por Elisabete Vital
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Confirmando os rumores da última semana, a Ferrari anunciou nesta quarta-feira a contratação de Fernando Alonso para a temporada de 2010. O bicampeão fará dupla com Felipe Massa nas pistas. Já o finlandês Kimi Räikkönen que, em comum acordo, rescindiu o contrato com a escuderia italiana, está bem perto da McLaren que sonha em ter, além do inglês Lewis Hamilton, mais um campeão mundial em sua equipe.
O talentoso espanhol Fernando Alonso é conhecido também por sua forte personalidade, o que certamente vai esquentar a briga interna dentro da Ferrari e trazer à tona a velha pergunta: Quem será o 1º piloto da escuderia? Quando esse é o assunto, os dirigentes italianos desconversam. O chefe da equipe, Stefano Dominicali, declarou: “Fernando tem uma personalidade excepcional, e nós vamos fazer de tudo para dar a ele e a Felipe um carro competitivo. Nós estamos certos de que esses dois pilotos vão formar a melhor dupla possível para uma equipe como a nossa”. Tomara! A torcida canarinho está cansada de ver pilotos brasileiros em segundo plano.

Foto: Reprodução - Pilotos: Massa, Alonso, Hamilton, Barrichelo, Nelsinho e Raikonen
Enquanto a eletrizante temporada de 2009 nem chegou ao fim, a próxima já promete. Vamos continuar na torcida pelo brasileiro Rubens Barrichelo, que ainda tem chances de ser campeão esse ano e já cruzar os dedos para 2010. Afinal, teremos a volta de Felipe Massa às pistas e desta vez, lado a lado com Alonso. A Brawn que, com menos de um ano de vida, já é gigante, certamente lutará pelo bicampeonato. E pelo que tudo indica, Hamilton e Räikkönen defendendo a McLaren.
Como sempre, a Fórmula 1 trazendo muitas emoções. Que crápulas como o Briatore, protagonista da forjada batida de Nelsinho Piquet, mantenham-se longe do mundo da velocidade. Longe do mundo dos esportes. E que esse triste episódio não desgaste a imagem da F1.
Os editoriais serão publicados regularmente e estarão disponíveis na homepage do site e depois na aba “Editorial”, localizado no cabeçalho do blog. O editorial representa as ideias e opiniões dos editores e idealizadores do Blog da Comunicação: James Freitas e Guilherme Freitas. Boa leitura!

Há uma semana o Brasil foi surpreendido em Honduras, país que passa por uma crise política. O presidente deposto Manuel Zelaya apareceu na porta da embaixada brasileira em Tegucigalpa com a família e alguns simpatizantes. Como é lei internacional acatar um asilo político de um governante deposto, o único diplomata brasileiro no local, Fernando Catunda (após o golpe de estado em Honduras, o Brasil retirou seu embaixador local), teve que acolher Zelaya. Após o governo golpista tomar ciência que o presidente deposto estava no país e na embaixada do Brasil, soldados e policiais correram para isolar o prédio de simpatizantes, que já se aglomeravam nas proximidades da embaixada. O Itamaraty e o presidente Lula se posicionaram a favor de Zelaya.
Mel, apelido de Zelaya, aproveitou a oportunidade para se manifestar e assanhar seus simpatizantes. O governo golpista reprimiu os opositores e declarou toque de recolher na capital. Nestes quase 10 dias de cerco, a embaixada brasileira já sofreu de tudo. Falta de água, luz, alimentos, locais para dormir e até uma bomba de gás que caiu no quintal do edifício. O presidente golpista Roberto Micheletti já deu declarações fortes e ameaçou invadir a embaixada brasileira. Por enquanto, Zelaya e mais de 60 pessoas seguem no prédio, ilhados.
A crise política em Honduras parece estar longe do fim. A constituição do país proíbe a reeleição e Manuel Zelaya tentou realizar um plebiscito para mudá-la. Sem dúvida, visava um modo para se perpetuar no poder aos moldes de Hugo Chavéz, seu grande mentor. Esferas da sociedade hondurenha (elite, militares e Igrejas) não aceitaram e derrubaram o presidente, que teve que fugir. As eleições presidenciais marcadas para 29 de novembro se aproximam e podem ser a salvação para o término da crise. O governo golpista já afirmou que é apenas transitório e que vai entregar o cargo para o próximo presidente eleito de maneira democrática. Já Zelaya condena a eleição e tumultua o ambiente.
A bomba, prestes a explodir, está nas mãos do Brasil. A embaixada agiu certo em acudir o presidente deposto, mas porque dezenas de simpatizantes também puderam entrar? Zelaya está se mostrando um convidado bem folgado. Está transformando o local em seu Quartel Geral e não está respeitando a soberania do Brasil, tirando vantagem da situação para objetivo próprio. O Itamaraty agora precisa preservar sua embaixada, tecnicamente seu território. Além disso, precisa tomar uma decisão urgentemente para se sair bem desta confusão. Caso contrário terá fracassado no teste de fogo para se tornar o líder da América Latina.
James Freitas e Guilherme Freitas
Editores e Idealizadores do Blog da Comunicação
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Por Leandro Lopes
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Na próxima sexta-feira, dia 02 de outubro, o mundo conhecerá a cidade sede das Olimpíadas de 2016. Obviamente que não é preciso falar da importância de um evento como os tradicionalíssimos jogos.
Caso se confirme o ‘aparente’ favoritismo da cidade do Rio de Janeiro, o Brasil receberá o maior espetáculo da Terra.

Imagem: divulgação
Dois anos antes os ‘olhos’ de todo o planeta também estarão voltados para nós, quando a Copa do Mundo no Brasil deixar de frequentar os planos mirabolantes de reformas e passar a ser uma realidade.
Então, a próxima década promete marcar a história de nosso país e nos deixar com outra ‘cara’ para sempre. O mundo estará de olho no Brasil em 2014 e possivelmente em 2016, e o Brasil está de olho no futuro faz tempo.

Imagem: divulgação.
Estar de olho no futuro significa que o Brasil está se planejando e já se programando para todas as reformas que se fazem necessárias para sediar eventos de grandíssimo porte como os dois que se seguem.
Segundo o portal referente à Copa 2014 – que você tem acesso clicando aqui – o BNDES abriu uma linha de crédito de R$ 3,6 bilhões para reformas necessárias nas arenas que receberão jogos do torneio mundial.
Segundo material do portal Globo – que você tem acesso clicando aqui – será gasto com investimento em instalações esportivas visando a Olimpíada 2016 a quantia de R$ 1,3 bilhão. Em uma conta básica nós já percebemos ‘aparentes’ R$ 4,9 bilhões gastos com as reformas para os eventos.
Estas são previsões de gastos com arenas e centros esportivos. É importante ressaltar que gastos como os aplicados em transporte e melhorias das cidades sedes, são tão ou mais importantes que os citados acima, já que essas melhorias os cidadãos brasileiros continuarão a utilizar mesmo após os términos das competições.
Um novo país está para surgir e nós devemos fiscalizar o quanto isso nos custará enquanto nação. Parece-me que esses não serão os valores finais. Parece-me.
A cotação está feita. Mãos à obra.
Boa sorte Rio.
De olho neles,
Abraço.
Leandro Lopes.
por Guilherme Freitas
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Estive presente na última sexta-feira a palestra “Jornalismo em Áreas de Conflito”, ministrada pelo jornalista inglês Dan Williams, que é correspondente da Reuters no Oriente Médio. Em pouco mais de uma hora de conversa, o jornalista falou muita coisa sobre a tensa região. “Há muita coisa acontecendo no Oriente Médio. Há diversos conflitos internos entre muçulmanos, a questão do petróleo, o ódio contra Israel e outros fatores históricos. É uma situação bem complicada”, afirmou Williams que apresentou slides com mapas e tabelas.
Vivendo em Jerusalém desde 2001, Williams contou sobre sua rotina de trabalho e o contato com a população local. “O conflito no Oriente Médio é uma guerra de luxo. O local é pequeno e o acesso ao front é bem rápido. A rotina é fácil. Você vai ao local, produz sua matéria e depois volta ao hotel”, disse. “A população local também é bem fechada. Eles não têm curiosidade de descobrir e entender coisas novas”. Williams também comparou a rivalidade entre Brasil e Argentina com a Israel e Palestina. “A relação entre brasileiros e argentinos é bem cordial, você nem precisa de passaporte para atravessar a fronteira. Lá a relação é tensa e nada cordial. Há desconfianças de ambos os lados”.
Williams também falou sobre o destaque da imprensa a região. “É desproporcional. Você não tem grandes esforços para ganhar destaque. Mesmo que não aconteça nada por lá e do outro lado do mundo ocorra algo impressionante, as agências e empresas privilegiam o que vem do Oriente Médio”, afirmou sobre o fato da região atrair atenção mundial. Segundo o jornalista, há 500 correspondentes estrangeiros no local. “Ficarei surpreso se tiver mais de 50 no Brasil”, afirmou.
Ainda sobre o papel da mídia, ele disse que frequentemente há pressão dos dois lados e que o exército israelense as vezes censura informações aos jornalistas estrangeiros. “Liberdade de imprensa não é o forte da região”, cita Williams. O jornalista inglês encerrou a palestra agradecendo ao público presente (cerca de 70 pessoas entre jornalistas e estudantes) e fazendo um convite. “Vejo vocês no Oriente Médio em breve”.
Tentamos conversar com Dan Williams após a palestra, mas devido a compromissos profissionais do jornalista isso não foi possível. Já entramos em contato com ele e vamos tentar em breve fazer uma entrevista exclusiva com Dan Williams.
por Sônia Mesquita
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Carlos Lopez Contreras, ministro de Relações Exteriores interino de Honduras, anunciou, neste domingo, que a embaixada do Brasil será considerada “um prédio privado”, caso em 10 dias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não informe oficialmente em que condições o presidente deposto, Manuel Zelaya, está abrigado.
Contreras argumenta que ” o Brasil decidiu romper com o governo. Simplesmente, o que estamos fazendo é reciprocidade. As relações diplomáticas são vinculos entre dois países, esse vinculo dá certos direitos e privilégios. E um dos direitos é manter os escudos diplomáticos. O título para ter escudo e tudo isso é acompanhando da relação bilateral. Se não existe essa relação bilateral, tem que se retirar o escudo. Vai ser um escritório privado.”
Isto significa que o Brasil poderá ficar sem embaixada em Honduras. O governo anunciou também o rompimento de todas as relações diplomáticas com a Espanha, Argentina, México e Venezuela.
Contreras comunicou o fato em entrevista coletiva na Casa Presidencial e disse: por “cortesia”, mesmo que o prazo expire, o prédio não será invadido para a detenção de Zelaya, que pediu abrigo na última segunda-feira. O Brasil decidiu não comunicar a situação do presidente deposto, já que não considera legítimo o governo liderado por Roberto Michelleti.
O ministro acrescentou que “isto não quer dizer que, por cortesia e por relação de civilização que o governo de Honduras tem, vai entrar na embaixada porque não tem o escudo.”
Lineu Pupo de Paula, ministro conselheiros do Brasil na Organização dos Estados Americanos, está dentro da embaixada do Brasil e disse que a situação é “muito séria”, mas avalia que, mesmo se o Brasil perder a embaixada, o prédio não deve ser invadido para a captura de Zelaya.
Na noite deste sábado, o governo de Roberto Micheletti já havia dito que o Brasil tinha um prazo de 10 dias para determinar a situação de Zelaya, caso contrário, adotaria medidas “adicionais”, previstas na legislação internacional
Fonte: Agencia Brasil
A “promoção Cesar Cielo” termina na próxima quarta-feira, dia 30 de setembro. Concorra a duas camisas da marca 775 Brasil e dois cartões autografados pelo campeão olímpico e mundial de natação. Os leitores devem enviar suas mensagens para o e-mail blog@blogdacomunicacao.com.br, respondendo a pergunta “Defina o que representa Cesar Cielo para o esporte brasileiro?”. Os ganhadores, que receberão seus prêmios via correio.
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