fev 2011 28

Natália Christofari

educacao@blogdacomunicacao.com.br

O Programa Vamos ao Museu? desenvolvido pela Akala (Educação Integral para o Desenvolvimento Humano) é um programa de ampliação do acesso à cultura constituído por visitas orientadas a museus e eventos culturais com estudantes, professores e coletividades do entorno das escolas. Além de potencializar nos envolvidos a noção de cidadania por meio da apropriação dos espaços culturais públicos, estimulando os professores a utilizarem novos territórios educativos no bairro e na cidade.

O programa que é aprovado na Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, tem o objetivo de aproximar os participantes do patrimônio cultural e natural por meio de ações culturais elaboradas especificamente para cada edição e perfil dos envolvidos. Estas ações incluem momentos de preparação na escola, visitas, atividades de produção e expressão, formação de professores e a participação da comunidade do entorno das escolas.

Vamos ao Museu? Crédito: Divulgação

Conheça alguns temas já desenvolvidos:

2009 – O Ano da França no Brasil

A Escola Municipal José Brasil Dias e a Escola Municipal Cristiano Machado, ambas localizadas em Nova Lima/MG foram convidadas a enviarem alguns professores para fazerem parte de um programa de capacitação. Com a participação de vinte e cinco professores, a capacitação proporcionou visitas orientadas às exposições “O Mundo Mágico de Marc Chagall – O Sonho e a Vida” e “Rodin – Do Atelier ao Museu”, na Casa Fiat de Cultura. Familiares e convidados dos participantes do programa tiveram a oportunidade de conhecer o acervo permanente do Museu de Artes e Ofícios.

2010 – “Arte e Responsabilidade”

O projeto que contou com o patrocínio e parceria da AngloGold Ashanti e da Escola Municipal David Finlay, no bairro do Galo, em Nova Lima/MG, proporcionou a muitos alunos uma série de ações voltadas à educação ambiental, arte, cultura e Ciência. As crianças visitaram lugares impressionantes onde puderam experimentar sentidos diferentes: Espaço Ciência (Física Divertida e Química na Cabeça), Centro de Referência de Cartografia Histórica e o Presépio do Pipiripau, patrimônio artístico do folclore brasileiro.

2011

Em 2011, o Programa Vamos ao Museu? amplia seu conceito e deslumbra sua atuação em ampliação de território e memória. Com o patrocínio da COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), o projeto será desenvolvido no bairro Jardim Canadá em Nova Lima/MG. Em fase de finalização do planejamento de atuação, o Projeto Vamos ao Museu? dará seu ponta pé a partir do mês de abril.

Saiba mais:

www.akala.org.br - www.vamosaomuseu.com

fev 2011 11

Quando olho as montanhas penso o quanto a ação do ser humano tem destruído estas belezas. Tento descrever o futuro do ambiente onde o homem tocou e, às vezes só imagino pó.

Por essa observação destaco a divulgação realizada pelo portal www.planetasustentavel.abril.com.br – As dez florestas mais ameaçadas do mundo, incluindo a Mata Atlântica, que abriga cerca de 20 mil espécies de plantas, 40% delas endêmicas (plantas da região). 

As dez florestas mais devastadas. Crédito Planeta Sustentável

Mas, mesmo com a ação do homem, podemos encontrar no meio ambiente, especificamente, na fauna, raros animais que despertam nossa curiosidade. São belezas esquisitas e ao mesmo tempo belas, confusas e engraçadas!

Bem vindo ao mundo da natureza jamais imaginável, bem vindo à beleza pura que “ainda” não conheceu a destruição humana.

 Veja e admire:

  • Leões Raros são apresentados na Holanda - O Ouwehands Zoo, em Rhenen, na Holanda, apresentou nesta sexta-feira (11/02) quatro leões brancos que estavam há 10 semanas de quarentena no lugar.

Leões Brancos. Crédito: Planeta Bicho

 

  • Charlie desenvolveu câncer de pele e, por conta disso, teve as orelhas e o nariz removidos. Com a cirurgia, o felino ganhou as feições de Voldemort ( vilão nas histórias de Harry Potter), garantem os visitantes do abrigo Blue Cros, na Inglaterra, que não querem levar o animal para casa justamente por causa da semelhança.

 

Gato como vilão de Harry Potter. Crédito: Planeta Bicho

Vilão Voldermont de Harry Port. Crédito Planeta Bicho

  • O município de Cornélio Procópio, no norte do Paraná virou atração depois que uma carpa passou a tomar mamadeira com o seu tratador. “Ele sempre dava comida à Biju com as próprias mãos e percebeu que o animal sugava o alimento. Dessa forma, pensou que uma mamadeira seria o melhor utensílio para alimentar o bichinho”.

 

A carpa de Cornélio Procópio. Crédito: Planeta Bicho

 

  • O curioso animal, com o corpo quase transparente e sem olhos, já havia sido capturado em 1962, num poço em Jaíba, no norte de Minas Gerais. Desta vez, o peixe (espécie classificada como Stygichthys typhlops) que foi considerado extinto reapareceu em outro poço mineiro.

 

Não deixe de preservar, mesmo que seja aquele animal mais próximo. A natureza agradece.

Bom final de semana!

Fonte: 

http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/

www.planetasustentavel.abril.com.br

nov 2010 23

Relato aqui, duas cenas que me deixam com uma pulga atrás da orelha: será que eles não envelhecerão?

Pra quem anda de ônibus presencia cenas desagradáveis de agressão verbal e até física quando se trata de ceder o lugar para quem tem o devido direito. Se antes as cadeiras da frente do transporte coletivo já eram disputadas entre os mais jovens, imagina como está a disputa com as cadeiras amarelinhas na parte traseira?

Para quem não tem o costume de utilizar o transporte coletivo, vai uma explicação sobre as amarelinhas. A campanha da Prefeitura de Belo Horizonte: Cartão Master, dá direito aos usuários com 65 anos ou mais, a ter acesso à parte traseira do transporte coletivo. E, para que os demais usuários reconheçam o lugar reservado, além da famosa placa de identificação, estes lugares contêm a cor amarela.

Cadeiras amarelas: lugares reservados, na parte traseira do ônibus em BH. Crédito: BHTRANS

Há alguns meses presenciei duas situações no mesmo dia. A primeira foi com uma senhora de aproximadamente 40 anos – ao se sentar em uma dessas cadeiras reservadas, ela questionou: agora esse assento é para eles também? Daqui a pouco o ônibus inteiro será para eles. No final da tarde, outra cena muito parecida, mas, o pior, porque foi com um senhor que deveria ter entre 50 e 55 anos – Será que ele terá essa mesma mentalidade daqui a 15 anos?

Diante dessas duas cenas, pensei em perguntá-los: será que continuarão com suas idades? Não percebem que nossa população está envelhecendo e junto com ela, nós? Mas, para não criar atritos, engoli meu pensamento a seco e tentei não escutar mais nenhuma palavra.

Mas já tive um dia de gloria. Ao voltar para casa, fui surpreendida ao encontrar os quatro assentos vazios. Mas, me questionei. O horário facilitava que os bancos ficassem vazios e, se fosse em horário de pico? Talvez, a situação seria outra e, pior, e se entrasse um idoso? Alguém daria seu lugar?

Ainda não tive o prazer de ver um cidadão mais novo cedendo seu lugar. Mesmo porque no dia em que vi, eu fui a primeira a levantar. As duas mulheres que estavam no assento reservado fingiram não ver a senhora passando a roleta.

Abaixo segue parte da Lei Federal – Estatuto do Idoso, de 2003 – Compartilhe essa ideia e faça diferença. Amanhã poderá ser você!

Mas, lembre-se, o assento reservado não é apenas para os idosos, ele é valido para gestantes, deficientes físicos, obesos e mães com crianças no colo.

Assentos reservados no ônibus. Crédito: divulgação

Legislação

De acordo com a Lei Federal 10.741/2003 – Estatuto do Idoso / Capítulo X Do Transporte:

Art. 39. Aos maiores de 65 (sessenta e cinco) anos fica assegurada a gratuidade dos transportes coletivos públicos urbanos e semi-urbanos, exceto nos serviços seletivos e especiais, quando prestados paralelamente aos serviços regulares.

§ 1o Para ter acesso à gratuidade, basta que o idoso apresente qualquer documento pessoal que faça prova de sua idade.

§ 2o Nos veículos de transporte coletivo de que trata este artigo, serão reservados 10% (dez por cento) dos assentos para os idosos, devidamente identificados com a placa de reservado preferencialmente para idosos.

Fonte:

BHTRANS:  www.bhtrans.pbh.gov.br

Estatuto do Idoso: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estatuto_idoso.pdf

out 2010 26

Buscando analisar a relação entre as mídias sociais e os sites de notícias, o 4º Seminário Internacional de Jornalismo On Line, também conhecido como MediaOn, organizado pelo portal Terra e Itaú, acontece de 9 a 11/11 em  São Paulo.

Com o tema “Os novos caminhos do jornalismo: o que a audiência quer consumir e como?”, o evento, tem apoio das redes de televisão CNN e BBC, e terá transmissão ao vivo. Os debates contarão com a presença de representantes de veículos brasileiros, da América Latina, Europa e Estados Unidos.

O MedianOn traz profissionais que estão diretamente envolvidos com a “digitalização” e “socialização” de suas redações como: Susan Grant, da CNN, e Aron Pilhofer, do New York Times. Eles abriram o evento com o debate de como inovar redações habituadas com o velho formato de produção e difusão de notícias.

Matthew Eltringham (BBC), Silvia Bassi (publisher e mediadora) e Julian Gallo (site Cukmi). Crédito: Portal Terra

E sob a mediação da publisher Silvia Bassi, o MediaOn traz a discussão de quem são os profissionais da nova era do jornalismo, como eles devem se preparar para conviver com as informações que chegam de todos os lados, quem determina o que deve ser publicado e quem consome estas informações. O painel que acontece dia 10 de novembro terá a participação do editor da BCC há mais de 15 anos, Matthew Eltringham e o diretor do site Cukmi e do site 2.0 do governo da cidade de Buenos Aires.

Além do tema principal, destacam outros como: a relação da Internet com a eleição presidencial, a utilização de smartphones na inovação de conteúdo online, a integração dos veículos de comunicação com as chamadas redes sociais e o papel do humor no jornalismo digital. Mais participantes confirmados no evento:

- Ricardo Gandour – diretor de conteúdo do Jornal O Estado de S. Paulo

- Marcelo Tas – apresentador do “CQC”;

- Sérgio Dávila – editor-executivo da Folha de S. Paulo;

- Heródoto Barbeiro – apresentador da CBN e TV Cultura

TODOS OS DEBATES SÃO GRATUITOS -  Para garantir sua vaga, compareça no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149 – Estação Brigadeiro do Metrô) com 30 minutos de antecedência ao início de cada painel.

Grupos podem fazer reserva antecipadamente para assistir aos debates por meio do email itaucultural@comunicacaodirigida.com.br – (11). 2168-1776/1777.

Fonte: www.comuniquese.com.br / www.terra.com.br

out 2010 19

por Natália Christofari

cidades@blogdacomunicacao.com.br 

Pra você que ainda não sabe onde passar um dos dois feriados de novembro vai uma sugestão de dar água na boca.

“Como não temos mar, vamos pro bar” – Para comprovarmos que somos a cidade dos bares, essa famosa frase é sempre divulgada no período do Festival de Comida de Buteco, que acontece todos os anos em Belo Horizonte. E, para ressaltar que em Beagá, a comida é um dos nossos atrativos, sugiro a programar um dos feriados e passar por aqui para participar do Circuito Gastronômico da Pampulha, que vai até 30 de novembro de 2010.

Cartão postal BH: Igreja da Pampulha, ao fundo mineirão e mineirinho. Crédito: Divulgação

O Circuito gastronômico tem o objetivo de mostrar a excelente gastronomia da região do cartão postal de Belo Horizonte, a Pampulha. O circuito trás aos restaurantes da região possibilidades de fazerem novos negócios, estreitar os relacionamentos entre clientes, patrocinadores e fornecedores e, o principal, divulgar a região como pólo de gastronomia, cultura, lazer e turismo.

Circuito Gastronômico da Pampulha. Crédito: Divulgação

A combinação está perfeita com a vasta programação cultural com música, pintura ao vivo, teatro, harmonizações de vinhos e cervejas e ações ambientais. Além de se divertir e saborear diversos pratos nos nove restaurantes participantes, você poderá concorrer semanalmente a guias e brindes e, no final do circuito poderá ser o ganhador de uma viagem para fortaleza (veja o regulamento no site).

Escolha qual a sua primeira parada e, bom apetite:

Anella Ristorante

 (www.anella.com.br)

Prato principal: Ravioli de Ricota ao Sugo. Crédito: Divulgação

Burgueria Original

 (www.burgueria.blogspot.com)

Prato principal: Burgueria Tropical. Crédito: Divulgação

Café Paddock

 (www.cafepaddock.com)

Prato principal: Mr. Antony. Crédito: Divulgação

Des Amis Bistrô

 (www.desamisbistro.blogspot.com)

Prato principal: Filé ao Molho de Mostarda. Crédito: Divulgação

Paladino

 (www.restaurantepaladino.com.br)

Prato principal: Truta Laguna. Crédito: Divulgação

Parrillero

 (www.parrillero.com.br)

Prato principal: Paleta de Cordeiro. Crédito: Divulgação

Quintal

 (www.quintalpampulha.com.br)

Prato principal: Porquintal. Crédito: Divulgação

Verde Essencial Bistrô

 (www.bistroverdeessencial.com.br)

Prato principal: Supremo de Galinha. Crédito: Divulgação

Xapuri

 (www.restaurantexapuri.com.br)

Prato principal: Talharim com Frango Preguento do Bento. Crédito: Divulgação

Programe seu roteiro: www.circuitogastropampulha.com.br

out 2010 05

DIA DE SUJEIRA

Antes mesmo de sair de casa para exercer meu papel de cidadã, avistei da janela do meu apartamento, milhares de santinhos já espalhados pela avenida.

A primeira queixa e confirmação da história dos santinhos vieram do meu esposo: quanta sujeira! Afirmava ao chegar da sua votação – Como voto em outro ponto da cidade não tive dúvidas, providenciei os documentos e a máquina…

No caminho muito desafios para a equipe de limpeza na segunda-feira. No trajeto, três pontos principais: Avenida Antonio Carlos (região da Pampulha), Centro de Belo Horizonte e Avenida do Contorno.

De aliado para vilão. O vento que tentava aliviar o calor de 30 graus espalhava santinhos por todos os lados – os garotos na porta da escola achavam o máximo, imitavam constantemente aqueles sorteios de cupons.

Apesar da surpresa em não presenciar muita sujeira no centro, não pude deixar de ouvir a revolta de um morador: “perto da minha casa está parecendo um lixo ambulante, é muito papel.” Os bairros mais afastados do centro foram os mais afetados com a sujeira.

O jeito era voltar para casa e tentar reproduzir a sujeira antes da chuva – No mesmo dia nada de chuva, mas, os santinhos continuavam a mudar de lugar…

Porém, ontem choveu muito na região da Pampulha e, resultado? Santinhos colados, no asfalto. Quase tudo o que eu vi da minha janela continuavam na minha rua e, desta fez, misturado com a água e entupindo os bueiros.

Cenário de sujeira em Belo Horizonte - Crédito: Natália Christofari

UMA COMPARAÇÃO

Aqui em Minas Gerais como em muitos estados, conseguimos eleger nossos governantes em primeiro turno. O que fica agora após as eleições estaduais, além da sujeira dos santinhos?

Essa é uma pergunta que deve ser feita todos os dias quando lembramos em quem depositamos nossa confiança. Identificar a sujeira após quatro ou oito anos, não significa manter a casa limpa.

 O hábito de limpar a casa todos os dias também deve ser feita na política. Nosso dever agora é acompanhar e cobrar a prática do plano de governo apresentado durante as campanhas.

Exercer a cobrança faz parte dos materiais da limpeza, identificar a sujeira, varrer e jogar no lixo. Ao deixar as cobranças para trás, o cidadão deixa o vento levar a sujeira para debaixo do tapete ou entupir os bueiros.

Página 1 de 3123