jul 2009 28

Os editoriais serão publicados regularmente e estarão disponíveis na homepage do site e depois na aba “Editorial”, localizado no cabeçalho do blog. O editorial representa as ideias e opiniões dos editores e idealizadores do Blog da Comunicação: James Freitas e Guilherme Freitas. Boa leitura!

O Blog da Comunicação admira, mas discorda desta opinião de Gay Talese - Crédito: Divulgação
O Blog da Comunicação admira, mas discorda desta opinião de Gay Talese – Crédito: Divulgação

Na segunda-feira da semana passada, dia 20 de julho, o grande jornalista americano Gay Talese esteve no programa Roda Viva da TV Cultura, que foi gravado após a passagem de Talese na FLIP em Paraty. Durante o programa o jornalista americano falou sobre o livro que prepara para falar sobre seus 50 anos de casamento e momentos marcantes da carreira, como a histórica matéria sobre Frank Sinatra e os encontros com o ditador cubano Fidel Castro e o boxeador Mohammed Ali.

Talese também resolver revelar sua opinião sobre o serviço de busca mais famoso do mundo virtual: o Google. O jornalista americano disse que desconhece o buscador. “Eu nem sei o que é. Minha mulher diz que eu sou preguiçoso. Não sei se é isso, mas acho que o jornalista que se baseia nisso tem uma mediocridade em termos de relato. Porque o importante é encarar a pessoa nos olhos”, disse o jornalista durante o programa. Talese ainda afirmou que não gosta das novas tecnologias e que elas prejudicam o bom jornalismo. “O laptop é uma armadilha, limita muito o trabalho do jornalista. A pessoa que é curiosa anda por aí atrás de histórias”, disse ao Roda Viva.

Respeitamos a opinião do grande Gay Talese, um dos maiores jornalista que esse mundo já viu e pai do New Journalism. Porém, não podemos concordar quando ele afirmou que as novas tecnologias prejudicam o jornalismo. As novas tecnologias como o Google, o Bing, o e-mail, as redes sociais e os blogs estão ai para mostrar que o jornalismo evolui e continuará evoluindo. As máquinas de escrever do passado viraram computadores e hoje já é possível escrever uma matéria em um celular. E não é só com o jornalismo que isso ocorre. O mundo evoluiu.

Gay Talese faz parte da geração saudosa e romântica do jornalismo onde não existiam computadores e a internet. Mas hoje a tecnologia caminha junto com o jornalismo e parece teimosia do jornalista americano negar este fato. Sem dúvida Talese está certo quando diz que nada é melhor do que uma entrevista feita cara a cara. Porém, nos dias atuais poucos se dão ao luxo de gastar dinheiro. Enviar um repórter para alguma cobertura muitas vezes sai caro e as empresas aproveitam o fato das agências de notícias existirem para conseguir material. O conteúdo na internet e no Google pode não ser 100% correto, mas é melhor contar com eles do que não tê-los.

James Freitas e Guilherme Freitas
Editores e Idealizadores do Blog da Comunicação
blog@blogdacomunicacao.com.br
www.blogdacomunicacao.com.br

jul 2009 27

por Leandro Alves
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

O Baile, de Etore Scola.
Em 1983 homens e mulheres promovem um grande baile num salão construído em 1930. Mulheres chegam primeiro. Altas, baixas, jovens… Seguidas por homens tímidos, imponentes ou amedrontados.

Somos transportados para 1936 e junto com os bailarinos da França dos anos 30 aos anos 80: o período da ocupação nazista durante a segunda guerra mundial, a libertação pela força dos aliados, a chegada do Rocking Roll e seu impacto sobre os jovens. Nenhum dos atores diz sequer uma palavra. Toda a mensagem do filme é dita através da dança.

Além do conteúdo histórico pude ver o quanto nossos sentimentos são visíveis durante um baile. A timidez, a presunção, a obsessão, os medos, a idolatria, os jogos de sedução. Tudo isso é visível no rosto de cada ator ou atriz. Imperdível.

Sinfonia em Paris, de Vincente Minnelli.
Um brilhante musical onde o inimitável Gene Kelly interpreta Muligan, um ex-combatente de guerra que decide morar na França para estudar arte e lá se encanta por uma francesa de casamento marcado com um showman de sucesso.

O filme é um diálogo entre a dança e o teatro. Um espetáculo de beleza, sensibilidade e talento. Um clássico para ser apreciado com atenção e por diversas vezes.

Vem dançar
Antônio Bandeiras interpreta a história real do Professor Pierre Dulaine, um professor voluntário que decide ensinar dança de salão para um grupo de alunos rebeldes das escolas pobres em Nova York com o intuito de tirá-los da criminalidade e lhes proporcionar o acesso à cultura. Os jovens eram agressivos devido a um sentimento de exclusão social e por problemas familiares. Através da arte eles ganharam a oportunidade de explorar o melhor de suas vidas e resgatar a autoestima construindo novas possibilidades de realizações positivas.

O meu clímax do filme foi quando o professor chega pela primeira vez na escola para oferecer seus préstimos. Ela senta na sala de espera ao lado de um aluno indisciplinado e sempre que uma mulher, seja ela qual for, se aproxima da sala da diretoria ele se levanta para lhe abrir a porta. É criticado naturalmente pelo rapaz. No entanto ao entrar na diretoria olha da janela e vê que está sendo imitado.

A última dança
Quando a companhia Dance Motive perder seu gênio e fundador Alex Mecgrath (Matthew Walker) vítima de um derrame cerebral, isso parece anunciar o seu fim. Alex deixou um grande legado e uma coreografia criada há sete anos e nunca encenada. Para a última dança, a companhia precisa dos bailarinos originais Travis MecPhearson(Patrick Swayze), Chrissa Lindht( Lisa Niemi) e Max Delgado (George Delapena) que haviam abandonado o grupo por causa de um desentendimento.

Um filme ideal para nós enquanto companhia. Uma bela coreografia e um roteiro que trabalha a importância do sentimento de grupo tanto na vida quanto na arte.

Cena do filme "Dança Comigo", com Richard Gere - Crédito: Reprodução
Cena do filme “Dança Comigo”, com Richard Gere – Crédito: Reprodução

Dança comigo
Richard Gere é John Clark, um advogado bem sucedido que se apaixona por uma professora de dança. Tímido, decide se inscrever nas aulas para pouco a pouco conquistá-la.

Esse, o meu predileto. Entre as danças do filme o tango, o cha-cha-cha, a valsa são os embalos que mais me encantam. Nele a dança é um pretexto para a sedução, um antídoto contra a timidez, uma desculpa para o abraço. A paixão de John o leva a descobrir verdades sobre si mesmo, sobre a dança e o amor. Bem açucarado. Bem humorado. Inesquecível!

jul 2009 27

por Serg Smigg
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Percepção
Há peças publicitárias que, depois de desenhadas e redesenhadas, simuladas e ressimuladas e consumir tempo e dinheiro de anunciantes, sequer são lembradas depois de uma semana do término da campanha; outras, nascidas eureca introspectivo em um fim de expediente, permanecem como que tatuada no comportamento de uma sociedade. Há filmes que fazem sucesso incomum na região Sudeste, mas não passam de filmecos na Norte ou Nordeste. Entre o sucesso e insucesso, há mais que simples sorte ou talento ou faltas deles nos profissionais.

Fernando Pimentel de Souza, em seu artigo O Conhecimento Atual do Cérebro é ainda Estruturalista, capitula que “o cérebro… possui funções mentais superiores que definem as características básicas do homem. Por isso surgem muitas dificuldades na definição de suas estruturas e respectivas junções. Devido à natureza da maioria das descobertas das últimas décadas, o conhecimento atual da função cerebral está sob grande influência estruturalista”.

A compreensão do fenômeno da comunicação entre os seres, racionais ou não, está intimamente considerada na complexidade mencionada por F. Pimentel de Souza. A contemporaneidade está tão envolta nos aspectos comunicacionais, em especial humanos, que talvez não fosse possível a tecnologia atual ter chegado a tanto se a transmissão de conceitos e idéias não fosse a preocupação crucial desta mesma contemporaneidade. Desde que as funções interiores do cérebro humano passaram a sentir o mundo exterior como um universo explorável, o homem começou a capturar a significação dos elementos que compunham esse universo. Os elos entre as ideias caverna -> segurança-descanso-conforto, animais -> saciedade-perigo, noite -> medo-silêncio etc. foram se fortalecendo ao longo de numerosas repetições de situações nas quais tais ideias eram pressentidas.

Está-se falando acima de seres cujas estruturas cerebrais, arcaicas, estavam em início das que hoje se entende como complicada interligação de neurônios, axiônios e substâncias diversas. Com o desenvolvimento até o estágio atual, e ainda em evolução a contar por intrincadas pesquisas de estudiosos, esse órgão vital reconhece num átimo a esmagadora maioria dos objetos que constituem seu habitat. Reconhece consciente e inconscientemente.

Ao se observar a imagem ao lado, representante de um objeto físico feito de argamassa e metal, oito entre dez pessoas pensarão em praias, sol ardente, Rio de Janeiro que, por sua vez, as farão lembrar sensualidade, férias, descanso; um pensará em religião, beleza plástica etc.; a última, talvez em função de alguma experiência negativa próxima, fatalmente se lembrará de violência, balas perdidas, tráfico.

cristo

O que é
A maneira como o cérebro infere os conceitos referenciais a cada situação ou objeto que o consciente assimila é estudada pela Semiótica, palavra que vem do grego semeion, ou Semiologia.

 

Esta cena tem como cor principal o vermelho, símbolo da paixão de um casal. Porém, deve haver um equilíbrio, simbolizado pelo verde do trevo colocado justamente entre o casal. O balão amarelo lembra festa, alegria e prosperidade; o pássaro azul, harmonia e paz. Percebe-se um cone na frente do casal como símbolo de atenção, cuidado, pois também são necessárias renúncias em cada escolha da vida. Por fim, se todas estas características positivas forem atendidas, o casal é coroado com um final feliz. Veja neste link.

semiotica

A Semiótica toma também traços culturais de uma coletividade e os observa como signos nascidos no histórico dessa coletividade. Desta forma, é um tanto mais profunda que a Linguística, que se limita ao estudo de signos lingüísticos. Para Semiótica, objeto ou situação é analisável segundo os conceitos por ela estudados: artes plásticas, música, cinema, vestuário etc.

Origens
Os grandes filósofos gregos antigos já dispunham de pensamentos que podem ser tidos como semióticos ou semiológicos. Em O Mito da Caverna narrado, do livro VII da obra Republica, de Platão, é das metáforas mais significativas imaginadas pela filosofia. Repleta, portanto, de inserções semiológicas. Contudo, os trabalhos de Ferdinand de Saurrure e Charles. Sanders Peirce, já no início do séc. XX, deram ares de ciência ao estudo; posteriormente, Umberto Eco, expressivo estudioso italiano, procuraria aproximar a imaginação semiótica um pouco mais da compreensão sob aspectos dogmáticos.

Dia-a-dia
Este próprio texto é passível de averiguação segundo a Semiótica. Nele, há termos que levaram o autor a desenvolver a ideia central segundo o que imagina ser cultural em um espaço como essa. Nesta página, há símbolos cujo significado vai além, ou fica aquém, do que o designer esperava. Amanhã de manhã, muitos pães serão comprados e, nos pacotes, estará acomodada a sensação de dever cumprido ou de agradecimento aos santos pelo alimento. Nos museus e exposições, há uma longa lista de objetos que o senso comum descarta sem qualquer problema de consciência.

O conceito que discuto em minhas palestras corporativas de “comunicar-se é um ato simples, bastando apenas se ter a impressão de que a ideia foi minimamente compreendida; comunicar-se bem é quase impossível; comunicar-se totalmente, isto sim, é impossível” nunca esteve tão fundamentado.

jul 2009 27

O “VIAGRA” FEMININO1

Escrito por Henrique Oliveira | Postado em Saúde | Tags: , , , , ,

Por Henrique Oliveira

saude@blogdacomunicacao.com.br

Foto: www.pe.terra.com

Foto: www.pe.terra.com

Todos sabem que a sexualidade feminina trabalha de maneira bastante distinta da do homens. É fato que homens e mulheres têm funcionamentos bem diferentes nesse “setor” de suas vidas. O prazer das relações sexuais está relacionado nas mulheres a muitos fatores que sequer passam pela cabeça dos homens. Questões conjugais, religiosidade, e fatores extremamente subjetivos afetam, na maioria dos casos, de maneira bem mais intensa o sexo feminino. Diante disso, muitas mulheres (cerca de 40% da população mundial) perdem parte importante do seu apetite sexual, o que acaba por se tornar um problema em suas vidas. É quando aparece a chamada “Síndrome do Desejo Sexual Hipoativo”.

Para os homens, a ciência, desde o final da década de 1990, já havia inventado um medicamento que auxilia no desempenho sexual: o Viagra, a famosa pílula azul, mudou a vida de muitas pessoas ao redor do planeta. O remédio, que atua como um vasodilatador no organismo masculino ajuda os homens a retomar o seu prazer sexual e, em inúmeros casos, a própria vida conjugal. O Viagra funcionou de maneira muito mais simples nos homens, justamente porque a sexualidade masculina se desenvolve de maneira muito menos complexa e, por que não dizer, mais mecânica que a das mulheres.

Fazer com que a mulher tenha interesse sexual é um problema muito mais profundo do que uma mera questão física que se resolve com estímulos. As mulheres encaram o ato sexual e seu desempenho de maneira muito peculiar. Justamente por isso, um laboratório europeu vem pesquisando maneiras de produzir um remédio que tenha os “mesmos” efeitos do Viagra nas mulheres. Em outras palavras, os cientistas estão em busca do “Viagra feminino”!

Nesta semana, o Portal Terra divulgou que a versão feminina do Viagra já está em fase de testes e promete resultados muito positivos. De acordo com o site, “o laboratório alemão Boehringer Ingelheim finaliza os testes de um remédio desenvolvido a partir de uma substância já conhecida da medicina, a flibanserin, que age no sistema nervoso central e não apenas um estímulo físico localizado. [...] A descoberta do remédio aconteceu quando o laboratório estudava a atuação da molécula no tratamento de casos de depressão, o que se mostrou ineficiente. Surpreendentemente, mulheres que participavam dos testes reportaram aumento do desejo sexual. [...] As pesquisas então se voltaram para a misteriosa seara da sexualidade feminina. Atualmente sete estudos estão em andamento na Europa e Estados Unidos, com 5 mil mulheres”.

Tudo indica, então, que as mulheres poderão, mais cedo do imaginam, contar com um aliado na sua complexa busca pelo entendimento da sexualidade. As pesquisas com o Viagra feminino estão previstas para acabar até o final deste ano e, pelos resultados preliminares, o medicamento não terá nenhuma contra-indicação. O único limite fixado é o da idade, já que o remédio só poderá ser receitado a mulheres adultas.  É óbvio que qualquer medicamento é apenas um auxilio no processo de recuperação de um problema. Tabus sociais, estigmas e outros fatores subjetivos têm que, realmente, ser rompidos para que este “Viagra feminino” funcione de verdade. Os próprios pesquisadores afirmam que o uso da substância deveria ser concomitante a tratamentos tradicionais, como terapias para o aumento da autoestima  e do relaxamento.  Afinal, nós ainda somos os capitães das nossas vidas e a nossa subjetividade ainda pesa muito nessas questões…  

jul 2009 27

Pegando embalo nos últimos artigos de política que foram publicados recentemente no Blog da Comunicação e na situação caótica de Honduras após sofrer um golpe militar questionamos nossos leitores essa semana sobre a reeleição. O golpe em Honduras de deu após uma tentativa frustrada do presidente deposto Manuel Zelaya mudar a Constituição para se reeleger. Outros países latino-americanos, como a Venezuela de Hugo Chávez, também passaram por apuros nos últimos anos envolvendo a reeleição e Constituição. E no Brasil, eternos parlamentares no Senado e na Câmara dos Deputados revoltam a sociedade brasileira. Caro leitor, você é a favor da reeleição para qualquer tipo de eleição? Vote na nova enquete, localizada na barra lateral a direita do seu monitor.

RESULTADO – Perguntamos na última enquete sobre o campeão olímpico de natação nos 50m livre César Cielo, que está disputando o Campeonato Mundial em Roma. Queríamos saber se o brasileiro vai repetir sua performance e vencer os 50m livre na Itália no próximo sábado. Para 89% dos leitores, Cesão vai ganhar mais uma medalha de ouro. Os demais 11% acreditam que o nadador não vai vencer. Cielo disputou ontem as finais com o revezamento 4x100m livre, ajudando a equipe a terminar em quarto lugar. Ele foi o primeiro a cair na água e por apenas quatro centésimos não bateu o recorde mundial dos 100m livre.

César Cielo buscará o título mundial em Roma - Crédito: Satiro Sodré/CBDA
César Cielo buscará o título mundial em Roma – Crédito: Satiro Sodré/CBDA
jul 2009 26

blog

por Danilo Vaz

esporte@blogdacomunicacao.com.br

Os olhos esperançosos estavam todos  em cima de Ronaldo, que voltava ao campo onde marcou o seu primeiro gol com a camisa do Corinthians, recebendo até uma homenagem em Presidente Prudente. Muricy Ramalho também chamou a atenção da imprensa ao assistir ao jogo de camarote. Mas foi Obina quem roubou a cena e ganhou destaque na vitória do Palmeiras por 3 a 0 no dérbi paulista, na tarde deste domingo, pela 14ª rodada do Brasileirão.

O camisa 28 alviverde anotou os três gols e agora entra de vez na disputa pela artilharia do Campeonato Brasileiro – balançou as redes oito vezes no certame.

“O grupo se dedicou, a gente está na briga. Agora é a hora de manter os pés no chão e a humildade. A tarde foi de uma equipe aguerrida, que está de parabéns e se dedicou ao máximo para buscar o resultado”, disse o herói palmeirense após o seu show de jogada.

Com o triunfo no clássico, o Palmeiras soma 28 pontos e iguala a campanha do líder Atlético-MG, que perdeu em casa para o Goiás. O clube mineiro ainda é o primeiro por causa de uma vantagem no saldo de gols. Já o Corinthians permanece com 23.

Obina variou no repertório de gols. O primeiro foi de cabeça; o segundo, em uma cobrança de pênalti, e o terceiro com um leve toque na bola sem goleiro.

“O gol mais legal? Foi o gol de cabeça, pois tive que me antecipar ao Chicão. Na pressão do pênalti fica complicado, marquei dois e um valeu”, disse Obina, lembrando que teve que bater duas vezes o pênalti no lance do segundo gol do Palmeiras.

Se a estrela de Obina brilhou em Presidente Prudente, a de Ronaldo ficou extremamente sem brilho. O atacante corintiano ficou em campo por menos de 20 minutos. O Fenômeno machucou o braço e foi substituído quando o resultado ainda era 0 a 0. Podemos concluir dizendo “Dá-lhe Verdão”.

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