ago 2009 19

Por Beto Roncolato
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

O Ministério Público entrou com uma ação contra a Marinha do Brasil e donos de casas flutuantes ancoradas em áreas de preservação ambiental no Rio Paraná. São várias casas flutuantes e para chegar, só mesmo de barco. Os pescadores podem ficar no local por semanas. Algumas casas são mais confortáveis, equipados com água aquecida, ar-condicionado e antena parabólica. As casas flutuantes ficam ancoradas numa área de preservação do Rio Paraná, próximo à cidade de Paulicéia, estado de São Paulo.

Um local estratégico, onde há grande concentração de peixes, mas, segundo ambientalistas, a presença do homem causa danos irreparáveis à natureza, impedindo a regeneração natural, afetando a vida aquática e a fauna terrestre. Uma outra preocupação dos ambientalistas é com a possibilidade de que no futuro, todas as casas flutuantes que não puderem ser aproveitados para pesca, sejam abandonados pelos donos no meio do rio. Essa situação chamou a atenção do Ministério Público Federal, que entrou com uma ação contra os donos das casas flutuantes e contra a Marinha do Brasil, que concede as autorizações para o uso dessas embarcações.

Segundo o Procurador da República, Luiz Roberto Gomes, o Ministério Público Federal quer que a União suspenda a concessão de autorizações, que cancele as autorizações já concedidas e que os proprietários dos dispositivos flutuantes os retirem do Rio Paraná. O comandante da Marinha na região defendeu a posição da instituição. Enquanto isso, novas casas flutuantes já estão prontas para serem levadas ao rio. 

Uma das várias casas flutuantes no Rio Paraná. Crédito: TV FRONTEIRA

Uma das várias casas flutuantes no Rio Paraná. Crédito: TV FRONTEIRA

Fonte: Ifronteira

ago 2009 07

por Beto Roncolato

turismo@blogdacomunicacao.com.br

O vento no rosto, a sensação de liberdade inexplicável, a natureza ao seu alcance, a paisagem mudando a cada quilômetro percorrido. Essas são algumas das muitas sensações de quem escolhe viajar sobre duas rodas. O destino muitas vezes, para os apaixonados, é ignorado. O que vale é a sensação de estar rodando, de sentir o corpo e a maquina unidos em uma única velocidade. Para esses motociclistas apaixonados, uma boa pedida de viagem é até a Serra do Rio do Rastro, localizada no sul do estado de Santa Catarina. A mata atlântica juntamente com as diversas cachoeiras tornam o local um belo cenário para cartões postais “amadores”.

O trajeto é caracterizando pela altura fenomenal e curvas fechadas ao extremo.  Devido a isso, o caminho não se torna perigoso, pois a velocidade realmente tem que ser baixa para que as curvas possam ser feitas de forma segura. A fauna do local também é imensa, desde macacos, pacas, tatus, animais fáceis de serem  avistados devido a preservação da mata atlântica. Durante a descida (ou subida rs), existem alguns quiosques que vendem frutas, sucos, etc, onde a parada é praticamente obrigatória para se desfrutar de um local tão grandioso. Fica a dica para você, leitor do blog da comunicação e apaixonado pela natureza, para conhecer um local tão belo e pouco divulgado. Para os motociclistas, preparem os capacetes, pois as chances de você conhecer a região embaixo de uma  chuva de granizo são enormes!

Arquivo Pessoal

Serra do Rio do Rastro, em SC. Foto: Arquivo Pessoal

abr 2009 13

Por Beto Roncolato
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Há cerca de 5 mil anos atrás, a escrita foi desenvolvida em pequenas almofadas de barro. Com o tempo, foram utilizados madeira, pedra e metal para se escrever, de acordo com a língua falada em cada região.

A escrita primordial era elaborar de acordo com o desenho daquilo que queria se representar. Por exemplo, se a palavra fosse árvore, se desenhava uma árvore. Com o tempo, foram surgindo alguns “problemas”, afinal como poderíamos escrever, por exemplo o nome de alguma pessoa. Com isso, o homem desenvolveu a capacidade de escrever de acordo com os sons da palavra, acompanhadas de algum símbolo. Claro que isso levou milhares de anos, e precisaríamos explicar a evolução humana, o que aconteceu em seu meio, blá blá blá. Enfim, segue em anexo um pequeno quadro, para termos uma ideia de porque, por exemplo, a letra A é representada pelo símbolo A, e não pelo B. Entendeu?

fonte: http://cienciahoje.uol.com.br

Apenas para descontrair! Você sabia que se as letras de uma suposta palavra estão desordenadas, mas se a primeira e a última letra estiverem na ordem certa, conseguiremos ler o texto. Vamos tentar?

MSMEO QUE VCOE TNEHA QUE ABIRR MAO DE TDUO PRAA CNOESGIUR
O QUE DSEEJA, MSMEO QUE PERCSIE SIAR DO COFNOTRO
PRAA CNOESGIUR O QUE QUER. MSMEO QUE CRAREUGE O PESO ICNALUCALEVL DAS PERADS PRAA ACLANÇAR O QUE AMLEJA.
ESSE É O PESO DE UMA DCEIASO VREADDIERA.

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

abr 2009 05
Button venceu a segunda no ano - Crédito: Paul Gilham/Getty Images
Button venceu a segunda no ano – Crédito: Paul Gilham/Getty Images

por Beto Roncolato
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Ok, ele levou apenas cinco pontos, pois a prova foi interrompida devido ao mau tempo, mas a “caloura” equipe de F1 Brawn GP está demonstrado toda sua capacidade, garra e determinação nesse inicio de temporada.

Fazia 18 anos que uma tempestade não encerrava uma corrida de Fórmula 1 antes da última volta, mas hoje na Malásia, o mau tempo foi o responsável pelo fim da corrida após 31 das 56 voltas.

Rubens Barrichello, também da Brawn GP, ficou na quinta posição. Barrichello realizava uma corrida razoável, mas também foi prejudicado pelo forte temporal na Malásia. Nick Heidfeld, da BMW Sauber terminou na segunda posição, seguido de Timo Glock da Toyota.

A F1 está novamente ficando competitiva. Nas temporadas anteriores, o podium parecia que já estava formado antes mesmo da largada. Com a continua ascensão da Brawn GP, as equipes rotuladas “grandes” estão correndo atrás do prejuízo, procurando acertar o desempenho dos carros; já as “pequenas” estão empolgadas com o ótimo desempenho de uma equipe estreante. Esses são os principais ingredientes nessa temporada 2009, que ainda promete fortes emoções!

Classificação do GP da Malásia 2009
1- Jeson Button (Reino Unido) – Brawn
2- Nick Heidfeld (Alemanha) – BMW
3- Timo Glock (Alemanha) – Toyota
4- Jarno Trulli (Itália) – Toyota
5- Rubens Barichello (Brasil) – Brawn
6- Mark Webber (Austrália) – Red Bull
7- Lewis Hamilton (Reino Unido) – McLaren
8- Nico Rosberg (Alemanha) – Williams
9- Felipe Massa (Brasil) – Ferrari
13- Nelsinho Piquet (Brasil) – Renault

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

mar 2009 05

Por Beto Roncolato
economia@blogdacomunicacao.com.br

Em uma ação inédita, o governo do Estado de São Paulo vai devolver aos proprietários de veículos roubados o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores). O pagamento irá ser realizado a partir do dia 10 deste mês, para quem teve o carro roubado no primeiro trimestre, a partir do dia 24, para quem teve o veiculo roubado no segundo trimestre, 8 de abril, para o terceiro semestre. E para as vitimas do quarto trimeste, a partir do dia 22 de abril. O saque poderá ser feito no banco Nossa Caixa, e o dinheiro da restituição ficara disponível por dois anos.

A medida será repetida anualmente, e o valor da restituição será proporcional a data do ocorrido. Ex: se o carro foi roubado em abril, o contribuinte receberá nove meses sobre o valor do IPVA. É necessário registrar o BO. O valor pode ser consultado no site: www3.fazenda.sp.gov.br

fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

dez 2008 27

por Beto Roncolato, direto do Peru.

beto@blogdacomunicacao.com.br

Ah Copacabana! Não a brasileira, mas a boliviana. Uma cidade pequena e muito aconchegante, que fica as margens do lago sagrado Titicaca, um lago imenso, onde perdemos de vista o horizonte.

Dormimos em um hotel relativamente barato, 25 bolivianos (moeda local), algo em torno de R$ 8, com vista pro lago, banho quente e no quarto e TV a cabo. Acordamos por volta das 8h da manhã e partimos pra curtir um passeio de barco atè a Ilha do Sol, (só 20 bolivianos, rs.) que fica cerca de 2 horas de Copacabana. Nesse passeio conferimos que o Lago Titicaca realmente é enorme, e rodeando de montanhas, o que o deixa ainda mais belo e misterioso. Na Ilha do Sol fomos acompanhados por um guia local, que iniciou nosso passeio por um museu, com vàrios objetos provenientes da cultura Inca. Apòs isso, rumamos por uma trilha, onde se atravessava toda a Ilha (9 km de caminhada) para conhecer vàrias ruinas Incas.

Segundo o guia a origem da cultura Inca è a Ilha do Sol, mas devido as invasões espanholas os Incas a abandonaram e rumaram por toda a América Andina, inclusive no Peru, fundando Machu Picchu. Uma grande pedra sai rasgando a terra da ilha, ocupando cerca de 100 metros. De acordo com o guia, os Incas a veneravam e a julgavam sagrada. Disse ainda que muitos turistas vão até a Ilha apenas para ver a Pedra.

Alguns bolivianos moram na Ilha, onde a principal atividade econômica é baseada no turismo. A caminhada foi tranqüila. Algumas pessoas reclamam da falta de ar, proveniente da altitude dos países andinos, mas não sentimos muita diferença. Apenas quando corremos, com cinco passos já estamos cansados, mas para caminhar è bem tranquilo. Apòs sairmos da Ilha do Sol fomos atè as Ilhas Flutuantes, um lugar onde os bolivianos construíram Ilha de Palha, que ficam sob a água. Eles praticamente vivem nessas ilhas flutuantes e constroem até mesmo casas de palha. A sensação ao se pisar nessas ilhas è algo inexplicável. Parece que você vai cair a qualquer momento. A palha fica meio encharcada, mas não afunda mesmo. Até tentamos dar uns pulos!

De Copacabana, partimos rumo ao Peru. Mas vou deixar vocês curiosos, e amanhã ou no máximo depois de amanhã, postarei algo sobre nossa experiência por esse belo país. E como foi nossa ida até MACHU PICCHU, um lugar fenomenal.

Abraços galera, e até a próxima!

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