jul 2011 15

por Guilherme Freitas
economica@blogdacomunicacao.com.br

Quem diria que um dia a rica Europa passaria por uma forte crise financeira e a superpotência EUA correndo o risco de dar um calote em suas dívidas. Pois é caro amigo, é essa a situação que o “primeiro mundo” ou “mundo desenvolvido” está enfrentando. Desde a crise econômica em 2008, a Europa está em recessão e não consegue se livrar dos problemas. Primeiro foi a Irlanda que pediu socorro ao FMI. Depois foi a vez de Portugal[bb] e Grécia fazerem o mesmo. Agora a bola da vez é a Itália, que cortou gastos de seu orçamento, aumentará a idade da aposentadoria e sobrecarregará suas famílias. Se os italianos quebrarem levarão toda a Europa para o buraco.

Estará o Euro se aproximando de seu fim? – Crédito: Will Spaetzel

A próxima vítima dessa crise europeia parecer ser a Espanha, que tem a maior taxa de desemprego do continente e esta em recessão. Estes cinco países citados formam o PIIGS (Portugal, Ireland, Italy, Greece, Spain). É um termo pejorativo, porque piigs em inglês significa “porcos”. E se esses Estados não suportarem essa crise, as potências Alemanha e França não conseguirão carregar o euro e todo um continente nas costas. Um problema e tanto para a economia mundial.

Quem também anda em apuros são os Estados Unidos. Até agora o presidente Barack Obama não conseguiu chegar a um acordo com a oposição para tentar ampliar o limite da dívida externa do país, que atingiu seu limite de US$ 14,3 trilhões. Agências de classificação de riscos ameaçam rebaixar a nota da dívida dos americanos e se isso ocorrer, os EUA terão que dar calote em alguma de suas pendências, algo inédito e que geraria uma grande crise em todo o planeta. Tão séria, que até a China[bb] já se manifestou: pediu para o governo americano ser responsável e proteger seus credores.

O presidente americano Barack Obama luta contra o inédito calote dos EUA – Crédito: Divulgação

O mundo financeiro está agitado e apreensivo. Um calote de europeus e americanos derrubaria bolsas e afetaria todo o planeta. Os bancos, principais responsáveis pelo problema, não querem se prejudicar e pressionam os países em crise. Um exemplo de rebeldia contra o sistema vem da fria Islândia. Lá em 2008, a população se recusou a pagar as dívidas externas e deu um calote bilionário nos bancos. Passados três anos o país vem se recuperando.

Mas uma coisa é a Islândia e seus 320 mil habitantes. Outra é a Itália, com seus 60 milhões de habitantes. Um calote italiano seria o início de uma grave crise mundial. Infelizmente é provável que o script de irlandeses, portugueses e gregos se repita. Os bancos continuarão lucrando e os cidadãos terão que rebolar para pagar a conta. Através de mais taxas e impostos.

ago 2010 24

por Júnior Batista
economia@blogdacomunicacao.com.br

A Petrobras, é reconhecida nacional e internacionalmente por ser uma das maiores empresas do mundo, entretanto vem registrando queda em suas ações na Bolsa. Ela é uma empresa de capital aberto, ou seja, é mantida não por um dono específico, e sim por várias ações. Ontem, o valor da Bolsa da Petrobras caiu US$ 56,2 bilhões (28,2%). O valor de mercado da estatal passou de US$ 199,3 bilhões para US$ 143,1 bilhões – o valor de mercado representa o quanto a empresa está “valendo” naquele momento, e não o seu preço real, no caso da estatal, representa o valor que um investidor pagaria caso fosse possível comprar todas as suas ações.

Logo da Petrobras – Crédito: Reprodução

Além disso, a Petrobras aparece como a segunda empresa mundial com maiores perdas de valor de mercado. E adivinha quem é a primeira com maiores perdas? A Microsoft de Bill Gates, acredite se quiser. Ela viu sua empresa perder US$ 60,5 bilhões do seu valor de mercado ao longo deste ano.

Veja a tabela disponibilizada no UOL, clicando aqui. Até o dia 30 de Setembro, deve ser realizada a capitalização da Petrobras, que vai definir a quanto os Barris de Petróleo devem ser vendidos. Segundo o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o prazo será cumprido.

ago 2010 10

NOVAS CÉDULAS DO REAL36

Escrito por Natália Christofari | Postado em Economia | Tags: , , ,

por Natália Christofari

economia@blogdacomunicacao.com.br

As novas cédulas do Real começaram a ser produzidas na sexta-feira passada e as primeiras a circular serão as notas de R$ 20 e R$ 50 a partir de novembro. As demais cédulas, R$ 10 e R$ 20 deverão ser produzidas em 2011 e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012.

 Apresentadas pelo Banco Central em fevereiro, as notas mantêm as mesmas cores e os animais das cédulas antigas, mas mudam de tamanho, para facilitar a identificação por deficientes visuais.

De acordo com o BC, as cédulas antigas serão recolhidas conforme apresentarem desgastes e assim, serão recolhidas aos poucos.

Curiosidade

Além da produção das cédulas, a Casa da Moeda tem em sua linha de produção cartões telefônicos, passaportes inteligentes e selos portais e fiscais. O investimento no maquinário, que começou em 2009, gira em torno de R$ 350 milhões. A Casa da Moeda poderá disputar concorrência para fabricar as novas carteiras de identidade com chip eletrônico, além de produzir cartões de crédito e débito a partir de 2011.

Lucro

As previsões de lucro giram em torno de R$ 390 milhões em dezembro deste ano e o aumento de 53% no faturamento, de R$1,5 bilhão em 2009, para R$ 2,3 bilhões em 2010.

O que nos resta é aguardar as novas notas, e as novas previsões de produção da Casa da Moeda.

Fonte: Jornal O Globo

jul 2010 20

Até quando amigos leitores? Até quando?

Você pode estranhar um texto sobre a Copa do Mundo, classificado como um texto sobre Economia. Após a leitura, questione-se novamente caro leitor…

Por Leandro Lopes
economia@blogdacomunicacao.com.br

Mês de julho, o Brasil termina melancolicamente sua participação em mais uma Copa do Mundo, o nome do novo técnico está prestes a ser anunciado e a expectativa para o evento que aqui se realizará em 2014 é enorme. A última, aliás, é a que merece (ao menos mereceria) mais cuidado. As obras para a próxima Copa do Mundo serão majoritariamente pagas por mim e por você. Serão pagas pelos impostos que nossa sociedade tem o dever de pagar.

Com o nosso dinheiro serão feitas obras de infraestrutura, transporte público, reforma de aeroportos e em algumas sedes, a construção de novas arenas. Inútil dizer que o dinheiro investido nesse projeto poderia ser melhor empregado em saúde pública e educação, por exemplo, posição esta, aliás, adotada por muitas pessoas das quais conversei sobre o assunto. Inútil também, que se diga que a Copa do Mundo deixará legados e benefícios à população brasileira, tais quais os que se esperam nos aeroportos, portos e transporte público.

Nove, das doze arenas esportivas no Brasil, serão reformadas ou construídas com dinheiro público. Segundo reportagem da Carta Capital, a Associação Brasileira de Infraestrutura fez um levantamento ano passado que estima em 100 bilhões de reais a conta de 2014. Gostaria de lembrá-los, que em 2007, os investimentos do Pan Americano realizado no Rio de Janeiro, foram orçados inicialmente em 400 milhões de reais e finalizados em mais de 4 bilhões de reais, um aumento significativo.

Retomando, o órgão responsável pela organização da Copa de 2014 é o COL – Comitê Organizador Local –. Serão eles que chefiarão e opinarão a cerca de todas as obras para o evento. Até então, nenhuma novidade em relação as demais Copas, porém, no Brasil, o Comitê é formado por apenas seis pessoas, todas elas aliadas à um homem: Ricardo Teixeira. Ainda como exclusividade nossa, o COL “brasileiro” não conta com nenhum representante do poder público e dentre os outros cinco integrantes do Comitê: “Outro absurdo é a composição do COL, no qual apenas cinco pessoas apitam além de Teixeira: sua filha e mais quatro parceiros de longa data.” – declaração de Eduardo Rocha Azevedo, ex-presidente do Bovespa e um dos fundadores do movimento denominado TT, que ele mesmo explica: “Tira Teixeira. Não dá mais para confiar nessa dinastia que se perpetua no poder há mais de 50 anos.”

O "Poderoso Chefão".

Em 2014 Ricardo Teixeira completará 25 anos no comando da presidência na CBF. Por melhor que seja a administração e em qualquer que seja a área, acredito eu que renovar é preciso. Aliás, o excelentíssimo senhor Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, compartilha da mesma opinião que este humilde blogueiro que vos escreve: “Eu não posso falar da CBF porque é uma entidade particular e eu não posso votar, não posso dar palpite. Eu acho que se a CBF adotasse o que eu adotei quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, a cada oito anos a gente trocava a direção da CBF. No Sindicato a gente trocava.” – declarou Lula.

No dia anterior a esta declaração de Lula, portanto em 5 de julho, Ricardo Teixeira comunicava que a seleção brasileira de futebol passaria por uma grande renovação. Jogadores novos, técnico novo e mentalidade nova após a Copa. Menos no comando, obviamente. Por falar em Copa do Mundo, o presidente do COL Ricardo Teixeira, que já foi indiciado por 13 crimes em CPIs do futebol, foi condenado em 2001 por sonegação fiscal pela 22ª Vara Federal do Rio de Janeiro, pelo ocorrido em 1994, quando na volta da delegação tetra campeã, Teixeira teria tentado entra no país sem passar as bagagens da delegação pela alfândega. Os ficais encontraram 13 toneladas de produtos importados. O episódio ficou conhecido como “voo da muamba”.

Recentes desafetos de Ricardo Teixeira vem sentindo o grande desafio que é enfrentá-lo. O atual presidente do São Paulo Futebol Clube, Juvenal Juvêncio, recebeu (junto ao clube que comanda) duros golpes da entidade máxima do futebol brasileiro. Ontem, por exemplo, a CBF anunciou a antecipação da janela de transferências de jogadores vindos do exterior, diferente do que havia dito em comunicado à imprensa no dia 12 de julho. O São Paulo FC é semifinalista da Copa Libertadores da América e enfrentará o Internacional – RS que terá condições de inscrever seus reforços a tempo para o duelo, fato duramente criticado pela mídia em geral. Com definição de “caráter excepcional” a CBF de Ricardo Teixeira, conseguiu junto à FIFA de seu amigo pessoal Joseph Blatter, a autorização para a antecipação, coincidentemente ou não, atrapalhando seu desafeto, Juvenal Juvêncio.

Existem opiniões espalhadas pela mídia esportiva em geral, que a rusga entre Juvenal Juvêncio e Ricardo Teixeira teria inclusive afastado o estádio Cicero Pompeu de Toledo, o Morumbi, da Copa de 2014, como se sabe a arena pertence ao São Paulo Futebol Clube de Juvenal Juvêncio. A arena, duramente criticada pelo secretário geral da entidade – e também amigo pessoal de Ricardo Teixeira – Jérôme Valcke, por enquanto, é descartada do Mundial, mesmo contando com apoio de autoridades públicas brasileiras. Autoridades como o presidente Lula, o atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab e o atual governador de São Paulo, Alberto Goldman.

Recentemente, foi divulgada a notícia de que a ONG Contas Abertas, será responsável por representar a mim e a você, fiscalizando as contas destinadas à 2014, fato este que não nos exime da responsabilidade de sermos ainda assim, um olho a mais, afinal, é nosso dinheiro.

Assim a Copa do Mundo de 2014 promete mexer com a Economia, a infraestrutura, a sociedade, a política e com todos os envolvidos no projeto, ou seja, nós, brasileiros. Até lá, Teixeira continuará sendo presidente da CBF, e diga-se de passagem, continuará sendo por quanto tempo achar necessário (dizem os rumores até 2015, quando tentará o cargo de presidente da FIFA), já que mesmo com a notória desaprovação de Lula, Ricardo continuará no cargo, porque como o próprio presidente afirmou, ele nada pode fazer. Caso o governo de qualquer país, se envolva nos casos futebolísticos, a FIFA tem o poder de punir e suspender esse país de qualquer competição, ou seja meus amigos, se o governo brasileiro tentasse participar ou opinar nessa situação toda, bastaria um telefonema entre os amigos Teixeira e Blatter para que tudo voltasse ao “normal”.

É muito chato para os amantes de futebol perceber que uma Copa do Mundo é mais recheada de dribles e marcação fora dos campos, do que dentro deles. O nobre esporte bretão tem dono amigos. Mais de um até. E com certeza, não somos nós.

Fonte: Carta Capital.

De olho em tudo isso e com certo nojo.

Abraço,

Leandro Lopes
@falecomleandro
fomrspring.me

mai 2010 25

Por Leandro Lopes
economia@blogdacomunicacao.com.br

Rico – Que possui em grande quantidade, abundância, fartura, bom, agradável.
2. Muito usado para referenciar uma pessoa que tem muito dinheiro.

Quando se fala em economia, ou estudar economia, a maioria da população sempre relaciona o estudo econômico a ganhar muito dinheiro e conseguir alcançar o sentido literário da palavra rico, como demonstrado (principalmente, ou pior, unicamente, no segundo trecho) no parágrafo acima.

O ser humano tem uma grande capacidade de concentrar-se e lutar por um ideal até conquistá-lo. Nesse sentido, entramos no mundo da motivação e dos valores, que diferenciam de acordo com cultura ou conhecimento de cada individuo. O grande ponto a ser explorado nessa circunstância é a grande fixação pela busca da riqueza material.

Muito provavelmente o nobre leitor já ouviu falar que quando deixarmos este mundo e, por conseguinte, sairmos do mundo material (no sentido químico de matéria) deixaremos neste planeta toda nossa riqueza material para próximas gerações.

Desde os tempos de Aristóteles e Platão, a busca pela felicidade é o maior objetivo de todas as pessoas. Ainda não tive noticias de alguém que veio a este mundo e não buscou a felicidade. Para alguns de nós, essa busca é constantemente confundida com a busca por bens.

Estar em uma luta incessante por bens faz do ser humano um mero instrumento econômico, um motor que ajuda a aquecer a roda da economia, e de alguma forma isso é bom, porém, por diversas vezes nos distancia do mundo ou do sentido de felicidade que foi ensinado a nós (provavelmente) por nossos pais, ou professores.

Esquecemos da riqueza de ser criança?

Quando somos crianças, aprendemos que a felicidade reside em pintar o céu de vermelho ou comer um algodão doce dado pelo palhaço que nos faz rir enquanto caminhamos. Quando crescemos e deixamos de nos preocupar com a cor do céu, grande parte da população passa a entender como felicidade um carro na garagem, uma casa na praia e uma televisão de LCD. Nada de condenável nesta atitude, porém, quase que instantaneamente, a pessoa que consegue comprar estes itens de luxo, por assim dizer, passa a lutar por um iate, uma lancha e possivelmente um carro sport para passeios.

A qualidade de vida anda paralela com a felicidade. Ter ou não dinheiro suficiente para comprar o iate e a lancha podem fazer de alguém um comprador de potencial maior do que eu ou você. Não o fará mais rico. O primeiro sentido da palavra rico, ou seja, abundante, pode ser empregado em abundância na harmonia em família, abundância no lazer em coisas simples, abundância de conhecimento… Logo, considero-me rico.

A economia também visa estudar a qualidade de vida das pessoas e qualidade de vida NÃO está relacionada à quantidade de bens materiais que você possui. Qualidade de vida está relacionada à viver bem com as condições que você tem e saber lutar para melhorar essas condições e possibilitar melhores armas para a luta que é ser feliz.

Definitivamente eu sou rico, e você?

De olho neles (e na riqueza que acham que tem).

Abraço,

Leandro Lopes.
formspring.me
@falecomleandro

abr 2010 27

Por Leandro Lopes

economia@blogdacomunicacao.com.br

Estamos nos preparando para uma grande eleição que já bate em nossa porta. Após oito anos de um governo tucano liderado por Fernando Henrique Cardoso e mais oito anos de um governo petista liderado por Luis Inácio Lula da Silva, aproxima-se a hora de uma nação escolher entre os “discípulos” destes importantes nomes políticos.

Obviamente que a população brasileira terá mais opções de escolha para avaliação de voto, mas o embate entre Serra e Dilma é com certeza o mais provável e o mais aguardado pela chamada opinião pública.

O fato é que não só a economia, mas o país como um todo avançou e ocupa hoje uma posição mais sólida frente ao mundo. A evolução brasileira e a mudança na qualidade de vida de sua população será núcleo de debate durante todo o período eleitoral. Seja decorrente da visão futura de Fernando Henrique e sua base econômica sólida, ou do trabalho e projetos de Luis Inácio o Brasil parece um lugar melhor para se viver do que fora anos atrás.

A luta será ferrenha.

Há também a teoria de que a globalização foi determinante para nosso crescimento e essa sem dúvida é uma hipótese da qual não devemos levantar suspeitas, já que como sabemos o capital que faz da globalização o que ela é, faz também com que nações se movimentem e economias se aqueçam.

A grande questão é que na próxima eleição o eleitorado brasileiro (diga-se de passagem, obrigatório) será responsável pela escolha entre duas visões de governo que perduraram durante oito anos em nosso país. A diferença entre essas visões é justamente o ponto que pretendo explorar: o povo brasileiro não se prende a visões ou bandeiras!

Para o eleitor (ou a grande maioria dele) pouco importa se o partido é de esquerda ou de direita, pouco importa se existe ou não uma esquerda ou uma oposição, o povo está ligado somente a nomes. Lula foi eleito como símbolo de esperança em uma mudança, repare que Lula foi eleito e não o PT. A guerra política que já se faz presente nos meios de comunicação é uma guerra de imagens públicas. Idoneidade, caráter e “ficha limpa” farão grade diferença na hora de confirmação do voto.

Sem bandeiras e sem rosto... e isso não é necessariamente ruim.

Sem se prender a bandeiras, ou a grandes causas políticas, o brasileiro fica exposto ao duelo de popularidade e ao duelo de influencias políticas no qual será “atirado” nos próximos meses. A imensa popularidade de Lula será suficiente para eleger Dilma presidente? A corrupção que se fez vista no atual governo será descontada da conta petista ao ponto de colocar Serra no poder? Há espaço para uma eventual surpresa no pleito?

Diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, por exemplo, com uma clara divisão entre republicanos e democratas, o Brasil é um país de eleitores obrigatórios tão somente.

Julgue você se isso é bom ou não.

Há também de se salientar que o duelo político será divulgado como um duelo de idéias e praticas que na teoria serviriam para a melhoria do país; saúde, moradia, saneamento básico, segurança, política externa, educação e outros, porém, deve-se dizer que as propostas e o plano trilhado para os próximos anos é um imenso jogo de palavras e nós eleitores estamos sujeitos a cair em um deles.

Ouso dizer que quaisquer planos seguem linhas positivistas de raciocino para nosso país e que pouco diferem umas das outras.

O jogo político já começou. Façam suas apostas. O páreo promete ser cabeça a cabeça e os jóqueis já estão prontos.

De olho (bem aberto) neles.

Abraços,

Leandro Lopes.

@falecomleandro

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