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POR Emerson Jollo 2 DIAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Em todos os sites e portais de tecnologia que entramos, nos deparamos com alguma noticia relacionada a eles, os Drones. Segundo a Wikipedia, é um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) ou Veículo Aéreo Remotamente Pilotado (VARP), também chamado UAV (do inglês Unmanned Aerial Vehicle) e mais conhecido como Drone (zangão, em inglês), é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada. Esses aviões são controlados a distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (CLP).

Inspirados para fins militares, onde os primeiros veículos não tripulados foram empregados pela primeira vez pelos EUA em 1959 em missões espiãs,  a existência do programa de aviões só foi admitida pela força aérea americana em 1973. Os Drones chegaram ao “meio civil” com tudo, empresas apostam que esses veículos não tripulados se tornem ferramentas pessoais e sociais. Por exemplo, uma empresa  idealizou o Paparazzi, um drone que serviria para documentar a vida do usuário e postar fotos e vídeos em redes sociais.  Pense no conceito como um satélite, que gira ao redor do seu dono e, com comandos simples, registra imagens e as envia diretamente para o Facebook ou o Youtube. Com isso, as selfies, com certeza, terão uma melhor qualidade. Caso você ache ridículo ter um drone equipado com uma câmera girando ao seu redor, talvez sirva como um consolo pensar que tirar uma selfie com um tablet na frente do espelho seja ainda mais ridículo. Não é dificil imaginar (não nos dias de hoje) uma pessoa sendo seguida por um Drone documentando sua vida e colocando na internet.

Drone Portátil – Crédito: Cool Material

Outra ideia desta empresa é o Guardian Angel, conceito que seria usado por quem gosta de correr. Ele poderia filmar a pessoa durante o exercício para garantir sua segurança e monitorar seus batimentos cardíacos e outras taxas sobre seu desempenho, oferecendo dados sobre seu treinamento.

Ou seja, os usos dos drones seriam similares aos do Google Glass ou do Galaxy Gear, mas, ao contrário desses gadgets, os drones não seriam usados junto ao corpo e sim ao nosso redor – o que não foge totalmente do conceito de wearable device.

A noticia mais atual que temos envolvendo um Drone, é a de uma pizzaria em São Paulo que usou o equipamento para entregar o pedido a um cliente. O teste da pizzaria brasileira, entretanto, parece não ter agradado muito a Agência Nacional de Aviação Civil nem a Força Aérea Brasileira, que confirmaram que devem iniciar investigação do caso, uma vez que nenhuma autorização para o teste foi requerida. Com isso, é possível que o estabelecimento tenha que se explicar oficialmente. Uma regulamentação para esse tipo de aeronave está sendo produzida atualmente.

Pelo que vejo não vai demorar para que possamos financiar um drone em alguma concessionária. Rsrs Ficariamos aqui falando sobre os Drones por dias, o assunto é extenso e bastante curioso, fica a dica para pesquisas e busca de informações sobre os “zangões”.

Quanto aos prós e contras da tecnologia, são várias, mas com certeza as caracteristicas positivas vencem, desde que não inventem de assaltar com Drones, matar com Drones… Triste realidade atual.

Desejo a todos um bom natal, e que junto com papai noel venha paz, saúde e muitas felicidades. :)

Minhas fontes de leitura foram: Revista Galileu, Wikipedia, TecMundo, Terra.

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POR Emerson Jollo 2 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Há alguns meses atrás eu fiz um post aqui no Blog da Comunicação como participação especial sobre a NFL no Brasil. Como super  fã e torcedor, volto a falar no assunto, dessa vez destacando a tecnologia no esporte da bola oval. Tecnologias que são utilizadas sem estragar o espetáculo, pelo contrário, deixam os jogos mais justos e os resultados mais “limpos”.

Desde o gramado até microfones nos capacetes, em 150 anos, o futebol americano evoluiu de batalhas campais em gramados improvisados para um verdadeiro show de tecnologia.

Tecnologia na NFL

NFL (NATIONAL FOOTBALL LEAGUE) – FONTE: GOOGLE IMAGENS

Listarei alguns itens “mais importantes” que deixam as partidas de futebol americano emocionantes e justas.

Gramado artificial

Boa parte do campeonato é jogada no inverno ou em estádios fechados, situações em que fica difícil manter a grama natural em bom estado. Por isso, desde os anos 70, começaram a surgir pisos sintéticos. Os primeiros eram duros e causavam contusões, hoje, porém, os gramados artificiais – chamados de “field turf” – são perfeitos, criados com fibras de polietileno, camadas acolchoadas por baixo e até mesmo raspas de borracha que simulam a terra. Existem alguns estádios com aquecedores, que não deixam a neve acumular e proporcionando um bom jogo.

Instant Replay

A primeira vez que os juízes puderam usar imagens da TV para rever uma jogada foi em 1986. Mas a tecnologia não era tão boa e o recurso foi abandonado até 1999. Desde então, os técnicos dos times podem “desafiar” o árbitro, que então revê sua marcação numa tela ao lado do campo. A NFL tem câmeras especiais para isso e o juiz também fala diretamente com o centro de arbitragens em Nova York, enquanto vê as imagens.

Tracking Tech

Em 2014, a NFL começou a testar uma espécie de GPS do tamanho de uma moeda, colocado nos shoulder pads (protetor de ombros e coluna) dos jogadores. Essa nova tecnologia permite registrar com exatidão toda a movimentação de cada atleta, fato que torna mais corretas as estatísticas de jardas e também permite saber o quanto correram e a que velocidade durante cada lance.

Microfone do Juiz

O futebol americano tem muitas regras e algumas muito complexas. Para ajudar o público no estádio e na TV a entender as marcações dos juízes, a NFL adotou em 1975 a tecnologia do microfone sem fio para o árbitro principal. A cada falta, ele liga o microfone, vira o corpo em direção à câmera principal da TV e anuncia a penalidade e quem a cometeu.

Fotografia Tática

Em 1958, cansado de ver erros de posicionamento de seu time, o dono do New York Giants, Welligton Mara, passou a escalar o teto do Yankee Stadium e, lá do alto, fotografar jogadas com uma câmera instantânea Polaroid. Ele colocava as fotos numa meia com uma pedra e arremessava para o treinador. Hoje, auxiliares técnicos fazem o mesmo trabalho, mas dentro de cabines, com câmeras digitais. As imagens saem em uma impressora ao lado do banco de reservas.

Tablets na Sideline

Em 2014, a NFL começou a testar uma nova tecnologia, para substituir as fotografias feitas do alto do estádio e impressas na sideline. São os tablets dedicados ao jogo. As imagens obtidas por auxiliares técnicos nas cabines elevadas das arquibancadas aparecem imediatamente no equipamento, que fica com o técnico. Este tablet é o Microsoft Surface, quem acompanha as transmissões pode conferir a propaganda da empresa ao lado do banco onde fica este tablet. Curiosidade:  O dono do Seattle Seahawks, time atual campeão do Super Bowl é um dos fundadores da Microsoft, Paul Allen.

Comunicação no Capacete

Com o aumento da complexidade e do número de jogadas ensaiadas, tornou-se difícil para os treinadores instruírem por sinais seus jogadores. Por isso, em 1994, a NFL liberou o uso de um ponto eletrônico no capacete do quarterback. E, em 2008, um jogador da defesa passou a ter o mesmo direito. A comunicação é aberta no fim de uma jogada e encerrada 15 segundos antes do limite para o início da próxima, impedindo que o técnico oriente o jogador com a bola em jogo.

Fones de ouvido Especiais

Alguns estádios e torcidas da NFL são famosos pelos muitos decibéis que produzem. Por isso, em 2014, os treinadores e auxiliares passaram a usar fones de ouvido especiais, com tecnologia que suprime os ruídos externos. Assim, podem se comunicar sem problemas entre si e com os jogadores que possuem pontos eletrônicos nos capacetes.

Telões Futuristas

O primeiro telão usado em eventos esportivos foi obra do beisebol, no estádio dos Los Angeles Dodgers, em 1980. Mas foi na NFL que essa tecnologia mais se desenvolveu e atingiu extremos. Hoje, o Everbank Field, estádio dos Jaguars, possui um telão HD com 120 metros de comprimento por 20 de altura – o maior do mundo. Ele mostra cenas do jogo, reportagens nos intervalos e imagens do público, captadas por 18 câmeras espalhadas pelo estádio.

Eu vejo a tecnologia com bons olhos nos esportes, muita coisa vem evoluindo neste assunto e espero que cada vez mais se torne presente no mundo esportivo, não só no futebol americano, mas no futebol, hockey, lutas e etc.

Minhas fontes de leitura sobre o assunto: ESPN, NFL.com, UOL, Esporte Interativo.

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POR Emerson Jollo 4 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Até pouco tempo atrás ela passava despercebida, mas depois de alguns acontecimentos e testemunhos ela anda vivendo na “boca do povo”. Falo neste post sobre a NSA a Agência de Segurança Americana. Alguém da agência vai ler este post, aliás eles leem tudo que está na rede.

Fundada no dia 4 de novembro de 1952, a NSA (National Security Agency) é o maior órgão de dados de criptologia do mundo. Ela está localizada no estado de Maryland, na região nordeste dos Estados Unidos, sendo responsável pela segurança do país e pela utilização de um sistema chamado de Signals Intelligence (SIGINT), que é capaz de obter interceptações e criptoanálise de dados por meio de sinais do mundo inteiro.

Como parte essencial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a NSA não se trata de uma agência totalmente independente, mas sim controlada pelo governo norte-americano e comandada pelo almirante de quatro estrelas da Marinha Mike Rogers, sendo ainda a maior agência do mundo no segmento e a mais importante dos EUA. O objetivo principal dos dados coletados e interceptados pela NSA é manter a segurança do país, aliados e parceiros estratégicos para os Estados Unidos.

Durante o início de suas atividades, muito pouco se sabia sobre o que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos realmente fazia. O governo, na época, negava os seus programas e ações, inclusive a sua própria existência. Por conta disso, nomes como “No Such Agency” (não existe tal agência) e “Never Say Anything” (nunca diga nada) apareceram como forma de piada e insatisfação com os segredos guardados pelos Estados Unidos. Em 1999, a BBC confirmou a existência dessa rede que foi negada pelo governo dos Estados Unidos e taxada como uma ideia conspiratória e especulativa.

NSA – FONTE: WCCFTECH.COM

Em 1982, após ter se tornado um especialista na história da NSA, o jornalista James Bamford publicou o livro The Puzzle Palace, no qual revela pela primeira vez a existência da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

Como parte do protocolo de segurança da NSA, os dados e informações obtidos por meio dessas interceptações raramente são divulgados. Isso permite também que muita dúvida tenha surgido em relação à agência devido à violação deliberada da privacidade de milhões de pessoas por todo o mundo. No mais recente caso de descoberta dos dados que trafegavam pelo órgão, Edward Snowden, ex-funcionário da própria NSA e da CIA, divulgou informações que revelaram que o governo norte-americano obtinha dados privados de milhões de pessoas, dentre elas líderes políticos, a exemplo das ligações interceptadas de Angela Merkel, chanceler da Alemanha, e da presidente brasileira Dilma Rousseff.

Após as revelações de Snowden, um projeto de rede de vigilância e espionagem global chamado de Echelon foi exposto como um programa que consegue supostamente monitorar 90% de todo o conteúdo gerado por meio da internet. O Echelon fazia inicialmente parte de um projeto envolvendo os “Cinco Olhos” que incluíam os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido. Líderes de outros países já acusaram a NSA e o projeto Echelon de praticarem espionagem industrial, algo que ainda não foi possível comprovar.

Outros sistemas utilizados pela NSA para espionar o conteúdo gerado pela internet são o PRISM e o MUSCULAR. O primeiro possui colaboração das grandes empresas de tecnologia, como Google, Microsoft, Apple, Facebook e outras, que enviam dados para análise das informações. O segundo está ligado diretamente aos emails do Yahoo! e ao Gmail. Esse sistema intercepta os cabos dos data centers que levam as mensagens de email para seus destinatários.

Além disso, entre algumas das várias informações reveladas em junho de 2013 está o plano da NSA, em conjunto com o GCHQ (Government Communications Headquarters) britânico, de sabotar os sistemas de encriptação nos quais estão baseados a segurança da rede de informática global. As atividades da NSA nesse sentido incluem o enfraquecimento dos padrões de criptografia usados globalmente, sabotando os sistemas e padrões de criptologia com a finalidade de até mesmo interceptar compras feitas online, abrindo embalagens e pacotes para implementar malwares em produtos antes que esses sejam entregues aos compradores.

Diz a “lenda” e a “teoria da conspiração” que a NSA está vendo tudo o que rola na rede, eu não duvido pois para quem tem o mínimo de conhecimento em informática, sabe que os principais servidores do mundo ficam em território americano.

Quem se interessa por este tipo de assunto, pesquise e leia bastante sobre, é bem legal e algumas teorias são no mínimo mirabolantes.

PS. Caro agente da NSA que está lendo este post, pode me enviar uma Jersey do New England Patriots  meu time de coração da NFL? Juro que te pago certinho, é que aqui no Brasil é um pouco salgado o preço. :)

O texto sobre a NSA eu vi no Canaltech, você pode ver mais informações no portal.

Minhas fontes de leitura foram:  Revista Info, CanalTech, Wikipédia

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Diante da falta de água, que antes era um problema exclusivo do Nordeste, mas já assola parte do Sudeste, não basta apenas pedir por uma ajudinha de São Pedro ou mesmo esperar que as autoridades responsáveis tomem medidas efetivas.

Aplicativos foram lançados para ajudar a economizar água e energia.

Se você quiser fazer a sua parte e adotar o consumo consciente como prática, seu smartphone pode ajudar na hora de economizar água e energia.

A maioria dos aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para os os sistemas Android e iOS.

- Economia de Água

Nossa Água
A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com o Instituto Akatu desenvolveu o aplicativo para ajudar os brasileiros a economizar água. Além de dicas, a ferramenta, que é gratuita, oferece uma calculadora de banho que contabiliza o uso da água conforme o tempo no chuveiro e ainda um game sobre vazamentos. O app está disponível para aparelhos smartphones da versão Android.

iWater
Criado por um grupo de alunos do Rio de Janeiro, o aplicativo calcula o gasto de água em atividades do dia a dia como, por exemplo, um banho demorado ou uma lavagem de carro com mangueira. Também armazena o histórico de consumo do usuário e traz informações e curiosidades sobre os recursos hídricos no mundo. A ferramenta é gratuito e está disponível no site iwater.capile.net.

Calculadora dos Sonhos
Para os moradores da cidade de São Paulo, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) criou o aplicativo que permite o controle do consumo de água, além de projetar o desconto que pode ter na conta de água.

Da Sua Conta
Desenvolvido pelo Departamento de Água e Esgoto de São Caetano do Sul (SP), o aplicativo ajuda os usuários a monitorarem o consumo de água de acordo com as informações do hidrômetro. A ferramenta, que é gratuita, exibe um gráfico do consumo e calcula o quanto poderia ter sido reduzido no mês. Também permite a comparação do seus gastos com as recomendações da ONU (Organização das Nações Unidas). Está disponível no sistema Android.

Sai Desse Banho
Esse aplicativo, disponível gratuitamente apenas para quem tem iPhone, estimula as pessoas a reduzirem o tempo do banho e, com uma música irritante, castiga àqueles que ultrapassarem o tempo previamente selecionado.

Fake Shower
Criado pelo Instituto Akatu, o aplicativo gratuito imita o som de um chuveiro aberto como alternativo para àqueles que querem disfarçar ruídos indesejados no banheiro. Ao utilizar a ferramenta, é possível identificar o quanto de água o usuário gasta a cada banho, quando escova os dentes ou mesmo quando faz a barba. Está disponível no sistema Android.

Dropcountr
Esse aplicativo auxilia na identificação do consumo de água em cada uma das tarefas do dia-a-dia e compará-lo com o consumo de outras famílias. Permite ainda que se estabeleça uma meta para o mês e informa quando o limite se aproxima. A ferramenta está disponível gratuitamente para o sistema iOS.

Seca SP

SECA SP – FONTE: BLOG DO RIELLA

- Economia de Energia

Nossa Energia
O aplicativo, lançado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com o Instituto Akatu, é gratuito e orienta os usuários em relação ao consumo eficiente da energia. A ferramenta oferece uma calculadora que identifica os gastos de acordo com os eletrodomésticos e o consumo da residência, além do jogo “Apagão” e dicas práticas para a economia de energia. O app está disponível para aparelhos smartphones da versão Android.

Casa Virtual
Desenvolvido pela Furnas Centrais Elétricas, o aplicativo simule o consumo de cada aparelho elétrico, aponta os mais gastões e identifica aqueles responsáveis por onerar a conta de luz. A ferramenta é gratuita e está disponível para o iOS e Android.

Green Outlet
Com o aplicativo, é possível ter um panorama do gasto energético de eletrodoméstico da casa e identificar qual deles podem ser substituídos ou mesmo usar com menos frequência. A ferramenta está disponível no sistema iOS e custa US$ 0,99 (aproximadamente R$ 2,40).

Etiqueta Sustentável
O aplicativo traz orientações de como as pessoas podem mudar seus hábitos e contribuir na redução dos impactos ambientais. São 50 dicas sobre uso da água, uso de energia elétrica, cidadania, reciclagem e consumo, cada uma delas com o nível de esforço necessário para realizá-las e o impacto que elas causam no meio ambiente. A ferramenta é gratuita e está disponível no sistema iOS.

#FicaDica

Minha fonte de leitura foi o portal UOL Tecnologia.

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POR Colaboradores Especiais 1 MÊS ATRÁS
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O polêmico não gol de Frank Lampard na Copa do Mundo de 2010 – Crédito: Divulgação

Quatro semanas atrás, mencionamos aqui no Blog da Comunicação sobre o uso de tecnologia no futebol. Um dos exemplos que citamos aqui no referido texto foi o erro de arbitragem no clássico entre São Paulo e Corinthians em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2014.

Mas será sempre assim? Bom, a cada ano que passa os esportes vem utilizando cada vez mais da tecnologia para reduzir os erros. Sempre haverá erros, é verdade. Mas a tecnologia pode reduzir esses erros para que o resultado final seja mais justo. Além de uma eventual revisão de marcações dentro do campo, a tecnologia ajuda, e muito o treinamento de atletas. Vamos, neste artigo, mostrar que alguns esportes estão usando e abusando da tecnologia.

Árbitro da NFL revê jogada após desafio do técnico – Crédito: Divulgação

Futebol Americano
O Futebol Americano é um dos esportes que utilizam da tecnologia na revisão de jogadas. O esporte, atualmente o mais popular dos Estados Unidos, utiliza-se há décadas de um sistema de desafio de jogadas. Nele, os dois técnicos têm duas possibilidades por jogo (caso correta, ganha mais uma) para desafiar uma marcação de campo. Caso esteja errada, o time perde um tempo – que pode ser crucial para parar o cronômetro nos momentos finais da partida. Caso certa, a marcação de campo “volta atrás”. O sistema não é perfeito – mesmo com dezenas de câmeras para revisar a jogada, o árbitro só pode voltar atrás caso tenha 100% de certeza quanto ao lance. Outro uso relevante da tecnologia no Futebol Americano é o uso de tablets na lateral de campo – isso começou neste ano. Assim, os técnicos podem explicar as jogadas e rever o que deu de errado e certo através de imagens e recursos touchscreen

O poker é um dos esportes nos quais o desempenho dos atletas pode melhorar com a tecnologia – Crédito: Divulgação

Poker
O poker é objetivo quanto à “marcação dentro de campo”. Ou um jogador ganha uma determinada mão ou não – por ter cartas melhores, obviamente. De toda sorte, a tecnologia está bastante alinhada com o mundo do poker. Hoje em dia, aliás, é praticamente impossível dissociar os dois mundos. Atualmente, o carteado é jogado por milhares de pessoas do mundo através de sites na internet. Com isso, é possível que os jogadores possam praticar no sistema on demand, a qualquer momento. Como efeito, a tecnologia aperfeiçoou – e muito – o estilo de jogo de milhares de “atletas das cartas”. Alguns, inclusive, se especializaram na versão online do jogo, só jogando pelo computador. Outros, mais puristas, ainda preferem o cara-a-cara – mas não abrem mão de poder treinar a qualquer momento bastando que haja uma conexão com a internet.

Baseball
O baseball é o mais novo esporte que entrou na onda. O esporte é um dos mais antigos dos Estados Unidos se considerarmos a presença de uma liga organizada e profissional. Como efeito, qualquer tipo de “intromissão” eletrônica no esporte era vista com maus olhos por muitos ao redor do país – principalmente os mais velhos, os quais ainda representam fatia considerável entre os amantes do esporte. Em 2014, porém, a exemplo do Futebol Americano, foi introduzido o “desafio” dos técnicos, de modo que haveria a possibilidade de revisão – ela sempre motivada por um manager, não sendo de “ofício” por parte da arbitragem. Na World Series de 2014, houve o primeiro desafio (World Series é a final, em série de até sete jogos, da Major League Baseball, o campeonato profissional de baseball dos Estados Unidos). Curiosamente, o técnico perdeu o desafio.

Na Copa do Mundo pudemos finalmente saber se a bola cruzou a linha ou não – Crédito: Reprodução

E o futebol?
Bom, voltemos à questão do Futebol. A FIFA é bem conservadora quando se tratam de mudanças nas regras do futebol – afinal, há anos as regras são as mesmas. O objetivo principal da entidade, frise-se, é manter o esporte o mais homogêneo ao redor do mundo – basta uma bola e dois gols para jogar. Por isso existe essa resistência da entidade. Além disso, não podemos esquecer, existe muito interesse comercial nesses erros de arbitragem. Programas televisivos ficam horas e horas falando sobre os erros – e no final das contas, é mais interesse gerado sobre o esporte. Contudo, na Copa do Mundo FIFA 2014, algo mudou. Após severos erros na Copa de 2010 – e o clássico erro do gol da Inglaterra na Copa de 1966 – a FIFA começou a usar uma câmera para determinar se a bola tinha cruzado, inteira, a linha de gol (requisito para que o gol seja válido). Sejam puristas, sejam liberais, a câmera fez sucesso e deve ser presença cativa nas próximas Copas.

Veredicto: não podemos mais viver sem a tecnologia no esporte
Com a tecnologia fazendo parte de nossas vidas de modo determinante como faz em meados da década de 2010, os esportes não podem ficar de fora. Desde que a “graça” do erro e da subjetividade não seja 100% eliminada (e provavelmente nunca será) e importante que os erros crassos sejam diminuídos. E não falamos só de erros: a tecnologia é determinante para uma melhora de desempenho de atletas – seja nas cartas ou nas chuteiras.

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

O sistema operacional para smartphones da gigante Google ganhou uma nova versão. Seguindo a linha de nome de doce + letra do alfabeto criado pela empresa, o Android Lollipop ou 5.0 veio com diversas mudanças e tem tudo para dar certo. Será que o “robozinho” manterá a liderança dos S.O’s mobile?

O Android Lollipop, foi reformulado e exibe belas mudanças que tornam tudo ainda melhor. Para quem aguardava uma mudança drástica na interface do Android, a espera finalmente acabou. Com o Lollipop, a Google dá um belo tapa no visual com seu design Material. E as novidades não são apenas estéticas, mas muitos recursos foram reformulados, ficando mais simples de usar e também mais completos.

A versão analisada pelos sites de testes (neste caso o site é o tudo celular) é a Preview 3, última versão beta do sistema lançada. A versão final é esperada para o início de novembro, mas não deverá trazer mudanças drásticas comparada a esta que testaram. Mesmo em estágio beta, o sistema apresenta excelente estabilidade e tudo funciona dentro do esperado. Confira as principais novidades da nova versão do Android que vi lá no tudo celular (todos os direitos são pertencentes ao site).

Android Lollipop – Crédito: Google Discovery

Tela Inicial

As mudanças iniciais já começaram na última atualização do KitKat. A Google veio alterando aos poucos pequenos detalhes no design do seu launcher que continua simples e eficiente. Ao puxar para o lado esquerdo você tem acesso ao Google Now, e para o lado direito você poderá ter quantas telas iniciais quiser (aparentemente sendo infinitas). Já a tela de aplicativos agora possui fundo branco, sendo dividida por blocos horizontais. A tela de multitasking segue o novo padrão de cartões no estilo Google Now, e cada aba do navegador Chrome fica aberta em separado nesta tela como se fosse um app próprio.

Discador

O discador também veio recebendo mudanças a cada atualização do KitKat, adotando o design Material aos poucos, mas é aqui que ele atinge o seu ápice. Tudo é belo, plano, organizado e cheio de animações. A barra de status e ícones da agenda mudam de cor para cada contato, dando um toque especial. O discador exibe fotos grandes, e os comandos de viva voz, volume, e teclado ficam na parte superior agora. Apenas o botão de finalizar chamada fica na parte mais baixa. A tela inicial do discador exibe os últimos quatro contatos discados, ficando no topo aquele que você ligou por último. O Google Now também está presente aqui, onde você poderá pesquisar por contatos ou lugares.

Multiusuários e Atalhos do sistema

Ao puxar a barra de status uma vez, você tem acesso às suas notificações. Ao puxá-la outra vez, você terá acesso aos seus atalhos do sistema. Você pode puxar a barra de status com dois dedos e já ter acesso direto aos seus atalhos. No canto superior você poderá acessar as configurações do Android e também o gerenciador de usuários do dispositivo. Esta é uma grande novidade no Android 5.0 Lollipop, você poderá adicionar várias contas diferentes. Assim, cada usuário terá acesso apenas ao seus apps, arquivos, papéis de parede, etc. Ótimo recurso para quem compartilha um smartphone ou tablet com outro membro da família. Há também o modo Convidado, onde você pode emprestar rapidamente seu smartphone a alguém sem precisar criar uma conta para ele. O usuário convidado não poderá ter acesso aos seus dados e nem realizar chamadas, se assim você configurar.

Gerenciador de Bateria e Recursos

O gerenciador de bateria do Android agora oferece um tempo estimado de quanto a carga de bateria do seu smartphone ainda renderá. Ao colocar seu smartphone para carregar, este recurso irá informar quanto tempo falta para sua bateria atingir a carga máxima. Há também o recurso Economia de bateria que reduz a velocidade da CPU e GPU para reduzir o consumo (no caso do Nexus 5 a velocidade máxima fica abaixo de 1GHz). Além disso, as animações do sistema são desativadas, e os apps que rodam em segundo plano não sincronizam automaticamente. Sendo assim, se você tiver com o Facebook aberto em segundo plano, por exemplo, ele só irá atualizar se você deixá-lo aberto em primeiro plano. Com isso, apenas um app irá atualizar por vez, o que ajudará a reduzir o consumo. De acordo com a Google, haverá uma economia de até 30%. Quando este modo está ativo, tanto a barra de status quanto a de navegação ficam na cor laranja.

Aplicativos e Cores da barra de status

O que muitos desejavam finalmente aconteceu – a barra de status muda de cor de acordo com o app em aberto. No discador, a barra fica azul. No Google+, ela fica vermelha. E na Play Store, ela muda de cor de acordo com a seção em que você se encontra: verde para apps e jogos; azul para livros; laranja para músicas; e vermelha para filmes. Na calculadora do sistema ela adota um azul em tom mais claro. Este recurso poderá ser aproveitado por apps de terceiros, o que deixará o Android Lollipop ainda mais colorido e belo. Já na tela inicial ela segue o mesmo padrão translúcido de antes, assim como na tela de multitasking.

Análise prévia do Android Lollipop

É bom lembrar que esta ainda não é a versão final do Lollipop, que será liberado apenas em novembro. Esteticamente pouca coisa deverá mudar, mas em termos de mudanças do sistema, é esperado que a versão final venha com o novo kernel 3.10 que promete uma boa economia de bateria. Mesmo com o kernel 3.4, o novo Android mostra desempenho incrível, com animações ricas e detalhadas em todos os cantos do sistema sem exigir do hardware e muito menos da bateria.

Os aparelhos que receberão o Android Lollipop serão os lançados recentemente ou ainda nem chegaram a ser fabricados. Os demais terão de se contentar com o Jelly Bean e o Kit Kat.

Fonte de leitura: Site Tudo Celular, Google

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