VOCÊ A VIU POR AI?

Por onde andam as moedas de um centavo? O valor é baixo, mas pode ajudar a economia brasileira.

por Guilherme Freitas
economia@blogdacomunicacao.com.br

Essa foi uma pergunta que ficou martelando na minha cabeça recentemente. Fazia muito tempo que não via uma dessas. Parecia uma relíquia, afinal quem hoje em dia comercializa essas moedas[bb]? Ainda há moedas circulando por ai e elas estão válidas para serem utilizadas. O Banco Central parou de produzir a moeda em 2004 afirmando que era muito caro e inútil, pois a população não utilizava a mesma. Considero isso um erro do governo, que deveria incentivar e informar o povo.

E pensar que no exterior elas são muito valiosas para qualquer cidadão. Em 2008 estive na Inglaterra e recebia a rodo trocos com moedinhas de um centavo de libra esterlina. Era até engraçado, pois se você tentava facilitar o troco, o comerciante se ofendia, pois ele deve se virar para arrumar o troco. Te devolver em bala ou dizer “estou sem troco”, nem pensar. Voltei com várias delas para casa, porque as casas de câmbio só aceitam trocar notas, e hoje vejo com elas podem ser útil a sociedade[bb].

Uma peça rara de se ver hoje em dia – Crédito: Reprodução

Essa é uma mentalidade que não se resume aos ingleses, mas aos países mais ricos e desenvolvidos. Comercializar moedas desse valor podem ajudar a facilitar o troco e ajuda a combater o arredondamento de preço de produtos para cima. Recentemente o governo federal brasileiro lançou uma campanha pedindo para a população utilizar com mais frequência as moedas. Creio que muita gente o fez, mas a pequenina moeda de um centavo foi esquecida.

Comercializar as moedas de um centavo será benéfico à sociedade. Não haverá mais a desculpa do “não tenho troco para uma compra que custa R$ 49,99” e vamos parar de receber balinhas ao invés de dinheiro[bb]. É um direito do cidadão brasileiro se informar e saber porque não há apoio a moeda de um centavo. Se primeiro mundo ela funciona tão bem, porque aqui tem que ser diferente?

A MAIOR FESTA DO ESPORTE AMERICANO

por Guilherme Freitas
esportes@blogdacomunicacao.com.br 

Esta chegando a hora do Super Bowl – Crédito: NFL/Reprodução

No próximo domingo os Estados Unidos vão parar. Não se trata de um alarme contra ações terroristas ou um megaevento musical, e sim da grande final do Super Bowl, a decisão do Campeonato de Futebol Americano da NFL (National Football League). Este ano os finalistas são o Indianapolis Colts (vencedor da Conferência Americana) e o New Orleans Saints (ganhador da Conferência Nacional). Os Colts buscam seu terceiro título de Super Bowl[bb] (venceu em 1971 quando ainda se chamava Baltimore e em 2007), enquanto os Saints tentam seu primeiro triunfo. A edição número 44 do Super Bowl será disputada em Miami, no estádio Sun Life.

Como ocorre todo ano, o SuperBowl é um show a parte. Um jogo de futebol americano tem quatro tempos de 15 minutos e dura cerca de 1h30min, 2 horas (com tempos e paradas inclusos). Mas o Super Bowl chega a quase cinco ou seis horas de duração. Além do jogo há um longo protocolo a ser cumprido, que começa com a execussão do hino nacional americano. Grandes nomes da música ianque já cantaram, com destaque para Mariah Carrey e Beyoncé. Esse ano o hino será entoado pela cantora country Carrie Underwood.

A taça do Super Bowl – Crédito: Reprodção/NFL

Além da abertura, haverá um show no intervalo do jogo. Personalidades como Michael Jackson[bb], Paul McCartney, Rolling Stones e Diana Ross se apresentaram para os fãs do Super Bowl. Ano passado a tarefa ficou a cargo do roqueiro Bruce Springsteen. Este ano a atração será a banda inglesa The Woo. O Super Bowl é também o evento de maior audiência da TV americana, chegando próximo a casa de 100 milhões de espectadores. O evento movimenta muito dinheiro, e as empresas chegam a pagar até US$ 3 milhões pelo comercial de maior destaque durante o jogo.

Em campo os especialistas consideram o Indianapolis favorito. O time é liderado pelo veterano quaterback Peyton Manning, que em 2007 levou os Colts ao título do Super Bowl. Do lado dos Saints, a esperanças se voltam para Drew Brees. O jogador também atua como quaterback e em 2004 ganhou um prêmio por retornar aos campos após uma séria lesão no ombro. Então façam suas apostas e curtam o Super Bowl XLIV!

UM PRESENTE DA GOL NO ANIVERSÁRIO DO RIO DE JANEIRO

por Guilherme Freitas
turismo@blogdacomunicacao.com.br

A GOL deu um grande presente para seus clientes, para comemorar o aniversário do Rio de Janeiro[bb]. A companhia aérea vai oferecer o trecho de ida grátis para viagens que tenham a cidade maravilhosa como destino e a origem. É a promoção “Você Faz a Festa”. O Rio, que em 2016 será sede dos Jogos Olímpicos, completará 445 anos no próximo dia 1º de março.

Fazem parte dessa promoção as cidades de: Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), São Paulo (Congonhas e Cumbica-SP), Campinas (SP), Vitória (ES), Aracaju (SE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO), Belém (PA), Manaus (AM) e São Luiz (MA). Também estão incluídas cidades do exterior: Assunção (PAR), Buenos Aires, Córdoba e Rosário (ARG), Montevidéu (URU), Caracas (VEN) e Bogotá (COL).

A GOL comemora com seus clientes o aniversário do Rio – Crédito: Reprodução/GOL

Os clientes da GOL poderão comprar esses bilhetes[bb] especiais entre 31 de janeiro e 16 de fevereiro, através do site da companhia: www.voegol.com.br. Mas a promoção só vale para voos realizados entre os dias 2 e 3 de março. A tarifa é válida apenas para viagens de ida e volta, com permanência mínima de duas noites e máxima de dez. Os valores promocionais também estão sujeitos à mudanças, devido a disponibilidade dos assentos nos aviões, para não haver risco de overbooking.

O diretor de Marketing da GOL, Murilo Barbosa disse que este presente não se resume apenas aos cliente, mas também ao Rio. “A cidade do Rio de Janeiro, que vem mostrando um aumento significante no número de turistas[bb] nacionais e internacionais”, disse. A companhia também cogita fazer essa promoção futuramente na véspera de aniversários de outra cidade onde opera voos. Para mais informações, acesse o site da GOL, clicando aqui, ou através da Central de Relacionamento com o Cliente, pelo telefone 0300-115-2121.

BAIDU, O GOOGLE CHINÊS

por Guilherme Freitas
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Acessar a internet na China é um grande desafio. Conseguir informações sobre temas polêmicos ou que são reprovados pelo regime comunista é algo mais complicado ainda. Alguns sites ocidentais são bloqueados no país graças ao Grande Firewall, a muralha chinesa digital. Graças a censura, surgiram algumas cópias de sites ocidentais, versões chinesas e rigorosamente vigiadas pelo governo. Um desses “clones” é o Baidu, o buscador chinês semelhante ao americano Google[bb].

O buscador foi fundado em 2000. Hoje é presidido por Robin Li e conta com mais de 3 mil funcionários. O Baidu é o maior buscador da China e o terceiro do planeta, ficando atrás apenas do Google e do Yahoo!. Ele tem outros serviços, como o Baidu Baike (uma espécie de Wikipédia chinesa) e Baidu 500 (um ranking de músicas mais buscadas na web). Hoje o site está entre os dez sites mais acessados do mundo. Ao todo há cerca de 740 milhões de páginas, 80 milhões de imagens e 10 milhões de artigos em áudio e vídeo em seu índice.

O logo do Baidu – Crédito: Reprodução

O Baidu continua investindo na web. Recentemente o buscador abriu uma página no Japão: www.baidu.jp. É o primeiro site fora de território chinês a fazer tal serviço. Boatos também dizem que o site recebeu uma licença do governo para abrir um canal de notícias, como o Yahoo!, por exemplo. Procurar por violação dos direitos humanos[bb], libertação do Tibete e autoritarismo no Baidu é a mesma coisa que perder tempo. O governo censura tudo que é crítico ao seu regime.

O Google andou tendo problemas em solo chinês, pois sofreu um cyberataque de hackers e acusou o governo. Pequim disse que não tem nada a ver com a história e ameaçou banir o Google de seu território. A crise chegou até a Casa Branca e aborreceu o presidente Barack Obama, que se declarou “muito preocupado”. Os chineses estão preparados caso o Google feche seus escritórios no país. Eles têm o Baidu.

SERÁ QUE AGORA VAI?

por Guilherme Freitas
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Quem está acompanhando o Aberto da Austrália de Tênis, primeiro Grand Slam da temporada, deve ter ficado surpreso com a queda de dois favoritos ao título: o americano Andy Roddick e o argentino Juan Martin Del Potro, ambos derrotados pelo croata Marin Cilic, que amanhã entra em quadra pela fase semifinal. Mas não é do grandalhão Cilic (que tem 2,00m de altura) que quero falar. É sobre outros dois tenistas[bb] em busca do primeiro Grand Slam: Andy Murray e Nikolay Davydenko.

Andy Murray está em grande fase e confiante – Crédito: Associated Press

Murray nasceu em Dunblane, Escócia, no dia 15 de maio de 1987. Esta no circuito profissional da ATP desde 2005 e já ganhou 14 títulos. Acumula quase US$ 10 milhões em premiações. Em Grand Slams, seu melhor desempenho foi o vice-campeonato no US Open de 2008. Davydenko nasceu o dia 2 de junho de 1981 em Severodonezk, Ucrânia e se naturalizou russo aos 18 anos. É profissional desde 1999 e acumula 20 títulos na carreira. Já ganhou US$ 13 milhões em prêmios. Em Grand Slam suas melhores participações foram três semifinais: duas no US Open (2006 e 2007) e uma em Roland Garros (2005).

Ambos estão muito bem na Austrália. Murray não perdeu um set sequer e bateu hoje de manhã o atual campeão, Rafael Nadal, que desistiu do jogo por contusão. Mas a verdade é que Nadal estava tomando um baile do escocês. Já Davidenko suou apenas contra o espanhol Fernando Verdasco, numa épica batalha de cinco sets. O russo está embalado, são 12 vitórias seguidas desde o fim do ano passado, e hoje de madrugada[bb] encara o número 1 do mundo Roger Federer.

Davydenko esta embalado na busca pelo Grand Slam – Crédito: Getty Images

Ambos são tenistas bem técnicos, embora de estatura diferente (Murray tem 1,90m e Davydenko 1,78m). Além disso, são ágeis e pegam bolas que muitos duvidam. E colocam bolas na quadra adversária com o mesmo talento. Se o russo passar por Federer, eles podem se encarar na decisão e fazer uma final de zebras. Se isso ocorrer, um deles sai da fila e entra na galeria dos vencedeores de Grand Slam. Já o outro, terá que esperar até junho, quando ocorre o Torneio de Roland Garros.

SERÁ O FIM DA ESCRITA À MÃO?

por Guilherme Freitas
educacao@blogdacomunicacao.com.br

Imaginem que daqui há algumas décadas ou séculos, a população da Terra não vai mais saber escrever no papel. Apenas no computador[bb]. Isso não é ficção científica, nem previsão apocalíptica, mas pode acontecer. Ontem o jornal Folha de S. Paulo publicou uma excelente matéria intitulada “Escolas exigem que alunos escrevam à mão“, que falava sobre o fato dos jovens alunos usarem demais as teclas de computador e ignorarem o papel e a caneta.

Alguns alunos de escolas particulares de São Paulo levam para a sala de aula notebooks[bb] para anotarem as tarefas e estudarem. Em casa, o ritual se repete na hora de concluir as tarefas. Além disso, os jovens passam o tempo livre na Internet e “twittando” com os amigos. Nestas conversas, gírias digitais como “vc” (você) e “pq” (porque), são muito comuns, embora boa parte dos internautas (independentemente da idade) utilizam essas expressões na web hoje em dia. O que se vê são alunos cada vez menos acostumados a escrever no papel.

A linguagem da web – Crédito: Reprodução

Por causa disso, algumas escolas tomaram atitudes para fazer com que os jovens escrevam mais a mão. O tradicional Colégio Santa Cruz inovou: os alunos podem escrever seus trabalhos no computador, mas antes devem entregar uma cópia do texto escrito à mão aos professores. “Não abrimos mão do texto manuscrito, é preciso que eles pratiquem caligrafia”, conta Alejandro Gabriel Miguelez, coordenador do curso de produção textual da escola.

Incentivar os alunos a escreverem a mão e deixar um pouco o computador e celular de lado é algo benéfico para a sociedade atual. No passado expressões e palavras mudaram para se adaptar a modernização do mundo e até línguas se perderam no tempo, como o latim. Parece impossível, mas imaginem no futuro um mundo onde nenhum ser humano saiba escrever à mão. Algo que até para se imaginar é difícil.

Fonte: Folha de S. Paulo

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