mar 2009 08

Por Marcello Ghigonetto

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

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De influência caipira, Banda Rossa Nova mistura o matuto com o moderno em canções que trazem os valores do campo além de projetos sobre consciência ambiental

 

 

Inovar. Segundo o dicionário, produzir algo novo, encontrar novo processo. O tema hoje é meio ambiente, mas o trabalho desta banda me motivou a divulgar o resultado que encanta por onde quer que passem.

Da união de Juka, Xamã e Bezão surge o Rossa Nova. Em um primeiro momento alguns podem achar que se trata de uma banda sertaneja, porém sua música caipira não se reduz a falar apenas do campo, mas também dos instintos e desejos do homem campestre. Uma verdadeira mistura de capim e concreto.

Em suas letras prevalecem a delicadeza nos versos simples pela qual a recordação da infância pelos campos e matas, bem como a influência de mestres da música popular brasileira como Renato Teixeira e Almir Sater.

 

Abaixo vídeo institucional com apresentação da Banda.

Imagem de Amostra do You Tube

Busca por um planeta melhor

 

Mas nem só de música se destaca o trabalho dos músicos. Em uma atitude inovadora e inédita, durante os shows eles desenvolvem uma campanha de conscientização sobre a importância do meio ambiente. Conhecida como “Vamos plantar as sementes e desfrutar dessa Rossa Nova” a campanha visa mostrar as pessoas a importância de uma sociedade mais justa e sustentavelmente desenvolvida por meio da entrega de sementes de árvore e dicas de plantar e manter  a árvore.

 

Para aqueles que quiserem conhecer um pouco mais do trabalho da banda é só entrar no site www.rossanova.com.br . Abaixo segue uma das músicas dos Trio.

Imagem de Amostra do You Tube

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

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Marcello Ghigonetto

é paulistano de coração e corinthiano de formação. Esse pode ser um pequeno resumo de Tché, apelido pelo qual Marcello gosta de ser chamado. Com 26 anos de idade, é Relações Públicas e Jornalista. Atualmente trabalha com Assessoria de Imprensa. Nas horas livres adora tocar cavaquinho, instrumento pelo qual dedica horas e horas da semana e correr, mas correr pelas ruas. Em seus textos o que prevalece é sempre o humor, seja na saúde, na doença, na alegria ou na tristeza, mas de uma forma inteligente sem exageros e não saindo do tema central. “Com a reestruturação do blog, tenho certeza que vamos desenvolver um excelente trabalho, são novas idéias, nova equipe. O resultado depende da contribuição de cada um. Seja bem vindo” finaliza Marcello “Tché” Ghigonetto.

7 comentários

  1. Renata Monteiro disse:

    Achei o instrumental deles bem bom.
    Os rapazes se vestem todos modernosos, mas falam do campo e da roça.. Estranho! Gosto de moda de viola, mas , pra mim, tem que ser daquele jeitinho tradicional, sem muita modernidade! Bom… pelo que li, a intenção é esta mesmo não é? Valeu a dica!

  2. [...] e corinthiano de formação. Esse pode ser um pequeno resumo de Tché, … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]

  3. Michell Niero disse:

    Gosto da moda de viola tradicional, de Tião Carreiro e Pardinho, dos causos do Rolando Boldrin, de Pena Branca e Xavantinho. Gosto também de Zé Rodrix, Almir Sater, gente que de certa forma revitalizou as velhas modas caipiras.

    Não querendo ser purista, mas conheço algumas novas que conseguem fazer essa cruza entre modas de viola e rock de um modo muito mais honesto. Sugiro o Charme Chulo, banda paranaense da qual tive a oportunidade de entrevistar no Patifúndio.

    Um abraço

  4. James Freitas disse:

    Bacana a inicativa do grupo!
    Legal mostrar os novos grupos desse estilo musical!!!

    valeu tché!

    abs

  5. Guilherme Freitas disse:

    Não sou muito chegado nas músicas sertanejas e nem de violas, mas a música até que é legal.

  6. Júnior disse:

    A musica de vocês é muito boa, sucesso para vocês…

  7. Júnior disse:

    Todos que virem essa reportagem publiquem, vamos ajuda-los…

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