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POR Emerson Jollo 7 HORAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

A medicina moderna e a tecnologia parecem inseparáveis. Começando lá atrás com a descoberta dos raios X pelo físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen (1845-1923) em 1895 que possibilitou a observação dos órgãos internos do corpo. Isso facilitou o diagnóstico de fraturas ósseas, câncer, e outras doenças. Pouco tempo depois, Willem Einthoven (1860-1927), fisiologista holandês, inventou o primeiro eletrocardiógrafo. De lá para cá a medicina e a tecnologia são aliadas e não andam mais sozinhas.

Atualmente existem tecnologias que estão revolucionando a medicina e podem se tornar bastante comuns em um futuro bem próximo. São desde exames feitos remotamente com toda eficiência de um laboratório até aparelhos que monitoram uma gravidez de alto risco mesmo longe do hospital.

Pesquisadores de TI junto com pesquisadores de medicina, lançam a cada dia uma nova solução para facilitar a vida e o dia a dia de milhões de pessoas que buscam bem estar e saúde. Projetos mais recentes vão de lentes de contato que controlam a diabetes, projeto que será lançado pelo Google, até uma cinta inteligente que controla todos os sinais vitais do bebê e da mãe em tempo real e envia para a equipe médica, evitando que a mãe precise ir ao consultório todos os meses.

Medicina e Tecnologia – Crédito: Tener Respostas Inteligentes

Assim como em outras áreas, os computadores têm desempenhado um papel mais que fundamental nos avanços da medicina. Os computadores são um componente importante da tecnologia de varredura. Eles operam os aparelhos em salas de cirurgia e unidades de terapia intensiva. Registros médicos e “receitas” de medicamentos podem agora ser transmitidos em formato eletrônico (Ninguém vai mais ter dificuldade para ler a escrita do médico). E a ciência por trás das modernas práticas médicas baseia-se em pesquisas que se valem de computador. O mapeamento do genoma humano teria sido impossível sem os computadores para montar e analisar a vasta e complexa gama de dados.

Não apenas TI, existem vários projetos que não dependem da informática, usarei como exemplo um marca-passo 100% orgânico que promete retirar do mercado o aparelho mecânico utilizado nos dias de hoje. Resumindo, a tecnologia não é apenas computacional, ela também é biológica, química e tudo isso a serviço da medicina e do bem estar humano.

Apesar de todo esse avanço tecnológico, muitas doenças ainda não têm um tratamento adequado, ou não podem ser curadas e devastam famílias e comunidades. Muitas pessoas não têm acesso a atendimento médico adequado para doenças que podem ser curadas ou prevenidas. E acho que um desafio maior que a descoberta de novas técnicas, aparelhos e procedimentos, é todos terem acesso a um hospital de qualidade e alguém que cuide da sua saúde. Neste quesito, eu tenho minhas dúvidas se a tecnologia conseguirá ajudar.

Poderia ficar aqui apresentando projetos e comentando sobre eles, mas o assunto é vasto e tem coisa nova a cada dia, por isso essas palavras são apenas para motivar a pesquisa sobre medicina + tecnologia, temos muito o que aprender e ajudar. Deixo aqui a dica de tema para futuras pesquisas e teses sobre o assunto.

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POR Rosalves Sudário 6 DIAS ATRÁS
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Rosalves Sudário
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Os torcedores de diversos países e principalmente aqui no Brasil deram um show nas redes sociais. Quebrando vários recordes de mensagens publicadas jogo a jogo. Google, Facebook e Twitter também souberam aproveitar o período de Copa do Mundo. Cada um usou as suas armas para atrair novos usuários e engajar os presentes. O Facebook criou uma página especial para os usuários da rede poderem acompanhar as notícias, comentários e os memes, que pode ser visto aqui.

A página no Facebook – Crédito: The Next Web

A Copa no Brasil foi o maior evento já registrado na história da rede com com 350 milhões de usuários gerando “conversas” no mundo todo e totalizando 3 bilhões de publicações (texto, imagem e vídeo), comentários e curtidas, segundo dados divulgados pelo Facebook.

O Twitter também não perdeu chance de aumentar a sua relevância.  Pouco antes de começar alguma partida mandava aviso nos smartphones, sobre a partida que iria começar. Na final da Copa foram 32,1 milhões de tuites. O recorde do evento foi no jogo jogo entre Brasil e Alemanha, com 35,6 milhões de mensagens. A vitória da Alemanha sobre a Argentina trouxe, no entanto, outro recorde para o Twitter – o de maior número de tuites por minuto.

A campanha no Twitter – Crédito: Blue Bus

O recorde foi quebrado, a primeira vez quando Mario Götze marcou o gol da vitória alemã. Neste momento foram 556 mil tweets por minuto. Com o fim da partida 618 mil tweets surgiram no minuto seguinte o apito final. Como disseram alguns usuários era um olho no jogo e outro no Twitter.

O Google além dos Doodles que fizeram sucesso durante a Copa (veja neste aqui os Doodles da Copa) , divulgou na segunda-feira, 14, os assuntos mais buscados durante o mundial.

A campanha no Google – Crédito: Band

Jogadores mais buscados
1º: Neymar (Brasil)
2º: Cristiano Ronaldo (Portugal)
3º: Lionel Messi (Argentina)

Técnicos mais buscados
1º: Luiz Felipe Scolari (Brasil)
2º: Louis van Gaal (Holanda)
3º: Jürgen Klinsmann (Estados Unidos)

Goleiros mais buscados
1º: Guillermo Ochoa (México)
2º: Tim Howard (Estados Unidos)
3º: Manuel Neuer (Alemanha)

Jogos mais buscados
1º: Alemanha 7×1 Brasil, semifinal
2º: Holanda 5×1 Espanha, primeira fase
3º: Bélgica 1×0 Estados Unidos, oitavas de final

Gols mais buscados
1º: O primeiro de Robin van Persie na goleada da Holanda sobre a Espanha na primeira fase
2º: O de Messi na vitória da Argentina por 1 a 0 sobre o Irã na primeira fase
3º: O primeiro de James Rodriguez na vitória da Colômbia por 2 a 0 sobre o Uruguai nas oitavas

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POR Emerson Jollo 1 SEMANA ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Big Data é o conjunto de soluções tecnológicas, capaz de lidar com dados digitais em volume, variedade e velocidade inéditos até hoje. Na prática, a tecnologia permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, sendo fundamental para a tomada de decisões.

O mundo hoje está produzindo mais dados do que nunca, o acesso à tecnologia e a internet em si, proporcionou um aumento estrondoso de dados virtuais. A maior porcentagem deles são dados não-estruturados e esses tipos de dados antes só poderiam ser organizados por pessoas e levaria algum tempo, mas agora essa não é mais a realidade.

O que é Big Data? Big Data = volume + variedade + velocidade + veracidade + valor.

Detalhando estes tópicos um pouco mais:

Volume está claro. São gerados petabytes de dados a cada dia. E estima-se que este volume dobre a mais ou menos 18 meses. Variedade também, pois estes dados vêm de sistemas estruturados (hoje minoria) e não estruturados (a imensa maioria), gerados por e-mails, mídias sociais (Facebook, Twitter, YouTube e outros), documentos eletrônicos, mensagens instantâneas, câmeras de vídeo, etc.

Velocidade porque muitas vezes precisamos agir praticamente em tempo real sobre este imenso volume de dados, como em um controle automático de tráfego nas ruas. Veracidade porque precisamos ter certeza que os dados fazem sentido e são autênticos. E valor porque é absolutamente necessário que a organização que implementa projetos de Big Data obtenha retorno destes investimentos.

Big Data

Big Data – Crédito: Implantando Marketing

Atualmente circulam pela rede cerca de 1,8 zettabyte, a previsão é que em 2015 esse número chegue a incríveis 7,9 zettabytes. Um zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes – isso mesmo, um número inimaginável (Nem tanto para quem vive a tecnologia nos dias de hoje).

Esse tipo de software poderia até evitar assaltos por exemplo, já que são capazes de analisar imagens. Assim, o Big Data poderia monitorar as câmeras da cidade, entender padrões que antecedem assaltos e outros crimes e chamar a polícia antes que os bandidos cometam de fato o delito. Claro que essa realidade está um pouco longe neste primeiro momento.

Um exemplo recente de uso do Big Data vem da Copa do Mundo, a seleção alemã que conquistou o tetra campeonato no Maracanã em cima dos hermanos, utilizou o Big Data na competição. A SAP, empresa alemã de software, desenvolveu uma ferramenta de Big Data onde todos os dados dos adversários são recolhidos, tratados e se transformam em informações que são passadas para a Federação Alemã, assim a  comissão técnica pode saber maiores detalhes sobre o adversário e treinar a equipe visando o que está por vir. Pelo jeito a ferramenta foi um sucesso, vimos isso no jogo contra a Seleção Brasileira e foi mais que confirmada na final contra a Argentina.

O futuro com o Big Data promete ser “revolucionário”, as áreas de pesquisa humana, tecnológica, esportiva entre outras, podem melhorar ainda mais, claro que tem muita coisa a ser feita, mas o caminho é esse. Organizar dados, transformar em informações e utiliza-las no dia a dia, em tarefas simples ou não.

Minhas fontes de leitura sobre o assunto foram: Portal Info Online, Portal TechTudo, IBM e O Globo Tecnologia.

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POR Rosalves Sudário 1 SEMANA ATRÁS
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Rosalves Sudário
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Na década de 50, a televisão ainda engatinhava no país. Para acompanhar os jogos do mundial, o rádio era o grande companheiro. Nesta Copa do Mundo, televisões de tela plana, aplicativos para tablets e smartphones, telas e mais telas para acompanhar a Copa de 2014, em todos os lugares.

Para quem não conseguiu comprar ingresso para algum dos jogos da Copa do Mundo, a solução foi comprar uma televisão para assistir as partidas. A venda antes e durante o Mundial cresceu no país e impulsionou o uso da TV Digital (HD), no país. Um levantamento realizado pelo instituto GfK apontou um crescimento de 60% na compra de TVs em maio comparado com o mesmo período do ano passado. Outros que não quiseram gastar, mas queriam uma imagem melhor optaram por comprar conversores e antena digital.

Exemplo de imagens cada vez mais nítidas – Crédito: Divulgação

As emissoras  aproveitaram os jogos para testar a transmissão em 4K e 8k (as imagens são 16 vezes mais nítidas que o padrão atual de alta definição, conhecido com HD).

A evolução das transmissão dos jogos da Copa – Crédito: Diário Catarinense

A FIFA e empresas de comunicação criaram aplicativos para com informações em tempo real sobre os jogos. O aplicativo oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™ chegou ficar em primeiro lugar em mais de cem países, na lista de downloads de aplicativos e foi baixado mais de 22 milhões de vezes, segundo dados da organizadora da Copa do Mundo.

O destaque desta Copa é o nosso assunto da próxima semana: as redes sociais (afinal perdemos a Copa, mas não a piada).

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POR Rosalves Sudário 2 SEMANAS ATRÁS
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Rosalves Sudário
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Quem viu o jogo da seleção brasileira, sábado (28) pode ver o preparo físico do nosso time. Aguentar os 90 minutos de partida, 30 minutos de prorrogação e a disputa de pênaltis (um susto), mas serviu para mostrar que estávamos mais preparados que o Chile.

Crédito: Revista Escola

Não basta ter um ótimo campo, camisa, chuteira, bola se o jogador não conseguir ficar em campo durante o período da partida. O foco é a preparação física do atleta. Como disse o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, ao Estadão no início da preparação dos atletas para Copa: “Ênfase na preparação será, nos primeiros dias, a testes. A partir deles vamos desenvolver um trabalho em conjunto para colocar esses jogadores na melhor condição física e técnica”. Muitos além de participarem do Campeonato Brasileiro acabavam de sair do final da temporada europeia, e com outra disputa próxima, precisavam recuperar o quanto antes suas condições físicas para jogar.

A figura do preparador físico contribuiu muito para colocar de volta os jogadores na linha. Este profissional só surgiu a partir da Copa de 1954, numa época que os jogadores corriam em média 4 km por partida. Hoje, além do preparador há outros recursos para preparar os atletas para correrem em média 10,8 km em um jogo.

Crédito: Cmais

A genética é um dos fatores utilizados para descobrir a predisposição de uma pessoa para os esporte. A proteína, ACTN3 ou alfa actinina 3, em grande quantidade, determina uma grande explosão, contribuindo para “formação” de atacantes, já os que tem um menos podem ser volantes e zagueiros. Além da genética, para prevenir lesões, todas as grandes seleções utilizam a termografia que identifica através da leitura de calor as partes mais desgastadas e indicam que músculo pode sofrer um lesão e merece cuidados

Na próxima semana, a Copa das Telas.

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POR Emerson Jollo 3 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
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A inteligência artificial (IA) é uma expressão criada em 1955, pelo cientista da computação e matemático americano John McCarthy. O conceito significa que máquinas e computadores possuem uma percepção da natureza que os rodeia e podem ter ações que maximizem seus sucessos como programas.

O mundo do entretenimento adora utilizar a inteligência artificial, existem robôs assassinos que se rebelam contra seus criadores, talvez seja a produção de maior sucesso sobre IA; Você sabe de qual filme clássico estou falando.

A Marvel não muito tempo atrás, utilizou o assunto na saga de história em quadrinhos a ‘Era de Ultron’, onde o cientista Hank Pym constrói uma IA que futuramente domina o mundo, caça humanos e todos os heróis em busca de mais poder e destruição. Esta saga será retratada no cinema no ano de 2015 quando a empresa lançará “Os Vingadores – A era de Ultron”.

Mas a pergunta que sempre paira no ar é, até onde pode chegar a inteligência artificial na vida real e no dia a dia da humanidade? Cada vez mais os computadores estão ficando avançados e sendo incluídos em todos os momentos de nossas vidas. Há alguns anos atrás isso era pura ficção, hoje é pura realidade.

O quanto isso pode ser bom ou ruim? Quanto isso pode ajudar ou atrapalhar? Muitos cientistas renomados estudam tal “fenômeno” e tem opiniões adversas, uns acreditam no bem que a IA pode causar e outros no mal, os prós envolvem IA na saúde, no ensino e na indústria, os contras já falam de substituição de mão de obra humana por robótica inteligente, guerras e invasões.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - CRÉDITO: OLHAR DIGITAL

Inteligência artificial – Crédito: Olha Digital

Recentemente, um dos maiores empresários do setor de tecnologia diz que o futuro da inteligência artificial pode ser assustador… Bem, isso significa que há perigo de verdade aí. E foi exatamente isso o que disse Elon Musk, cofundador do PayPal, da fabricante de veículos elétricos Tesla e da empresa de foguetes e viagens espaciais Space X.

Em entrevista à CNBC, Musk fez uma referência direta à Skynet da franquia Exterminador do Futuro, filme que citei acima em que a inteligência artificial criada pelos humanos se volta contra seus criadores. “No filme, eles não esperavam que as coisas saíssem daquele jeito”, diz Musk. “Os resultados são potencialmente perigosos. Você precisa ser cauteloso. Há possibilidades realmente assustadoras.”

Muitas empresas startups, estão surgindo com o propósito de pesquisar e desenvolver a IA, eu, como fã da ficção cientifica e profissional de tecnologia, acho tudo isso no mínimo intrigante, a cada dia vejo a ficção virar realidade e isso chega a ser assustador.

Particularmente acredito que, uma revolução tecnológica envolvendo principalmente a IA não demora a acontecer, pesquisando e me inteirando sobre o assunto, cheguei à conclusão que, em breve não seremos os únicos seres pensantes e o que mais me assusta é perceber que o próximo ser pensante será criado pelos próprios humanos.

Minhas fontes de leitura foram: Portal Info Online, portal Tecmundo e um artigo acadêmico interessantíssimo contendo uma visão geral sobre o assunto.

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