mai 2010 03

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br

Este post de hoje será o encerramento da série especial “Blog da Comunicação em Nova York“. Durante 30 dias estive em Nova York participando de um estágio na Rádio ONU em Português e aproveitei para usar o espaço aqui para escrever meu sobre meu dia a dia, a experiência acumulada e as dicas de como viver em Nova York. Além de fechar com chave de ouro esse especial, quero deixar registrado aqui um agradecimento a algumas pessoas.

Em primeiro lugar quero agradecer a minha família por todo o suporte no antes, durante e depois da viagem. Meus pais, meus irmãos, meus avós e meus tios foram pessoas importantes neste processo, tendo ajudado de maneira financeira e moral. Sem minha família esta viagem não teria dado certo jamais. Serei eternamente grato. Quero agradecer a equipe da Rádio ONU. Carlos, Daniela, Leda, Eduardo, Mônica e Sandra, obrigado por tudo que me ensinaram nas quatro semanas que estivemos juntos. Aprendi demais com vocês todos.

Também quero agradecer a todos os meus amigos que me escreveram via twitter, msn, orkut e skype[bb]. Me fizeram sentir menos só e dar boas risadas também. E por fim, um obrigado a vocês caros leitores, por terem lido e comentado esta saga aqui. Tenho vontade de rodar o mundo todo e escrever sobre o que vi e aprendi e podem ter certeza que este espaço estará sempre disponível. Aguardem para mais séries especiais por aqui. A Copa do Mundo[bb] esta chegando. Um abraço e até mais.

Guilherme

mai 2010 02

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York (EUA)

No momento deste post estarei embarcando para São Paulo após ter passado um mês em Nova York. Vim para a Big Apple para fazer um estágio na ONU[bb], Organização das Nações Unidas, e decidi contar um pouco da rotina através do blog. A cidade me impressionou muito. É segura, limpa e tem pessoas de todos os cantos do mundo. Perdi a conta de quantos idiomas ouvi pelas ruas. Gostei de visitar a cidade e poder fazer o estágio nas Nações Unidas. Aprendi muito e tenho certeza que cresci como profissional e como homem, pois ficar sozinho durante 30 dias numa cidade estranha não é moleza.

Nova York – Crédito: Guilherme Freitas

Superei todos os desafios e hoje é dia de se despedir da cidade. Em poucos horas estarei em São Paulo[bb], em casa, com minha família, amigos, de volta a minha velha rotina. Mas estarei feliz, pois senti muita falta do meu país, da comida, da cultura, de tudo. O especial terá um último post que vai ao ar amanhã, com créditos finais, agradecimentos, etc. Espero que vocês apareçam por lá para comentar. Um abraço e até daqui umas horas já no Brasil!

Guilherme

mai 2010 02

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York

Além dos outros posts anteriores que citei aqui sobre Nova York, é hora de falar mais da cidade e de outros pontos interessantes para se fazer turismo. Hoje é meu último dia por aqui e este é um dos últimos posts do especial. Vamos lá conhecer esses outros lugares para se visitar em NY:

A famosa Brookylin Bridge - Crédito: Guilherme Freitas

Brooklyn Bridge

A fantástica ponte liga a ilha de Manhattan ao bairro do Brooklyn[bb]. Ela é enorme e tem 1,5 km de extensão. Há pistas para automóveis em dois sentidos e uma pista no meio para as pessoas caminharem e andarem de bicicleta. É movimentada todos os dias e de lá é possível tirar excelentes fotos dos arranhas-céus de Manhattan.

Vista da entrada do Rockfeller Center - Crédito: Guilherme Freitas

Rockfeller Center

Este é um ponto quase que obrigatório para os turistas que vem a Nova York. Além da enorme torre, de onde é possível avistar a ilha de Manhattan, há os estúdios do famoso canal de TV NBC. Também há restaurantes finos e no inverno a famosa pista de patinação no gelo.

Um belo ângulo do Chrysler Biulding - Crédito: Guilherme Freitas

Chrysler Building

Dizem que este é o edifício que tem a melhor vista da cidade de Nova York, superando o Empire States e o Rockefeller Center. Porém, ele só funciona durante a semana. Para fotografar e subir aos pontos mais altos é necessário superar a burocracia da segurança, já que ele é um prédio comercial, cheio de escritórios.

Entrada do MOMA - Crédito: Guilherme Freitas

MOMA

Um dos museus mais famosos do mundo, o MOMA também é um dos mais caros. Há muitos quadros famosos e outras artes da modernidade. Sempre é bom ficar atento a sua programação e conferir obras especiais e claro, passar na loja do museu.

A casa do New York Knicks - Crédito: Guilherme Freitas

Madison Square Garden

O enorme ginásio é casa do time de basquete New York Knicks, que está em má-fase. Mesmo assim, a arena é gigantes e sempre rola shows por lá quando a NBA está de férias. Em baixo do local há a Penn Station, uma estação de trem e metrô e bem pertinho do centro da cidade e do Empire States Building.

O templo do beisebol - Crédito: Guilherme Freitas

Yankee Stadium

Uma das maiores paixões dos nova-iorquinos é o beisebol e o time mais popular é o New York Yankees[bb]. O clube é o maior campeão da liga nacional e conta com os melhores jogadores do planeta. O estádio fica no bairro do Bronx e é enorme. Há lojas, um shopping com produtos do clube e muitos restaurantes.

mai 2010 01

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York (EUA)

Gostaria de ter postado sobre este tema ontem, mas infelizmente não consegui. Cheguei cansado no hotel e com dor de cabeça. Comi, tomei banho e dormi. Mas tudo bem, quero escrever sobre o estágio que fiz na Rádio ONU em Português. Sem dúvida nenhuma valeu a pena vir para Nova York[bb], arcando todos os custos e trabalhar como jornalista voluntário para a ONU. Eu jamais me imaginei andando pelo prédio das Nações Unidas e dentro de uma Conferência Internacional . A experiência é ótima e só vai engrandecer o meu currículo, sem falar no lado pessoal. Ficar um mês no exterior não é fácil e faz você se superar a cada momento.

Mas no estágio aprendi muita coisa e sou grato a toda a equipe da rádio: Carlos, Leda, Daniela, Eduardo e Mônica. Obrigado a todos pelos dias de trabalho e aprendizado, que sei que vão ser fundamentais pelo resto da minha carreira jornalística. Eles sempre foram pacientes e atenciosos comigo e me ajudaram a evoluir. Agradeço a Michelle, diretora de todas as unidades, e ao pessoal das outras rádios, muito simpáticos e atenciosos. Mesmo tendo que bancar sua viagem e não receber um centavo, indico essa experiência aos jovens jornalistas. Agora confira algumas fotos do meu último dia na ONU[bb], com direito a bolo e tudo! Amanhã tem mais por aqui. Será meu último dia em solo americano. Até mais pessoal!

O pessoal da Rádio ONU em português – Crédito: Guilherme Freitas

Cortando o bolinho que ganhei no último dia - Crédito: Guilherme Freitas

No estúdio da rádio - Crédito: Guilherme Freitas

A foto que vai inaugurar o painel de voluntário da Rádio ONU no Facebook – Crédito: Guilherme Freitas

Guilherme

abr 2010 29

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York (EUA)

Nova York[bb] é uma cidade cara para tudo. É cara para se hospedar, para comer, para fazer turismo e na maioria das vezes para se fazer compras (depende da compra, já que eletrônicos, roupas e tênis são mais baratos em relação ao Brasil). O turismo em alguns lugares é caro. Alguns museus cobram quase US$ 20,00 por visita, quase R$ 34,00. O famoso arranha-céu Rockfeller Center, cobra US$ 30,00 para abrir seu terraço e poder ver Nova York do alto, ou seja, R$ 52,00. Também há por aqui ônibus de dois andares que circulam pela cidade, parando nos pontos turísticos. Um pacote completo pode sair por quase US$ 200,00, ou seja, R$ 348,00. E cuidado com os taxistas, pois muitos deles gostam de enrolar os clientes e exigir gorjetas.

Para comer aqui é preciso abrir a carteira, a não ser que você queria comer um sanduíche ou fatia de pizza. É impressionante o número de pizzarias que há por aqui. Quase uma a cada esquina. Os americanos comem muita massa e não será difícil ver alguns enrolado a pizza[bb] e comendo pela rua. Sanduíches também são mais baratos. Um lanche no McDonalds, por exemplo, sai por menos de US$ 5,00. A comida americana é ruim e gordurosa, embora quase todos os lugares vendam saladas. Também há poucos restaurantes de quilo, como no Brasil. Uma refeição boa sai normalmente na faixa de US$ 15,00, cerca de R$ 26,00.

A nota de 1 dólar – Crédito: Reprodução

Uma dica para quem não se importa com luxo, é se hospedar em albergues[bb], como eu estou. Nova York está cheia deles e eles são uma opção mais econômica para os turistas. Porém, um quarto particular é bem mais caro do que um quarto para mais de quatro pessoas. Muitas vezes o banheiro é comunitário, sendo dividido por todos de um andar. A maioria dos albegues conta com cofres para você poder deixar seus pertences mais valiosos. É isso pessoal, a série está quase terminando. Amanhã eu volto com mais novidades. Até!

Guilherme

abr 2010 28

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York

Quem achou que eu ia só elogiar Nova York, esta enganado. A cidade tem glamour e luxo de sobra, mas tem pobreza também. Esse parece ser o estereótipo de uma grande metrópole. Onde há grandes lojas, carros último modelo e pessoas ricas desfilando, como na chique 5ª Avenida, há mendigos e pedintes. São os famosos “homeless”, na tradução, os sem casa. Eles vagam pelas ruas nova iorquinas pedindo dinheiro para comer. A pessoa que disser não ter visto mendigos em NY esteve no lugar errado.

É comum ver mendigos vagando pelas ruas de NY – Crédito: Divulgação

Mas os mendigos[bb] aqui são pacíficos e criativos. Destaco dois deles. Um que fica sempre na frente da Grand Central Station equipado com placas e cartazes dizendo que a crise acabou com ele. E o outro que fica na região da Times Squares com um cartaz dizendo “preciso de dinheiro para sexo, drogas e bebidas. A vida em qualquer metrópole não e fácil, mas aqui não há favelas a vista como no Rio de Janeiro[bb]. Há bairros mais afastados, os subúrbios, que em sua maioria concentram imigrantes.

Pessoal por hoje é só. Ainda estarei postando mais histórias daqui de NY. Quem quiser ver minha matéria com o presidente da Funai pela Rádio ONU em português, basta clicar aqui. Minha estada está chegando ao fim, mas ainda há espaço para mais artigos até domingo. Fui. Até mais!

Guilherme

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