ago 2008 31

RADICAAALLL7

Escrito por Daiane Torres | Postado em Esportes | Tags: , , , ,

Parapente oferece um vôo dinâmico e inesquecível

Por Daiane Torres

daiane@blogdacomunicacao.com.br

Arquivo Pessoal

Quem nunca sonhou ou sentiu como se estivesse nas nuvens?
Pois é, eu sonhei e já estive lá, bem pertinho delas, é uma sensação maravilhosa. Um mix de liberdade, alegria, ansiedade e claro medo, uma pontinha de medo e insegurança. Mas nenhum medo supera a vontade gigante de estar no céu novamente.

O parapente é um esporte que mistura toda a adrenalina com a tranqüilidade, na qual o piloto e o parapente entram em total sintonia com a natureza. A história do esporte está diretamente relacionada com a conquista do espaço.

A origem do Parapente ainda é muito discutida. No meio esportivo a história que se conta é que foi nos Alpes Franceses, quando três amigos pára-quedistas decidiram demonstrar a seus companheiros que poderiam saltar de pára-quedas sem a necessidade de utilizar o avião. Então subiram na colina e saltaram, ficaram conhecidos como os “Kamikazes”. Uma outra versão sobre a origem do parapente é baseada no desenvolvimento dos pára-quedas retangulares, criados nos anos 60 pela NASA, para amenizar o impacto das naves espaciais no pouso.

O equipamento completo contém: Velame, Células, Extradorso, Intradorso, Estabilizador, Bordo de Ataque, Borco de Fuga, Freios, Elevadores ou Tirantes, Batoques, Acelerador, Linhas, Suspensão, Mosquetinhos, Seletes, Pára-quedas reserva, Óculos de Sol, Capacete e Botas de Vôo.

Arquivo Pessoal

As modalidades para competição desse vôo livre são: Acrobacia, onde todas as competições são realizadas sobre a água e exige do piloto muita técnica e segurança; e Cross Country que exige voar uma certa distância e quem chegar em menos tempo vence.

Para galera que não gosta de se arriscar muito ou não tem tempo e nem dinheiro para investir em equipamentos e cursos dessa modalidade esportiva tão radical, deixo a dica: Vôo Duplo.

A idade mínima é de 15 anos, com autorização dos responsáveis. O peso do passageiro deve ser de pelo menos 55 kg e no máximo, 125 kg. Não é preciso ter nenhuma experiência para participar, não tem aula, o piloto controla tudo sozinho. É só sentar no selete, relaxar e curtir a paisagem. Bom vôo!

ago 2008 31

Faço essa pergunta a todos que criticaram os atletas brasileiros que disputaram os Jogos Olímpicos de Pequim e esqueceram dos nossos eternos cartolas

Atletas brasileiros posam junto do presidente Lula antes de embarcarem para Pequim

Crédito: Satiro Sodré/CBDA

 

por Guilherme Freitas

guilherme@blogdacomunicacao.com.br

 

Mais uma edição dos Jogos Olímpicos chegou ao fim. Com a equipe mais numerosa de sua historia (277 atletas) e com o maior investimento financeiro de todos os tempos (cerca de R$ 160 milhões gastos com esportes olímpicos), o Brasil deixou a China com um sentimento de frustração. Afinal foram apenas 15 medalhas conquistadas: três de ouro, quatro de prata e oito de bronze. Esse número iguala o recorde de pódio, estabelecido em Atlanta-1996, mas é abaixo do que o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) esperava. Mas a culpa é mesmo toda dos atletas?

 

Não acho justo que toda a culpa pela campanha mediana do Brasil em Pequim seja colocada sob os ombros dos atletas. Afinal de contas porque taxar de pífio o desempenho verde e amarelo? O Brasil ficou onde deveria estar, na 23ª colocação, na parte mediana do quadro de medalhas. Desculpem-me, mas seria uma ingenuidade achar que repetiríamos o desempenho dos Jogos Pan-Americanos do Rio, uma competição de segundo ou terceiro escalão. O Brasil não é potência olímpica nem aqui, nem na China.

 

Mesmo com todo o investimento gasto no esporte olímpico os atletas não podem ser totalmente responsabilizados pelo desempenho. Tudo bem que esta foi a primeira Olimpíada após a aprovação da Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte, que despejou dinheiro. Alguns atletas realmente sentiram a pressão. Outros não tinham chances nenhuma contra atletas de ponta. Outros sofreram com o azar. Porém, outros mostraram que estão entre os melhores do mundo e outros surpreenderam. Entretanto, quero lembrar que muitos atletas não têm condições mínimas de treinamento, como a medalhista de bronze do taekwondo, Natália Falavigna, que treina junto com os homens. Há atletas que não têm condições financeiras de competir, como o judoca Eduardo Santos, que não tinha R$ 1.500,00 para pagar a o teste de faixa preta. Quem tem condição financeira e patrocinadores, como o nadador César Cielo, vai treinar no exterior.

 

Continuo acreditando que a maior parcela de culpa é de responsabilidade dos nossos dirigentes esportivos, os nossos famosos cartolas, que adoram o sabor do poder. São eles os responsáveis pelo desenvolvimento do esporte olímpico. São eles que devem investir dinheiro nas modalidades. São eles que devem massificar os esportes nas escolas. Mas eles muitas vezes apenas falam e falam. Não agem. A delegação brasileira foi uma das mais numerosas na China. Quase 300 atletas e outros quase 200 “membros da delegação olímpica”. Uma vergonha para um país que fala de boca cheia que tem condições de sediar uma Olimpíada.

 

Espero que os Jogos Olímpicos de Pequim tenham servido de lição para nossos cartolas. Chega de cantar que somos uma potência olímpica. Agora é hora de por os pés no chão e agir. Que eles façam o possível para que nossos atletas consigam mais resultados expressivos. E que os mesmos atletas façam sua parte também, já que tendo a melhor estrutura disponível nas mãos não há porque ter desculpa para fracos desempenhos. Faltam quatro anos para os Jogos de Londres e até lá podemos evoluir e conseguir mais medalhas de ouro.

 

O Rio de Janeiro só não pode ser eleita sede dos Jogos Olímpicos em 2016. Uma vitória para esses atuais dirigentes vai atrapalhar em muito a tentativa do Brasil de ser um país competitivo em Jogos Olímpicos. E não apenas um mero coadjuvante.

ago 2008 30

 

Por James Freitas

james@blogdacomunicacao.com.br

 

Os inúmeros problemas envolvendo a pasta da habitação são assuntos discutidos em diversas comunidades carentes em todo o Brasil, afinal há tempos a pergunta persiste, como é feita a seleção para determinada área ser escolhida ou não para receber intervenção do poder público? Para parte da população que é atendida pelos programas do governo o que interessa realmente é o milagre! Não passa pela cabeça qual santo intercedeu para que a área fosse atendida. Em meios aos mistérios que envolvem a administração pública em nosso estimado país, consegui descobrir o que faz determinada área ser atendida ou não na cidade de São Paulo.

Nosso ponto de partida é a Secretaria de Habitação da cidade de São Paulo, lá os funcionários da pasta visitam todas as favelas, cortiços e loteamentos irregulares espalhados pelos 1.522,986 km 2 de área coletando informações relacionadas a infra-estrutura (redes de Água, Luz, esgoto e pavimentação) e condições impróprias a ocupação e correção dos perímetros.

Após o trabalho de “formiguinha” é necessário compilar os dados, dando inicio ao processo de estruturação no banco de dados da prefeitura da cidade estabelecendo assim o sistema de elegibilidade e priorização das intervenções. Infelizmente o orçamento destinado a secretaria não atende a demanda, sendo assim, a prefeitura opta por estabelecer prioridades. Além disso, o atual programa possibilita a inclusão de ações integradas em parcerias com outras secretarias que compõe a prefeitura municipal.

O sistema de elegibilidade e priorização usa quatro critérios, divididos em subcritérios:

Infra-estrutura:

  • Percentual de rede de abastecimento de água;
  • Percentual de rede de esgotamento sanitário;
  • Percentual de rede elétrica domiciliar;
  • Percentual de rede de iluminação pública;
  • Percentual de vias pavimentadas;
  • Drenagem pluvial;
  • Coleta de lixo.

Risco geológico:

  • Percentual de risco de solapamento e escorregamento.

 

Vulnerabilidade Social – IPVS – Índice Paulista de Vulnerabilidade Social:

  • Escolaridade média dos responsáveis pelos domicílios;
  • Percentual de responsáveis pelos domicílios com ensino fundamental completo;
  • Percentual de responsáveis com renda até 3 salários mínimos;
  • Percentual de responsáveis pelos domicílios alfabetizados;
  • Percentual de responsáveis com idade até 29 anos;
  • Percentual de pessoas com até 4 anos no total de residentes;
  • Rendimento nominal médio do responsável pelo domicílio;
    Idade média dos responsáveis pelos domicílios.

Saúde:

  • Coeficiente de mortalidade infantil;
  • Mortalidade precoce;
  • Mortalidade por causas externas;

Com os dados compilados, aplica-se uma fórmula que resulta no índice de priorização. Quanto maior o número obtido, maior o grau de vulnerabilidade e, portanto, a necessidade e urgência de intervenção nessa área. O Programa de Urbanização de Favelas da Prefeitura tem por princípio garantir a integridade física e social das pessoas que vivem em favelas.

Fonte: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/habitacao

Wikipédia – A enciclopédia Livre

E você? Qual sua opinião sobre o atual sistema de trabalho da secretaria de habitação da cidade de São Paulo?

 

 

 

ago 2008 29

ROBÔS EM MARTE5

Escrito por Colaboradores | Postado em Entretenimento & Cultura | Tags: , , , ,

por Natália Geraldi

nageraldi@blogdacomunicacao.com.br

Há quanto tempo você ouve falar de Marte e sobre a existência ou não de vida por lá?

Pode parecer algo muito futurista, que antes existia somente nos filmes de ficção, mas o futuro chegou!

Uma matéria da BBC divulgou o novo projeto dos Engenheiros da Agência Espacial Européia: dois robôs estão sendo projetados para explorar Marte em 2015. Isso mesmo, daqui sete anos dois veículos robóticos estarão na superfície do planeta.

E eles já têm até nome escolhido. Bruno e Bradley são considerados os mais robustos e fáceis de manobrar da categoria, possuem seis rodas, e devem chegar a lugares que ainda não foram explorados no planeta.

E Bruno e Bradley não são meras máquinas. Eles possuem um sistema de navegação inteligente. E digo mais, são “independentes”, pois possuem um mecanismo que os permite planejar a própria rota.

O principal objetivo de enviar essas máquinas a Marte é buscar sinais de vida, passada ou presente, no planeta. Nos lugares onde essa possibilidade é maior, irão ser recolhidas amostras que serão analisadas ali mesmo, em um laboratório a bordo.

Pois é, logo logo vamos ter robôs europeus inteligentes em Marte, em busca de nossos vizinhos terráqueos do planeta vermelho!

ago 2008 28

por João Áquila
joaoaquila@blogdacomunicacao.com.br


Imagem retirada do Portal G1

Bichinha danada! Enquanto você usa toda sua tecnologia para matá-la, as moscas usam um computador de bordo para se defender e fugir! É difícil matar esse animal, que trás em sua pequena superfície um monte de imundície, mas isso você já sabia, o que descobriram agora é que ela usa um computador em seu cérebro para continuar “poluindo” seu bolo. 

Se há muitas delas, a gente já sabe, aquela casa é imunda. Provavelmente as crianças só andam doentes. Mas não é só a saúde física que essa chata presença ataca. Ela tira a concentração, afinal, quem gosta daquele zunido? 

Aí, a gente, como americanos desembestados no Iraque, vai ao ataque. Seja com a mão, ou com artefatos mais avançados, como jornal, ou uma arma com certo poder tecnológico: a raquete elétrica. Mas a infeliz usa um sistema mais poderoso, mais rápido e mais eficiente: seu computador de bordo. 

Isso mesmo! As filhas da mãe usam um computador em sua massa encefálica! Para se ter uma idéia da agilidade o inseto percebe que há uma ameaça, já viu de onde ela vem e para onde está indo e obteve a velocidade do perigo, em menos de 100 milissegundos. Poxa! 

Ficou com inveja? Não fique não! As criaturas não conseguiram criar dispositivos contra os inseticidas. Graças a Deus! 

ago 2008 28

DE VILÃO A PARCEIRO4

Escrito por Fernanda Garcia | Postado em Saúde | Tags: , , , , , , ,

por Fernanda Pereira

fernanda@blogdacomunicacao.com.br

A ciência não se decide, volta e meia alguns dos maiores vilões das dietas surgem como as novas descobertas para uma vida mais saudável. A pimenta que antes era culpada, agora é aliada. O vinho, a mesma coisa. Mas nada supera o vai e vem do chocolate. Não é raro vermos notícias que afirmam que a delícia (sim, eu sou chocólatra) pode causar diversos problemas, boicotar dietas e mais um monte de problemas que cercam seu consumo. Como também não é nada raro lermos manchetes como essa: “Chocolate amargo reduz pressão em 15 dias, diz estudo“. Para não correr o risco é melhor estudar bem com um nutricionista quais os alimentos mais indicados para a sua dieta, na falta de uma consulta com um profissional, vale sempre a parcimônia (se é que isso é possível em se tratando de chocolate). Mas vamos aos estudos sobre o chocolate e a pressão.

Um estudo publicado na edição de setembro da revista científica “Journal of Nutrition“, sugere que comer alguns gramas de chocolate meio-amargo enriquecido por dia durante duas semanas pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardíacas. Compostos conhecidos como flavonóides, presentes no cacau, principal ingrediente do chocolate, seriam os responsáveis pela ação benéfica do alimento. O consumo de chocolate enriquecido com os compostos ajudaria na redução da pressão sangüínea e da resistência à insulina – fatores que contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas. sso porque os flavonóides impulsionam o aumento da produção de óxido nítrico – uma substância química produzida pelo corpo que atua no relaxamento e dilatação das artérias.

Outras pesquisas já haviam indicado os benefícios do cacau enriquecido com flavonóides na redução do risco de problemas cardíacos. No entanto, os pesquisadores ressaltam que a pesquisa atual demonstra os efeitos a curto prazo do consumo dessas substâncias na prevenção de doenças cardíacas. Mas June Davison, especialista da British Heart Foundation (BHF), que trabalha para combater doenças cardíacas, afirmou que é preciso ter cautela com a dieta. “É importante lembrar que o chocolate é normalmente parte do problema de saúde cardíaca, não a solução”, disse.

Resumindo, é claro que todo mundo pode comer um chocolate vez ou outra, mas a antiga dica de consumir sempre vegetais e frutas, continua sendo a melhor pedida para o consumo de antioxidantes sem se preocupar com a gordura dos chocolates. Mas que nada substitui o prazer de uma barra de chocolate, isso é fato.

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