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POR Emerson Jollo 4 DIAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

O sistema operacional para smartphones da gigante Google ganhou uma nova versão. Seguindo a linha de nome de doce + letra do alfabeto criado pela empresa, o Android Lollipop ou 5.0 veio com diversas mudanças e tem tudo para dar certo. Será que o “robozinho” manterá a liderança dos S.O’s mobile?

O Android Lollipop, foi reformulado e exibe belas mudanças que tornam tudo ainda melhor. Para quem aguardava uma mudança drástica na interface do Android, a espera finalmente acabou. Com o Lollipop, a Google dá um belo tapa no visual com seu design Material. E as novidades não são apenas estéticas, mas muitos recursos foram reformulados, ficando mais simples de usar e também mais completos.

A versão analisada pelos sites de testes (neste caso o site é o tudo celular) é a Preview 3, última versão beta do sistema lançada. A versão final é esperada para o início de novembro, mas não deverá trazer mudanças drásticas comparada a esta que testaram. Mesmo em estágio beta, o sistema apresenta excelente estabilidade e tudo funciona dentro do esperado. Confira as principais novidades da nova versão do Android que vi lá no tudo celular (todos os direitos são pertencentes ao site).

Android Lollipop – Crédito: Google Discovery

Tela Inicial

As mudanças iniciais já começaram na última atualização do KitKat. A Google veio alterando aos poucos pequenos detalhes no design do seu launcher que continua simples e eficiente. Ao puxar para o lado esquerdo você tem acesso ao Google Now, e para o lado direito você poderá ter quantas telas iniciais quiser (aparentemente sendo infinitas). Já a tela de aplicativos agora possui fundo branco, sendo dividida por blocos horizontais. A tela de multitasking segue o novo padrão de cartões no estilo Google Now, e cada aba do navegador Chrome fica aberta em separado nesta tela como se fosse um app próprio.

Discador

O discador também veio recebendo mudanças a cada atualização do KitKat, adotando o design Material aos poucos, mas é aqui que ele atinge o seu ápice. Tudo é belo, plano, organizado e cheio de animações. A barra de status e ícones da agenda mudam de cor para cada contato, dando um toque especial. O discador exibe fotos grandes, e os comandos de viva voz, volume, e teclado ficam na parte superior agora. Apenas o botão de finalizar chamada fica na parte mais baixa. A tela inicial do discador exibe os últimos quatro contatos discados, ficando no topo aquele que você ligou por último. O Google Now também está presente aqui, onde você poderá pesquisar por contatos ou lugares.

Multiusuários e Atalhos do sistema

Ao puxar a barra de status uma vez, você tem acesso às suas notificações. Ao puxá-la outra vez, você terá acesso aos seus atalhos do sistema. Você pode puxar a barra de status com dois dedos e já ter acesso direto aos seus atalhos. No canto superior você poderá acessar as configurações do Android e também o gerenciador de usuários do dispositivo. Esta é uma grande novidade no Android 5.0 Lollipop, você poderá adicionar várias contas diferentes. Assim, cada usuário terá acesso apenas ao seus apps, arquivos, papéis de parede, etc. Ótimo recurso para quem compartilha um smartphone ou tablet com outro membro da família. Há também o modo Convidado, onde você pode emprestar rapidamente seu smartphone a alguém sem precisar criar uma conta para ele. O usuário convidado não poderá ter acesso aos seus dados e nem realizar chamadas, se assim você configurar.

Gerenciador de Bateria e Recursos

O gerenciador de bateria do Android agora oferece um tempo estimado de quanto a carga de bateria do seu smartphone ainda renderá. Ao colocar seu smartphone para carregar, este recurso irá informar quanto tempo falta para sua bateria atingir a carga máxima. Há também o recurso Economia de bateria que reduz a velocidade da CPU e GPU para reduzir o consumo (no caso do Nexus 5 a velocidade máxima fica abaixo de 1GHz). Além disso, as animações do sistema são desativadas, e os apps que rodam em segundo plano não sincronizam automaticamente. Sendo assim, se você tiver com o Facebook aberto em segundo plano, por exemplo, ele só irá atualizar se você deixá-lo aberto em primeiro plano. Com isso, apenas um app irá atualizar por vez, o que ajudará a reduzir o consumo. De acordo com a Google, haverá uma economia de até 30%. Quando este modo está ativo, tanto a barra de status quanto a de navegação ficam na cor laranja.

Aplicativos e Cores da barra de status

O que muitos desejavam finalmente aconteceu – a barra de status muda de cor de acordo com o app em aberto. No discador, a barra fica azul. No Google+, ela fica vermelha. E na Play Store, ela muda de cor de acordo com a seção em que você se encontra: verde para apps e jogos; azul para livros; laranja para músicas; e vermelha para filmes. Na calculadora do sistema ela adota um azul em tom mais claro. Este recurso poderá ser aproveitado por apps de terceiros, o que deixará o Android Lollipop ainda mais colorido e belo. Já na tela inicial ela segue o mesmo padrão translúcido de antes, assim como na tela de multitasking.

Análise prévia do Android Lollipop

É bom lembrar que esta ainda não é a versão final do Lollipop, que será liberado apenas em novembro. Esteticamente pouca coisa deverá mudar, mas em termos de mudanças do sistema, é esperado que a versão final venha com o novo kernel 3.10 que promete uma boa economia de bateria. Mesmo com o kernel 3.4, o novo Android mostra desempenho incrível, com animações ricas e detalhadas em todos os cantos do sistema sem exigir do hardware e muito menos da bateria.

Os aparelhos que receberão o Android Lollipop serão os lançados recentemente ou ainda nem chegaram a ser fabricados. Os demais terão de se contentar com o Jelly Bean e o Kit Kat.

Fonte de leitura: Site Tudo Celular, Google

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POR Emerson Jollo 2 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Ele foi anunciado!

Microsoft anuncia o lançamento do Windows 10, sim você não entendeu errado, é 10 mesmo, já que, segundo a empresa o salto de tecnologia em relação ao Windows 8 era grande demais para aumentar em apenas uma unidade a numeração do sistema operacional.

A empresa já soltou sua primeira versão de testes do novo software, ainda muito crua, com o nome de “Technical Preview”, ou uma prévia técnica. Isso signfica que ela está longe de ser finalizada e é voltada apenas para apresentar alguns dos novos recursos.

Durante a apresentação, a Microsoft bateu na tecla de “familiaridade” repetidas vezes, não por acaso. Depois de ver muitas empresas reclamando que era necessário investir muito em treinamento de seus funcionários com o Windows 8, a companhia voltou atrás em muitas coisas. A principal delas é o Menu Iniciar, de volta após um período distante, o que torna a interface do novo sistema muito parecida com a do Windows 7. Um review lançado pelo Olhar Digital explica as principais mudanças que vem com a nova versão do SO da Microsoft.

Quem prefere as telas de toque ou quem se acostumou com o Windows 8, porém, pode sentir falta da antiga tela de início, mas a Microsoft também continua permitindo esta opção, bastando alterar algumas configurações.

O menu Iniciar não foi a única novidade, apesar de ser a mais gritante. O sistema foi adaptado para permitir que os aplicativos baixados pela Windows Store sejam executados em modo janela, como se fossem programas comuns, o que permite uma experiência mais simples de uso, além de unificar os dois mundos.

ABSTRACT WINDOWS – FONTE: WALL PIX

Para facilitar o trabalho com múltiplas janelas, o novo Windows também traz um novo sistema de fixar janelas, com dois recursos específicos, chamados Snap Assist e Snap Fill. O primeiro ajuda a organizar as janelas abertas, fixando-as nas laterais e ajustando o conteúdo para um espaço menor; o segundo é ativado quando alguma delas é fixada em uma das laterais da tela, sugerindo outro programa para ocupar o outro lado. Facilita bastante o trabalho de quem tem que trabalhar com dois softwares ao mesmo tempo. É possível dividir a tela em até quatro apps rodando lado a lado.

Por fim, outra grande novidade em relação às versões anteriores é um recurso chamado Task View que permite trabalhar com múltiplos desktops. Lembra do Alt+Tab, comando que alterna entre janelas abertas? O novo Windows traz também um comando WinKey+Tab, que mostra diferentes telas, cada uma com seus próprios programas abertos. O recurso é voltado aos “power users”, que costumam usar muitos programas diferentes ao mesmo tempo.

Por exemplo: você está trabalhando, então você mantém um desktop dedicado ao Excel, o Word, uma calculadora e o Photoshop. Você, no entanto, quer checar seu e-mail pessoal e o Twitter entre uma tarefa e outra, então você mantém outra área de trabalho dedicada a seus aplicativos pessoais. O sistema não limita a quantidade de desktops que você pode manter abertos.

Estima-se que apenas 10% dos novos recursos que a Microsoft pretende implantar já estão disponíveis para serem testados, o que significa que muita coisa ainda está para mudar.

No entanto, pelo que se viu até agora, a empresa parece estar no caminho certo, sem forçar as mudanças bruscas do Windows 8 que confundiram tanta gente. Desta vez, ela decidiu apresentar novas ferramentas que se integram de forma mais simples ao que era o Windows 7, trazendo mais familiaridade para o usuário.

O Sistema Operaciona do Bill Gates não perderá mercado, não por enquanto.

Minha fonte de leitura sobre o review do produto foi o site Olhar Digital.

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POR Emerson Jollo 4 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Quem nunca baixou uma “coisinha” da internet que atire o primeiro mouse. Baixar e/ou compartilhar coisas na web virou rotina nos dias de hoje, e o torrent é a ferramenta mais usada para compartilhar arquivos, legais ou não. Um dos maiores sites de “compartilhamento” é o The Pirate Bay. Este por sua vez vem atormentando os empresários do entretenimento do mundo todo.

Vamos entrar um pouco nas especificações do “compartilhador”. O Pirate Bay é um dos 100 sites mais visitados no mundo e isso não chega a ser surpreendente. O que é incrível é como o site se mantêm com poucos servidores em comparação com outros sites do mesmo calibre; os responsáveis dizem que o serviço roda totalmente na nuvem. em apenas 21 máquinas virtuais.

A transição para a nuvem aconteceu há dois anos, como método para evitar novas operações policiais que fechassem os servidores. Com isso, se for necessário, os responsáveis anônimos pelo site poderão mover as máquinas virtuais livremente para manter o serviço operando. Além disso, foram cortados custos e o tempo fora do ar diminuiu.

Hoje funcionando sem hardware próprio, o site deixou de exibir suas estatísticas e suas configurações no site, o que deixou alguns geeks um pouco chateados. No entanto, o TorrentFreak entrou em contato com os responsáveis, que informaram de bom grado a atual disposição das máquinas virtuais.

PirateBay_OlharDigital

Pirate Bay – Crédito: Olhar Digital

Das 21 máquinas que formam o Pirate Bay, a maior parte fica dedicada a servir as páginas da web, com oito. A ferramenta de busca é a segunda maior consumidora, usando seis máquinas.

Veja abaixo o uso de máquina virtuais do Pirate Bay:
- 8 para web
- 6 para buscas
- 2 para banco de dados
- 1 para o Linux Virtual Server para balanceamento de carga
- 1 para estatísticas
- 1 para o proxy
- 1 para os torrents
- 1 para controle

Eles dizem que no total, as máquina utilizam 182 GB de memória RAM e 94 núcleos de processamento. O armazenamento total é de 620 GB, mas nem todo ele é necessário, o que é incrível considerando o tamanho do site.

Segundo os responsáveis, o serviço é dividido entre provedores de hospedagem em nuvem que não fazem ideia de que o Pirate Bay está entre seus clientes. Por meio do balanceamento de carga, é possível mascarar a atividade das outras máquinas. Também é possível evitar que as empresas que oferecem a hospedagem tenham os IPs ligados publicamente ao site.

Hoje o ponto mais fraco do Pirate Bay é certamente seu domínio, visto que só em 2013 foram queimados cinco domínios devido a ameaças jurídicas.

Eu conheço o serviço, mesmo não concordando com a pirataria eu já utilizei baixando softwares free, achei bem rápido e fácil, a quantidade de seeders é bastante considerável, isso agiliza o download.

Se você utiliza, ou já utilizou o The Pirate Bay, deixe seu comentário, não estamos aqui para julgar ou apontar o dedo para ninguém, queremos trocas de experiências e conhecimentos. ;)

Minhas fontes de leitura foram: Tecmundo, Olhar Digital. Torrent Freak e The Pirate Bay.

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POR Colaboradores Especiais 1 MÊS ATRÁS
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A tecnologia já entrou para dentro da sala de aula. Os professores e educandos buscam inovar no ensino através de ferramentas que colaborem na prática do aprendizado. A interação dos alunos é um ponto de grande diferença quando há o suporte tecnológico como via de informação. A diferença é saber escolher que fontes se informar e que materiais podem ser úteis e ajudar no conhecimento científico no período de pesquisas. Apesar dos holofotes estarem sempre direcionados à internet, a TV também pode ser um veículo de transmissão de instrução.

A busca por conteúdos de qualidade
É certo que a TV aberta peca muito por falta de qualidade de conteúdo, poucos são os programas que servem para instruir, ao contrário, não passam de pobres entretenimentos. Entretanto, há programas direcionados a determinados públicos-alvo e que podem ser usados como forma de debate e discussão de temas relevantes, como documentários, programas de entrevistas com figuras ligadas a um assunto específico. Para desempenhar esse papel o uso de TV a cabo pode ser uma alternativa, já que há programas cujo conteúdo serve para elucidar assuntos e temas específicos.

A programação da TV a cabo pode ser uma poderosa ferramenta para aprendizado – Crédito: Reprodução

As TVs a cabo ou por assinatura, como são chamadas, têm a vantagem também de ter uma programação internacional, o que favorece não só a pluralidade de temáticas, como também a possibilidade de ouvir outros idiomas e ganhar uma visão geral do que acontece no mundo.

Não há como negar que o mundo se tornou pequeno, as distâncias encurtaram e saber sobre o que está acontecendo do outro lado do globo é necessário para interpretar a própria realidade. Em um curso superior, durante os estudos na faculdade, o aluno deve perceber como uma profissão é desempenhada em outros países e a sua importância dentro do contexto social e econômico de cada localidade. As mudanças no nosso país não só dependem de situações locais, porém respondem ao cenário global e portanto manter-se informado é um ponto chave para interpretar os fatos.

Apesar da TV aberta atualmente preencher seu horário ora por notícias sem aprofundamento, ora por entretenimento, esse aparelho de comunicação que revolucionou o meio desde sua aparição ainda em preto e branco, é uma ferramenta poderosa e útil, cabe ao telespectador selecionar o que pode servir para abranger o seu entendimento. Usá-la em sala de aula, seguindo um critério de escolha de conteúdo, é sem dúvida um passo positivo para que os estudantes interajam e troquem sua visão de aprendizado com outras realidades.

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Vivemos em um momento da tecnologia onde a computação em nuvem está em evidência, os armazenamentos e aplicativos locais estão cada vez mais ameaçados de saírem de cena.

Quando se fala em computação nas nuvens, fala-se na possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, você não precisa instalar aplicativos no seu computador para tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para fazer o que precisa, já que os dados não se encontram em um computador específico, mas sim em uma rede.

Uma vez devidamente conectado ao serviço online, é possível desfrutar suas ferramentas e salvar todo o trabalho que for feito para acessá-lo depois de qualquer lugar — é justamente por isso que o seu computador estará nas nuvens, pois você poderá acessar os aplicativos a partir de qualquer computador que tenha acesso à internet.

Cloud Computing – Crédito: Fowardthinking

Basta pensar que, a partir de uma conexão com a internet, você pode acessar um servidor capaz de executar o aplicativo desejado, que pode ser desde um processador de textos até mesmo um jogo ou um pesado editor de vídeos. Enquanto os servidores executam um programa ou acessam uma determinada informação, o seu computador precisa apenas do monitor e dos periféricos para que você interaja.

As vantagens proporcionadas pela computação em nuvens são muitas. Uma delas — talvez a mais impactante para a maior parte das pessoas — é a não necessidade de ter uma máquina potente, uma vez que tudo é executado em servidores remotos.

Outro benefício é a possibilidade de acessar dados, arquivos e aplicativos a partir de qualquer lugar, bastando uma conexão com a internet para tal — ou seja, não é necessário manter conteúdos importantes em um único computador.

No entanto, nem tudo são flores. O armazenamento nas nuvens também gera desconfiança, principalmente no que se refere à segurança. Afinal, a proposta é manter informações importantes em um ambiente virtual, e não são todas as pessoas que se sentem à vontade com isso.

Recentemente, uma falha no iCloud (sistema de armazenamento em nuvem da Apple) sofreu com a segurança, fotos de celebridades “vazaram” e deixou a segurança da nuvem da Apple em xeque. Casos como esses tiram a credibilidade da tecnologia, mas ao mesmo tempo abrem espaços para novas pesquisas de segurança e aperfeiçoamento do serviço.

Trato o caso da Apple como descuido e falha interna, não culpo o serviço em si ou desconfio do mesmo, todas as empresas vão aprender com esse desagradável episódio. Muita coisa vai acontecer nesta nova etapa de “nuvem”, e acredito que a cada dia podemos ter serviços melhores e mais seguros.

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POR Emerson Jollo 2 MESES ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Cibercultura é a cultura que surgiu, ou surge, a partir do uso da rede de computadores através da comunicação através de computadores, a indústria do entretenimento e o comércio eletrônico. É também o estudo de vários fenômenos sociais associados à internet e outras novas formas de comunicação em rede, como as comunidades on-line, jogos de multi-usuários, jogos sociais, mídias sociais, realidade aumentada, mensagens de texto, e inclui questões relacionadas à identidade, privacidade e formação de rede.

A palavra cibercultura provém da junção das palavras cibernética e cultura. “Ciber” seria o diminutivo de cibernética, uma ciência voltada para uma tecnologia avançada. No caso, a cibercultura relaciona a tecnologia, o virtual (por exemplo a internet) e a cultura. O termo contempla todos os fenômenos relacionados ao ciberespaço, aqueles fenômenos associados às formas de comunicação mediadas por computadores. O Dicionário de Inglês Oxford lista o uso do termo “cibercultura” em 1963, quando A. M. Hilton escreveu o seguinte: “Na era da cibercultura, todos os arados puxarão a si mesmos e os frangos fritos voarão direito para nossos pratos.” Bem no sentido figurado mesmo essa afirmação.

Cibercultura – Crédito: COMDPI

É mais fácil observar indivíduos jovens em um meio totalmente digital. Isso porque boa parte desses espaços têm esse apelo. Ainda assim, não se exclui a participação de pessoas mais velhas. É muito comum encontrar comunidades em redes sociais que resgatam hábitos da infância dessas pessoas.

Você pode até achar que não, mas aquele seu primeiro video game foi crucial na definição do seu comportamento hoje. Pode não parecer grande coisa, mas você saber as musiquinhas do Mario, as falas do Zelda e outros jogos moldaram uma geração muito diferente daquela dos nossos pais.

Há mais ou menos dez anos, você procuraria em uma lista telefônica e correria o risco de passar horas folheando, para não encontrar nada. Outro tipo de comportamento que demonstra a extensão da cibercultura para fora do seu computador está muito preso ao fato de que boa parte das pessoas da tal Geração Y e Z prefere enviar mensagens de texto a telefonar.

Desse modo, diferentes espaços virtuais são criados para que essa comunicação flexível aconteça. Assim, você tem canais de comunicação que antes não existiam.

Todo perfil que você tem em uma rede social funciona como uma versão digital sua na grande rede. Portanto, é interessante que você comece a ver o seu comportamento online como algo que represente quem você é. Então, abusar de conteúdos que não dizem nada ao seu respeito geram ruído e podem comprometer a comunicação entre os “cidadãos” dessa “cibercidade”.

Agora que você conhece um pouco mais sobre a cibercultura e os seus principais conceitos, já sabe melhor como funciona a vida online. Se você gosta da vida digital e de todo o conforto que ela traz, pode começar a pensar que esse ambiente é a sua “segunda casa”.

MInhas fontes de leitura sobre o assunto: Tecmundo, Wikipédia.

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