ago 2010 23

Nos dias 25 a 27 de agosto, a Prattica – Agência Experimental de Relações Públicas da UFPR realiza o III Circuito de Palestras, que contará com palestras e oficinas voltadas aos estudantes de Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Entre os palestrantes convidados, estão nomes de destaque no meio universitário nacional, como a Profª Drª Margarida Kunsch (USP), profissionais de outros estados, como Marcello Chamusca, responsável pelo Portal RP-Bahia, e comunicadores da região, como Rodrigo Rodrigues, destaque da área de Planejamento de Publicidade e o jornalista Cristiano Freitas.

O Circuito tem início na manhã de quarta-feira, dia 25 de agosto, às 8h30, com a palestra de abertura sobre o tema “Comunicação Estratégica na Universidade”, da professora Margarida Kunsch, livre-docente de Comunicação Institucional pela ECA-USP e presidente da ABRAPCORP. O encerramento do Circuito de Palestras da Prattica acontece com a palestra do jornalista Cristiano Freitas, editor da Gazetinha e duas vezes ganhador do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, que debaterá a comunicação para adolescentes.

Veja abaixo o horário de todos os eventos do III Circuito de Palestras da Prattica:

Clique na imagem para ver o programa completo do evento: Crédito: Prattica/UFPR

SERVIÇO
Data:
25 a 27/08 (quarta, quinta e sexta-feira)
Horário: quarta, das 8h30 às 22h; quinta e sexta, das 14h às 22h.
Local: Departamento de Comunicação Social da UFPR
Endereço: Rua Bom Jesus, 650 – Bairro: Juvevê – CEP: 80035-010 – Curitiba/PR
Maiores informações
Twitter:
www.twitter.com/prattica_ufpr
E-mail: prattica.ufpr@gmail.com
Telefone: 41 3313-2047

* A pedido do estudante de Comunicação Social/Relações Públicas da UFPR e membro da Prattica, Felipe Martins Greiner, estamos divulgando este evento.

ago 2010 20

“Com a quebra de barreiras físicas que a internet promoveu globalmente, ficou muito mais fácil e rápido obter acesso à informação. Na rede, clientes conectados ganharam mais poder de barganha e agora tomam decisões que incidem na reputação dos fornecedores, influenciando e sendo influenciados por outras pessoas que trafegam no meio online”.

Com surgimento de novas mídias, possibilidades foram abertas para muitas empresas fomentarem a discussão em torno de seus produtos e serviços em diversas mídias sociais.

Foi por este contexto, que a Deloitte desenvolveu a pesquisa “Mídias sociais nas empresas”, com o objetivo de determinar o grau de maturidade das organizações brasileiras em relação ao boom das mídias sociais no mundo. A pesquisa demonstra como as mídias sociais podem ser utilizadas como um pilar estratégico de negócios, ao aproximar os consumidores de seus fornecedores.

Atenta aos assuntos do mercado de comunicação, o primeiro Comitê de Comunicação Digital Aberje Minas, promoveu na segunda-feira, 16, uma palestra com o tema: “Mídias sociais nas empresas – o relacionamento online com o mercado”. O evento reuniu mais de 140 profissionais e estudantes no auditório da Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte. A palestra baseada na pesquisa da Deloitte, contou com o palestrante, Fábio Cipriani, especialista em estratégia de cliente e mercado e gerente da área de Consultoria Empresarial da Deloitte.

Palestra: Mídias Sociais nas Empresas - Crédito: Comitê Aberje de Comunicação

Cipriani falou sobre o perfil dos consumidores, do mercado e das empresas que estão inserindo as mídias sociais em suas estratégias. A palestra foi dividida em três partes, sendo aberta ao final para perguntas:

  • a importância das mídias sociais, destacando o grande crescimento de diversas redes, o poder de influência das mídias na reputação da organização, e o perfil das pessoas e das empresas no mundo das mídias sociais;
  • pesquisa de Mídias Sociais nas empresas, apresentando os resultados obtidos com dados sobre as experiências, iniciativas e também das falhas das organizações;
  • visão da Deloitte sobre como abordar as Mídias Sociais nas empresas.

 

Quando perguntado qual o melhor momento das empresas investirem nas mídias sociais, Fábio Cipriani, diz que já; “este é o momento”. Mas, Cipriani alerta que é necessário tomar alguns cuidados. A primeira é a abordagem a ser feita pelas empresas é fazer o planejamento estratégico, mapear o valor gerado pelas mídias sociais e realizar abordagens inteligentes e estratégicas.

A escolha correta das mídias sociais faz a diferença nos resultados. Portanto, não seja apenas mais um. Faça a diferença, envolva toda sua equipe, faça uma abordagem inteligente, ofereça o melhor para seu cliente e fornecedor. Promova relacionamentos.

A pesquisa já está disponível no site da Deloitte: www.deloitte.com   

Confira também a apresentação da palestra no link da Aberje:

 http://www.slideshare.net/DigitalAberjeMG/midias-sociais-aberje

Não deixem de consultar!

ago 2010 05

Por Leandro Lopes
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Fazer as pessoas rirem é uma arte para poucos. Contar uma piada, relatar algo engraçado, ou fazer com que seus amigos se divirtam é completamente diferente de o fazer profissionalmente.

Fazer sorrir é uma profissão das mais bonitas. As pessoas saem de seus trabalhos, saem de reuniões importantes, desligam telefones, reservam seu tempo, gastam seu dinheiro e esperam apenas, sorrir.

Já existem diversos espetáculos voltados para o sorriso. Diversos espaços dedicados a essa vertente, e a cada dia o público aumenta.

O sorriso talvez faça parte de uma linguagem universal. Em qualquer lugar que você vá, com certeza, as pessoas entenderão seu sorriso.

Deixo como sugestão três vídeos que considero dos melhores espetáculos que circulam por aí. Marco Luque – Silas Simplesmente, Fábio Porchat e a NET, e Leandro Hassum e Marcius Melhem no “Nois na Fita”.

Marco Luque – Silas Simplesmente

Imagem de Amostra do You Tube

Fábio Porchat – NET

Imagem de Amostra do You Tube

Leandro Hassum e Marcius Melhem – Pleonasmo

Imagem de Amostra do You Tube

Rir é sempre um bom remédio.

Os artistas são com certeza, ótimos comunicadores.

De olho neles e com maior prazer!

Abraço,

Leandro Lopes.
@falecomleandro
formspring.me

jul 2010 29

por Guilherme Freitas
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

O caso Bruno deu uma esfriada, mas não podemos deixar de comentar aqui a influência da mídia desde quando o caso veio à tona. A história começou a ser ventilada na imprensa durante a Copa do Mundo[bb], em junho, e teve seu ápice após a prisão do atleta no mês seguinte. O goleiro do Flamengo é acusado de ser o mandante de um possível assassinato da ex-amante, Eliza Samudio. Junto com um amigo, um menor de idade e um ex-policial civil, Bruno foi preso e permanece atrás das grades em um presídio em Belo Horizonte.

Não vou perder tempo aqui explicando detalhes sobre caso, que assim como o episódio envolvendo a menina Isabela Nardoni e a jovem Eloá Pimentel, tornou-se assunto nacional e foco total da imprensa e principalmente, dos programas policiais e das tardes da TV brasileira. Os jornalistas, se é que podemos classificá-los assim, não fazem o seu o trabalho como deveriam fazer. Colocam-se como juízes, capazes de condenar e absolver os envolvidos e influenciar a grande massa. O pior é que eles não têm a humildade de se colocar em seu devido lugar. Jornalista deve apenas informar e jamais induzir opiniões do público.

Assim como no caso Bruno, os jornalistas extrapolaram como no caso Isabella – Crédito: Divulgação

A história do goleiro Bruno é um belo exemplo desta falta de ética da nossa imprensa. O jogador foi do céu ao inferno em poucos dias. De ídolo e capitão do Flamengo[bb], para um assassino sem coração. Bruno foi pré-julgado antes das investigações serem concluídas (e elas ainda não acabaram). Foi algemado, levado para uma delegacia, exposto em programas sensacionalistas, taxado de assassino, ameaçado de linchamento e viu o delegado do caso dar entrevistas como se tivesse pegado um peixe grande. Até o momento, o corpo de Eliza ainda não foi encontrado. Detalhes do crime se alteram diariamente e ninguém sabe o que pode acontecer. Não duvido que Bruno deixe a prisão em alguns dias, pois já teve pedido um habeas corpus.

Este tipo de jornalismo popular não me agrada. Ele é muito apelativo. Sabemos que ele é voltado exclusivamente para a classe social mais baixa da sociedade, que consequentemente é menos escolarizada. São pessoas que não têm o hábito de se informar com frequência. Preferem ler ou assistir telejornais apenas sobre casos de seu cotidiano, onde predomina a violência e as tragédias familiares. Acho que a imprensa tem uma parcela de culpa nessa história. Ela precisa mudar, começar a induzir esse cidadão a pensar diferente, a trabalhar seu intelecto. Posso estar sendo radical ou sonhador, mas deve haver um incentivo para mudar este hábito da população mais pobre.

Mas não podemos esquecer também que a maior parcela da culpa é dos governos que deixam a educação de lado. É um problema que vai levar anos para ser solucionado.

jul 2010 22

por Priscilla Aloi
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Hoje vamos informar você, caro leitor, sobre uma dica que vai alegrar o seu dia. O famoso grupo Doutores da Alegria, onde palhaços profissionais animam crianças em hospitais, abriu inscrições para o curso “Palhaço para Curiosos – Sem Contra Indicações, Mas Com Efeitos Colaterais”, que será ministrado a partir de agosto. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de julho, próxima quarta-feira. Confira abaixo mais informações no release da Editor Web.

Os Doutores da Alegria – Crédito: Divulgação

Aulas terão início no dia 03 de agosto, na sede paulistana da organização

Já estão abertas as inscrições para o curso “Palhaço para Curiosos – Sem Contra Indicações, Mas Com Efeitos Colaterais” da Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria. Os interessados em se inscrever devem acessar o site www.doutoresdaalegria.org.br ou, para mais informações, entrar em contato pelo telefone (11) 3061-5523 ou pelo e-mail cursos@doutoresdaalegria.org.br. O prazo limite para se inscrever é 28 de julho.

Criada no ano passado, a Escola de Palhaços[bb] tem como base os mesmos princípios que regem a relação do palhaço dos Doutores da Alegria com a criança no hospital: curiosidade, flexibilidade, reconhecimento da importância da história de cada um, aprendizado mútuo e escuta, para ampliar seu papel formador e incluir outros públicos. Toda a renda gerada pelos cursos da Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria é revertida para o programa permanente de visitas dos Doutores em hospitais[bb] públicos brasileiros, fortalecendo a autonomia da instituição.

”Palhaço para Curiosos I – Sem contra-indicações mas com efeitos colaterais” é baseado em jogos e brincadeiras, princípios de improvisação e trabalho coletivo para estimular a criatividade e a percepção de si e do outro, o resgate do olhar e da escuta e o trabalho com base no apoio e confiança mútuos. Neste curso, para interessados em geral – maiores de 18 anos – não se utiliza o nariz de palhaço; a máscara tem função inspiradora. O curso fala da lógica incomum do palhaço, um ser único que, com sua liberdade de pensamento, se relaciona com a vida de forma singular.

SERVIÇO
Vagas:
20 (preenchimento por ordem de inscrição).
Valor: R$ 580,00 (em duas parcelas de R$ 290,00).
Inscrições: até o dia 28 de julho, com preenchimento do cadastro online e envio do comprovante de depósito da primeira parcela.
Aulas: De 3 de agosto a 28 de setembro de 2010, as terças-feiras, das 19h30 às 23h.
Local: Galpão dos Doutores da Alegria, na Rua Alves Guimarães, 73, em São Paulo. Curso ministrado pela equipe de artistas formadores dos Doutores da Alegria.
Observação: Ao final dos cursos, os alunos da Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria recebem um certificado que não garante o registro na DRT. Os cursos desta Escola não se destinam a formar palhaços para a atuação em hospitais, nem para o ingresso no elenco dos Doutores da Alegria.

jun 2010 10

Por Leandro Lopes
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Leitores e navegantes assíduos saberão do que se trata este post somente por lerem o título, e mais do que isso, provavelmente terão uma opinião formada quanto a esta polêmica que bate em nossa porta em tempos de globalização.

Nosso mundo quase que completamente digitalizado e intercalado nos permite acessar de qualquer aparelho conectado à internet, diversos títulos de livros e tantas outras milhares de informações espalhadas pela rede.

A pesquisa de escola, como fora feita nos tempos do meu e do seu pai, quase não existem mais. Agora, em menos de uma hora, você pode consultar aproximadamente o equivalente ao que fazia nossos pais levarem um dois dias, isso claro, se todos os livros que eles desejassem estivessem na mesma biblioteca.

Professores comentam que atualmente, grande parte da bibliografia dos trabalhos dos alunos tem em seu conteúdo o prefixo www indicando portanto, o uso de websites como fonte de informações.

Não podemos nos esquivar da grande importância da internet em nossa vida. Segurança, comunicação, informação, serviços, entretenimento e muito mais que imaginamos estão presentes na rede. Claro, há também de se salientar que contribuiu e muito com a pirataria, a pedofilia e outros crimes que (hoje) estamos cansados de ver.

Perderemos este hábito?

Gravadoras de CD já são vítimas do mundo globalizado e da internet. Algumas delas inclusive, já aprenderam, e procuram usar a internet como aliada.

Será o livro “a próxima vítima”?

Sentar em uma cadeira e saborear um bom livro? Ou acessar a rede e obter qualquer informação de graça em sua frente? Não tomarei posição, apesar é claro, de ter a minha.

De olho neles.

Abraço,

Leandro Lopes.
formspring.me
@falecomleandro

Página 1 de 211231020...Última »