por Guilherme Freitas
concursos@blogdacomunicacao.com.br
Aqui vai uma dica para uma das maiores parcelas do nosso público: os jornalistas e estudantes da área. Confiram aqui um levantamento de cinco sites que todos os dias apresentam vagas de trabalho para profissionais e estudantes de jornalismo. Se você está fora do mercado de trabalho ou procura um novo emprego de uma olhada nestes sites. Vale a pena!
Vagas.com: O portal reúne vagas de diversas profissões, inclusive para os jornalistas. Há muitas oportunidades de emprego e estágio no portal, onde você se cadastra diretamente para concorrer as respectivas vagas. Para poder visualizar as vagas é preciso se cadastrar sem custos no portal. Endereço: www1.vagas.com.br.
Link Zero: Site do jornalista Alexandre Sena está no ar há 12 anos e no momento passa por atualização de layout. A página apresenta diariamente novidades referente ao mercado de trabalho jornalístico. A nova capa estará no ar no dia 15 de março. O endereço é: www.alexandresena.jor.br. Por enquanto acompanhem o twitter do site: http://twitter.com/Link_zero.
Catho: Este é um grande portal de emprego do país e conta com muitas ofertas de vagas em sua página. Porém, o conteúdo é pago. A Catho tem uma promoção onde o interessado pode inscrever seu currículo durante sete dias gratuitos. É preciso se cadastrar ao portal para utilizar a ferramenta e inscrever seu currículo online. Endereço: www.catho.com.br.
Comunique-se: Um dos maiores portais de jornalismo do país tem em sua página um banco de emprego, onde há várias propostas de trabalho. É também possível o interessado cadastrar seu currículo que fica disponível para as empresas vizualizarem. É preciso se cadastrar gratuitamente ao Comunique-se para utilizar a ferramenta. Endereço: www.comunique-se.com.br.
Uma Lauda: Página do Twitter de Wagner Carvalho que apresenta novidades de emprego relacionadas ao mundo da comunicação. Sempre atualizada, a vantagem é que você pode entar em contato com o responsável do site. Endereço: http://twitter.com/umalauda.
por Priscilla Aloi
concursos@blogdacomunicacao.com.br
Palestras e cursos nos ajudam a entender o que acontece no mercado de trabalho, que está em plena mutação. Atualize-se! Seja um profissional “antenado” com as tendências do mundo empresarial. Deixo a dica enviada pela Jô Ribes Comunicação – ainda dá tempo – veja o release abaixo!
Vice-Presidente da Tecnisa proferirá aula magna no INPG – Berrini/SP
Carlos Alberto Julio tratará sobre a Arte da Estratégia
A aula magna de Carlos Alberto Júlio, considerado um dos executivos mais cobiçados do país, marcará o início do ano da unidade Berrini, do INPG – Instituto Nacional de Pós Graduação – em São Paulo. No próximo dia 24 de fevereiro, às 19h30, Júlio apontado pelas revistas Veja e Exame como um dos melhores palestrantes do Brasil, discorrerá sobre a Arte da Estratégia em uma aula aberta e gratuita.
Na ocasião Julio questionará o público: Você sabe decidir? Sabe alinhar operações com a estratégia de sua organização? Tem uma estratégia bem desenhada para o seu negócio? O objetivo é mostrar regras de estratégia que podem facilmente ser aplicadas e explicadas para todos em uma empresa.
O conteúdo da apresentação é uma derivação de sua obra e serve como ferramenta essencial para um plano de produto ou mesmo para um plano estratégico quinquenal. Para o autor e palestrante, é melhor ter uma estratégia simplificada do que não parar para pensar o negócio e discutir seu futuro, sua concorrência, suas possibilidades de novos produtos, clientes e mercados.
Infomação sobre o palestrante
Carlos Alberto Julio é um dos mais conceituados palestrantes brasileiros nas áreas de negócios, marketing, vendas, liderança, inovação e estratégia. É vice-presidente do Conselho de Administração da Tecnisa S.A, membro do conselho consultivo da HSM, professor universitário e autor dos best-sellers Reinventando Você, A Magia dos Grandes Negociadores, A Arte da Estratégia e Superdicas para Vender e Bem. Graduado em Administração de Empresas, com especialização na Harvard Business School e no IMD de Lausanne – Suíça. Leciona na USP, ESPM, FGV e no INPG.
SERVIÇO
Palestra “A arte da Estratégia”
Palestrante: Carlos Alberto Julio
Data: 24 de fevereiro – quarta-feira
Horário: das 19h30 às 22h
Local: Faculdade INPG São Paulo – Berrini
Ed. Plaza Centenário (Robocop) – Auditório
Av. das Nações Unidas, 12.995 – Brooklin
Informações: (11) 5102-3444 | 5505-3729 ou pelo site www.inpg.edu.br
Participação gratuita – Vagas limitadas
Por Leandro Lopes
concursoseempregos@blogdacomunicacao.com.br
Marco Bianchi é VJ da MTV. Apresentador do Rockgol e nos deu o imenso prazer de conversar um pouco sobre esporte e claro com boa pitada de humor.
Confira!
Leandro Lopes (BGC) – Marco é um prazer conversar com você e um prazer maior ainda poder transmitir esse bate papo para os leitores do Blog da Comunicação. Muito obrigado por isso.
MB:
nádegas, o prazer é todo seu! (risos)
Leandro Lopes (BGC) – Hoje o Rockgol é um programa visto por um público cada vez maior e você e o Paulo Bonfá se tornaram conhecidos principalmente do público jovem. Você pode nos falar sobre o começo de tudo isso, o início de sua carreira?
MB: Nosso início foi no rádio, fazendo humorísticos como o programa “Sobrinhos do Ataíde”, que ficou bastante conhecido, em especial em SP. Mas isso foi em 95 e de 91 a 95 já estávamos na Rádio USP, onde fazíamos programas (no bom sentido) em troca de comida (tb no bom sentido).
Leandro Lopes (BGC) – Faço essa pergunta a todos os jornalistas que encontro. Estudantes de jornalismo escutam que o mercado é saturado e a disputa por um espaço é cada vez maior. Como profissional da área, o que você pensa a respeito?
MB: Jornalista bom vai sempre ter espaço. A não ser que – como eu – seja formado na Foderj, Faculdades Odair Ernesto Júnior. (risos)
Leandro Lopes (BGC) – Todos sabem que você é jornalista formado pela FODERJ – Faculdades Odair Ernesto Junior. Recentemente o STF eliminou a obrigatoriedade do diploma acadêmico para jornalistas. Qual sua posição a respeito?
MB: Eu diria que não ter diploma é muito mais edificante do que se formar na Foderj!
Leandro Lopes (BGC) – Os telespectadores sempre participaram do Rockgol, fosse por e-mail, por telefonema e agora por twitter. Como usar a internet a favor do trabalho jornalístico?
MB: O importante, penso eu, é explorar da melhor forma possível a interação com o público proporcionada pela internet. Essa proximidade permite uma maior troca de pescotapas e passadas de mão na bunda.
Leandro Lopes (BGC) – Qual a maior dificuldade de aliar humor e futebol? Qual o maior desafio para manter o Rockgol no caminho do “jornalismo sério que atravessa os anos”?
MB: Não vejo maiores dificuldades. O futebol, bem como a política e a religião, são pratos cheios para se fazer humor e, de quebra, alavancar o jornalismo sério que atravessa os anos (ânus)!
Leandro Lopes (BGC) – A parceria existente entre você e o Paulo vem desde os tempos do grupo “Os sobrinhos do Ataíde”. Vê-se que a sintonia é muito grande. Vocês ainda conversam sobre o enredo do programa? Piadas, bordões e jornalismo ainda precisam ser “ensaiados” depois de tantos anos?
MB: É claro que preparamos nossos programas, mas minha intimidade com o Paulo permite que quase tudo flua naturalmente. Às vezes sei o que ele está pensando só de olhar a cara do cara!
Leandro Lopes (BGC) – Vamos falar de futebol. Hoje os maiores clubes fazem grandes contratos de marketing, grandes craques voltam para reencontrar o bom futebol, você acha que nossos clubes são bem administrados?
MB: Aaaaahhhhhh! O sr já tentou a carreira de humorista?
Leandro Lopes (BGC) – E a CBD? Exemplo de administração e boa preparação para a Copa? Vide os jogos desafiadores para a seleção canarinho como contra Omã e similares?
MB: A CBD não é uma entidade privada e nem pública, ou seja, é uma privada pública!
Leandro Lopes (BGC) – Por falar em Copa do Mundo este é o ano do hexa?
MB: Creio que sim. Se não for desta vez, será por ruindade, não por salto-alto.
Leandro Lopes (BGC) – Vamos unir os dois últimos assuntos. A CBD está pronta para organizar uma Copa? O Brasil está (estará) pronto em 2014?
MB: Acho que o Brasil estará pronto. Apesar da CBD e dos paspalhões de uma ova que planejam gastar 10 e depois gastam 100. Do nosso $, o que é pior.
Leandro Lopes (BGC) – Marco sou um estudante de jornalismo que se esforça para sempre melhorar na profissão. Assim como você?
MB: Rs! Tai um sujeito gozado…
Leandro Lopes (BGC) – Muito obrigado pela atenção que você nos deu. O Blog da Comunicação agradece e o convida para sempre visitar nosso site ok?
MB: Maravilha, Albertô! Qualquer dia desses eu dou uma pintada aí!
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Ele é um brincalhão!
Cornete-me ou pergunte-me algo no formspring.me
Siga-me no twitter. Aproveite e siga o Marco tbm: @marcobianchimtv
De olho neles.
Abraço,
Leandro Lopes.
Por Leandro Lopes
empregoseconcursos@blogdacomunicacao.combr
Mílton Jung é jornalista, âncora do programa CBN São Paulo e autor dos livros “Conte Sua História de São Paulo” e “Jornalismo de Rádio”. Ele conversou com o Blog da Comunicação, falou sobre política, sobre esportes, a carreira jornalística e a importância da internet no mundo das notícias. Vale a pena conferir!
Leandro Lopes (BGC) Milton, primeiramente gostaria de agradecer sua disposição em conversar comigo e com todos os leitores do Blog da Comunicação, essa oportunidade é um imenso prazer para nosso blog.
Hoje você é um jornalista apreciado, apresenta um programa para a cidade de São Paulo em uma das rádios mais respeitadas do país (CBN), você poderia falar um pouco sobre sua trajetória no jornalismo?
Milton Jung – Sou jornalista há 25 anos, mas estou na profissão há muito mais tempo. Nasci em família influenciada pelo jornalismo. Em casa, meu pai é jornalista de rádio. Nos almoços de fim de semana, encontrava meu padrinho e meu tio, ambos jornalistas. Pequeno, brincava aos sábados no corredor da rádio Guaíba, enquanto meu pai apresentava o Correspondente Renner. E visitava a redação e oficina do jornal Correio do Povo, onde meu tio era responsável pelo fechamento.
Jornalista de profissão de 1984 comecei na própria Guaíba de Porto Alegre, inicialmente com um programa sobre “esporte amador”, depois repórter de futebol para, então, me transferir para o jornalismo (por que mesmo esporte não é reconhecido como jornalismo nas redações ?).
Em Porto Alegre, também fui repórter da rádio Gaúcha, Correio do Povo e SBT. Vim para São Paulo para seguir carreira de repórter na TV Globo, em 1991. Na TV Cultura, onde trabalhei oito anos, migrei da reportagem para a apresentação e edição. Trabalhei dois anos da Rede TV! e mais dois no Jornal do Terra, do Portal Terra. Há dez anos, estou na CBN como âncora.
Já escrevi dois livros e dei pitaco em vários outros. Jornalismo de Rádio (Editora Contexto) e Conte Sua História de São Paulo (Editora Globo) são de minha inteira culpa.
Leandro Lopes (BGC) – Jovens jornalistas ou estudantes de jornalismo enfrentam um mito (ou não) de que o mercado é saturado. Como profissional da área você pode nos dizer se isto é ou não uma realidade?
Milton Jung – O mercado é dinâmico. É preciso estar atento as oportunidades e visível. A internet, a partir das ferramentas de publicação (blog, site, etc …) nos oferecem esta chance de estarmos visível.
Leandro Lopes (BGC) – Aproveitando que estamos falando de estudantes, como você encara a posição do STF e a necessidade ou não de diploma para exercer a profissão de jornalista?
Milton Jung – Não tenho uma opinião acabada sobre o tema, por incrível que pareça. A decisão pelo fim do diploma (que não acredito vá se sustentar) tem uma vantagem: acabar com uma quantidade enorme de faculdades que apenas arrancam o dinheiro dos seus alunos sem oferecer qualidade de ensino em troca de um pedaço de papel que em nada lhe qualifica para o mercado.
Leandro Lopes (BGC) – Estamos certos de que a carreira jornalística é de grande responsabilidade, em grandes coberturas como na recente tragédia que aconteceu no Haiti o maior desafio é lidar com a emoção frente a tragédia ou com as muitas informações desencontradas que podem surgir a cada momento?
Milton Jung – A dificuldade está exatamente no fato de termos de trabalhar sob a pressão de todos estes fatores. Informações desencontradas e contaminadas, e uma tragédia humana diante dos nossos olhos.
Leandro Lopes (BGC) – Aproveitando o “gancho” da ultima questão e a velocidade com que as notícias circulam na internet, vamos falar sobre a mais nova ferramenta virtual, o twitter. Você é usuário dele para interagir com seu publico, quanto uma ferramenta como essa pode ajudar um jornalista?
Milton Jung – O Twitter é uma rede de informação – definição, aliás, de um de seus criadores. Assim como contruímos nossa rede de fontes, com autoridades (entenda autoridade como alguém que tem capacidade de falar sobre o assunto, não cargo público) em diferentes temas, precisamos estar atento ao burburinho das redes sociais. Estes serviços nos oferecem oportunidade singular: ouvir o que o cidadão fala. É lá que está a notícia, não no gabinete.
Leandro Lopes (BGC) – Vamos agora para o mundo chamado “blogosfera”. O Blog da Comunicação, por exemplo, é um blog independente que une jornalistas e estudantes de jornalismo com o desejo de se expressar. Você costuma procurar ou ler blogs? Qual a importância deles principalmente para iniciantes na profissão?
Milton Jung – Os blogs são ferramentas importantes de expressão. E para nós jornalistas é a oportunidade de revelarmos o talento que, muitas vezes, não tem espaço no cotidiano das redações, seja por limitações técnicas, falta de estrutura ou linha editorial. Sou leitor assíduo de blogs, usando na escolha destes o mesmo critério que sempre usei para escolher minhas fontes de informação: qualidade, ineditismo e interesse públcio.
Leandro Lopes (BGC) – Por falar nisso no ano passado você criou uma serie de posts dedicados ao seu “Imortal” Grêmio. Como é para um gremista viver entre torcedores paulistanos e nossa imprensa que pouco foca clubes de outros estados?
Milton Jung – A coluna Avalanche Tricolor é publicada ao fim de cada partida que o Grêmio tenha disputado. É um espaço para que eu possa dizer tudo aquilo que gostaria de falar se estivesse na arquibancada do estádio Olímpico (sem os palavrões). E uma forma de amenizar a distância de um estádio do qual fui vizinho boa parte da minha vida.
A imprensa paulista tem razão em priorizar a cobertura dos clubes de São Paulo, pois faz jornalismo para os paulistas. Uso o conhecimento e a paixão que tenho pelo Imortal Tricolor para provocá-los.
Leandro Lopes (BGC) – Outra campanha famosa assinada por você é chamada de “Adote um vereador”. Você pode explicá-la para nossos leitores?
Milton Jung – Apenas 1/3 do eleitorado paulistano conseguiu eleger seu candidato na eleição para vereador em 2008. Isto não signfica que o restante não tenha de estar atento ao que se faz ou ao que se deixa de fazer na Câmara de Vereadores. O que eles decidem lá mexe com a minha qualidade de vida, e tudo é feito com meu dinheiro. Portanto, adote um vereador, escolha um nome entre os 55 e passe a acompanhar o mandato dele. Levante informações sobre como ele vota e se comporta, saiba quais os projetos que apresentou e aprovou, quanto gasta no gabinete, a quem representa. As informações podem ser levantadas em busca pela internet, na mídia tradicional ou ligando para o gabinete do vereador. Abra um blog para publicar cada detalhe que você descobriu. Ao fim de quatro anos, o eleitor terá um arquivo à disposição para avaliar o trabalho daquele vereador. Ficará mais fácil de saber se ele merece permanecer no cargo. Além disso, a proximidade do eleitor com o parlamentar nos ajuda a entender melhor o que influencia as decisões políticas e oferece oportunidade de mobilizarmos a sociedade para fiscalizar o legislativo.
Leandro Lopes (BGC) – Você acha que nossa sociedade é pouco engajada quando se tratam de questões políticas como os recentes casos de Arruda e Sarney?
Milton Jung – O caso Arruda não é bom exemplo. Pois, há pressão social contra o governador do Distrito Federal e seus colegas de maracutaia. No caso Sarney, também houve indignação e protesto.
Atualmente, há uma descrença em relação a política como um todo, o que é ruim para a democracia, para o cidadão. E isto acaba desestimulando a participação da sociedade nos movimentos políticos.
Precisamos levar em consideração, também, que atualmente existem outras formas de expressão capaz de mexer com o cidadão, e as ferramentas digitais estão aí para comprovar o que digo. Por isso, nem sempre colocar 100 pessoas na avenida Paulista é sinal de mobilização ou pressão popular. Talvez, uma campanha virtual bem organizada possa mudar um comportamento de maneira mais efetiva.
Leandro Lopes (BGC) – Por falar em política, este é um ano de eleições. Qual o papel de um bom jornalista em uma eleição como esta? Como informar sem influenciar?
Milton Jung - Toda vez que você informa você influencia. A questão é como informar de maneira correta e equlibrada. Este é nosso desafio diário, não apenas em uma eleição.
Leandro Lopes (BGC) – Milton, um bom jornalista é feito de …
Milton Jung – conhecimento e coração.
Leandro Lopes (BGC) – Mais uma vez muito obrigado pela sua atenção conosco e com os leitores do Blog da Comunicação, peço sua permissão para usar uma frase sua:
“Muito obrigado e até uma nova oportunidade”.
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Você pode acompanhar o trabalho de Milton Jung através do Twitter: http://twitter.com/miltonjung
Ou no seu blog pessoal: http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/
Além de ouvi-lo na CBN SP é lógico.
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Cornete-me ou pergunte-me algo.
De olho neles.
Abraço,
Leandro Lopes.
por Guilherme Freitas
concursos@blogdacomunicacao.com.br
Está pensando em fazer um Concurso Público para arrumar um novo emprego? Então confira aqui algumas sugestões de Concursos Nacionais e de outras provas em regiões do Brasil. Boa sorte!

Concursos Nacionais
* Banco Central: Concurso para 500 vagas. São 350 vagas para analista e mais 150 para técnico. O concurso será feito através da Fundação Cesgranrio e as inscrições devem ser efetuadas, entre 26 de novembro e 16 de dezembro de 2009, no site: www.cesgranrio.org.br. As taxas são de R$ 50,00 e R$ 110,00 e a prova será realizada no dia 31 de janeiro de 2010. A validade do concurso é de um ano.
Região Sudeste
* CEAGESP: A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, realiza concurso para 59 vagas em diversos cargos. As inscrições começam dia 30 de novembro e terminam 8 de janeiro de 2010. Para fazer sua inscrição acesse o site www.vunesp.com.br. As taxas de inscrição variam entre R$ 40,00 e R$ 70,00. A data da prova ainda não foi definida.
* Prefeitura de Tietê (SP): A prefeitura municipal abre concurso público para 92 vagas em vários cargos. As inscrições podem ser feitas entre os dias 24 de novembro e 7 de dezembro, no site www.mouramelo.com.br. O valor da inscrição varia de R$ 27,00 e R$ 42,00. A prova deve ocorrer no dia 20 de dezembro (ainda não foi confirmada).
Região Norte
* IASEP: O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Pará, realiza concurso para preencher 140 vagas. As inscrições podem ser feitas a partir de amanhã, dia 24 de novembro até 23 de dezembro de 2009, através do site www.fadesp.org.br. As taxas variam de R$ 50,00 e R$ 70,00. A prova será efetuada no dia 24 de janeiro.
Região Nordeste
* EMBASA: A Empresa Baiana de Águas e Saneamento contratará 2272 funcionários. Serão 369 vagas para nível superior, 283 para nível técnico e outras 1.620 vagas para nível médio, distribuídas nas unidades da EMBASA em Salvador e no interior da estado. Os salários variam entre R$ 883,10 e R$ 4.091,60. As inscrições podem ser efetivadas entre 13 de novembro a 8 de dezembro, por meio do site www.cespe.unb.br. A prova será realizada no dia 24 de janeiro de 2010. As taxas serão de R$ 40,00 para nível médio, R$ 60,00 para nível técnico e R$ 90,00 para nível superior.
Região Sul
* Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul: Estão abertas vagas para o Programa de Militares Estaduais Temporários, que contratará 425 servidores para exercerem as funções de Soldado PM Temporário. As inscrições devem ser realizadas nos Quartéis da Brigada Militar e encerram-se dia 30 de novembro. A taxa é de R$ 29,06. A prova escrita de conhecimentos gerais será realizada nas cidades: Caxias do Sul, Porto Alegre, Passo Fundo, Pelotas, Santa Maria, Santo Ângelo e Santana do Livramento. O horário e a data da prova ainda não foram divulgados.
Fonte e mais concursos no site: Concursos Abertos

Crédito: www.clicrbs.com.br
Por Henrique Oliveira
concursoseempregos@blogdacomunicacao.com.br
Depois de tantas conquistas e avanços alcançados pelas mulheres nas últimas décadas, no Brasil, ainda hoje, se pode perceber uma discrepância entre a colocação de homens e mulheres no mercado de trabalho. Segundo levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo, realizado a partir dos cálculos da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) para o anuário “Melhores & Maiores”, da revista “Exame”, em nenhuma das cem maiores empresas nacionais (que movimentaram US$ 552 bilhões em vendas, US$ 30 bilhões de lucro e empregaram 1,236 milhão de funcionários em 2008) se encontram mulheres na presidência. Isto mesmo. As mulheres simplesmente ainda não conseguiram ocupar os mais altos cargos da empresas mais lucrativas do nosso país.
Segundo especialistas, por a entrada da mulher no mercado do trabalho ser ainda um fenômeno “novo”, essa característica da menor colocação das mulheres nos altos cargos de chefia das grandes empresas é até normal e ocorre em todo o mundo – nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 6% das grandes empresas são presididas por mulheres –, no entanto, no Brasil essa condição se intensifica. Conforme publicado pela reportagem da Folha, “O primeiro freio à ascensão das mulheres nas grandes corporações é o machismo. Antes, a ideia por trás do prejulgamento era a de que elas possuíam conhecimento técnico inferior ao dos homens. Entretanto, seu desempenho acadêmico já não dá brecha a esse pensamento [...]. Outra alegação para que sejam preteridas nas promoções aos cargos mais altos na hierarquia é o temor de que não consigam suportar a pressão, a qual só faz aumentar conforme se avança na escalada [...]. No meio do caminho, problemas políticos atrapalham. ‘Existem conflitos éticos -os que dizem respeito à corrupção, por exemplo- que as mulheres têm menos estômago para administrar’, diz Ana Cristina Limongi França, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho da FIA (Fundação Instituto de Administração)”.
No entanto é, talvez, a própria escolha pessoal das mulheres que mais tenha efeito na alimentação desse preconceito. Ainda acredita-se que a mulher, por estar envolvida com múltiplas questões em seu dia-a-dia (família, emprego, relacionamentos…), não consiga se doar inteiramente ao trabalho e ás funções massacrantes de um cargo de chefia. Na verdade, o maior cuidado feminino com a família e com as questões pessoais leva o mercado à ilusão de achar que a mulher não esteja apta a cuidar das funções superiores das empresas. Mesmo já se tendo provado que as mulheres têm uma especial aptidão para desempenhar diversas funções simultaneamente, ainda se acredita que a divisão do tempo feminino entre as relações pessoais e o trabalho ainda seja um ponto negativo na ascensão das mesmas nas empresas.
Em outras palavras, o nosso país ainda não conseguiu se livrar das rusgas machistas que tanto oprimiram as mulheres durante séculos. Apesar dos inúmeros avanços, ainda precisamos rever e repensar as marcas que firmam condutas preconceituosas no nosso cotidiano. As mulheres há muito tempo, já se mostraram competentes para brigar de igual para igual com qualquer homem no mercado profissional. Porém, toda uma cultura não é uma coisa que se mude da noite para o dia…