jul 2011 11

Por Maísa Capobiango
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Mais do que um vício, o Twitter hoje é quase uma necessidade na vida de quem faz parte do universo online. Traz notícias em tempo real, promoções, utilidade pública e possibilita interação, em alguns casos, com milhões de pessoas ao mesmo tempo.

No entanto, a segurança do site ainda é fraca, de acordo com reportagem divulgada recentemente pela Reuters. Essa fragilidade se tornou aparente no feriado de independência dos Estados Unidos, em 4 de julho, quando um hacker desconhecido enviou mensagens falsas na página do Twitter da Fox News afirmando que o presidente Barack Obama havia morrido.

“O que o Twitter precisa fazer agora é se comprometer com uma revisão completa de suas práticas de segurança”, disse à Reuters, Daniel Diermeier, professor da Kellogg School of Management da Universidade de Northwestern.

Segundo especialistas em segurança, o ataque poderia ter sido evitado se o Twitter oferecesse tecnologia de dupla autenticação para dar segurança às contas. Em sistemas de dupla autenticação, um usuário precisa fornecer um segundo código, além da senha fixa, para acessar sua conta. O código muda em torno de cada minuto e é enviado para um telefone ou outro aparelho eletrônico.

O Google e o Facebook já oferecem a dupla autenticação para confirmar a identidade de usuários. Especialistas em segurança disseram que o Twitter pode ser pressionado em breve para fazer o mesmo, particularmente por usuários influentes como políticos, grandes empresas e pela imprensa.

jun 2011 10

LA BELLE DE JOUR NO BRASIL3

Escrito por Maisa Capobiango | Postado em Entretenimento & Cultura | Tags: ,

por Maísa Capobiango

entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

A dona de um dos olhares mais misteriosos do cinema está no Brasil. Musa de diretores como Luís Buñuel (A Bela da Tarde) e François Truffaut (O Último Metrô), Catherine Deneuve desembarcou no país no início desta semana para participar do Festival Varilux de Cinema Francês 2011. Junto com ela, vieram outros dois grandes nomes: Audrey Tautou e Sandrine Bonnaire, cada uma representando uma geração.

Depois de passar por São Paulo, as atrizes estão no Rio de Janeiro, para deleite dos fãs. No entanto, não é exagero nenhum afirmar que a maior sensação tem sido Deneuve. Só uma estrela com tamanha grandeza estaria numa sala fechada para coletiva de imprensa com um cigarro acesso sem que ninguém a perturbasse por isso.

Filha do ator de teatro e cinema Maurice Dorleac e irmã da também atriz Françoise Dorléac, Catherine Deneuve estreou no cinema aos 13 anos, em 1956, e durante a adolescência trabalhou em diversos pequenos filmes com o diretor Roger Vadim até chegar ao estrelato mundial em 1964, em Os Guarda Chuvas do Amor, do diretor Jacques Demy. Nos anos 1960, ela fez a reputação de símbolo sexual frio e inacessível através de filmes em que interpretava donzelas lindas e frígidas como Repulsa ao Sexo, de Roman Polanski.

Deneuve teve uma rica carreira cinematográfica, estrelando filmes de sucesso internacional como A Sereia do Mississipi, Mayerling, Tristana, Pele de Asno, entre outros, que além de a afirmarem como a grande estrela do cinema europeu da época, a transformaram no sinônimo de beleza francesa, fazendo dela a musa da alta costura da França, principalmente do estilista Yves Saint-Laurent e o rosto dos perfumes Chanel (o Chanel Nº 5, ligado a seu rosto e sua imagem, foi o mais vendido e famoso perfume do mundo por mais de duas décadas), levando-a a substituir Brigitte Bardot como a efígie de Marianne, a figura feminina oficial da República da França, estampada em selos e moedas do país.

Durante o festival, a diva está lançando “Potiche”, filme que mostra como uma mulher considerada fútil tem a oportunidade de colocar suas ideias em prática quando precisa assumir a empresa da família. A comédia também marca seu reencontro com Gerard Depardieu, com quem trabalhou em “O Último Metrô” (1980), de François Truffaut.

Para ficar por dentro de toda a programação do Festival Varilux de Cinema Francês, acesse o site e conheça as 22 cidades em que ele estará presente.

mai 2011 30

por Maísa Capobiango
blog@blogdacomunicacao.com.br

Uma capa histórica do jornal The Palestine Post - Crédito: Reprodução

Era fevereiro de 1947 quando a Grã-Bretanha, um império em declínio, passou o controle da Palestina à Organização das Nações Unidas (ONU). O aumento dos conflitos entre judeus, ingleses e árabes forçou a reunião da Assembleia Geral da ONU, realizada em 29 de novembro de 1947, presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha e que decidiu pela divisão da Palestina Britânica em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união econômica e aduaneira. Em 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion, primeiro de Israel, assinou a Declaração de Independência do Estado de Israel. A partir daí, começa a era de conflitos no país.

GUERRA DE INDEPENDÊNCIA
A Primeira Guerra Árabe-Israelense irrompeu logo após a independência, quando o Egito, Transjordânia, Iraque, Síria e Líbano mandaram suas tropas para invadir o estado nascente. O projeto de partilha da Palestina aprovado pela ONU previa o estabelecimento de dois estados, um árabe e outro judeu. Os árabes da Palestina não aceitaram a partilha e, com o apoio dos cinco países vizinhos, iniciaram o conflito, atacando bairros e cidades judias.

A guerra durou de 1948 a 1949 e culminou na fuga de cerca de 800 mil árabes palestinos e na invasão da Faixa de Gaza pelo Egito e da Cisjordânia pela Transjordânia gerando, assim, a Jordânia. Israel também conquista cerca de 75% do território que seria destinado aos palestinos e a parte ocidental da cidade de Jerusalém.

O mapa original que criaria os dois estados. De vermelho o árabe e de verde o judeu – Crédito: Arquivo das Nações Unidas (ONU)

A GUERRA DE SUEZ
Em 26 de julho de 1956, o líder do Egito Gamal Abdel Nasser ocupa, nacionaliza e bloqueia o Canal de Suez impedindo o acesso de navios israelenses. Em resposta, Israel se alia à França e ao Reino Unido e integra uma força militar que invade o Egito em 29 de outubro. Israel penetra na Península do Sinai, mas é obrigado a recuar pela pressão dos Estados Unidos e da União Soviética. A ONU envia uma força de paz internacional a Suez.

A GUERRA DOS SEIS DIAS
Em 1964 é fundada no Cairo a Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Ao longo das duas décadas anteriores, houve ataques terroristas esparsos contra Israel apoiados por países vizinhos. Com o acirramento das hostilidades e ante a iminência de um ataque militar conjunto árabe, Israel ataca Egito, Síria e Jordânia. Em 5 de junho de 1967, ao amanhecer, a força aérea israelense (FAI), fez um ataque coordenado às principais bases aéreas do Egito, destruindo todos os seus aviões no solo e inutilizando as pistas, marcando o início da Guerra dos Seis Dias.

Tanque de guerra israelense ocupa as colinas de Golã na Guerra dos Seis Dias Crédito: Assaf Kutin/The State of Israel Government Press Office

No período da guerra, a FAI, destruiu 350 aviões árabes e perdeu 31. O exército egípcio tinha sete divisões e cerca de 950 carros de combate. O exército israelense montou a Operação Lençol Vermelho, fazendo um ataque-relâmpago.

Em 8 de junho, os israelenses fizeram uma armadilha, destruindo 60 tanques, 100 caminhões e 300 veículos. Para reabrir o estreito de Tiran, foi enviado um grupo de combate para o sul da península, a fim de encontrar com as forças pára-quedistas que saltavam em Sharma-el-Sheikh, não teve luta porque a guarnição egípcia havia se retirado.

Dificilmente na história militar, ocorreu uma vitória tão ampla e que foi conquistada em tão pouco tempo. Foram apenas quatro dias para derrotar um grande exército com sete divisões. A partir daí, a tensão só cresceu na Terra Santa.

Amanhã tem a segunda parte, aguardem!

mai 2011 21

ALERJ FAZ HOMENAGEM A CAUBY PEIXOTO3

Escrito por Maisa Capobiango | Postado em Entretenimento & Cultura | Tags:

Por Maísa Capobiango

entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

Um dos concorrentes ao título popular de melhor cantor do Brasil será homenageado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no dia 03 de junho. Cauby Peixoto receberá um microfone de ouro por seus 80 anos de idade e 60 anos de carreira, durante sessão solene.
Em atividade desde a decada de 40, Cauby Peixoto chegou a ser considerado pelas revistas norte-americanas Time e Life como o Elvis Presley brasileiro. Aos 15 anos, Cauby saiu da casa que morava com a família, em Niterói, e foi para São Paulo, se apresentar como crooner na boate Oásis, a convite do irmão Moacyr, que também havia saído de casa para tocar piano. Aliás, não teria como Cauby fugir muito de seu destino. É parte de uma família que legou à MPB vários músicos e cantores. O tio, o grande pianista Nonô, acompanhava Carmem Miranda nas apresentações em cassinos e foi o responsável por popularizar o samba naquele instrumento. Como primo, ninguém menos que o sambista Ciro Monteiro, que cantava sambas sincopados com o acompanhamento de caixinhas de fósforos, e foi imortalizado com o apelido de “Formigão”. Além de Moacyr, outros dois irmãos de Cauby também seguiram o caminho da música: Arakén, como trompetista, e Andyara, como cantora.
O maior sucesso gravado por Cauby, depois de “Blue Gardenia”, tornou-se a música mais solicitada e mais aplaudida em seus shows, até hoje: a famosa “Conceição” (Jair Amorim/ Dunga). O público ia ao delírio e o que se falava era que as mulheres desmaiavam quando viam o cantor.
Cauby Peixoto sempre foi diferente. Os cantores da época se apresentavam de gravata, mas ele já mostrava que  o segredo era ter um “algo mais”. Usava tênis, calça jeans e blusas de cores fortes. Em público, sempre procurou aparecer com roupas brilhantes e impecáveis. Esse estilo agradou, e as fãs só aumentavam. Mas Cauby não ficava só no figurino. Com sua voz de timbre grave e aveludado, o “professor” — apelido pelo qual Cauby é conhecido — gostava de cantar baladas românticas. Porém, o rock não foi esquecido — Cauby foi o primeiro cantor a gravar um rock em português, “Rock and roll em Copacabana”, composto por Miguel Gustavo, futuro autor de “Pra Frente Brasil”.
A Voz
Gosto de comparar Cauby a Frank Sinatra. Frank – “The Voice”. Cauby – “A Voz”. E não é nenhum exagero. Cauby é, sem dúvida, junto a Frank, um dois maiores cantores de todos os tempos. Tem talento de artista e extravagância de mito. Que viva muitos e muitos anos!
dez 2010 02

por Maísa Capobiango
cidades@blogdacomunicacao.com.br

Ruas quase desertas, ônibus vazios, helicópteros, policias em toda parte e clima de medo, muito medo. Há exatamente uma semana, o Rio de Janeiro viveu o pior dia do confronto entre policiais e bandidos. Digo pior porque foi essa a impressão que quem estava na cidade, acompanhando um pouco mais de “perto” teve.

Felizmente, aqueles dias de pânico, de ficarmos com receio de sair de casa, já estão ficando para trás. Sei que o assunto já está dando ‘canseira’, mas, preciso registrar a impressão de que tive de tudo isso.

Trabalho na Avenida Brasil, próximo à Pena, ou seja, à Vila Cruzeiro. A quantidade de carros de polícia, armas e helicópteros que vi por aqui, foi impressionante. E, claro, foi impossível conseguir me concentrar para trabalhar nesses dias. Muita dor de cabeça e muitíssimo medo. Era o corpo e, ao mesmo tempo, a mente reagindo aos acontecimentos.

As autoridades pedindo que a população agisse normalmente, dizendo que a mídia estava fazendo “pirotecnia” com a situação. Não concordo. Não foi pirotecnia. Achei que vimos até muito pouco. Acredito que Tropa de Elite 2 não chega aos pés do que realmente acontece entre policiais e bandidos. Pensando assim, acabamos ficando meio descrente de que alguma coisa pode mudar. Mas, mudar como, se é o cara que lá dentro do presídio que comanda o tráfico aqui fora? É uma teia tão bem construída que, não vai ser uma ação para mostrar ao mundo que o Rio de Janeiro pode receber Copa e Olimpíadas, que vai resolver a situação.

É absurdo nos sentirmos reféns da violência, termos medo de ir à padaria, de sair à noite ou mesmo de ir para o trabalho. Amo muito o Rio de Janeiro. É a cidade que escolhi para viver. Justamente por isso, quero pensar que ainda tem jeito, sim, e que quando meus filhos nascerem, não vão ser acordados pela manhã com barulhos de sirenes e de tiros, como eu fui na semana passada.

nov 2010 04

A EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES5

Escrito por Maisa Capobiango | Postado em Mundo da Comunicação | Tags: ,

Por Maísa Capobiango
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Você consegue imaginar como seria o mundo, hoje, se não existissem os computadores? Difícil, né? Eu, pelo menos, não consigo.

Primeiro, nos tornamos dependentes da máquina e de tudo o que aquele aparelho enorme, com tela preta e letras claras poderia nos oferecer. Depois, veio a internet. Ah, a internet! O mundo e as formas de comunicação se transformaram com o surgimento desse meio ultra veloz de chegar a qualquer parte do planeta.

Mas, o fato é que, se estamos no atual estágio de evolução tecnológica, é porque alguém, lá atrás, deu o primeiro passo. Pesquisando, encontrei um vídeo feito por um grupo de alunos, que mostra bem essa evolução da computação. São seis minutos que valem a pena!

Imagem de Amostra do You Tube
Página 1 de 4123...Última »