jun 2009 30

Por Mário Gabriel

tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

michael-jackson_P

A internet sofreu um colapso devido ao fato de pessoas em todo mundo se apressaram para saber mais sobre a morte de Michael Jackson. Milhões de internautas que pesquisaram sobre o cantor no Google News foram surpreendidos com uma página indicando erro.

O Google após esse período de acesso divulgou que as pesquisas sobre o ídolo pop tinham atingido tal proporção, obtendo na escala de relevância do site o tema a classificação de “bombástico”. Depois de divulgada a notícia da confirmação do óbito do artista, o fluxo de visitantes era 72% maior que o normal.

O primeiro a noticiar a morte foi o site TMZ, que devido à quantidade de acessos, chegou a estar inacessível em vários momentos. Televisões, jornais e outros meios de comunicação demoraram cerca de uma ou duas horas para confirmar a informação, e como muitos internautas preferiram confirmar por fontes próprias essa notícia, isso já suscitava diversos debates pela internet.

michael-jacksonO Los Angeles Times foi o primeiro grande meio de comunicação convencional a lançar, com fontes próprias, a notícia da morte, dando início a repercussão. Biz Stone, fundador do Twitter, confirmou ao Los Angeles Times a elevada movimentação online, citando que o número de tweets “duplicou quando a notícia foi confirmada”.

Os responsáveis do Facebook relataram que as mensagens na rede social triplicaram nesse período. As velocidades dos principais sites na Internet registraram quedas significativas, devido ao maior volume de internautas, chegando a causar colapso em alguns.

Embora esse lamentável fato tenha ocorrido na última quinta feira, em diversos sites ainda é possível ver a repercussão com nítido destaque, como por exemplo, no Youtube que em sua página principal mantém nas categorias “mais populares” e “em destaque”, vídeos relacionados ao cantor. Logo abaixo se segue um vídeo prestando homenagem a esse ídolo, que nas palavras de Getúlio Vargas, “deixou a vida para entrar para a História”.

Imagem de Amostra do You Tube

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

 

jun 2009 30

O Blog da Comunicação está participando do Concurso Top Blog 2009 na categoria “Comunicação”. Nosso site foi selecionado e convidado pela organização do evento para participar e contamos com a ajuda de vocês, caros leitores. Para votar na gente, basta clicar no logo do Top Blog aqui abaixo ou o banner na barra lateral (localizada a direita do seu monitor), logo embaixo da nuvem de tags.

topblog

Após a página de votação preencha o cadastro com seu nome e e-mail. O voto só será validado após uma confirmação via e-mail que será encaminhada a cada eleitor. O Concurso Top Blog premiará com selo e troféus os blogues que conseguirem as maiores pontuações pelo voto popular e pelo voto do júri. Vote no Blog da Comunicação!

jun 2009 29
Por Henrique Oliveira
Crédito: www.diaadia.pr.gov.br

Crédito: www.diaadia.pr.gov.br

Pensado inicialmente como um mero diário virtual, onde os indivíduos poderiam registrar e estender, às mais diversas pessoas, suas vidas particulares, o Weblog, expressão nascida das palavras inglesas Web (rede) e log (diário), tornou-se uma das principais expressões da “liberdade comunicativa” colocada em prática pela Internet e seus usuários. Conhecidos também como Blogs, estes pretensos “ciberdiários”, hoje mantidos e criados pelos conhecidos Webloggers, Bloggers ou Blogueiros, vêm colocando cada vez mais em cena uma novíssima forma de escrita virtual: uma escrita em que as pessoas não só expõem suas vidas privadas, mas também constroem um caminho alternativo para a circulação de notícias e de outras diversas informações.

Numa intensidade nunca vista antes, e sob a tutela do suporte da internet, os Blogs vêm sendo fonte de curiosidade entre diversos estudiosos da comunicação humana. E isto se dá, justamente, porque estes mesmos Blogs se configuram como uma das expressões mais fortes da nova comunicação que surge com a “Era da Internet”.

Segundo o professor Javier Díaz Noci, em seu “Manual De radeccíon ciberperiodística”, um Weblog contém em sua definição cinco características básicas: “é um espaço de comunicação pessoal, seus conteúdos abarcam qualquer tipologia, os conteúdos apresentam uma marcada estrutura cronológica, o sujeito que os elabora normalmente vincula conexões a sítios da web que tenham relação com os conteúdos que foram desenvolvidos e a interatividade contribui para um alto valor agregado como elemento dinamizador no processo de comunicação”.

Porém, muito mais do que uma mera comunicação pessoal, hoje os Weblogs, em suas características essenciais, exemplificam com propriedade a busca do homem por uma comunicação mais dinâmica e agilizada. Com o suporte oferecido pelas potencialidades da Web, estas novas ferramentas, utilizadas pelos indivíduos enquanto seres comunicativos, já podem apresentar uma série de dúvidas: O que leva o homem a buscar o constante aperfeiçoamento e expansão de suas formas comunicativas? O que o homem busca ao inventar novas possibilidades de comunicação? Quais “necessidades” estas novas técnicas vêm a responder?

Objetar essas perguntas não é tarefa fácil. Desde o velho telegrafo, a humanidade vem buscando melhorar suas formas de comunicação. A interação global e seus canais comunicativos se tornaram, ao longo de todo o século XX, algo muito mais paupável, real. O homem moderno sempre buscou, através das mais diversificadas potencialidades, aperfeiçoar sua experiência e seu contato informativo com outros seres humanos. As barreiras da distância e do tempo hoje foram praticamente suprimidas e os véus da censura dos grandes conglomerados da comunicação parecem ser tornar, na Web, cada vez mais contornáveis. Como nos diz o pesquisador José Manoel Moran, “É possível criar usos múltiplos e diferenciados para as tecnologias. Nisso está o seu encantamento, o seu poder de sedução. Os produtores pesquisam o que nos interessa e o criam, adaptam e distribuem para aproximá-lo de nós. A sociedade, aos poucos, parte do uso inicial, previsto, para outras utilizações inovadoras ou inesperadas. Podemos fazer coisas diferentes com as mesmas tecnologias. Com a Internet podemos comunicar-nos – enviar e receber mensagens – podemos buscar informações, podemos fazer propaganda, ganhar dinheiro, divertir-nos ou vagar curiosos, como voyeurs, pelo mundo virtual”.

O indivíduo, ao tentar construir uma imagem de si mesmo, cria um papel pelo qual tentará representar sua própria realidade. Ou seja, os “sujeitos” começam a “construir” um contexto de representações que servirá exatamente para comprovar que a sua colocação em determinado momento da interação social se dá porque ele e as outras pessoas inseridas no ambiente comunicativo estão ligados em constante movimento e desempenhando papéis distintos. A vida seria, então, uma continua representação de si mesmo aos olhos de uma plateia atenta e também realizadora de outros papéis.

A internet e os blogs são então uma busca do homem por si mesmo, por umas de suas mais vitais necessidades: o encontro. Os indivíduos continuam buscando a interação com outras pessoas, mas agora o fazem de maneira diferente, mais diversificada, descentralizada e veloz. Esta nova realidade comunicativa se aflora com extrema intensidade em todos os cantos do planeta e em todas as áreas de atuação sociais. “A tecnologia de redes eletrônicas modifica profundamente o conceito de tempo e espaço. Posso morar em um lugar isolado e estar sempre ligado aos grandes centros de pesquisa, às grandes bibliotecas, aos colegas de profissão, a inúmeros serviços. Posso fazer boa parte do trabalho sem sair de casa. Posso levar o notebook para a praia e, enquanto descanso, pesquisar, comunicar-me, trabalhar com outras pessoas à distância” (citação: http://www.eca.usp.br/prof/moran/novtec.htm).

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

Isso é a grande ruptura. Blogs, Groupwares, e-mails, redes sociais online… Tudo isso é expressão de uma mesma conflagração: a revolução da nossa intensa busca por interação comunicativa. Em nome da proximidade nos reinventamos, construímos espaços, talhamos estradas, buscamos o universo…

jun 2009 29

por Guilherme Freitas
saude@blogdacomunicacao.com.br

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a gestação e o parto causam anualmente 536 mil mortes de mulheres. O número é assustador, dado o avanço da medicina atualmente e das diversas melhorias em hospitais ao redor do mundo. Mais assustador ainda é saber que pouco mais da metade dessas mortes (cerca de 270 mil) ocorre na África, o continente mais pobre do planeta. A maioria dos óbitos ocorre devido à precária falta de atendimento básico em hospitais.

Mulher tenta se recuperar de parto em leito precário de hospital na Tanzânia - Crédito: Beatrice de Géa/New York Times
Mulher tenta se recuperar de parto em leito precário de hospital na Tanzânia – Crédito: Beatrice de Géa/New York Times

A Tanzânia é um dos piores lugares do mundo para dar a luz a uma criança. Segundo uma reportagem do New York Times, no país acontecem cerca de 13 mil mortes de mulheres por ano. A média não é a pior da África, mas é muito alta e se dá devido a escassez de médicos, enfermeiros, medicamentos, equipamentos, estradas, transportes e hospitais. O país é um dos mais pobres do mundo (ocupa a posição 152º no ranking mundial de IDH*) e é basicamente rural. Um hospital da pequena cidade rural de Berega tem apenas 120 leitos.

O governo da Tanzânia vem se esforçando para conseguir diminuir o número de mortes de mulheres logo após o parto. Investimentos estão sendo feitos na saúde local, como recrutamento de novos médicos e parteiras, construções de novas clínicas e escolas de enfermagem e moradias para a população rural. Houve queda no número da mortalidade materna nos últimos anos, mas a taxa ainda é alta. Porém, as pessoas são muito pobres na Tanzânia e vivem sem nenhum tipo de infra-estrutura.

Homem chora após perder a mulher durante parto - Crédito: Beatrice de Géa/New York Times
Homem chora após perder a mulher durante parto – Crédito: Beatrice de Géa/New York Times

As mulheres chegam aos hospitais em cima da hora e muitas vezes não conseguem se salvar. São em sua maioria jovens e saudáveis, mas não conseguem realizar o parto e acabam falecendo. As cinco principais causas de morte segundo a reportagem do NYT são: hemorragia, infecção, pressão sanguínea alta, partos prolongados e abortos malsucedidos. Próximo a cada hospital estão orfanatos, com muitas crianças que perderam as mães quando vieram ao mundo. Uma triste sina que pode ocorrer com elas futuramente se nada for feito para mudar esse terrível quadro.

* Ranking de IDH atualizado em 2008
Fonte: New York Times

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

jun 2009 29
Cartaz do filme "O Contador de Histórias" - Crédito: Reprodução
Cartaz do filme “O Contador de Histórias” – Crédito: Reprodução

O Blog da Comunicação em mais uma parceria com a Brazucah Produções está sorteando quatro pares de ingressos para a pré-estreia do filme “O Contador de Histórias”, de Luiz Villaça. Para participar é simples. Basta enviar uma mensagem para o e-mail blog@blogdacomunicacao.com.br, com seu nome completo e RG. Os dados dos vencedores serão enviado a Brazucah que reservará os respectivos lugares na sessão.

Os quatros primeiros e-mails enviados ganham um par de ingresso para assistir a pré-estréia do filme no dia 2 de julho, às 21h no Shopping Eldorado, em São Paulo. O diretor do filme Luiz Villaça, estará presente. Confira abaixo a sinopse do filme.

SINOPSE
O filme é baseado na vida do mineiro Roberto Carlos (considerado um dos maiores contadores de história do mundo). Roberto era considerado um menino incorrigível, mas tem sua vida transformada pelo amor e dedicação de uma professora francesa, Margherit. Mais do que uma história de superação, o filme mostra como o poder do afeto pode ser transformador. Direção de Luiz Villaça.

***PROMOÇÃO ENCERRADA***CONFIRA OS VENCEDORES NOS COMENTÁRIOS DESTE POST

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

jun 2009 28

Os editoriais serão publicados regularmente e estarão disponíveis na homepage do site e depois na aba “Editorial”, localizado no cabeçalho do blog. O editorial representa as ideias e opiniões dos editores e idealizadores do Blog da Comunicação: James Freitas e Guilherme Freitas. Boa leitura!

Michael Jackson: O Rei do Pop - Crédito: Reprodução
Michael Jackson: O Rei do Pop – Crédito: Reprodução

O dia 25 de Junho de 2009 estará marcado na história da musica mundial para sempre! Nesta data faleceu em Los Angeles, o cantor, compositor e dançarino, Michael Jackson, aos 50 anos de idade. Uma parada cardíaca foi o que fez o coração do Rei do Pop parar de bater. Os motivos que cercam a morte de Jackson ainda são misteriosos. Poderia ter sido por uma overdose acidental de analgésicos ou morfina, da qual ele era viciado. Ainda haverá muitas manchetes e notícias sobre sua morte, porém Jackson está na história pelo seu talento e suas excêntricas manias.

Michael Jackson começou cedo no mundo da música. Nascido em Gary, em 1958, já ensaiando passos de dança e com os irmãos aos cinco anos. Anos mais tarde formava com seus irmãos o grupo Jackson 5. Caçula e mais talentoso dos cinco irmãos, Michael era sempre o mais cobrado pelo pai. O próprio cantor anos mais tarde revelou que era agredido na infância quando errava em ensaios. Seu pai era ambicioso e fazia do grupo sua “galinha dos ovos de ouro”. Não admitia erros. Devido a interminável agenda de shows e participações em programas de TV, o astro perdeu a infância. Ao invés de brincar com amigos e sua idade, estava assinando contratos e se comportando como gente grande.

O jovem astro tinha uma voz doce e angelical, mas estava crescendo. Michael viu que era hora de deixar os irmãos e seguir a carreira solo. Com o produtor Quincy Jones formou uma grande parceria e na década de 1980 o mundo da música só tinha um nome: MICHAEL JACKSON. Sucessos como “Billie Jean”, “Thriller”, “Beat It” e “We Are the World” estouraram no topo das paradas. Seu álbum Thriller tornou-se o mais vendido de todos os tempos com 106 milhões de cópias vendidas no planeta. Mas aos poucos, Michael ia se transformando. Deixando de ser um superstar.

Após inúmeras cirurgias plásticas no rosto e no nariz, o embranquecimento e esquisitas manias, Michael Jackson transformou-se em uma figura enigmática. Gastou milhões em um rancho, que transformou em um parque temático: Neverland. Deixou a carreira para trás, não conseguia mais cantar e acumulou dívidas enormes. Acusado de pedofilia, sempre foi inocentado. Iniciaria no próximo mês uma turnê de 50 shows e estava ensaiando para o espetáculo que nunca poderá fazer. Teve três filhos e dois casamentos, mas sua vida pessoal sempre foi marcada pelo mistério. O garoto de voz doce tinha se transformado em uma figura triste e infeliz.

Michael Jackson foi um mito. Sua morte mobilizou fãs nos quatro cantos do mundo e foi manchete mundial. A procura por informações chegou a travar até o poderoso Google. Poucos conseguiram tal feito. Apenas mitos e lendas, como Elvis Presley, Ayrton Senna, John Lennon e a Princesa Diana. A pessoa Michael Jackson morreu, porém seu nome ficará eternamente marcado em nossas mentes e corações.

James Freitas e Guilherme Freitas
Editores e Idealizadores do
Blog da Comunicação
blog@blogdacomunicacao.com.br
www.blogdacomunicacao.com.br

Página 1 de 1112310...Última »