jun 2009 28

O sexto mês do ano está chegando ao fim. Junho foi muito movimentado, com grandes surpresas. Listamos aqui cinco opções e gostaríamos de ouvir as opiniões de vocês caros leitores. Votem na nova enquete do Blog da Comunicação, localizado na barra lateral a direita do seu monitor.

* Acidente com o Airbus da Air France: Avião da companhia francesa desaparece dos radares no meio do Oceano Atlântico. Dias depois começam a ser encontrados objetos do avião. Nenhum dos 228 passageiros sobreviveu.
* Confrontos de grevistas da USP e PM: Estudantes e professores da USP, em greve, entram em confronto com a Polícia Militar que vai ao campus após ordem do governador José Serra e pedido da reitoria. Greve ainda continua.
* Protestos após a eleição iraniana: Após a vitória suspeita de Mahmoud Ahmadinejad, população iraniana sai as ruas para protestar contra o regime dos Aiatolás. Oposição aponta fraude e imprensa é impedida de trabalhar.
* A morte de Michael Jackson: Aos 50 anos de idade, morre o rei do pop. Jackson teve uma parada cardíaca em sua casa. Viciado em analgésicos a causa da morte do cantor pode ter sido overdose.
* Brasil vence a Copa das Confederações: A seleção brasileira venceu todos os seus jogos na África do Sul e de virada na final, bateu os Estados Unidos para levar o tricampeonato na competição.

RESULTADO – Na enquete anterior colhemos a opinião dos leitores do BGC sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalista. Para a grande maioria, 75%, o diploma de jornalista deve ser obrigatório para todos que quiserem atuar na profissão. Outros 25% acreditam que o diploma não deve ser obrigatório.

jun 2009 28

Por James Freitas

esportes@blogdacomunicacao.com.br

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James Freitas e Marcelo Ghigonetto desafiam o colunista Guilherme Freitas para correr a prova Super 9, no dia 9 de Julho no autódromo de Interlagos – SP. A prova se resume em duas voltas completas pelo circuito localizado na zona Sul da cidade.

A RESPOSTA:

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DESAFIO FEITO, DESAFIO ACEITO! E você, caro internauta, acompanhará tudo sobre essa disputa interna entre os colunistas do Blog da Comunicação. Será que Guilherme deixará James e Marcello comendo poeira?

Comente, critique, sugira….PARTICIPE! Agora o espaço é de vocês….

jun 2009 28

por Ruither Ferrão

educacao@blogdacomunicacao.com.br

O professor José Roberto da Silva teve uma idéia inusitada, com o intuito incentivar a leitura na sua cidade. Por não ter uma biblioteca no município, ele criou uma um pouco diferente. Um carrinho de supermercado ambulante que leva os livros até os leitores. A cidade é Ipiguá, no interior paulista, e fica a 457 Km da capital. A ideia de criar a biblioteca fez com que o professor organizasse uma gincana na escola para arrecadar livros, que posteriormente seriam emprestados à comunidade.

Um carrinho de supermercado e a boa vontade de alguns alunos fez com que seu projeto fosse adiante. Com a gincana, foram arrecadados cerca de mil livros. Os alunos parceiros começaram a levar os livros de porta em porta, fazendo com que as pessoas tomassem gosto pela leitura. Enquanto uma aluna vai fazendo a propaganda nas casas, outro vai empurrando o carrinho com farto material para todos os gostos. Para se ter uma ideia da aceitação desse trabalho, em apenas dois meses, foram emprestados 300 livros aos moradores de Ipiguá.

O garoto Lucas, de oito anos, tormou-se o campeão em leitura. Ele leu 16 livros em um espaço de 15 dias. Fausto é outro menino que se entusiamou pelos livros. “É um ótimo começo, ele está a prendendo a ver, a identificar as figuras, logo as palavras, e vai pegar gosto pela leitura”, declara o pai. Projetos tão simples podem fazer a grande diferença. Se tivéssemos mais professores como o José Roberto para espalhar esta ideia Brasil afora, nosso povo seria mais culto e mais feliz!

Fonte: G1

jun 2009 27

“Namastê!”

por Leandro Pereira
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

“Novela é como um novelo que vai se desenrolando aos poucos”  -Janete Clair

A novela mais recente da autora Glória Perez é um delicioso flerte entre o ocidente e o oriente, mais precisamente entre Brasil e Índia. Estou agora de olhos postos no blog que Glória dedica à trama que encanta o Brasil que, não obstante as diferenças de crenças, valores, religião, tradições e costumes resolveu atribuir valor aos pontos de encontro e às possibilidades de troca com este país tão fascinante. No blog vejo textos, fotos, mas o imã que me fisga mesmo é o rosto de Isis Valverde, a Camila. Os cílios, os lábios, as sobrancelhas…E saber que em tudo isso tem um toque de arte, poesia e sensibilidade. Camila é um arquétipo que melhor retrata este encontro entre os dois mundos. E mais: é uma mulher marcante, forte, que protagoniza a mais linda história de amor que presenciei na teledramaturgia brasileira.

Ravi (Caio Blat) e Camila (Isis Valverde) se conhecem pelo computador. Ele, na Índia, ela, no Brasil. Eles se conhecem através de Leinha (Julia Almeida), outra amiga virtual do indiano, a moça o convida para jantar e aproveita para apresentá-lo à Aída (Totia Meireles) e Camila. Ravi leva uns sáris para as três mulheres e Camila está de short e top para colocar o sári por cima. Eles se apaixonam um pelo outro. As brasileiras viajam para Índia onde descobrem que Ravi tem uma noiva arranjada pela família e que se casará em breve.

Camila fica chocada e decide voltar ao Brasil. Em face de tantos desencontros Camila procura Shankar que lhe ensina o casamento segundo os rituais indianos. Eles se casam. Camila fica. As famílias são forçadas a entender e aceitar. O movimento que os jovens fazem chama a atenção pela sabedoria e por romper com aquela tragicidade que acompanha a humanidade desde Romeu e Julieta de Shakespeare. Nada de morrer por amor. Se envenenar por amor. Se incorrer na loucura daqueles que se deixam ensandecer diante das vicissitudes da vida. Não e não. São amantes estratégicos. Inteligentes emocional e intelectualmente. As humilhações que Camila vivencia na casa de Opash (Toni Ramos) são mortais.

É um choque de culturas brutal, mas ela se mostra em todo tempo madura e preparada para enfrentar tudo o que for necessário em prol do relacionamento que estableceu com o marido. Para quem se pergunta que equilíbrio é esse diante de uma intensa paixão uma resposta possível pode estar na presença das quatro energias: água, terra, fogo e ar. Segundo a astrologia a água tem a propriedade de romper obstáculos, a terra de nos dar um referencial da realidade, o fogo de nos transportar para a ação e o ar de nos dar paz de espírito.

Água- Javi e Camila não se detiveram em momento algum. Eles se desejaram. Transformaram o pensamento em ação. Saíram de dentro deles mesmos. É como a água que é presa num determinado cômodo de uma casa. Ela busca pelas frestas da porta. Derruba portas. Evapora. Condensa-se. Faz o que for necessário. Presa ela não fica.

Terra- Eles sabiam que seria inútil e irracional discutir com os pais. Estavam conscientes de que de nada valeria enfrentá-los. Foram pacientes, precisos e buscaram por Shankar (Lima Duarte) o único que os poderia ajudar. Ou seja, não perderam os parâmetros da realidade.

Fogo- Eles se movimentaram. Pediram ajuda ao universo e se prepararam para receber.

Ar - Conduziram as situações com leveza. Sem lástimas. Agora estão casados e as dificuldades só começaram. E eles estão prontos. Merecem viver esta história de amor. Camila é jovem, bem humorada e sabe enfrentar as afrontas das mulheres da casa. Utiliza o humor, como economia de gastos com sentimentos de inferioridade e tristeza. É humilde e atenta para manter sua espontaneidade e ao mesmo tempo se adaptar ao novo.

Confira abaixo um trecho de um capítulo da novela “Caminhos das Índias”, da Rede Globo.

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jun 2009 26

por Sônia Mesquista
educacao@blogdacomunicacao.com.br

A psicologia, a pedagogia e medicina estudam os diversos índigos de ontem e de hoje. São crianças com capacidades acima da média para as várias atividades humanas. O Dr. Américo Canhoto, a psicóloga Valdeniza Sire Savino e a pedagoga Maria de Lourdes Canova discursaram sobre nova abordagem da educação para estas crianças.

Segundo Américo Canhoto, nos últimos anos as crianças apresentaram mudanças rápidas em seu desenvolvimento, com um potencial maior do que seus pais para o aprendizado. Isso qualquer pai pode perceber, até mesmo por ele mesmo, quando era criança e comparando com as atitudes de seu filho. De acordo com Américo, a grande dificuldade que estas crianças enfrentam é que em nossa sociedade há o predomínio do negativismo. Para ele 50% das doenças é fruto de aprendizado dos seus familiares que se utilizam das enfermidades para atrair atenção. Muitos filhos recebem mais cuidado de todos quando estão doentes e o subconsciente entende: “Oba, ficar doente é bom!”. Américo Canhoto adverte que em casos de moléstias é preciso analisar: “O que é que eu quero ganhar com isso? Quem desejo punir?”

Canhoto informou que estudos comprovam que um dia do ano passado tinha 15 horas, 43 minutos e alguns segundos. Está havendo uma aceleração planetária, há um excesso de informação e estímulo, provocando ansiedade e medo. Junte-se a isso uma alimentação inadequada com muito açúcar, farinha de trigo e cafeína, uma vida sedentária e ambientes domésticos menores. E o corpo reage de acordo com nossos pensamentos. Creio que neste ponto, devemos então sempre buscar um folga junto à natureza, e se tornar um pouco mais herbívoro. Canhoto enfoca outro grande problema da educação atual, que é a família transferir a educação da criança para a escola. Elas chegam sem referências e sem limites.

Para melhorar a educação da criança índigo, Canhoto propõe:
* que haja um diagnóstico precoce
* uma reorganização familiar
* uma reformulação do sistema educacional.

Aqui podemos também colocar que muitos pais, devido a seus próprios medos, não se vêem em condições de educar seus filhos, mas eles precisam entender que se Deus nos deu filhos, é porque acredita em nossa capacidade de educá-los. Nunca desista de seu filho, por mais que as coisas estejam difíceis. Abrace-o, diga que o ama, e quando imagens ruins lhe vierem à cabeça, lembre-se dos tempos que o carregou no colo, que o via sorrindo e brincando.

Como dicas para a saúde ele coloca:
* a meditação, que deve ser ensinada já nos primeiros anos de vida;
* respiração abdominal profunda;
* eliminar o açúcar, farinha de trigo, cafeína e
* uma atividade física regular.

A psicóloga Valdeniza Sire Savino, em sua palestra “O índigo no mundo de hoje”, abordou que o índigo tem um comportamento diferente. “Já tivemos vários exemplos em nossa história, como James Dean, Marlon Brandon, Beatles, Gandhi, Renato Russo, Gonzaguinha. E coloca que a grande questão é: “Porque eles estão aqui? Estão para nos lembrar o que conhecemos e não praticamos, que é o amor.” Valdeniza lamenta que nossa sociedade priorize o ter em detrimento do ser e os índigos se sentem fora deste mundo, adoecem porque não são compreendidos.

As particularidades destas crianças índigos:
* não aceitam ordens se não sabem o porque,
* são inquietos,
* não têm medo,
* não têm vergonha de si mesmos e por isso não copiam o outro,
* são verdadeiros,
* têm uma energia mais apurada, estão mais ligados a tudo que acontece à sua volta,
* apurado senso de justiça,
* acham natural sua conduta,
* não se valorizam,
* são agentes de transformação.

Segundo a doutora eles sempre existiram em nossa sociedade, mas após a década de 70 nasceram em maior número. A psicóloga também salientou que a educação precisa ser melhorada para atender e entender essas crianças. Acrescentou que é na família que tudo começa.

Valdeniza aponta que há 4 tipos de índigos:
* Humanistas: engajados em causas sociais, comunicativos.
* Conceituais: são muito práticos e técnicos, mais isolados.
* Artísticos: Utilizam mais o lado direito do cérebro, mais criativos e são visionários, além do tempo.
* Multidimensionais: Trabalham a espiritualidade, religiosos espontaneamente.

“Bem sabemos que toda criança ensina, mas a diferença do índigo é que ele persiste em ensinar. Costumam ser confundidos com hiperativos. Têm um grande potencial e precisam se movimentar”, explicou. A terceira palestrante, a pedagoga Maria de Lourdes Canova colocou que os índigos exigem uma nova pedagogia de valores.

“Nossos professores são formados para trabalhar com crianças normais. Os índigos são seres fortes, determinados, contestadores, questionadores, indiferentes à autoridade e muitas vezes são rebeldes, são alegres, inteligentes, comunicativos, carinhosos e só ouvem o que querem. Exigem muita energia do professor e até ajudam o professor a suavizar a educação rígida que seus mestres receberam.”

A pedagoga também apontou a necessidade dos pais se conscientizarem que educar é responsabilidade deles e não da escola. “A escola tem a obrigação de formar, de transmitir informações e os pais devem ser os bons exemplos”. Canova acredita que o essencial para educar estas crianças índigo é utilizar a Pedagogia do Amor, que lida com a essência do ser humano com justiça, sabedoria, valorização da vida, limites racionalizados, compreensão, solidariedade, tolerância e honestidade.

Como orientação ela indica que o professor :
* invista no crescimento pessoal do ser,
* entenda que ele é único, não o compare,
* respeite-o,
* torne suas aulas interessantes,
* tenha claro o objetivo da aula,
* utilize recursos audiovisuais,
* use a dramatização, dança, música,
* crie condições para que tomem decisões e
* corrija sem humilhações,
* demonstre que confia nele,
* fale com o coração.

Se você tem um índigo dentro de casa ou entre seus conhecidos, espero que estas dicas ajudem a conhecê-lo e melhor tornar sua missão mais fácil.

jun 2009 26
Michael Jackson: imortalizado na calçada da fama - Crédito: Buda Fabio Mori
Michael Jackson: imortalizado na calçada da fama – Crédito: Buda Fabio Mori

O Blog da Comunicação presta aqui sua homenagem a um dos maiores gênios da música: Michael Jackson, que faleceu ontem devido a uma parada cardíaca em Los Angeles aos 50 anos de idade. Cantor, compositor e dançarino, Michael foi um gênio precoce que surgiu ainda menino ao lado dos irmãos mais velhos no grupo Jackson 5 e depois teve, talvez, a maior carreira solo musical da história.

Seu albúm Thriller ainda é o mais vendido de todos os tempos e suas canções e coreografias estão guardadas nas lembranças de muita gente. Brilhante no mundo da música, “o rei do pop” teve uma conturbada vida pessoal. Sua morte causou comoção e manifestações pelo mundo a fora, como acontecem com mitos como John Lennon, Elvis Presley e Ayrton Senna. Que Michael Jackson descanse em paz.

Abaixo dois vídeos de Michael Jackson. Quando criança cantando “Ben” e  mais velho realizando seu espetacular passo “Moonwalker”.

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