chamada da matéria, a surpresa: Médicos da clínica para idosos do hospital Emílio Ribas, em São Paulo, vêm diagnosticando por mês entre 10 a 15 novos casos de infecção pelo vírus HIV entre idosos”.

Embora eu não acompanhe com afinco os dados estatísticos da doença, a informação acima me espantou, e não somente pela quantidade de casos de portadores de HIV, mas principalmente pelo público que está atingindo. Podem me chamar de mal informada, mas para mim isso é novidade.

De acordo com pesquisas realizadas pelo hospital, do número de mulheres com mais de 60 anos de idade, 75% contraíram o vírus através do marido. Entre os homens, a pesquisa mostra que 80% foram infectados através de relações sexuais fora do casamento. O histórico desses pacientes é quase sempre o mesmo: nunca usaram camisinha com seus respectivos parceiros durante o casamento. E é aí que está o problema!

Um dos médicos do hospital, entrevistado pela BBC Brasil, acredita que “…se uma pessoa com 60 ou 70 anos ainda está em boas condições físicas. Se estão bem fisicamente, vão querer ter uma vida sexual ativa. Se vão ter relações sexuais, ficarão expostos (ao vírus)”. Ou seja, os idosos também têm que se cuidar. De acordo com os médicos, o governo deveria incluir a terceira idade em suas campanhas de prevenção a Aids.

Fonte:

BBC Brasil

HANSENÍASE AINDA É GRANDE PREOCUPAÇÃO NO BRASIL

Por Ruither Ferrão

ruither@blogdacomunicacao.com.br

Apesar de todo o empenho do Ministério da Saúde na luta contra a hanseníase, o Brasil ainda ocupa o segundo lugar no ranking mundial em número de portadores da doença, perdendo apenas para a Índia. Todo ano são registrados 47 mil novos casos da doença no país.

A hanseníase, conhecida também por mal de hansen e antigamente chamada de lepra, é uma doença causada pelo bacilo de hansen e pode permanecer encubada no organismo de dois a sete anos. O vírus é conhecido cientificamente por MYCROBACTERIUM LEPRAE. A contaminação se dá por via aérea, quando uma pessoa respira o mesmo ar de alguém infectado por um longo tempo, mantendo um contato íntimo e freqüente. Não se pega a doença por um simples convívio social.    

A moléstia ataca os nervos das mãos, pés e rosto e, se a pessoa contaminada não receber tratamento, pode ter a mobilidade de dedos das mãos, pés e pálpebras destruídos. Quando a doença está em estágio avançado, ela pode intervir na capacidade de o doente sentir dor, fazendo com que a pessoa tenha mais chances de se queimar ou se ferir, causando graves infecções.

Já nos casos mais extremos, o portador do mal de hansen pode perder os dedos das mãos, dos pés e a visão. As chances de o infectado sofrer deformidade física aumentam, quanto mais tardio for constatado o diagnóstico.

Segundo a médica Maria Aparecida de Faria Grossi, da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, os principais sintomas da hanseníase são: dor nos nervos, perda da sensibilidade em algumas regiões da pele, manchas claras ou avermelhadas que aparecem com a alteração da sensibilidade e formação de caroços ou nódulos em qualquer parte do corpo. Ela alerta para a necessidade de se eliminar o preconceito contra os hansenianos, pois eles podem levar uma vida normal. “A hanseníase não afasta ninguém do ritmo de vida. As pessoas podem trabalhar, estudar, ter lazer, normalmente”.

Existem três tipos da doença, sendo que o único contagioso se chama Hanseníase Virshuniana. O segundo tipo é chamado de Hanseníase Tuberculóide e não é contagioso nem mesmo em seu estado avançado. O terceiro tipo é a Hanseníase Inicial, que também não oferece risco de contaminação.

O indivíduo que descobre ser portador dessa enfermidade hoje, não precisa ser excluído da sociedade como antes. Depois de 72 horas do início do tratamento o paciente pode conviver normalmente com sua família sem nenhum risco de contaminar ou transmitir a doença.

De acordo com a médica Sandra Lyon, dermatologista e especialista em hanseníase, não há mais a necessidade de internação para se tratar de um hanseniano. O paciente recebe o remédio para tomar em casa e uma vez por mês deve comparecer ao ambulatório, onde toma uma outra dose supervisionada.

O tratamento é simples, de graça e dura de seis a 12 meses. Com a primeira dose do medicamento a doença já deixa de ser transmitida, uma vez que ela extermina mais de 90% dos bacilos.

Todos os postos de saúde brasileiros estão capacitados para fornecer apoio e tratamento ao infectado pela hanseníase.

Telehansen: 0800 26 2001

 

JORNALISTA PROFISSIONAL DEVE TER OU NÃO UM DIPLOMA?

81% dos leitores do Blog da Comunicação que votaram na enquete “Você acredita nas pesquisas eleitorais?”, não acreditam nelas. A grande maioria crê que as pesquisas podem interferir na escolha do eleitor, além de prejudicar ou beneficiar candidatos. Apenas 19% dos votantes confiam nas pesquisas eleitorais.

 

A nova enquete do Blog da Comunicação é sobre um tema polêmico. Essa semana foi noticiado que o governo vai retomar as discussões sobre a regulamentação da profissão de jornalista, que pode ter a sua legislação atual alterada. O assunto que mais causou problemas é o da obrigatoriedade ou não do diploma profissional. Agora queremos saber: “Para exercer sua profissão, o jornalista deve ter ou não um diploma?”.

 

O que você acha caro leitor? O diploma é mesmo necessário para o jornalista exercer a sua profissão? Lembrando que a enquete está localizada abaixo do último texto dessa página, ao lado esquerdo.

O JORNAL IMPRESSO NÃO ACABOU!

Por Natália Geraldi

nageraldi@blogdacomunicacao.com.br

Dando seqüência ao assunto abordado pelo nosso colega Marcello Ghigonetto, achei uma pesquisa interessante sobre o tema, e talvez isso sirva de resposta – animadora, diga-se de passagem – para nós, jornalistas, e todos os leitores de jornais impressos.

O site Adnews publicou hoje um texto em que afirma que a circulação brasileira de jornais está crescendo.

Isso mesmo! Apesar do avanço da Internet, da agilidade da televisão e da notícia transmitida de modo cada vez rápido, grande parte da população continua fiel ao jornal impresso e parece não se preocupar em sujar as mãos de tinta para gastar um tempinho em busca de informações.

O impresso tem sim seu papel fundamental no jornalismo. É notável uma mudança no estilo dos jornais, que buscam uma forma de adaptar-se à correria da vida moderna. Muitos passaram recentemente por mudanças infográficas, buscando uma forma de atrair seus leitores.

Segundo o site Adnews, no primeiro semestre desse ano o crescimento dos jornais filiados ao Instituto Verificador de Circulação cresceu 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além disso, a matéria apontou que os jornais populares caíram no gosto dos leitores e tiveram um crescimento expressivo.

Bom, diante disso, sinto-me à vontade para dizer que não acredito no desaparecimento do jornal impresso. Acredito sim em uma mudança e adaptação, para adequar-se às exigências dos leitores e também para encontrar (ou não perder) seu espaço.

Está certo que quando abrimos o jornal de manhã já sabemos muita coisa que iremos ler ali. São assuntos que já foram notícia ontem, que já foram publicados na Internet e transmitidos pela televisão e rádio.

Mas é lá, no papel, que a notícia vai ser abordada de modo mais preciso e mais abrangente. É na leitura diária desses jornais que aprofundamos nosso conhecimento sobre os fatos do dia-a-dia e que encontramos matérias mais elaboradas e ricas em detalhes.

Sendo assim, volto a dizer que acredito na sobrevivência do impresso, que aos poucos vai se adaptando e continua nas bancas de jornal.

Afinal, é nele que encontramos uma variedade imensa de assuntos, diversas editorias, crônicas, colunas, entrevistas e editoriais.

Melhor ainda se a leitura for acompanhada por um café forte para começar bem o dia.

VOCÊ AINDA LÊ JORNAL? SERÁ O FIM DA MIDIA IMPRESSA?

Por Marcello Ghigonetto

marcello@blogdacomunicacao.com.br  

 

 

Quem nunca esteve nesta seguinte rotina. Ao despertar pela manhã, ir até a banca mais próxima ou mesmo na porta de casa buscar o jornal de sua escolha. Que atire a primeira pedra quem nunca fez isso. Porém o tempo foi passando e nos dias atuais a rapidez com que a informação ou mensagem chega às pessoas fez com que esta velha rotina se tornasse uma ação de um passado, ta certo que não tão distante.

 

Se fizermos uma pequena cronologia dos fatos vamos perceber a importância que este tipo de mídia, no caso o jornal, apresentou e ainda apresenta tanto para a vida pública como a privada. Por ele soubemos do inicio de grandes guerras, mas também da queda de ditaduras em maior riqueza de detalhes, eleição de novos papas, cobertura internacional de eventos esportivos, resultados de vestibular, etc. Mas na minha particular opinião o mais importante foi ser marco na relação jornalismo e publicidade no que diz respeito a conteúdo jornalístico com inserção de anúncios publicitários dentro do jornal.

 

Porém, com o passar dos anos novas formas de mídia foram surgindo com o passar dos anos e hoje o que prevalece é a rapidez com que a informação chega ao destinatário nos caso os leitores. Seja por site, e-mail, blog ou até mesmo televisão, a impressão que se tem é que a noticia nos dias de hoje apresenta um prazo de validade aonde o que prevalece é quem será o felizardo que dará o furo.

 

Vou utilizar um caso real para demonstrar o que estou dizendo. No caso do acidente da TAM no Aeroporto de Congonhas no vôo JJ3054. Em termos de cobertura de mídia, nós o público interessado tivemos um show de informação. Em questão de 1 hora após o acidente, já se encontrava na Internet o histórico de acidente da empresa TAM, depoimentos de possíveis testemunhas que estavam passando pelo local além de um pequeno perfil dos pilotos que estavam a bordo do avião no momento do acidente.  Algumas horas depois, precisamente 4 horas depois estava disponibilizado na Internet um vídeo no qual mostra cenas do avião um dia antes no Aeroporto Salgado Filho – Porto Alegre –RS.

 

E a mídia escrita no dia seguinte? Parecia ultrapassada. A noticia que para os jornais estava fresca, para os leitores já se encontrava ultrapassada e talvez desatualizada. É a comunicação na era digital. O que prevalece sempre é a rapidez com que essa informação deve chegar. As pessoas têm fome e sede de informação e os jornais parecem não conseguir acompanhar a rapidez com que esse cenário se transforma. Porém o cenário começou a mudar. No caso do Estado de S.Paulo, um dos jornais mais tradicionais do país. Além de seu conteúdo impresso e virtual, apresenta outras empresas como o Portal ZAP.COM.BR e o novo LIMAO.COM.BR, nova febre entre os internautas. É a mídia encontrando novas formas de tecnologia para chegar na mais absoluta precisão para o seu leitor.

 

Não consigo me imaginar sem a leitura dos jornais. Porém admito que necessitamos de uma reforma no modo como eles apresentam as informações para nós leitores. Com a influência da internet, buscamos noticias mais curtas mas que sejam informativas. O formato do Jornal Destak me agrada e muito. Mas a tecnologia andam em passos digitais e creio que seja um desafio tanto para os grandes veículos que buscam encontrar formas de informar seu público de interesse como a nós que temos necessidade pela informação.

É uma briga boa, mas tenho certeza que quem ganha com isso somos nós mesmos. Tanto no que diz respeito a mercado de trabalho quanto ao consumo, mas consumo de conteúdo inteligente.

E para você, é o fim da mídia escrita?

 

 

 

 

JOGO DE TABULEIRO É COISA DO PASSADO

Jackson Marcelo

jackson@blogdacomunicacao.com.br

Hoje estava em uma lan house, e vi uma “piazada”, se divertindo na frente do pc, com um jogo chamado “Ragnarök”, estavam todos em rede um contra o outro, e ficaram horas e horas ali. Perguntei pra um deles, e ele me falou “ficamos aqui umas 3 horas por dia”. Ai lembrei na minha época jogávamos Banco Imobiliário, se reuníamos e se divertíamos, hoje o negocio é tudo virtual. Eita modernidade! Pra quem não conhece embaixo tem uma seção de perguntas e resposta desse tal de “Ragnarök”, parece ser bacana, mais ainda prefiro o Banco Imobiliário.

O que é Brasil Ragnarök Online (BRO)?

É um MMORPG criado pela Gravity, que, no Brasil, é localizado e distribuído pela Level Up! Ragnarök é baseado no mangá coreano de mesmo nome criado por Myoung Jin Lee. A obra mistura mitologia nórdica com um toque oriental.

Mas o que é um MMORPG?

MMORPG é um termo em inglês para RPG online para múltiplos jogadores.

Resumindo: é um mundo virtual no qual você pode interagir com milhares de jogadores em tempo real. Basta ter um PC conectado à internet e instalar o programa de Ragnarök.

Ao acessar esse mundo, você vai encontrar milhares de personagens que são controlados por outros jogadores. Isso faz com que o jogo seja completamente imprevisível e extremamente dinâmico.

Além disso, ele é um jogo de interpretação, onde você pode criar e desenvolver um personagem. O mundo continua existindo mesmo quando você não está online.

Você não precisa aceitar um destino e uma história: você mesmo vai criá-los!

E como você vence o jogo?

Da mesma forma que na vida real. Você deve definir seus próprios objetivos. bRO é mais do que um jogo, é um novo mundo esperando para ser explorado. Derrote o temido Bafomé e veja as histórias de seus feitos se espalharem pelo mundo.

Funde um clã e ajude seus colegas a conquistar um castelo. Crie uma espada poderosa, e outros jogadores virão à sua procura em busca de novas armas. Não existe um final definitivo, em Ragnarök Online quem decide seu destino é você. Todos começam como Aprendiz: um personagem fraco, sem zeny (a moeda do jogo), habilidades e… bem, uma profissão. Mas ao encontrar armas, itens raros e unir esforços com outros jogadores para derrotar monstros mais fortes, você progride e pode atingir um nível que permitirá a escolha de sua primeira profissão.

Antes disso, porém, você deve passar por certos testes para merecer sua promoção. Seu nível e classe determinarão as habilidades especiais e itens que você poderá utilizar.

Fonte: http://games.levelupgames.uol.com.br/ragnarok/guia_jogo/primeirospassos.php

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