jun 2009 03

por João Paulo Denófrio
especial@blogdacomunicacao.com.br

Terremotos, atentados terroristas, furacões, enchentes, tsunamis. É impossível que algum meio de comunicação possua repórteres em todos os locais. E para tentar suprir essa necessidade, muitos sites recorrem à ajuda da Internet, mais especificamente dos internautas. São eles que atuam como correspondentes e descrevem o fato sob ótica local.

Um exemplo de página virtual que adota este sistema é o Portal G1 do Globo.com. Quando acontece um atentado, catástrofe natural ou notícia de grandes proporções, o portal disponibiliza um link na página principal, onde o internauta que está no local em questão pode descrever a situação, contar detalhes e enviar fotos e vídeos. Um caso recente que levou o G1 a tornar acessível o “link de ajuda” foi o risco de pandemia de gripe suína no mundo. Se o material enviado for aprovado, será publicado no site. Esse mesmo mecanismo vale para assuntos interessantes, como o de uma internauta que contou ter conseguido tirar um documento de identidade usando a camiseta de um clube de futebol.

O "Vc" no G1, do portal Globo.com - Crédito: site do G1
O “Vc” no G1, do portal Globo.com – Crédito: site do G1

Para o professor de pós-graduação, Walter Teixeira Jr., o uso dessa interatividade é benéfico, mas requer cuidado. “É preciso checar a veracidade das informações e do material enviado pelos internautas”, afirma.

O portal Terra também divulga parte das informações dadas pelo público. Neste caso, a página virtual possui uma seção específica para isso, o “Vc Repórter” [sic]. Podem-se enviar fotos, vídeos e outras informações. Diariamente o site exibe na capa uma imagem mandada por um participante. Em meados de abril, houve publicação da foto de inundação em uma rua da cidade de São José dos Campos, em São Paulo. A imagem gerou polêmica, já que alguns leitores informaram que a enchente nem era tão grande assim. Ou seja, a classificação da foto acabou colocada sob questionamento.

O "Vc repórter", do portal Terra - Crédito: site do Terra
O “Vc repórter”, do portal Terra – Crédito: site do Terra

Teixeira Jr. esclarece que, como a malha de comunicação não é ampla, os sites jornalísticos precisam aderir aos internautas para divulgar a notícia em primeira mão. Somente depois, quando um repórter chegar ao local do fato, é que o assunto poderá ser apurado de forma correta e haverá publicação de matéria jornalística. A partir daí, essa reportagem poderá ser enriquecida com o material enviado anteriormente pelos internautas.

A chamada “Era Digital”, vivida pela atual geração, contribui e muito para a cobertura jornalistica de fatos. Mas, com certeza, é preciso atenção à banalização dos assuntos e arquivos enviados aos sites. O grande desafio é não sair publicando tudo o que é recebido com o objetivo de mostrar que determinado veículo está atento aos leitores e conta com a participação deles.

O trabalho jornalístico também deve ser valorizado e a matéria, adequada às regras de comunicação.

jun 2009 03

por Renata Monteiro
especial@blogdacomunicacao.com.br

A televisão e, em específico, os telejornais, possuem um papel de destaque no comportamento da população brasileira, no que diz respeito à informação e como ela é absorvida. Basta prestar atenção em nossos próprios diálogos, quando se fala de temas que estão em evidência. A televisão é sempre lembrada. Sem dúvida, a Internet também ocupa um espaço importante, no entanto, percebe-se que os telejornais trazem mais credibilidade, por invadirem as nossas casas há mais tempo (recordando: o primeiro telejornal brasileiro – “Imagens do Dia”, foi ao ar no dia 19 de dezembro de 1950, com texto e reportagem de Rui Rezende, transmitido pela TV Tupi). Desde o início, os eles passaram por visíveis evoluções em todos os campos: reportagens e matérias, a forma de abordagem, os repórteres, a seriedade e o compromisso com o telespectador.

Para descrever esta evolução no comportamento do telejornalismo brasileiro, decidi reduzi-la a uma editoria: a policial. Segundo dados do Mapa Brasileiro de Violência nos municípios de 2008, lançado pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), desde 1996 até o ano passado, foram assassinados 500.762 brasileiros. Com este número, faz sentido a presença de um grande número de notícias sobre violência e segurança na televisão brasileira.

Durante muitos anos, pudemos conferir programas altamente sensacionalistas (como o “Aqui Agora”, do SBT, e o “Cidade Alerta”, da TV Record), que combinavam jornalismo e histeria, todos com a única intenção de ganhar elevados índices de audiência, esquecendo-se que a informação deveria atuar como intermédio entre os cidadãos e os governantes, agindo em prol da melhoria na qualidade da segurança pública nacional.

Atualmente, ainda existem programas de cunho sensacionalista, que atrasam o progresso da divulgação de informações através da TV e, por conseqüência, fazem regredir toda uma sociedade que ainda depende e se alia tanto ao que vê pela telinha. Vamos exemplificar esta realidade:

Em Curitiba, um brutal assassinato de uma criança de nove anos teve repercussão nacional, em novembro do ano passado. O corpo da vítima, Rachel Maria Lobo Oliveira, foi encontrado com sinais de estrangulamento e abuso sexual, dentro de uma mala, na rodoviária da cidade. Vejam a reportagem exibida pela Rede Record em 05/11/2008:

Imagem de Amostra do You Tube

Pode-se notar, nesta reportagem, que os fatos são ditos com seriedade e precisão. Imagens do local, dos policiais são cobertas com um off sério, sem parcialidade nem ofensas. Ou seja: o fato relatado como ele é.

Mas nem tudo é assim no telejornalismo brasileiro. Vejam este vídeo que relata a mesma notícia, porém, deixa a seriedade de lado e parte para imagens apelativas:

Imagem de Amostra do You Tube

Reportagens como esta, acima, fazem refletir: parece que ainda estamos engatinhando e precisamos dar um salto de qualidade na cobertura destas matérias. O telejornalismo policial brasileiro ainda tem dificuldade em seguir uma regrinha básica: menos sangue, mais informação. Só com notícias objetivas e responsáveis se pode contribuir para uma sociedade mais crítica e menos acostumada a ver tragédias brutais na televisão, como se fossem somente ficções cinematográficas.

jun 2009 02

por Serg Smigg
especial@blogdacomunicacao.com.br

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados fatuais e divulgação de informações. Também define-se Jornalismo como prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos em geral. Jornalismo é uma atividade de Comunicação, especialmente pública.”

A descrição acima é facilmente encontrada na Internet; neste caso, no endereço da Wikipedia. E leva a uma visão geral das atividades encontradas dentro do conceito de jornalismo. Entretanto, ao se aprofundar um tanto mais no tema, é possível verificar que o termo adquiriu abrangência extrema ao longo do tempo.

Início
Até a independência de Portugal, as atividades jornalísticas no Brasil eram ocasionais. Como colônia, o país não poderia instituir sequer escolas superiores. Apesar disso, alguns estudiosos consideram as cartas pessoais, trocadas entre colonizadores e seus parentes do além-mar, como expressão de uma espécie de jornalismo embrionário. Sob esse raciocínio, muitos desses observam que a carta de Pero Vaz de Caminha apresenta características bastante próximas das do jornalismo.

A chegada da Família Real, que buscou na sua maior colônia o refúgio necessário das tropas de Napoleão, foi um marco de desenvolvimento geral para o Brasil de então. Por decreto do príncipe regente D. João, oficializou-se a divulgação de notícias diversas no País, em maio de 1808. Em princípio, eram mais informes políticos, mas o interesse público fez ampliar a abrangência da instituição, dando origem posteriormente a empresas da área.

Os Primeiros Veículos
Com a instalação de Família Real Portuguesa no Brasil, instalou-se também a oposição. O primeiro jornal brasileiro, Correio Braziliense, foi criado com bases oposicionistas. Tendo sido editado na Europa por 14 anos seguidos, nasceu dos esforços do gaúcho Hipólito José da Costa. Rebelde, com profundos conhecimentos sociais e pleno ativista, da Costa foi imediatamente considerado um perigo aos poderes reais. Como retaliação aos planos do republicano, D. João VI criou a Imprensa Régia para editar o jornal monarquista Gazeta do Rio de Janeiro. Pode-se dizer, então, que o jornalismo brasileiro tem em suas raízes a controvérsia.

O jornalismo nos primórdios: Crédito: Reprodução
O jornalismo nos primórdios: Crédito: Reprodução

Com o passar do tempo, o Jornalismo foi se adaptando às épocas, quase como obrigatoriedade de sobrevivência. De maneira fácil, passou das notícias políticas aos informes sociais e esportivos, tendendo sempre ao que o já exigente mercado requeria. Por esse aspecto, o jornalista passou a ser visto ou como inimigo ferrenho ou como aliado indispensável do político, do esportista, das celebridades sociais.

Nenhuma outra atividade profissional mantém tantos elos diretos com a sociedade, e a formação desta, que a jornalística. Talvez nem mesmo a política que, em tese, é a representante mais próxima das características de uma comunidade. Isto é fato porque, apesar de ter suas regras éticas específicas e leis regulamentadoras, o jornalismo toca o que a coletividade tem de mais humano. Desta forma, a maneira como o leitor compreende uma informação depende de sua formação social e mental. O slogan da página do OI Observatório da Imprensa apresenta como pano de fundo uma idéia da complexa relação entre sociedade e jornalismo: você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito.

O jornalista João Drummond, no jornal O Globo de 16/10/07, classifica o jornalismo como missão nobre e ingrata, pois é capaz de levar alegrias e decepções no mesmo momento. As notícias abaixo são capazes de mostrar a contradição acima.

A Morte de Tancredo Neves

Jornal O Globo, noticia a morte de Tancredo Neves - Crédito: Reprodução
Jornal O Globo, noticia a morte de Tancredo Neves – Crédito: Reprodução

Em abril de 85, o País foi tomado de assalto em suas emoções com a morte de seu representante político de maior empatia popular, na época. Em todo canto do território nacional, não houve um só brasileiro que não lamentasse o fato (veja vídeo da notícia no link abaixo).

Imagem de Amostra do You Tube

Brasil: Campeão do Mundo de 58
Em meados daquele ano, o Brasil finalmente dava os primeiros passos de recuperação pelo vexame de oito anos antes, quando então perdia o campeonato mundial de futebol para o Uruguai, dentro do Maracanã.

Você encontra mais notícias e informações sobre a notícia, clicando aqui e vê no vídeo da notícia abaixo.

Imagem de Amostra do You Tube

Brasil: Derrotado em 50
O futebol já era ponto de discussão geral em todos os cantos do País, mas a surpresa da derrota foi maior porque tudo indicava a vitória.

Lance do Maracanazzo de 1950 - Crédito: O Globo
Lance do Maracanazzo de 1950 – Crédito: O Globo

Veja vídeo abaixo.

Imagem de Amostra do You Tube

Algumas Curiosidades
Pioneiro das Américas:
Publick Ocurrences Both Forreign and Domestick (Ocorrências Públicas Estrangeiras e Locais). Foi lançando na quinta-feira 25 de setembro de 1690 na cidade de Boston (EUA).
Maior venda: jornal japonês YOMIURI SHIMBUN, de 1874. Mais de 10 milhões de exemplares.
Gazeta: A palavra é italiana. É uma moeda de cobre usada para que os venezianos pagassem para ler ou ouvir notícias da região.
Símbolo: Talvez o símbolo mais forte do jornalismo sejam o jingle e o slogan do noticiário de rádio Repórter Esso. Veja nos vídeos abaixo:

Imagem de Amostra do You Tube

Imagem de Amostra do You Tube

PARA DESCONTRAIR
Diferentes ângulos da Notícia: “Chapeuzinho Vermelho na imprensa”

Um pouco de humor
Umberto Eco, escritor e pensador italiano contemporâneo, inseriu no estudo da comunicação um conceito a que chamou de “ruídos”, fenômenos temporais que atrapalham a recepção (compreensão) da notícia (idéia) exatamente como foi divulgada (emissão). Um desses ruídos é a maneira como a notícia é transmitida.

Veja abaixo uma demonstração bem-humorada de “ruídos” na notícia da “tragédia” de Chapeuzinho Vermelho:

JORNAL NACIONAL
(Bonner): Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um
lobo na noite de ontem…
(Fátima): … mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia.

PROGRAMA DA HEBE
Que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas
essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é
mesmo?

BRASIL URGENTE
Onde é que a gente vai parar? Cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia para a casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva… um lobo, um lobo safado. Põe na tela. Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.

REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo

REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho

REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama

FOLHA DE S. PAULO
(Legenda da foto) Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador
(Na matéria) Zoólogo explica hábitos dos lobos
(Infográfico) Como Chapeuzinho foi devorada e depois
salva pelo lenhador

O ESTADO DE S. PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT

O GLOBO
Petrobras apoia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo pra
salvar menor de idade carente

ZERO HORA
Avó de Chapeuzinho nasceu no RS

AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó

REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte)
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: “Até ser
devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa”.

PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu

REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente

REVISTA CARTA CAPITAL
Lobo Mau tinha ligações com FHC e o objetivo era desestabilizar o
governo Lula e o PT

G MAGAZINE
(Ensaio fotográfico com lenhador)
Lenhador mostra o machado

SUPER-INTERESSANTE
Lobo mau! mito ou verdade ?

DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver

NEW YORK TIMES
Obama declara que irá enviar tropas armadas à região de conflito entre
lobos maus e chapeuzinhos

Outras fontes deste artigo: Observatório da Imprensa e Faculdade de Comunicação da UFBA.

jun 2009 01
Antigo logo do site - Crédito: BGC/Arquivo
Antigo logo do site – Crédito: BGC/Arquivo

Mesmo com pouco tempo de vida, o Blog da Comunicação tem história para contar. Criado numa sala de aula de uma faculdade de jornalismo em São Paulo, o site passou por altos e baixos, correndo até o risco de deixar de existir quando perdeu quase todos os seus colaboradores. Mas a ideia de jovens estudantes, hoje jornalistas formados, não poderia simplesmente ser apagada de uma hora para outra. Após reuniões e convites, o site voltou com tudo à bloguesfera.

Conheça agora a história do Blog da Comunicação

A ideia surgiu em meados de 2006, quando o estudante de jornalismo James Freitas resolveu montar um blog com seus colegas de sala. Marcello Ghigonetto, Munise Vargas, Isadora Nader, Renato Carrelas e Guilherme Freitas aceitaram o convite. O Blog da Comunicação foi criado no portal gratuito do UOL com o domínio www.comunicado.zip.net, que ainda está online. Nos primeiros meses o blog teve bons resultados e acessos, ganhando até publicação no site da UniFIAMFAAM, faculdade onde o sexteto estudava.

Layout da primeira versão do Blog da Comunicação - Crédito: Arquivo
Layout da primeira versão do Blog da Comunicação – Crédito: BGC/Arquivo

Porém, a falta de tempo e os compromissos profissionais fizeram com que os colunistas começassem a deixar a equipe, sobrando apenas o James, o Guilherme e o Marcello. Com pouco tempo para atualizar o blog e com a iminência de concluir a faculdade e o temível TCC (Teoria de Conclusão de Curso), o trio de colunistas deixou o site de lado. Cada um foi cuidar de seus afazeres profissionais. Quem tinha tempo para escrever, escrevia. Parecia que o Blog da Comunicação estava morto.

Parecia.

Em meados de abril de 2008, o Blog da Comunicação renasceu. Graduados jornalistas, James e Guilherme resolveram investir tempo e dinheiro no site. Reuniram-se em um café e traçaram planos para colocar o blog de novo nos trilhos. Registraram o domínio e hospedagem no portal Locaweb, montaram a equipe inicial com 14 colunistas de diversas cidades brasileiras e colocaram o site na rede no dia 12 de maio, ainda em período de testes. O ponta-pé oficial ocorreu no dia 1º de junho, com o artigo Fluminense perto da final, escrito pelo ex-colunista Maurício Renan, sobre a campanha do time carioca na Taça Libertadores da América.

O primeiro artigo no Blog da Comunicação - Crédito: Arquivo/BGC
O primeiro artigo no Blog da Comunicação – Crédito: Arquivo/BGC

A partir daí, o Blog da Comunicação foi crescendo, ganhando popularidade, leitores e espaço na bloguesfera. O número de colunistas foi ampliado de 14 para 21 membros. O site ganhou dois revisores e um webmaster, responsável por toda a programação e atualização de ferramentas. A alta rotatividade fez com que muitos colunistas ficassem poucos meses na equipe, dando lugar a outros colaboradores. Nesse primeiro ano, 36 jornalistas e estudantes de diversas cidades brasileiras colaboraram, escrevendo artigos para o site.

Com uma equipe jovem e empenhada em mostrar seu potencial, o Blog da Comunicação continua crescendo. O site está cadastrado em dezenas de redes sociais, mantém um número de leitores fiéis, tem colaboradores internacionais em Portugal, Moçambique e Argentina, ganhou destaque em sites e canais de TV, mantém parcerias com outros blogs, contabiliza 250 mil acessos e inicia agora sua primeira série especial de reportagens com o tema focado em jornalismo.

James Freitas e Guilherme Freitas no dia em o Blog da Comunicação nasceu de novo - Crédito: Arquivo/BGC
James e Guilherme no dia em o Blog da Comunicação nasceu de novo – Crédito: Arquivo/BGC

A equipe do blog convida a todos para acessarem o site durante os próximos 14 dias e acompanhar todos os artigos especiais, que serão publicados durante a Semana Especial do Jornalismo.

Boa leitura!

Logo atual do Blog da Comunicação - Crédito: BGC/Arquivo
Logo atual do Blog da Comunicação – Crédito: BGC/Arquivo

Equipe Blog da Comunicação
blog@blogdacomunicacao.com.br

jun 2009 01

1anodeblog

Chegou a hora! Após 365 dias de vida contando histórias e fatos de muitos lugares e pessoas. O Blog da Comunicação completa nesse 1 de Junho de 2009 seu primeiro aniversário.

Mais de 700 posts foram publicados com a participação da população por meio de 3.000 comentários discutindo os temas que entraram na Home do Blog. A equipe cresceu, dos 14 iniciais hoje a equipe conta com 21 jornalistas dois revisores e um webmaster. Esse crescimento espantoso deve-se a você! Caro internauta que participou das nossas discussões!

Convidamos você a conferir nosso especial de aniversário que tem a missão de mostrar um pouco do trabalho que nós, jornalistas, desenvolvemos diariamente em diversos âmbitos.

Participe, critique, discuta…. O espaço agora e sempre será de vocês!!!

Atenciosamente,
Equipe Blog da Comunicação

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