ago 2009 26

por Isaque Criscuolo

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Imagine um avião que pode ficar no ar durante cinco anos seguidos. Imaginou? Pois este pensamento, aparentemente utópico e por demais futurístico, virará realidade.

A companhia americana Aurora Flight Sciences está desenvolvendo o tal avião, que será movido a energia solar e poderá se manter no ar por cinco anos continuamente.

A asa será em forma de Z, com 150 metros de envergadura, e reajustável durante o voo, para que possa absorver o máximo de energia solar possível.

A aeronave de nome Odysseus deverá acumular a energia do sol durante o dia e usá-la para continuar seu voo durante a noite. Nesta ocasião, a asa tomará uma forma plana, diminuindo sua resistência ao ar e, portanto, consumindo menos energia.

A aeronave não será tripulada e está sendo projetada para voar a altitudes de 18 mil a 27 mil metros, devendo ser utilizada para monitoramento ambiental no âmbito de pesquisas sobre mudanças climáticas, missões de reconhecimento e comunicações.

“Vulture” é o nome dado ao programa da Aurora Flight Sciences que desenvolve a Odysseus e tem apoio da BAE Systems, C.S. Draper Laboratories e Sierra Nevada Corporations.

O protótipo deve ficar pronto em cincos anos, enquanto isso os pesquisadores divulgaram desenhos da aeronave.

Odysseus

Odysseus

Odysseus

Odysseus

Em breve teremos um avião capaz de voar por longos tempos e feito com objetivos ambientais.

ago 2009 19

Por Beto Roncolato
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

O Ministério Público entrou com uma ação contra a Marinha do Brasil e donos de casas flutuantes ancoradas em áreas de preservação ambiental no Rio Paraná. São várias casas flutuantes e para chegar, só mesmo de barco. Os pescadores podem ficar no local por semanas. Algumas casas são mais confortáveis, equipados com água aquecida, ar-condicionado e antena parabólica. As casas flutuantes ficam ancoradas numa área de preservação do Rio Paraná, próximo à cidade de Paulicéia, estado de São Paulo.

Um local estratégico, onde há grande concentração de peixes, mas, segundo ambientalistas, a presença do homem causa danos irreparáveis à natureza, impedindo a regeneração natural, afetando a vida aquática e a fauna terrestre. Uma outra preocupação dos ambientalistas é com a possibilidade de que no futuro, todas as casas flutuantes que não puderem ser aproveitados para pesca, sejam abandonados pelos donos no meio do rio. Essa situação chamou a atenção do Ministério Público Federal, que entrou com uma ação contra os donos das casas flutuantes e contra a Marinha do Brasil, que concede as autorizações para o uso dessas embarcações.

Segundo o Procurador da República, Luiz Roberto Gomes, o Ministério Público Federal quer que a União suspenda a concessão de autorizações, que cancele as autorizações já concedidas e que os proprietários dos dispositivos flutuantes os retirem do Rio Paraná. O comandante da Marinha na região defendeu a posição da instituição. Enquanto isso, novas casas flutuantes já estão prontas para serem levadas ao rio. 

Uma das várias casas flutuantes no Rio Paraná. Crédito: TV FRONTEIRA

Uma das várias casas flutuantes no Rio Paraná. Crédito: TV FRONTEIRA

Fonte: Ifronteira

ago 2009 09

TENDÊNCIA É QUE MARTE FIQUE PARECIDO COM A TERRA6

Escrito por João Paulo Denófrio | Postado em Meio Ambiente | Tags: , , , ,

Por João Paulo Denófrio

blog@blogdacomunicacao.com.br

A surpreendente frase que serve de título para este post é de Jim Bell, professor de astronomia da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Segundo ele, não só foi descoberto água em Marte como também que o planeta vermelho já foi habitado. Bell esclareceu que na época, Marte não tinha este clima frio, seco e com uma atmosfera muito fina. A temperatura média por lá é de 87ºC negativos.

Superfície da Terra à esquerda e de Marte à direita - Crédito: Nasa
Superfície da Terra à esquerda e de Marte à direita – Crédito: Nasa

Recentemente, foram notadas as presenças de minerais hidratados em Marte, que só poderiam ter sido formados a partir de água em estado líquido ou pela evaporação de reservas de água salgada. Crateras na superfície também reforçam as suspeitas dos astrônomos de que Marte já abrigou depósitos de água, lagos ou até mesmo oceanos.

De acordo com Jim Bell, dentro de bilhões de anos, o gelo de Marte irá derreter e o planeta deverá ficar muito parecido com a Terra. A presença de água não é exclusiva de Marte e do nosso planeta. Nos últimos anos, cientistas observaram o componente químico na atmosfera de Vênus. Os estudos são apresentados na 27ª Assembleia da União Astronômica Internacional, sediada pelo Rio de Janeiro, até o dia 14 de agosto.

ago 2009 06

por Serg Smigg
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

A situação remete aos anos oitenta quando os desenhos Batman e Robin faziam a alegria de crianças com o mínimo de senso de percepção e de adultos com senso de percepção nem tão desenvolvido, ou aos setenta quando desenhos como Jambo e Ruivão deliciavam crianças e adultos, aí sim, com muito bom senso crítico. Nesses filmes, constantemente se ouvia o trecho eis que, quando tudo parecia perdido.

A preocupação mundial com o vilão número um do meio ambiente pode acabar brevemente. Nova tecnologia promete transformar o gás carbônico em combustível utilizável a partir de integração com a luz solar. O combustível poderá ser usado em segmentos diversos.

A heliocultura, nome dado às atividades que usam a energia solar de alguma forma, é o fundamento da Joule Biotechnologies Inc, empresa americana que está lançando da idéia do CO2 como combustível. A cultura tem se mostrado aliada expressiva nas alternativas de melhoria do ambiente do Planeta, pois minimiza a já certa escassez de petróleo nas próximas décadas. Com a invenção da Joule, a heliocultura não apenas de poria em primeiro lugar no combate à poluição como também resolveria o problema da falta do combustível fóssil.

Técnicos da Joule criaram um painel, que chamam de Solar Converter, no qual é fixada enorme quantidade de micro-organismos fotossintéticos cujas estruturas capturam o gás carbônico da atmosfera e a luz solar. Da reação química entre os três elementos, certa substância com características moleculares muito próximas às do etanol é produzida em quantidade suficiente para estimular o entusiasmo dos cientistas e ativistas contra a poluição atmosférica por parte das grandes indústrias do mundo.

A produção da substância necessita de pouco espaço e economiza água potável, pois os micro-organismos usam água salgada. Os custos de industrialização são menores que os da produção de petróleo: menos de 100,00R$ do primeiro contra mais de 120,00R$ do segundo.

A estratégia da empresa Joule para instalar suas produtoras de combustível a partir do CO2 busca locais bastante ensolarados nos quais estão instaladas organizações industriais produtoras de grande quantidade de gás carbônico, tais usinas hidrelétricas. Conforme estudos da empresa, Nevada, Novo México, Arizona e Texas são estados americanos candidatos a receber as primeiras instalações.

Se os planos da Joule correrem como planejados, é possível que a empresa comece a produção do Solar Converter em escala de consumo já no próximo ano. Ainda segundo o planejamento, já no ano seguinte será possível conseguir quase oitenta mil litros de combustível por acre durante um ano. A escala de produção é tendente ao crescimento contínuo.

Bill Sims, presidente da companhia, acredita que a tecnologia será a primeira no mundo a oferecer o caminho real e sólido para a independência energética da humanidade. Isto significa que alívio claro um dos maiores receios do homem: a impraticabilidade da vida no Planeta nas próximas gerações sob o efeito da poluição ambiental ou, no mínimo, a perda do poder de produção das indústrias com intenção de diminuição dos agravos ao meio ambiente, o que provocaria insustentabilidade financeira mundial.

A teoria Solar Converter - Crédito: New York Times
A teoria Solar Converter – Crédito: New York Times

Fonte: New York Time

jul 2009 29
Crédito: Reprodução Bayer Jovens Embaixadores

Crédito: Reprodução Bayer Jovens Embaixadores

por Danilo Vaz

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Você já ouviu aqueles ditados:  ”Fazer o bem não olhar a quem”, “Quem planta, colhe”. Agora com a Bayer é “Quem planta, cuida e preserva, viaja!”. O Grupo Bayer consolidou-se como uma das mais importantes e respeitadas indústrias internacionais, oferecendo ao mercado uma ampla gama de produtos e serviços, que abrange os campos da saúde, agricultura e materiais inovadores. Agora a Bayer decidiu, digamos, premiar os jovens que tenham desenvolvido ou participado de  algum programa social que tenha ajudado a manter esse nosso patrimônio chamado meio ambiente, e desafiá-los a descobrir novas formas de prevenir o nosso verde. Conheça mais do programa:

O Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, promovido pelo Grupo Bayer, está a procura de quatro estudantes brasileiros, com idade entre 18 e 25 anos, autores de projetos ambientais ou de desenvolvimento sustentável. Os escolhidos serão premiados com uma viagem à Alemanha, em novembro deste ano.

“Nosso objetivo é proporcionar crescimento profissional e pessoal aos estudantes, além de incentivar a produção científica e a adoção de ações socioambientais entre os jovens. O Programa também é uma oportunidade para revelar novos talentos e, até 2008, cerca de 400 jovens em todo o mundo já foram beneficiados, sendo 20 deles no Brasil”, explica Arturo Rodriguez, consultor de responsabilidade social da Bayer.

O intercâmbio técnico-cultural une estudantes de 19 países e começa com uma visita pelos laboratórios de pesquisa do Grupo Bayer, na cidade de Leverkusen, passando pelas áreas de materiais inovadores, agricultura e saúde humana e animal. Além disso, os jovens terão a oportunidade de conhecer as instalações de coleta seletiva do país e acompanhar os projetos de educação ambiental, de pesquisa e o monitoramento da qualidade de recursos hídricos.

O roteiro inclui ainda palestras com pesquisadores experientes na área ambiental, na própria sede da Bayer e em universidades reconhecidas na Alemanha, além de um encontro com os porta-vozes da Agência de Proteção ao Meio Ambiente (SEPA).

Na ocasião, os estudantes apresentarão seus trabalhos e discutirão idéias em busca de soluções em prol do meio ambiente. Eles também terão a oportunidade de debater temas relacionados a desenvolvimento sustentável diretamente com executivos e especialistas da Bayer, com os principais representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e com outros profissionais da área.

Entre os passeios turísticos incluídos na viagem, está um tour pela cidade de Colônia, uma das maiores das Alemanha e sede da Copa do Mundo em 2006.

As inscrições para o Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais estão abertas até o dia 21 de agosto, e a ficha de inscrição pode ser obtida no site www.byee.com.br. Boa Viajem!

jul 2009 23

por Guilherme Freitas
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

O meio ambiente da Amazônia obteve uma grande vitória ontem. A empresa americana de material esportivo Nike anunciou que não vai mais utilizar em seus produtos couro de animais provenientes do bioma Amazônia. Segundo a empresa, a decisão só será revertida caso “seja estabelecido um sistema confiável de governança, com rastreabilidade total de produtos da pecuária e a garantia de que esses produtos não estejam causando desmatamento”.

Para que esta ação se realize, a Nike pedirá uma declaração de seus fornecedores exigindo que o couro vendido à empresa não venha de gado da Amazônia. A Nike deu prazo até julho de 2010 para seus fornecedores comprovem que o couro não é originário do bioma amazônico. A decisão da Nike é mostra que os mercados consumidores deverão exigir da pecuária brasileira a adoção de práticas de sustentabilidade e o fim da expansão de áreas de pasto sobre zonas de floresta.

Quem fez grande pressão sobre a empresa americana foi o Greenpeace, que lançou em junho um relatório chamado “Farra do Boi na Amazônia”, onde mostrava que empresas como a Nike tinham relações com o desmatamento na Amazônia. No relatório do Greenpeace também mostra como o couro de animais criados em áreas desmatadas da Amazônia é exportado para a China, através da empresa brasileira Bertin.

Vista aérea da Floresta Amazônica - Crédito: Divulgação
Vista aérea da Floresta Amazônica – Crédito: Divulgação

Outras empresas estrangeiras como as italianas Geox (calçados) e Natuzzi (móveis e estofados), também anunciaram que vão excluir produtos originários de áreas desmatadas de suas linhas de produção. Porém outras gigantes do ramo, como a alemã Adidas e a britânica Reebok se recusam a adotar a mesma medida da Nike. Ambas recebem couro da Bertin e não se comprometeram em aderir a campanha de desmatamento zero na Amazônia. Nike, Geox e Natuzzi se comprometeram também a acabar com o trabalho escravos e a proteção de terras indígenas.

Fonte: Greenpace Brasil

Página 7 de 11« 1ª...67810...Última »