jul 2009 06

Por João Paulo Denófrio

política@blogdacomunicacao.com.br

O plenário da Câmara dos Deputados vota nesta terça-feira (07) o projeto que libera a campanha eleitoral na internet. Um dos focos da votação é a eleição presidencial de 2010. Pensando nisso, o projeto foi apresentado, no último 30, em caráter de urgência para líderes partidários, aprovado e encaminhado para o plenário.

Doações a candidatos poderão ser feitas pela internet - Crédito: Divulgação

Doações a candidatos poderão ser feitas pela internet - Crédito: Divulgação

Entre as novidades está a “regularização” das doações via web para os candidatos. A sugestão de ampliar a propaganda eleitoral  tem como base dados de fora do Brasil. No ano passado, um terço do montante arrecadado nas eleições norte-americanas foi feito em doações pela rede mundial de computadores. O dinheiro poderá ser repassado por meio de doações com cartão de crédito.

Se o projeto for aprovado pelos deputados, também estará liberada a exibição de campanhas no site dos candidatos. O aparato de comunicação dos presidenciáveis poderá ser mostrado, ainda, em blogs, perfis em redes sociais – como Orkut e Facebook – e haverá até mesmo debates virtuais entre os candidatos.

É a política usando e abusando cada vez mais da internet.

*** Revisado por Ane Patrícia Flora

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João Paulo Denófrio

Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.

7 comentários

  1. Mateus disse:

    Não sabemos ainda se dará tão certo como nos EUA, mas é uma tendência e não há outra saída.

    Mateus d’Ocappuccino

  2. James Freitas disse:

    Sou exremamente contra a idéia!
    Creio que campanha eleitoral deveria ser feita com dinheiro público. Sem doações. Afinal, com as doações de grandes empresas os candidatos acabam criando uma relação comerciais e não ideológicas….
    pensar que grandes empresa doam milhoes de reais em troca de apoio ideológico é pura piada…

    abs

  3. Vejo a internet como qualquer outra mídia e portanto deve ser liberada para a campanha. Quanto as doações é uma forma de alguns terem os candidatos na mão. O Obama deve estar comprometido até os ossos. Talvez o financiamento público seja a solução.

    Abraços

  4. Rafael disse:

    eles estão de bricadeira,mais outra forma de desviarem para seus bolsos quereno imitar os gringos!fora sarney!!volta para sua casa!puts a casa dele é todo nordeste!!rsrs

  5. Guilherme Freitas disse:

    Pra começar, político nem deveria eceber doações. Eles que tirem de suas fortunas e salários para concorrer a algum cargo. Abraços.

  6. Antonio disse:

    Obama recebeu milhões em doações pulverizadas de seus eleitores,de pequeno valor, através de uma rede social própria. Não ficou com o rabo preso com nenhuma empresa ou grupo. As doaçoes foram decisivas para sua eleição. Aliás, essa rede social continua funcionando e fazendo suporte de seu mandato.

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