abr 2011 02
O logo da Corrente do Bem - Crédito: Reprodução
O logo da Corrente do Bem – Crédito: Reprodução

Dica da nossa amiga blogueira Cibelle Silva, autora do blog A Bordo da Comunicação, estamos divulgando um projeto bacana na web chamado “Corrente do Bem”. Esse movimento consiste em conscientizar as pessoas de que boas ações se fazem no dia a dia. No Brasil a ação será realizada no dia 28 de abril, Dia Mundial da Boa Ação (em inglês, Pay It Forward Day). É um dia marcado para fazer boas ações em larga escala, difundindo essa ideia e que sempre ocorre na última quinta-feira de abril.

Aproveite e conheça mais sobre o movimento “Corrente do Bem”, clicando aqui.

dez 2010 07

por Serg Smigg
blog@blogdacomunicacao.com.br

“Imagina-se uma montanha do tamanho de um prédio de quinhentos andares; imagina-se que um pássaro afie seu bico nessa montanha a cada quinhentos anos. Quando esta montanha não for maior que um grão de areia por causa da fricção do bico em sua rocha, ter-se-á passado um segundo da eternidade.”
(Lenda tibetana)

A agência espacial americana, a Nasa, levou ao mundo nesta semana uma notícia que certamente provocou comichões de surpresa nos escritores de ficção científica e comichões de alerta nas almas dos senhores líderes religiosos por este mesmo mundo afora. Estranhamente, tanto um grupo como outro tem o mesmo motivo para tais comichões: perda de suas fontes de inspiração.

Os cientistas do órgão americano extraíram um dos seis elementos químicos, o fósforo, que fundamentam o conceito de vida como esta era conhecida (até agora). Isto significa que a comunidade de pensadores biocientíficos não concebia a vida (até agora) sem esses elementos, argumentando que o processo vital não poderia existir em caso de ausência ou de oxigênio ou de hidrogênio ou de carbono ou nitrogênio ou enxofre ou de fósforo. Por curiosidade ou para provar suas teses, substituíram este último pelo elemento químico arsênio na composição de uma bactéria, elemento cuja presença é – ou era (até agora) – considerada letal para qualquer ser vivo na face da terra. Surpreendentemente, a bactéria se reproduziu facilmente nas águas do Lago Mono, Califórnia, e prosseguiu em sua busca por autoexistência. O nome temporário do ser vivo é GFAJ-1.

O cientista Nicolau Copérnico – Crédito: Reprodução

Ao longo da história, tem-se visto uma infinidade de contraposições da ciência em relação à religião e em relação a si mesma. Muitos estudiosos descobriram que seus colegas de décadas anteriores estavam enganados em relação a algum pensamento científico. É conhecida a história de Copérnico, de Galileu, de Home, de outros tantos que precisaram voltar atrás em relação a seus estudos sobre algum fundamento científico e enaltecer estudos de colegas que procuravam contradizer com provas.

Como via de regra ocorre com a maioria das descobertas de grande importância quando estas são postas a conhecer, a GFAJ-1 não significa muita coisa – sem trocadilho com a questão do tamanho microbiológico da coisa. Contudo, não é de todo improvável que esteja sendo vislumbrado agora – fins de 2010 – um prisma diferenciado do usado nos últimos milênios pelo qual se vê o fenômeno vida. Diferenciado tanto daqueles imaginados por ficcionistas quanto daqueles impostos por religiosos. Lubsang Rampa e Lutero que o digam em seus túmulos.

Até agora, a vida precisou de autorizações especiais para existir, que vinham ou de um ser absoluta e estranhamente superior ou de acasos esporádicos de personagens alienígenas de livros e cinemas. Em qualquer dos casos, a vida tem sido produto de idiossincrasias de seres distantes, incapazes de se fazer compreender por parte de suas criaturas, mas impostos como criadores certos por pura falta de opção, baseados em mistérios que não devem jamais ser perscrutados sob pena de ser iniciada catástrofe mundial em represália à curiosidade.

A bactéria GFAJ-1- Crédito: Divulgação

Até pouco mais de dois milênios atrás, as expectativas espirituais humanas eram dirigidas a diversos seres – Netuno, Zeus, Afrodite, Baco etc -, a depender das necessidades situacionais. Esse teoplurarismo ainda persiste, se se contarem as seitas africanas que se espalharam pelo mundo ou as hinduístas no oriente. De certa maneira, a vida dependia dos humores daqueles deuses e ainda é objeto de brincadeira dos deuses orientais atuais.

A partir da ficção, instituída na literatura depois de instaurado o conceito de monoteísmo na filosofia religiosa, os representantes dos infernos também passaram a ter poderes sobre a vida, exceto sobre a vida dos mocinhos e mocinhas das peças ficcionais. Freddy Krueger, Drácula, O Oitavo Passageiro, os estranhos e diferentes vilões de Stefhen King etc. ocupam espaço no pódio dos detentores do poder de vida e morte.

Até que Jesus, o Cristo, surgisse no cenário filosófico do mundo, o papel de criadores ou inimigos da vida era destinado aos deuses gregos, romanos, mesopotâmios etc., formato que resistiu até a era pós-Idade Média nas civilizações asteca, maia e inca do norte da América do Sul. Depois de Cristo, como a bondade absoluta era e é característica de Deus Absoluto, a sociedade precisou de um representante da fealdade absoluta e criou a ideia do rei do inferno, Lúcifer. Em que pesem questões políticas no tema – qual seja, expressão de poder sobre a massa mal-informada – esses dois opostos continuam servindo às glórias de poucos locados em altas esferas da hierarquia não oficial da humanidade.

Para complicar um tanto mais, por volta da Idade Média, o esoterismo ganhou espaço nas necessidades da vida. Então, não apenas deuses ou satanases tinham predominância sobre a vida, mas os elementos invisíveis também. Foi assim que a saúde passou a depender de cristais, o humor passou a depender de cores, os relacionamentos passaram a depender de magias, as cartas começaram a ditar futuros, as simpatias a redesenhar controvérsias. Aquela hierarquia não oficial da humanidade ganhou novos representantes.

Ou seja, ao longo de sua existência, a vida e seu extremo oposto, a morte, sempre dependeram de causas externas, de um produtor absoluto, de um ente a cuja bondade se pudesse impor todas as expectativas de felicidade ou a cuja maldade se pudesse fundamentar todas as tristezas das desilusões. Neste contexto, o homem, representante máximo da vida, nunca teve exatamente domínio sobre sua existência.

Vista do Lago Mono, na Califórnia – Crédito: Divulgação

Antes de simples e futilmente pretender contradição a muitas filosofias criadas na história do mundo, a ciência busca fundamento para fenômenos observáveis e a intuitivos, igualmente. Essa guerra secular tem provocado brigas intestinas em instituições, cisões monstruosas em religiões, desamores em individualidades, desilusões em detentores da fé. Não obstante tudo isso, a pergunta mais eminentemente desconfortável, mais profundamente exposta, mais intimamente levantada permanece sem resposta: o que é vida?

Ou permanecia. A bactéria da controvérsia é certamente o passo inicial da busca da possibilidade de que haja probabilidade de que talvez se consiga atingir o mínimo nível do máximo terreno da lógica na resposta. Ou seja, uma resposta plausível será obtida talvez em um milênio ou, com sorte, em alguns séculos. Até lá, o homem contemplará lenta alteração na maneira como entende a vida. E então, o paraíso poderá ser instaurado na Terra, pois já não haverá deuses para impor ao homem o comportamento que deveria ser intrínseco em seu dia a dia nem diabos para fazê-lo temer comportamento que há muito – desde que passou a observar o mundo exterior a si próprio – deveria estar extinto de seu dia a dia.

Isto é, homem viverá sem as muletas filosóficas que o trouxeram até esta civilização e passará a entender o futuro como produto único e exclusivo de suas próprias escolhas – escolhas conscientes, pois que estas escolhas serão motivo de análise única e exclusiva de sua consciência, não de seres ou conceitos desfundamentados de lógica. Ou, antes, fundamentos em ilógica.

Ao terminar este texto, uma observação provoca um comichão: até o momento, não se tem notícia de um dia a ciência ter sido contradita pela religião. Mas a História é repleta de pontos religiosos contrapostos pela ciência. Esta bactéria, queira-se ou não, representa a fusão dos dois conceitos, ainda que tal fusão se realize somente num futuro muito distante e, até então, surta mais brigas intestinas, mais cisões, mais desilusões.

A simples ideia de que a vida de insetos e pequenos animais não se origina do acúmulo temporário de lixo em um canto qualquer precisou de séculos para ser dissipada da comunidade “científica”, há alguns séculos – se bem que ainda há nichos atrasados na África que ache que somos criados das fezes de rato; a contra-argumentação à crítica ideia de que a Terra não era, e jamais fora, o centro do Universo extirpou a vida de muitos pensadores durante séculos antes de ser aceita como razoável. Certamente, a GFAJ-1 precisará de muito tempo para se desvencilhar da cadeia de reação dos que ainda imaginam que é possível manter a massa sob controle a partir da ignorância conceitual.

Mas já é um grande começo.

ago 2010 13

FLORES DE INVERNO4

Escrito por Colaboradores | Postado em Colaborações | Tags: , , ,

por Mel Frias *
blog@blogdacomunicacao.com.br

Que a primavera é a estação das flores[bb], estamos cansados de saber, mas o que pouca gente sabe é que no inverno, lindas manifestações da natureza continuam embelezando e trazendo cor e vida ao nosso dia-dia. Para quem vive no campo as flores de inverno estão certamente mais presentes comparando com nós reles moradores de grandes capitais cinzentas. As tímidas flores de inverno são vistosas, na grande maioria são cores menos vibrantes, transmitem a simplicidade da beleza, que nos remete a uma reflexão dos costumeiros exageros da estação mais fria do ano.

Suas cores criam harmonia entre o nublado do céu, o gelado do vento e o encanto da flor, para trazer a nós, um dia mais alegre, deixando a imagem das árvores com galhos cobertos por folhas secas apenas nas lembranças dos filmes das décadas de 50 e 60, quando as donzelas de Hollywood ainda usavam imensos casacos de vison. Os lírios, crisântemos, tulipas, amores-perfeitos, copos-de-leite e as tradicionais rosas ficam ainda mais bonitas nesta estação se bem cuidadas. A petúnia muito presente nos jardins mais lindos já vistos também é uma flor de inverno, dentre muitas outras; cymbidium, phaleanopsis, dendobrium etc.

Permita o aroma, simpatia e a pureza das flores transformar seu dia, num dia mais tranquilo, elas têm esta incrível capacidade que nos transformar, de nos fazer refletir e de ficarmos perplexos nem que seja apenas no instante em que nós paramos para apreciá-las, elas nos hipnotizam. As flores estão presentes em todos os momentos, na chegada de uma vida, nascimento, na comemoração, no conforto e na morte. É o melhor símbolo da natureza viva, é a fragilidade unida a beleza, a representação na importância de algo ou alguém. Flores serão sempre bem vindas e ofertadas ou oferecidas, flores são riqueza, flores são gentis e elegantes. Flores são simplesmente inegáveis.

E para quem estiver interessado em se tornar mais próximo das flores, é importante lembrar que na hora de escolher uma para cuidar, devemos saber o local onde ela ficará; se receberá muita luz ou pouca luz, com vento ou sem vento, pois todas as mudanças climáticas influenciam no habitat. Converse com o florista e ele te auxiliará na escolha certa, para que sua plantinha tenha uma longa durabilidade.

Dicas básicas para o inverno e cabe para qualquer situação são; no frio as flores precisam de menos água, e o excesso de água pode fazer com que a raiz apodreça, então devemos reduzir o número de vezes que damos água, as petúnias e amores-perfeitos, por exemplo, devem ser regadas duas vezes por semana, mas assim como outras flores também devem ser pulverizadas com água em dias alternados. O adubo deverá ser trocado a cada quinze dias e preferencialmente adubo orgânico.

* Mel Frias é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação.

jul 2010 31

por Graziela Barros *
blog@blogdacomunicacao.com.br

Muitas pessoas ou algumas delas não saibam o verdadeiro sentido de uma amizade. Você já parou para pensar que aquela pessoa só esta na sua vida por que você deixou que ela entrasse, por que você abriu o seu coração? Porque você deixou que ela compartilhasse de momentos que antes eram só compartilhados com sua família. Às vezes deixamos de contar algo para nossos pais para serem ditas para um amigo (a), talvez pela idade ou porque seja mais fácil o entendimento ou pela descontração de contar.

O fato é que as diferenças são enormes em uma amizade, o gênio talvez seja o principal deles, mas é duro quando não há compreensão e o que era amizade vira algo chamado magoa. Algo como um cristal quebrado que uma vez partido difícil reconstruir. Os passos são sólidos para a construção de uma amizade cheia de alegria e companheirismo, talvez comparada ao matrimônio, poderia ser mesmo um exagero, mas aquelas palavras que são ditas na maioria dos casamentos entram muito no significado de uma amizade ou algo que se espera dela: na alegria e na tristeza na saúde e na doença em todos os dias de minha vida.

Amizade, um dos sentimentos mais belos que existem – Crédito: Reprodução

Parece loucura pensar assim comparar um afeto de uma amizade a um casamento, mas não o casamento propriamente dito, falo do amor, do carinho exagerado, da compreensão da tolerância que o casamento e uma amizade proporcionam. Amigo é alguém que você escolheu para compartilhar momentos alegres, tristes, fazer aquela viagem que só pode ser feita na companhia de um amigo, contar algo extraordinário, rir muito, chorar tudo na mesma intensidade. É alguém que você pode contar a qualquer hora do dia ou da noite, ou talvez ele não te ligue no meio da madrugada para te contar o que o deixou triste, porque ficou com dó de você porque no outro dia você iria acordar cedo pra ir ao trabalho.

Amigo é aquele “irmão” torto que a gente insiste que ele faça parte da família, é conselheiro, briga com você e por você é alguém que mesmo estando a quilômetros de distancia não te esquece e quando te reencontra depois de anos, te dá aquele abraço e um sorriso que parece que foi ontem a ultima vez que se viram. Como dizia nosso saudoso Machado de Assis “Abençoados os que possuem amigos, os que os tem sem pedir. Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende. Amigo a gente sente”. E você já parou pra pensar no verdadeiro valor de uma amizade? Qual o sentido de uma amizade em sua vida, porque ela existe? Pensei nisso.

* Graziela Barros é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação.

mai 2010 13

Recebemos esta excelente dica de evento universitário e estamos divulgando para nossos leitores. Trata-se de um Seminário de Comunicação organizado pela UERJ, que terá palestras com jornalistas e profissionais da área de comunicação. Um obrigado a Jessica Carvalho, uma das organizadoras do evento, pelo release e divulgação.

UERJ realiza Seminário sobre Comunicação

A Faculdade de Comunicação Social da UERJ, através do Laboratório de Comunicação Integrada, realizará nos dias 08, 09 e 10 de junho a sétima edição do “Seminário Perspectivas Profissionais em Comunicação”. O evento acontecerá das 15h às 18h, no auditório 11 do Campus Maracanã. O Seminário, que é gratuito, tem como objetivo analisar as áreas de atuação e perspectivas profissionais nas seis habilitações em comunicação. O evento também é uma ótima oportunidade para que os estudantes do ensino médio esclareçam suas dúvidas sobre as profissões.

Esta sétima edição conta com a presença de grandes nomes atuantes no mercado de comunicação, entre eles: Sandra Passarinho, jornalista da TV Globo; Marcelo Oliosi (Smigol), repórter do SporTV; Pablo Barros, gerente de negócios da Report Comunicação; André Villas-Boas, professor da Escola de Comunicação da UFRJ; Roberto Cassano, diretor de estratégia da Agência Frog; Aída Marques, professora do departamento de Cinema e Vídeo da UFF. As inscrições poderão ser realizadas pelo email: seminarioperspectivas@gmail.com, contendo nome completo, instituição de ensino, série escolar ou habilitação e período. (vagas limitadas). Os participantes que comparecerem aos três dias receberão certificados.

Banner do Seminário da UERJ – Crédito: Reprodução

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
Dia 08 de junho:
A importância do Jornalismo Internacional

15h às 15h30: Mario Osava – Correspondente da Agência IPS no Brasil
15h30 às 16h: Sandra Passarinho – Jornalista da TV Globo

Rádio e TV na Cobertura Esportiva
16h30 às 17h: Francisco Aiello – Comentarista Esportivo e Professor Universitário
17h às 17h30: Marcelo Oliosi (Smigol) – Repórter do Sportv

Dia 09 de junho:
Relações Públicas: Sustentabilidade em Foco
15h às 15h30: Alyne Castro – Profissional de Comunicação Social da Petrobras
15h30 às 16h: Pablo Barros – Gerente de Negócios da Report Comunicação

Produção Editorial: Expandindo os Limites do Impresso:
16h30 às 17h: André Villas-Boas – Professor da Escola de Comunicação da UFRJ
17h às 17h30: Sérgio França – Coordenador Editorial do Grupo Editorial Record

Dia 10 de junho:
Publicidade e Propaganda – Novas Formas de Interatividade
15h às 15h30: Rafael Ferrer – Supervisor de Criação Online da Agência3
15h30 às 16h: Roberto Cassano – Diretor de Estratégia da Agência Frog

Produção Audiovisual – Expandindo os Limites do Impresso
16h30 às 17h: Aída Marques – Diretora e Produtora de Filmes da MP2 Produções
17h às 17h30: Elianne Ivo – Professora do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF

* Todos os dias, após o término das palestras, haverá sorteio de brindes.

SERVIÇO - Seminário Perspectivas Profissionais em Comunicação
Datas:
08, 09 e 10 de junho de 2010
Horário: 15h às 18h
Local: Auditório 11 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Rua São Francisco Xavier, 524 – Pavilhão Reitor João Lyra Filho, 1° andar, Bloco F, Maracanã.

MAIS INFORMAÇÕES:
Nomes para contato:
Jessica Carvalho, Pedro Melo e Tayara Vimeney.
Contatos: (21) 2334-0817 e (21) 2334-0556
Blog: www.seminarioperspectivas.blogspot.com
twitter: www.twitter.com/perspectivas10
E-mail: lci.uerj@gmail.com

abr 2010 22

NÃO VIVA NO MUNDO DA LUA3

Escrito por Daiane Torres | Postado em Colaborações | Tags: , , ,

Hoje é o dia da Terra!

por Daiane Torres *
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Terceiro planeta do Sistema Solar[bb], a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos. É composta por 97% de água, sendo água salgada 30 vezes o volume da água doce do planeta, e 50% das águas doces subterrâneas. O Dia da Terra foi criado em 1970 nos Estados Unidos, mas a partir de 1990 o dia 22 de abril foi aderido e festejado por todos os países. O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais.

Há muitas teorias da origem da vida na Terra[bb]. As moléculas primitivas encontradas na atmosfera compõem aproximadamente 98% da matéria encontrada nos organismos de hoje. O gás oxigênio só foi formado depois que os organismos fotossintetizantes começaram suas atividades. As moléculas primitivas se agregam para formar moléculas mais complexas.

A Terra vista do espaço, com a Lua ao fundo – Crédito: Divulgação

As mitocôndrias celulares possuem DNA próprio. Cada estrutura é capaz de se satisfazer suas necessidades energéticas, utilizando compostos disponíveis. Com este aumento de complexidade, elas adquiriram capacidade de crescer, de se reproduzir e de passar suas características para as gerações subseqüentes.

A origem dos seres vivos está associada às transformações ocorridas desde a formação do planeta Terra, passando por momentos de aquecimento e resfriamento, radiações UV, descargas elétricas, intenso vulcanismo, precipitações e evaporações.

A vida se formou aqui, a partir dos elementos químicos que deram origem ao nosso planeta ou a vida veio de fora? A única certeza é que todos estão aqui, e que o equilíbrio do planeta depende da consciência da população. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação é local.

* Daiane Torres é colaboradora do Blog da Comunicação

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