Fechando o especial “Imagens da Década”, é hora de conferirmos as últimas 15 imagens selecionadas. São fatos marcantes no campo da sociedade, meio ambientee ciência
. Nesses últimos dias foram publicadas 60 imagens que marcaram os anos 2000 e a equipe do Blog da Comunicação espera que vocês, caros leitores, tenham gostado.
Tsunami: No dia 26 de dezembro de 2004 o mundo se assustou com as gigantescas ondas que se formaram no Oceano Índico após um maremoto. Cerca de 280 mil pessoas morreram em diversos países. Sinal de que o planeta vai enfrentar problemas ambientais neste século.
New Orleans debaixo d’água: Em meados de 2005 um furacão passou pelos EUA e devastou a cidade de New Orleans. Milhares de pessoas, em sua maioria negros e pobres, ficaram ilhadas e perderam tudo que tinham. O governo Bush foi criticado por ter demorado a agir e ajudar as vítimas.
A terra tremeu: Em 2002 a histórica cidade iraniana de Bam foi devastada por um terremoto de 6.6 graus na escala Richter. 30 mil pessoas, fontes não-oficiais contam 80 mil, morreram na tragédia que reduziu a escombros um dos maiores sítios arqueológicos do planeta.
O mundo está nos avisando: Centenas de pessoas perderam a vida após um furacão assolar um dos países mais fechados do mundo. Em Mianmar, o furacão Nargis acabou com aldeias e regiões pobres do país. A junta militar recusou ajuda internacional e impediu que donativos chegassem até as regiões atingidas.
Inferno na Terra: A África enfrentou muitos problemas sociais nesta década. No Sudão genocídio e ma guerra civil sangrenta. No Zimbábue uma superinflação. E ainda a disseminação da Aids no continente que atingiu mais de 25 milhões de pessoas. Pobreza, miséria, fome e doenças caminham juntas no continente.
O aquecimento global: Na década de 2000, a Terra esquentou. Verões infernais na Europa que resultaram em mortes, incêndios na Austrália e derretimento de geleiras no Ártico. Tudo graças ao aumento da temperatura que mudou o planeta, afetando a fauna e flora, e o ser humano também.
Enxurrada de água: Fortes chuvas arrasaram o estado de Santa Catarina no final de 2008. Enchentes e deslizamentos de terra, afetaram a vida de milhares de pessoas que perderam tudo que tinham. Grande mobilizações de solidariedade ajudaram essas pessoas a suportar as dificuldades.
A culpa é do porco: A gripe suína apareceu com tudo no inverno do hemisfério norte em 2008. Mortes nos EUA e México e posteriormente no Brasil, Argentina e Europa, fizeram autoridades médicas ligar o sinal de alerta e se prevenir no combate a doença, que tem efeitos mais fortes do que a gripe tradicional e causou pânico, de forma exagerada.
No escuro: O governo Lula sentiu o efeito de um apagão, assim como FHC em 2001. Dessa vez 16 estados ficaram no escuro por algumas horas e nenhum esclarecimento convincente foi dado pelo governo. E de maneira irresponsável o governo disse que o problema estava resolvido, mas outras quedas de luz voltaram a ocorrer.
Tragédia: Em julho de 2007 um avião da TAM saiu da pista no Aeroporto de Congonhas e colidiu com um prédio da companhia, matando 199 pessoas no maior acidente aéreo da história do Brasil. Ainda não se sabe se foi culpa do piloto, falha do avião ou problemas na pista que causaram o acidente.
Palhaçada: Foi como o cidadão da foto acima que os brasileiros se sentiram em todos os aeroportos do Brasil. Atrasos de vôos, informações erradas nos aeroportos, overbooking e um caos que parecia não ter fim marcaram a crise aérea que o Brasil enfrentou anos atrás.
Violência: A guerra do tráfico de drogas e a desigualdade social resultam na violência urbana, um dos problemas crônicos do Brasil. Imagens como esta acima ocorrem diariamente nas grandes cidades do país e parecem fazer parte da paisagem, infelizmente.
Eles não sabem protestar: O Brasil é um país livre e democrático. Mas nesta década o MST (Movimento dos Sem Terra) não soube se manifestar de maneira correta. Agressões, prisões, violência e depredações foram atos freqüentes do movimento, que ficou queimado na opinião pública.
Violência persa: Tumultos, prisões e mortes marcaram os protestos contra a reeleição do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad em 2009. Jovens oposicionistas ao regime dos aiatolás sofreram com a pesada repressão do governo conservador que não admitia protestos.
O futuro: Começou a funcionar em setembro de 2008 o Grande Colisor de Hádrons, que serve para acelerar partículas (colisão entre prótons e electrons). A construção do LHC gerou polêmica, já que fanáticos crêem que ele pode causar o fim do mundo. Meses após começar a operar ele foi desligado para sanar uma falha e 20 de novembro de 2009 voltou a funcionar.
por Isaque Criscuolo
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
Não é incomum ouvirmos falar de empresas preocupadas com o meio ambiente e com a tal da sustentabilidade. Este é, inclusive, um bom sinal de que ainda existem pessoas preocupadas com o futuro do planeta.
Bons exemplos de empresas que promovem e apóiam causas ambientais são o Grupo Pão de Açucar e a Petrobrás, apesar de poluir o ambiente de forma absurda.
Um outro exemplo maravilhoso é o da Tang, que em sua atual campanha publicitária incentiva medidas ecológicas. Você deve estar se perguntando o que ela fez de original, não? Ok. Explico.
A Tang produziu essa campanha voltada ao público infantil, que, tecnicamente, consome mais seus produtos. Mas, seria uma ideia estúpida falar de meio ambiente e reciclagem para crianças, correto? Pelo contrário, essa iniciativa da Tang é extremamente inteligente e consciente.
Campanha Tang
Nada mais coerente do que conquistar as crianças com uma música dançante e ao mesmo tempo vender seu produto, sem esquecer de ajudar o meio ambiente. É conquistando as crianças de hoje, que se terá um futuro melhor, afinal elas serão o futuro da humanidade. Concordam?
“Vamos cuidar do planeta, vamos reciclar. Se cada um fizer direito o mundo fica melhor.” diz um trecho da música composta para a campanha, que se chama ‘Preparou, bebeu, faz”.
No site da campanha, é possível assistir o vídeo produzido com crianças cantando e se divertindo; fazer o download da música; acompanhar a letra e enviar seu próprio vídeo falando o que você faria por um planeta melhor.
Longe de ser um merchandising, este post parabeniza a iniciativa da Tang, que consegue de forma maestral conquistar as crianças e ainda contribuir na luta de preservação do meio ambiente.
Para tirar suas próprias conclusões, assista:
É como diz a músiquinha: “Se cada um fizer direito o mundo fica melhor.”
Por João Paulo Denófrio
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
O dado alarmante sobre o aquecimento de até 7 ºC no planeta foi feito por um grupo de especialistas do Instituto de Pesquisa sobre os Impactos do Clima de Potsdam, na Alemanha. O documento destaca a necessidade de rapidez e ações eficazes para frear o aquecimento global. O alerta é feito antes da Cúpula da ONU sobre o Clima, marcada para dezembro, na Dinamarca.
Segundo o estudo, a temperatura da Terra poderá subir entre 2 ºC e 7 ºC até 2100 na comparação com o período pré-industrial. Portanto, a cada dia em que os países evitam se comprometer com o clima, a temperatura do planeta irá subir ainda mais. Entre 1900 e 2008, houve um aumento de 40% na emissão do dióxido de carbono, principal causador do chamado “efeito estufa”.

Cúpula da ONU pretende definir novo tratado climático global
Este tipo de pesquisa serve como forma de pressionar as 192 nações que vão discutir um acordo climático substituto do Protocolo de Kyoto, que expira em 2 anos. Entre os otimistas sobre o encontro, circula a notícia de que os Estados Unidos finalmente irão definir uma meta de corte nas emissões de poluentes. Já os pessimistas acreditam que os países poderão até discutir um tratado substituto de Kyoto, mas a assinatura de um novo acordo climático ficaria só para o fim de 2010.
A verdade é que ainda há muito desentendimento sobre as metas de redução de gases poluentes entre países ricos e em desenvolvimento, como o Brasil. Nos últimos meses, a ONU tem cobrado as nações a fim de que se dediquem a adotar medidas sérias para salvar o planeta. A decisão de ajudar o local em que vivemos está em nossas mãos e dos governantes.
Por Henrique Oliveira
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Fonte: www.greenpeace.org
Num ano marcado por intensos debates sobre os problemas ambientais que rondam o nosso planeta, a discussão acerca do aquecimento global ganhou grande fôlego. Isso porque os países desenvolvidos, por incrível que pareça, ainda não aceitaram totalmente a ideia de assumir sua maior responsabilidade no controle das emissões de gases de efeito estufa no mundo. E o Brasil (não esqueçamos dos nossos “quintais”), dono da maior floresta tropical do planeta, ainda não alcançou uma política para evitar as perigosas queimadas que enchem a nossa atmosfera com o famigerado CO2 (gás carbônico).
No entanto, em meio a tanta má vontade e letargia, o Banco Mundial divulgou um relatório onde passa uma visão até otimista para o nosso “futuro climático”: Segundo o balanço divulgado em meados de setembro, ainda poderemos reverter o processo de destruição atual, apesar dos altos (mas não impossíveis) investimentos. Em um artigo bastante ilustrativo publicado no portal “O eco”, a presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas e doutora em educação ambiental, Suzana Pádua afirma que “o esforço prioritário deve ser em prol de energias limpas. Os países desenvolvidos, que emitiram as maiores quantidades de gases de efeito estufa no passado, são os que têm mais possibilidade de agir de maneira a garantir que o clima se mantenha estável no futuro. Já os países em desenvolvimento devem mudar suas práticas para aquelas que produzem menores emissões de carbono enquanto promovem desenvolvimento e redução da pobreza. Estes passos novamente dependem do apoio financeiro e técnico dos países ricos, como ressalta o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, quando ressalta: ‘Os países em desenvolvimento são afetados desproporcionalmente pelas mudanças climáticas – uma crise que não foi produzida por eles e para a qual estão menos preparados. Por esta razão um acordo equitativo é de importância vital’”.
Em outras palavras é preciso que o mundo se uma num esforço conjunto para que se mude toda essa conjuntura de degradação que nasceu do nosso capitalismo industrial. Não se pode mais pagar o preço do desenvolvimento com a degradação do nosso próprio meio. Todos os dias o planeta clama, em diversos lugares, por um socorro que parece nunca chegar. Para se ter uma ideia, a neve do monte africano Kilimanjaro (veja a foto), que antes se considerava eterna, segundo um estudo liderado pela pesquisadora Lonnie Thompson, da Universidade de Ohio (Estados Unidos), está derretendo gradualmente. Devido ás altas temperaturas e aos climas cada vez mais quentes, as neves do monte que fica a 5.800 metros de altura, segundo o estudo que será publicado esta semana no site www.pnas.org e depois na edição impressa da Proceedings of the National Academy of Sciences, podem desaparecer completamente em 20 anos.

Em 20 anos neve do Kilimanjaro pode desaparecer - Foto: www.oeco.com.br
Ou seja, o exemplo do kilimanjaro mostra que estamos sendo morosos com um assunto que demanda rapidez. Estamos beirando a um estado de emergência e isso não é mais um exagero! Os governos dos países desenvolvidos e em desenvolvimento precisam dar às mãos para conter os estragos que eles mesmos fabricaram. Afinal, quantas Amazônias teremos que queimar e quantos Kilimanjaros derreter, para que coloquemos a mão na massa?
por Marcello Ghigonetto
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
“Agir local, Pensar Global” Muitas vezes deixamos de tomar atitudes, pois achamos que é algo que só nós fazemos e que nada adianta.. ERRADO! O Futuro do Mundo esta em nossas mãos, cabe a cada um fazer sua parte. E você, contribui de que forma?
Nos últimos meses venho me interessando cada vez mais pelo assunto, o que cada pessoa pode fazer para garantir um futuro melhor para a próxima geração, a tão falada Sustentabilidade. O cenário mundial é alarmante, hoje somos 6,8 bilhões de habitantes no mundo e a expectativa para 2040 é ultrapassar a casa dos 8 bilhões. O ritmo de crescimento é fora dos padrões. Por dia nascem cerca 200 mil pessoas. Mas vem cá, como equilibrar estes números, de que forma este crescimento desenfreado pode ser contido?
Hoje vou mudar o sistema. Ao invés de texto corrido vou deixar uma série de perguntas para reflexão e conscientização… Opine, critique, ajude, colabore….. o presente é mitigar os danos do passado para construir um futuro correto.
- Se o pré-sal trará desenvolvimento, riquezas, empregos e investimentos por um lado. Significa também que teremos uma nova política na busca por combustíveis fósseis (petróleo) que poluem e contribuem para o aquecimento global. Afinal, o pré-sal é herói ou vilão? E a política de investimentos para o Bio-combústivel (Cana de Açúcar) que não poluía, foi esquecida? E o GLP (que polui menos e foi incentivado), voltaremos a incentivar a utilização de combustíveis derivados do petróleo?
- No Brasil são produzidas cerca de 15 bilhões de sacolas plásticas por ano. Você sabia que o petróleo é matéria prima para produção e que sua decomposição demora cerca de 50 anos? e o aquecimento global?
- Sabe aquele óleo que utilizamos para fritar pastel, ou guloseimas em nossas residências. Pois é, cada dois litros de óleo despejados pelo ralo poluem certa de 10 mil litros de água de lençol freático.
- Você sabia que o papel tido como reciclado no Brasil, utiliza somente 25% de fibra reciclada, o resto é fibra virgem (papel branco). A ABNT estipula que todo papel que contem 25% de material reciclado já pode ser considerado nesta categoria, poxa vida!!
- Você sabia que em São Paulo existe uma Usina termelétrica de incineração de lixo que gera créditos de carbono, repassadas em forma de pela BM&F? E que o dinheiro arrecado com o dividendo é dividido metade entre a Biogás e a outra da Prefeitura. O compromisso firmado visava investimentos em aterros e melhoria da população residente perto de aterros sanitários. Dos R$ 71 milhões já recolhidos pela Prefeitura, apenas duas praças foram construídas como retorno.
- Para produzir uma garrafa plástica de 500ml são necessários quase 100L de água, você sabia?
- Você sabia que 97% de toda água do mundo é salgada, 3% é doce e destes apenas 0,6% são potáveis para consumo.
- Você sabia que se não diminuirmos o ritmo desenfreado de poluição, a temperatura da terra aumentará em média 8°C até 2050. Isso significa em um aumento de 1,20m dos oceanos. Cidades como Santos, Nova York, Fortaleza e Florianópolis correm sério risco de desaparecer do mapa e a Floresta Amazônica se tornar uma enorme Savana.
- Você sabia que um único navio de contêineres em uma viagem de ida e volta pelo Oceano Pacifico consome cerca de 6 mil toneladas de combustível?
- Você sabia que 27% dos alimentos disponíveis para consumo nos EUA acabam no lixo, e que 20 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas por dia se um quarto deste montante fosse aproveitado.
- Você sabia que a cidade de São Paulo não possui aterro sanitário. Todo o lixo é levado para Caieiras, cerca de 15 mil toneladas por dia… Os aterros na capital não suportam mais a quantidade.
- Você sabia que já foram gastos R$ 3 bilhões no projeto de despoluição do Rio Tiête e que 100% do esgoto da cidade de Guarulhos acaba indo para o rio, e mais, semana passada foram aprovados mais R$ 500 milhões para o projeto.
Pois bem, são pequenas atitudes que mudam o nosso mundo. Pare e pense antes de jogar aquele papel ou latinha de refrigerante pela janela. Pode achar que não adianta nada, pois você não faz a diferença, ai que esta. Você faz a diferença. São pequenas atitudes que fazem grandes gestos. Pense nisso…

Fonte: http://www.emdiacomacidadania.com.br
Por Henrique Oliveira
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
O Brasil é um país extremamente rico em recursos naturais. Reconhecidamente, somos um dos países que mais concentram riquezas naturais e biodiversidade no planeta. Mata Atlântica, Amazônia, Caatinga, Cerrado e outras dos nossos patrimônios ambientais são invejados por nações desertificadas ou completamente urbanizadas por todo o mundo. Não é à toa que a floresta amazônica é alvo de tanta cobiça internacional. O nosso país é realmente privilegiado quando se fala em meio ambiente.
Teoricamente, então, deveríamos estar felizes com a nossa condição, além preocupados em poupar nossas riquezas. Mas, infelizmente, não é isso que estamos vendo nos últimos tempos. Para se ter um exemplo de como a nossa biodiversidade está sendo atacada de maneira irresponsável, recentemente, a ONG ambientalista Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) divulgou um estudo que mostra que o cerrado, importante bioma nacional, está completamente degradado. Segundo informações divulgadas no portal “ambiente Brasil”, o estudo indica que “o Cerrado deverá desaparecer até 2030. Dos 204 milhões de ha [hectares] originais, 57% já foram completamente destruídos e a metade das áreas remanescentes estão bastante alteradas, podendo não mais servir à conservação da biodiversidade. A taxa anual de desmatamento no bioma é alarmante, chegando a 1,5%, ou 3 milhões de ha/ano. As principais pressões sobre o Cerrado são a expansão da fronteira agrícola, as queimadas e o crescimento não planejado das áreas urbanas. A degradação é maior em Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso, no Triângulo Mineiro e no Oeste da Bahia”.
Ou seja, a devastação no nosso Cerrado é, mais uma vez, uma lastimável expressão da velha ambivalência entre progresso e preservação do meio. O fato é que, ainda, não sabemos como expandir as atividades econômicas sem agredir de maneira intensa nossas riquezas naturais, e isso é, com certeza, um dos maiores (se não o maior) problema do século XX. Estamos novamente diante da velha questão: quanto custa o progresso?
Enquanto não soubermos responder com firmeza a esta pergunta, continuaremos nos deparando com um Brasil cada vez mais devastado e pobre. Porque a riqueza não se concentra somente em fábricas e mercadorias. Mas, sim, numa forma de crescimento econômico adaptada aos problemas de um planeta doente. A cada desmatamento num bioma específico, temos um impacto geral. O meio ambiente nunca está isolado em cápsulas e, por isso, é tão perigoso esse vertiginoso desgaste das nossas matas e florestas. Para que tenhamos uma noção, muitos problemas nascem dessa agressão ao cerrado que citamos acima. E não estamos falando apenas de problemas imediatos: rios importantes (como o São Francisco e o Tocantins), habitats vitais para diversas espécies da nossa fauna, e uma série de plantas de alta potencialidade medicinal (que poderia nos curar de doenças no futuro) também acabam sofrendo com a destruição.
Então, é preciso que nos desvencilhemos do imediatismo e da sedução do progresso industrial a qualquer custo causa. É de suma necessidade que façamos algo por nós mesmo, pelo nosso futuro, nossa sobrevivência. Talvez, só assim, passemos a enxergar mais o que acontece com a nossa casa…