fev 2012 01

Já está disponível nas livrarias o livro Como Ingressar no Mercado Publicitário: para estudantes e interessados em trabalhar em agências de propaganda, lançado pela Difusão Editora em coedição com a Editora Senac Rio. A obra tem 192 páginas e preço sugerido de R$ 39,90. Autoria de Daniel Aguerri Pimenta de Souza (veja mais sobre ele abaixo), este livro é um manual para estudantes e interessados neste mercado, trazendo dicas de como ter sucesso em uma entrevista de emprego na área.

Segundo o autor, “seguindo as orientações do livro, o candidato sai na frente dos outros e reduz a concorrência, facilitando a sua entrada na agência, pois a obra aborda o que a faculdade, às vezes, não ensinou, mas pode ser decisivo para obter o emprego”. O leitor que adquirir este livro verá informações sobre o funcionamento de cada departamento de uma agência, dicas de software e computação gráfica, erros que devem ser evitados e relatos de histórias reais do mercado de trabalho.

Capa do livro Como Ingressar no Mercado Publicitário - Crédito: Core Comunicação/Divulgação

Ficha Técnica do livro
Título: Como Ingressar no Mercado Publicitário: para estudantes e interessados em trabalhar em agências de propaganda
Autor: Daniel Aguerri Pimenta de Souza
ISBN: 978-85-7808-099-0
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 cm x 23 cm
Páginas: 192
Preço: R$ 39,90

Mais informações
Sobre o autor: Daniel Aguerri Pimenta de Souza é graduado em Publicidade e Propaganda pela FAAP de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela FAAP de Ribeirão Preto. Foi professor da UNIP e do Senac, em Ribeirão Preto e atualmente dá aulas de Publicidade e Propaganda na Uniesp, em Ribeirão Preto.

Sobre a Difusão Editora: Fundada em 1976 atua na produção, comercialização e distribuição de livros nas áreas de Saúde e Comunicação, para um público composto, principalmente, por professores, pesquisadores e estudantes, sendo líder nesses setores. A Difusão atende livrarias de vários estados e fornece material didático para mais de 400 instituições educacionais, sempre privilegiando o autor nacional.

Sobre a Editora Senac Rio: Desenvolve produtos e serviços que visam à difusão de soluções para pessoas e organizações, colaborando para o fortalecimento do setor do comércio de bens, serviços e turismo e para a evolução econômica, social e ambiental dos mercados e das sociedades que alcança por meio da palavra.

Assessoria de Imprensa da Difusão Editora
Felipe Gatto, Core Comunicação (www.corecomunicacao.com.br).
Contatos: felipe@corecomunicacao.com.br

jun 2011 10
Crédito – Google Images

por Marcello Ghigonetto

mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Quem não se lembra do jargão “Aconteceu, virou manchete”. Para os púberes da geração Y, algo inaceitável ou incompreensível, para nós jovens “amadurecidos”, uma expressão já utilizada em um passado nem tão recente, mas que hoje se enquadraria como inadequada, pois o próprio sentido da palavra manchete não mais remete a expressão de noticia ou informação.

Para o mundo atual, a informação não tem interlocutores, ela é direta e rápida. São diversos canais para ratificar o positivo ou amplificar o negativo ou descontentamento sobre algo. Para aqueles que ainda duvidam do poder das mídias sociais, uma imensa surpresa de como uma boa campanha refaz uma imagem ou para outros confirma uma estratégia vencedora.

O vídeo em questão é uma campanha da Vivo para o dia dos namorados. Criado pela agência África em parceria com a produtora O2 Filmes, a música Eduardo e Monica, sucesso do Legião Urbana ganha ares de realidade e promove a empresa como interlocutora desta famosa relação. Para aqueles que apresentam ou já tiveram problemas com a Vivo, nem de longe parece ser aquela empresa que dificilmente atende suas reclamações, ou melhor, que tão pouco parece estar preocupada com sua impressão frente ao serviço por ela oferecido, muito pelo contrário, potencializa seus pontos positivos, em um excelente vídeo, vale a pena.

Imagem de Amostra do You Tube
jun 2011 09

O QUE ESTÁ POR VIR…2

Escrito por Isaque Criscuolo | Postado em Mundo da Comunicação | Tags:

por Isaque Criscuolo

mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

É difícil falar sobre novas ideias, principalmente aquelas que ainda não estão bem definidas ou talvez precisem de tempo para crescer e gerar frutos. No entanto, tentativas são necessárias e estou aqui para tentar.

Como alguns devem ter percebido, o esquema de postagem mudou. Agora a equipe do BGC está organizada em editorias, para melhor aprimorar  e abordar os assuntos. Cada colunista está na área de seu interesse, fazendo o melhor trabalho possível para que você, leitor do site, tenha acesso a um conteúdo cada vez mais rico em informações. Pensando nisso e em como posso aproveitar devidamente o espaço das quintas e sextas que tenho por aqui, decidi fazer desse meu espaço uma espécie de coluna.

Nas quintas-feiras comentarei alguns dos fatos mais importantes da semana, com foco nos veículos de comunicação e como cada um deles abordou determinado assunto. Nas sextas-feiras, textos mais lúdicos para comentar o mundo do entretenimento e cultura, sempre com uma boa dose de profundidade de argumentos e novos pontos de vista.

Para anunciar estas mudanças, nada mais justo do que uma postagem dedicada a isso. Sintam-se à vontade para comentar, sugerir pautas e criticar.  Espero que as próximas semanas tragam boas surpresas. Até a próxima!

mai 2011 19

por Priscilla Aloi
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Como é feito a medição do Ibope? Que tipo de aparelho é usado para fazer essas pequisas? Ele é medido em tempo real? Os canais de TV a cabo também fazem parte dos estudos do órgão? Quem responde a estas questões aqui é Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia. Em uma entrevista ao Blog da Comunicação, ela explica o trabalho do Ibope em todo o Brasil. Confira abaixo.

Priscilla Aloi: Como é feita a medição do Ibope? Essa história de aparelho na casa das pessoas é real? De que forma há essa seleção? Qual a periodicidade? Quais são os meios dessa informação?
Dora Câmara:
Para a medição de audiência nas praças onde é oferecido o serviço regular de audiência TV. Utiliza-se um aparelho eletrônico denominado “peoplemeter”. O aparelho é conectado em até quatro televisores dos domicílios que fazem parte da amostra. O “peoplemeter” registra o status do televisor, se está ligado, identifica automaticamente o canal sintonizado, bem como todas as mudanças ocorridas. Cada morador deve se identificar acionando o botão com o número que corresponde ao seu nome. A metodologia para medição de audiência de televisão é denominada “Painel”, cuja característica é acompanhar um grupo fixo de domicílios ao longo do tempo. Esses domicílios permanecem na amostra por até 4 anos sendo que 25% do painel (amostra) é substituído a cada ano.

O Ibope disponibiliza a audiência em tempo real em vários estados – Crédito: Reprodução

Priscilla: Qual o critério utilizado nessa medição (tipo classe social, região, enfim outros pontos abordados)?
Dora:
Para o painel de audiência TV, selecionamos uma amostra representativa da população (universo) que estamos pesquisando. A escolha é realizada por meio de um processo estatístico baseado nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão oficial responsável pelo levantamento de estatísticas sociais, demográficas e econômicas. Para complementar essas informações, o Ibope realiza anualmente o Levantamento Socioeconômico (LSE), que além de pesquisar as características dos domicílios para definir a melhor estrutura amostral e a estimativa dos universos pesquisados, também oferece endereços para a composição do painel. Os domicílios entrevistados nesse levantamento servem de base para selecionar quem irá compor o painel de medição de audiência de TV, de forma a representar uma amostra exata da população brasileira. Esta amostra deverá representar a população por sexo, classe econômica, idade, presença de crianças, posse de TV paga e regiões da cidade a serem pesquisadas.

Priscilla: Depois dessa medição como é analisado esse Ibope? Um exemplo quando o apresentador diz: estamos com 3 pontos no Ibope. O que quer dizer isso?
Dora:
O Ibope enta seus clientes como analisar todos os dados que são fornecidos na pesquisa para o meio TV. As análises podem ser feitas por faixa horária e por programa. As informações mais utilizadas são: Audiência: Porcentagem de indivíduos/domicílios que assistiram à emissora X num intervalo de tempo. 1% de audiência significa 1% da população ou dos domicílios da cidade pesquisada, por exemplo, uma cidade como Grande São Paulo: (Total da população estimada para 2011 = 18.352.032. 1% equivale a 183.520 pessoas, 3% equivale a 550.561 pessoas e 10% equivale a 1.835.203 pessoas. Total de domicílios estimado para 2011 = 5.823.590. 1% equivale a 58.236 domicílios, 3% equivale a 174.708 domicílios e 10% equivale a 582.359 domicílios). O share é a participação que tem uma emissora ou programa sobre o total de ligados em um determinada horário ou programa. Aqui apresentamos apenas duas variáveis, entre dezenas que são apresentadas nos softwares que oferecemos para nossos clientes.

Canais de TV a cabo também são medidos pelo Ibope – Crédito: Reprodução

Priscilla: O Ibope é medido em tempo real? Depois há uma média final no mês (aqui se possível para a visualização das pessoas se quiser enviar um gráfico)?
Dora:
O Ibope disponibiliza a audiência em tempo real em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Distrito Federal e Curitiba. O dado em tempo real é um dado prévio e não pode ser divulgado. Isso porque o dado prévio ainda não passou por todas as etapas de processamento e controle de qualidade. Esse processo é de extrema importância, pois nos dá a garantia que todos os procedimentos necessários foram adotados desde a coleta dos dados até a geração do resultado final. O dado final consolidado é entregue ao cliente no dia seguinte. Para o banco de Pay TV 8 mercados a entrega é semanal/mensal.

Priscilla: Qualquer emissora pode pedir a medição do Ibope? Já existe essa cultura dentro da TV à cabo?
Dora:
Medimos a audiência de todas as emissoras seja VHF, UHF ou TV por assinatura. O Ibope aufere a audiência de Pay TV no Brasil desde 2001. Atualmente o banco de Pay TV contempla oito regiões: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Distrito Federal, Curitiba, Florianópolis e Campinas.

mai 2011 19

por Ruither Ferrão

mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

A arte de comunicar-se está sempre em constantes fases de mutação nos últimos anos em todo o mundo, principalmente depois da globalização, que veio facilitar ainda mais a vida de todos. Em um tempo não muito distante, ter um telefone em casa no Brasil era coisa de quem tinha dinheiro e, mesmo assim, em alguns casos era necessário esperar bastante para se conseguir a instalação de uma linha telefônica.

Com o passar do tempo, não só o telefone ficou facilmente acessível, mas atrás dele veio uma gama de outros meios de comunicação.  Talvez dentre todos eles o mais importante seja a internet. É inegável que ela tenha vindo para facilitar e encurtar as distâncias, proporcionando o contato com qualquer parte do mundo em questão de segundos.

Quem poderia imaginar uns 30 anos atrás que seria possível transmitir hoje,em tempo real, um acontecimento que pudesse ser visto por bilhões de pessoas simultameamente? Como diria minha avó: “coisa de outro mundo”!

Por falar em coisa de outro mundo, até velório com transmissão ao vivo pela internet já inventaram! Celular então! Já são 175 milhões de aparelhos no Brasil, ou seja, quase um aparelho por habitante. Já a televisão, ainda é o meio de comunicação mais utilizado nos lares brasileiros. Ela está presente em 95.5% das residências.

Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, existem hoje no país 85 milhões de computadores, dos quais quase 74 milhões possuem acesso à internet. Entretanto, somente 20% tem acesso à banda larga. O professor de jornalismo das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Luis Fernando Lopes Tabet, lamenta que nem toda a população tenha acesso à internet. “A internet ainda é inacessível a muitas regiões e apenas nos grandes centros as pessoas de todas as faixas etárias começam a utilizar mais a rede do que o televisor”, afirma. “É importante que o governo implemente maneiras mais fáceis e baratas para dar acesso a toda a população”, completa.

Com tantas inovações na área da comunicação a cada dia, fica impossível imaginar como será o mundo daqui a algumas décadas! Quem viver verá!

Fonte: segs.com.br

abr 2011 09


A radialista Michelle Bruck – Crédito: Divulgação

Aos 15 anos de carreira na comunicação a radialista Michelle Bruck se orgulha de sua trajetória e fala em tom de otimismo sobre o rádio e seu papel na sociedade

Leandro Pereira
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Fim do mistério. Este é o rosto tantas vezes idealizado por ouvintes das rádios Savassi FM, Inconfidência FM, BH FM, Alvorada FM, Transamérica e Jovem Pan. Filha de Marco Antônio Bruck, que atua há mais de 40 anos no plantão do programa Apito Final da Rádio Itatiaia, a radialista Michelle Bruck comemora 15 anos de trabalho e fala do seu amor pelo rádio e em tom otimista reflete sobre o papel desse veículo na sociedade e seus pontos de convergência com a internet.

Sua convivência com o mundo da comunicação da infância com o apoio do pai que ela considera um norte, apoio, um parceiro, um amigo além de profissional incrível. Michelle chegou a cursar cinco períodos de Comunicação Social abandonando posteriormente para optar pela formação artística que começou no Cine Belas Artes quando um amigo pessoal lhe mostrou um folder da Escola para Locutores da Beth Seixas. Foi o ponto de partida para a descoberta de sua paixão pelo trabalho com a voz e sua interpretação.

Além das emissoras de BH pelas quais ela passou ela também trabalhou com locuções comerciais, espetáculos, narrações de personagens para peças de áudio e estudou matérias isoladas no curso de teatro e atualmente é a diretora artística de Pelo Mundo com a mídia digital na pesquisa sobre música, gravação de chamadas, VHt’s, e programas, conteúdos para o blog e para a TV e todo o conteúdo transmito pelas redes sociais como Twitter, Facebook, Tumblr. A locutora acredita no potencial do rádio em ser um suporte para a internet e que isso significa que os meios que comunicação estão se convergindo e não se separando como tanto se discute entre os comunicadores modernos.

“Trabalhar com mídia digital é extremamente prazeroso e perigoso. O prazer de estar acompanhando o momento em tecnologia, arte e comunicação convergem e se tornam acessíveis. Perigoso porque como temos uma gama enorme de informação e fontes de pesquisa, precisamos ser mais criteriosos e pesquisar cada assunto com mais atenção. É bom falar também que a era digital pede um profissional mais diversificado, alguém que escreva, fale, grave TV, use as ferramentas das redes de relacionamento e assim por diante. O que também é ótimo porque o profissional tem mais opções de atuação no mercado”, afirma.

Outro ponto que vale ressaltar são as suas entrevistas exibidas no site Youtube. Elas não têm periodicidades para serem postadas, mas os vídeos além de trazerem novidades sobre o que há de melhor na música popular brasileira abrem espaço para novos artistas que por outros meios teriam dificuldade de dilvulgação de suas músicas. Sem falar na irreverência, no astral que são a marca principal da apresentadora que, para quem não se lembra, também já foi a voz do Good Times na BH, um de seus trabalhos mais elogiados.

Estes já são motivos suficientes para que os leitores continuem acompanhando as novidades dessa comunicadora comprometida com o bom gosto e a inovação a cada novo projeto.

Michelle está há 15 anos no rádio – Crédito: Divulgação
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