Por Danilo Barros Andrade
Olá pessoal minha vida está uma correria tremenda por isso, desta vez deixo meu post um pouco mais fraco do que o normal, mas quero aproveitar esta oportunidade para mostrar para vocês um trecho da minha participação no programa RECLAME sobre publicidade e propaganda que é exibido no canal Multishow:
Em janeiro tive a oportunidade de participar de nada mais nada menos do que o maior evento da internet mundial. A Campus Party que aconteceu no Centro de Exposições Imigrantes.
Veja um video, cujo foco era mostrar um pouquinho dos Bastidores do evento.
por Guilherme Freitas
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br
Acessar a internet na China é um grande desafio. Conseguir informações sobre temas polêmicos ou que são reprovados pelo regime comunista é algo mais complicado ainda. Alguns sites ocidentais são bloqueados no país graças ao Grande Firewall, a muralha chinesa digital. Graças a censura, surgiram algumas cópias de sites ocidentais, versões chinesas e rigorosamente vigiadas pelo governo. Um desses “clones” é o Baidu, o buscador chinês semelhante ao americano Google.
O buscador foi fundado em 2000. Hoje é presidido por Robin Li e conta com mais de 3 mil funcionários. O Baidu é o maior buscador da China e o terceiro do planeta, ficando atrás apenas do Google e do Yahoo!. Ele tem outros serviços, como o Baidu Baike (uma espécie de Wikipédia chinesa) e Baidu 500 (um ranking de músicas mais buscadas na web). Hoje o site está entre os dez sites mais acessados do mundo. Ao todo há cerca de 740 milhões de páginas, 80 milhões de imagens e 10 milhões de artigos em áudio e vídeo em seu índice.
O Baidu continua investindo na web. Recentemente o buscador abriu uma página no Japão: www.baidu.jp. É o primeiro site fora de território chinês a fazer tal serviço. Boatos também dizem que o site recebeu uma licença do governo para abrir um canal de notícias, como o Yahoo!, por exemplo. Procurar por violação dos direitos humanos, libertação do Tibete e autoritarismo no Baidu é a mesma coisa que perder tempo. O governo censura tudo que é crítico ao seu regime.
O Google andou tendo problemas em solo chinês, pois sofreu um cyberataque de hackers e acusou o governo. Pequim disse que não tem nada a ver com a história e ameaçou banir o Google de seu território. A crise chegou até a Casa Branca e aborreceu o presidente Barack Obama, que se declarou “muito preocupado”. Os chineses estão preparados caso o Google feche seus escritórios no país. Eles têm o Baidu.
Danilo Barros Andrade
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br
Escrever bem é uma prática super básica para qualquer jornalista. E agora com essa moda de internet (rs) cada vez mais fundamental se torna a prática de escrever bem para web. É o tal do SEO no jornalismo ou o que poderiamos chamar de jornalismo de indexação.
Será que posso ousar em dizer que o usuário consome muito mais conteúdo do que antes? Com as redes sociais então a produção de conteúdo digital está cada vez mais em voga. Hoje é fato, não podemos esquecer de que estamos a mercê de uns robozinhos chamados crawlers, que são os discípulos virtuais do óraculo Google. A gente precisa e DEVE produzir texto nos padrões. É como o ditado diz: Dançar conforme a música!
Para ajudar os cidadãos digitais é que mais uma vez preparei um post sobre o tal WEBWRITER, Jornalismo SEO.
Alguns dos itens abaixo foram feitos em parceria direta com um amigo chamado Rogério – vulgo @matofino para nortear cada vez os interessados em escrever para internet.
Lá vai!
Semântica
Código: <title> / <h1> – Heading 1 – H1
Quando devo usar:
Além de ser o título do texto, essa informação também aparece na barra de título do navegador de internet do usuário. O ideal é utilizar 65 caracteres para evitar “…” nos buscadores, mas não necessariamente precisar seguir essa limitação. Importante: é de super relevância que a principal palavra-chave do texto apareça no título.
A tag <h1> indica que o título é a informação número um da página web (peso, relevância). O H1 nada mais é que o “cabeçalho de nível 1”
Ex: Curso e Consultoria de Google e Joomla – Konfide Marketing Online
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Código: <b> <strong> Strong ou bold
Quando devo usar:
Como dizem os jornalistas, é este destaque que vende a ideia/notícia. Para um texto de 2000 caracteres, um “olho” de duas linhas é o suficiente. A tag <h2> indica que o pequeno texto é a informação número dois da página web. Neste caso, H2 é o cabelho de nível 2. Como no exemplo acima, do mais ao menos importante.
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Código: <b> <strong>
Quando devo usar:
È importante que o redator insira as principais a(s) palavra-chave do texto, preferencialmente em strong. Vale lembrar que a tag bold é diferente da strong – apesar de fazerem o mesmo efeito. Veja:
A tag <b> indica negrito, ao contrário da etiqueta <strong> que significa ressaltar a escrita. A tag <p> indica que a formatação deve serguir o esquema de parágrafo.
<b> é uma tag “visual”
<strong> é uma tag semântica
O legal seria o redator utilizar as principais a(s) palavra-chave do texto em strong.
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Código: <h3> – Heading 3 – H3
Quando devo usar:
Eu diria que o bom senso conta e muito! Você pode utilizar esta tag quando quer ressaltar itens. A regra do <title> e <h1> também serve para os subtítulos, exceto a limitação de caracteres. A tag <h3> indica que é a informação número três na web. O ideal é utilizar no máximo três itens com a formatação “h3” numa mesma página.
Código: Conceito
Quando devo usar:
Long Tail é um conteito do livro A Cauda Longa (The Long Tail) de Chis Anderson que transformou-se numa das melhores referências literárias no mercado digital. O livro aborda a nova dinâmica de negócios e fragmentação dos mercados atuais. Redação criativa e bem escrita, acompanhada de palavras-chaves estratégicas, farão com que o leitor leia as informações e quem sabe, viralize o texto e/ou link.
Em um próximo post quero detalhar mais este conceito da Cauda Longa, pois é importante que todo mundo domine para que possa extrair o máximo dela.
Por Danilo Barros Andrade
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br
Olá pessoas, o post de hoje valerá para todos os blogueiros. Quem gosta de escrever para internet precisa entender alguns conceitos básicos de SEO (Search Engine Optimization). Pra quem não sabe esta técnica é utilizada para melhorar a visibilidade do seu conteúdo online e para ajudar o leitor na hora de ler o seu conteúdo. Afinal, pra que postar na rede se ninguém achar o seu contéudo? Abaixo são descritos alguns passos sobre boas práticas de redação na web, seguindo a teoria que eu concebo, que é embasada em estudo de sites, livros, pessoas e experiência própria.
Divirtam-se!
Dicas para elaboração de textos:
Os blogs ou sites podem ser lidos e acessados de qualquer lugar do mundo, portanto, é importante evitar jargões ou termos muito técnicos. Pra quem não sabe o que é, lá vai:
“Jargões são palavras ou abreviações usadas por um grupo de pessoas, mas que fora deste grupo ninguém sabe o significado.”
Se realmente for necessário, não esqueça de explicar o que é!
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Palavras-chave – Esta é a oportunidade de comunicar as palavras-chave (aquelas que queremos aparecer) da página com mais precisão, uma vez que o título do seu post e ou meta tags são de alcance limitado. O padrão para título é a inserção da tag H1. Esse H1 são os HEADINGs – um tipo de formatação pré-pronta, como tem no word. É importante tomar cuidado, inclusive, para não fazer textos pensando só nos robots, por quê fica desinteressante e pouco relevante para quem o lê.
Dica técnica: Para títulos de site, recomendo usar no máximo 65 caracteres.
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Cuidado com os erros de grafia. Isso é grave! Na dúvida sobre como escrever ou digitar determinada palavra, procure trocar por outra que tenha certeza. As palavras mais usadas no texto devem ser pequenas e de uso diário. Textos mal escritos ou com erros de concordância dificultam a compreensão.
Dica da vez: Frases curtas e os prágrafos não muito grandes. Na internet é assim!
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No Jornalismo fala-se muito do LIDE (Quem fez o quê? Quando? Como? Onde? Por quê?) – Estas são perguntas cujas respostas são fundamentais em qualquer texto. E mais, devem ser respondidas com o mínimo de informação, ou seja, no primeiro parágrafo. Independentemente do tema. Na internet o conceito do lide tem muita força, pois a ideia é fazer com que o leitor saiba o máximo lendo o mínimo.
Dica da vez: É melhor usar vários parágrafos do que somente um texto corrido.
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Lembre-se sempre de citar a fonte. Nem vou obrigar, neste caso, a colocar seguindo normas e normas. Se você puder informar de onde tirou a informação já tá beleza! Mas se quiser algo mais pode colocar nos padrões que existem por aí.
Dica para citar fonte na internet: apelido; nome próprio do autor; título completo do artigo (entre aspas); título completo da homepage (se aplicável, em itálico); endereço “http” completo; data da consulta ou a data da última atualização do documento (entre parênteses).
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Tome cuidado ao sublinhar um texto, pois isso muitas vezes induz o leitor a clicar na palavra. A internet é assim. Interatividade aguça o senso crítico do internauta. Clicar ou não? Eis a questão. Se parecer que dá pra clicar e não puder frustará! Certeza! Lembre-se de que na internet lidamos com leigos e experts.
Dica da vez: Que tal usar o negrito? O tal do bold/strong também é considerado fator de relevância para internet. O Google lê o conteúdo e entende que se você destacou determinado conteúdo é porquê deve ter algum motivo. Então ele valoriza.
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A linguagem coloquial pode ser mantida, claro que com o bom senso. Sabemos que quanto mais formalidade mais complexa a compreensão. Dinamismo. Se o leitor precisar ler o mesmo texto 3 vezes para entender o que você quis dizer, ferrou. Não há tempo.
Dica da vez: Isso não significa que precisamos deixar de lado as regras do bom português.
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Informações verdadeiras – É muito importânte ter certeza daquilo que publica. Sua credibilidade vai de 100 a 0 em poucos minutos ou vice-versa. Isto nem é dica para internet. É dica pra tudo….rs Aliás, parece tão óbvio, não?
Dica da vez: As coisas não são óbvias como pensamos. Muita gente deixa de lado este item ou checa a veracidade da informação depois de publicar o texto. Pecado! A internet é muita rápida, ou melhor os internautas são rápidos demais.
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A recomendação é de textos diários. Atualização constante. Por quê? Para fazer o leitor perceber que o site tem atualização frenquentemente. O usuário gosta e o Google também. Você visita um blog várias vezes num mês, mesmo sabendo que ele mais nunca foi atualizado? Não! Óbvio que não. Jornalistas que focam no bom português sabem muito bem que repetição de palavras num mesmo texto é péssimo.
Há quem diga que isto significa falta de vocabulário. Mas em se tratando de SEO, talvez a regra perca um pouco da força. Pois sinceramente precisamos destacar, as vezes, a palavra-chave que queremos ser encontrados. Então se faz necessária a utilização de uma palavra mais de uma vez no mesmo texto.
Dica da vez: Cuidado com o contexto. O conteúdo que fica em torno da palavra-chave escolhida também conta ponto para bom posicionamento no ranking de buscas. Na basta só tacar palavrinhas lá, várias delas espalhadas pelo texto, é preciso escrever com atenção para que a informação tenha nexo.
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Evite duplicar conteúdo. O Google não gosta desse tipo de atitude e o dono do texto também não. Mesmo que tenha os devidos créditos. Criatividade é o que importa. Conteúdo inédito. Exclusivo. Sempre, ok? Traduzir textos do inglês para o português e fazer suas adaptações também é válido.
Dica da vez: Atenção ao traduzir textos em outros idiomas. Nem sempre jogar só no Google Translate é a melhor solução. Sugiro uma revisão, né?
Terceira parte do especial “Imagens da Década”. Hoje vamos apresentar mais 15 imagens de momentos marcantes no mundo da cultura, entretenimento, tecnologia e informática
. No sábado a série chega ao fim com mais 15 fotos inesquecíveis.
Mania mundial: Seriados americanos foram a grande onda da década televisivas pelo mundo à fora. Dezenas de séries de TV conquistaram púbico, audiência e muito dinheiro. Destaque para Lost, que ilustra essa sessão.
Campeão de bilheteria: Após Bem-Hur e Titanic outro filme conseguiu a proeza de ganhar 11 Oscars em um ano: o Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei, que foi um dos campeões de bilheteria nos anos 2000 e conquistou platéias no mundo todo.
Quem quer ser famoso?: No Brasil a moda foram os reality shows, que começaram com Casa dos Artistas, em 2001, no SBT. Depois surgiram na TV Globo, o Big Brother Brasil e No Limite e na Record, a Fazenda. O BBB é todo ano uma das maiores audiências da TV brasileira.
O Rei do Pop: No dia 25 de junho de 2009, morreu um dos maiores gênios da música mundial: Michael Jackson. Polêmico e talentoso, Jackson teve uma parada cardiorespiratória e faleceu em casa após ingerir muitos medicamentos. Ele se preparava para voltar aos palcos. Sua morte causou comoção mundial.
O bruxinho: Ninguém vendeu mais livros nessa década do que a escritora J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter. A britânica começou a escrever a série nos anos 1990, mas só conseguiu publicá-la no começa desta década. A aventura saiu das páginas e também foi um sucesso nas telas do cinema.
Rock Star: O Brasil entrou na rota dos megashows musicais e nos últimos dez anos recebeu grandes eventos. Destaque para o show da banda Rolling Stones na praia de Copacabana que teve mais de 1milhão de público em 2007 e as apresentações de Madonna em 2008, que renderam um namoro com o modelo Jesus Luz.
Era uma vez…: A indústria musical sofreu um baque com a desvalorização dos cd´s frente ao avanço dos donwloads pela internet. Devido as fortes concorrências do DVD e posteriormente do Ipod e do mp3, os cd´s acabaram sendo relegados a segundo plano e muitos encalharam nas lojas.
O passarinho azul: Em poucos meses o site Twitter virou uma febre mundial. O fato de você poder escrever mensagens curtas em apenas 140 caracteres e enviá-las através de celulares e computadores para quem quiser conquistou milhões de pessoas que hoje twittam sem parar.
Jovens milionários: Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, tornaram-se milionários em pouquíssimos anos. O aumento de dinheiro na conta bancária ocorreu porque ambos criaram o Youtube, site que permite o compartilhamento e divulgação de vídeos, que tornou-se um sucesso mundial rapidamente.
Revolução digital: A década de 2000 explodiu as redes sociais. Orkut, Facebook, MySpace e tantas outras integraram jovens (em sua maioria) pelo mundo a fora. Amizades virtuais foram criadas e a tendência que elas durem por muito tempo.
Alta definição e performance: Depois da geração dos games com cartucho e cd´s chegou ao mercado nesta década a geração dos vídeo-games em alta definição com dvd´s e gráficos alucinantes. Sucesso de vendas, Wii, Playstation 3 e X-Box disputam entre si a liderança do mercado.
Revolução musical: O lançamento do Ipod mudou os rumos do mundo da música. Pessoas que antes compravam cd´s em lojas passaram a baixar as mesmas pela Internet e carregar seus aparelhos que também gravam, fotografam, etc.
Como se estivesse no espaço: Poder ver imagens via satélite de qualquer lugar do mundo é algo que apenas funcionários da Nasa podiam ver. Nesta década foi lançado o Google Earth, que permite ver mapas, guias de ruas e cenários via satélite, que viraram febre na Internet.
O pequenino: Chegou ao mercado no final da década os netbooks, uma versão mais “small” do tradiconal notebook. Menor e mais fácil de se carregar em mochilas e bolsas, os netbooks tem tudo para serem sucesso na próxima década.
Sucesso nacional: A década de 2000 marcou a volta dos grandes sucessos de bilheterias dos filmes nacionais. Filmes de vários segmentos e com grandes estrelas da teledramaturgia brasileira lotaram as salas de cinemas. Destaque para Cidade de Deus, que concorreu a quatro estatuetas do Oscar em 2003.
Por Danilo Barros Andrade
barrosandrade@hotmail.com
Pessoas me perguntaram sobre quais os melhores passos para criação de uma campanha de links patrocinados no google adwords. Num passado não muito distante fiz um tutorial de como criar campanhas com a versão antiga. Agora, com o intuito de atualização, destaco aqui um tutorial sobre a nova versão do Adwords.
1. Clique no botão criar Campanha
2. Coloque um nome para sua campanha e defina o local que deseja que os anúncios apareçam. Em idiomas: Seleciona INGLÊS e PORTUGUÊS. (Pois tem navegadores que estão em inglês por algum motivo como padrão e se o seu anúncio estiver configurado para somente português pode não atingir esse público de “leigos” que não sabe que dá pra mudar.)
3. Quero saber somente as pessoas que conheceram meus serviços por meio de cliques na página do Google. Por isso vamos desabilitar os demais. A dica pode, as vezes, ser: utilizar por uma semana a rede de conteúdo para que você entenda quais são os principais sites que podemos divulgar. Neste caso não quero!
4. Defina seu orçamento diário, baseado na quantidade de verba que tem para o mês. Este valor varia e não tenho uma receita pronta onde você poderá fazer assim ou assado. A dica é se for serviços genéricos, tipo: desentupidora, aluguel de carros, etc precisará, obrigatoriamente de um valor maior. Se for algo específico, ex: curso de jooma, curso adwords.
- Preferências de posicionamento – A dica é ativar!
- Método de exibição – deixe padrão, pois se você acelerar o processo você perderá dinheiro mais rapidamente. (tudo depende de verba disponível)
Configurações avançadas - Não vamos mexer por enqto. Só depois que tivermos métricas suficientes para isso.
5. Anúncio: Na hora de criar, pense bastante no título dele, pois é muito importante! A criação de um anúncio é o momento que, na minha opinião requer muita atenção e cuidado, pois ela deve ser bem atrativo e direto ao ponto. Tente dizer muito com poucas palavras. Evite sempre levar o visitante para a Home do site. Leve para a página do assunto direto.
6. Palavras-chave: tente entender quais as melhores palavras-chave para o seu negócio. Evite colocar 50 palavras, sugiro no máximo 10 a 15. Palavras genéricas? Ex: informática. Proibido! Use sempre combinações de 2 palavras. Não misture palavras amplas com palavras específicas. Veja nosso artigo sobre como selecionar melhor as palavras-chave para o Google
7. Define o lance do clique e salve.
Dica:
- Crie sempre mais de um anúncio para suas campanhas.