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POR Colaboradores Especiais 3 DIAS ATRÁS
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A tecnologia já entrou para dentro da sala de aula. Os professores e educandos buscam inovar no ensino através de ferramentas que colaborem na prática do aprendizado. A interação dos alunos é um ponto de grande diferença quando há o suporte tecnológico como via de informação. A diferença é saber escolher que fontes se informar e que materiais podem ser úteis e ajudar no conhecimento científico no período de pesquisas. Apesar dos holofotes estarem sempre direcionados à internet, a TV também pode ser um veículo de transmissão de instrução.

A busca por conteúdos de qualidade
É certo que a TV aberta peca muito por falta de qualidade de conteúdo, poucos são os programas que servem para instruir, ao contrário, não passam de pobres entretenimentos. Entretanto, há programas direcionados a determinados públicos-alvo e que podem ser usados como forma de debate e discussão de temas relevantes, como documentários, programas de entrevistas com figuras ligadas a um assunto específico. Para desempenhar esse papel o uso de TV a cabo pode ser uma alternativa, já que há programas cujo conteúdo serve para elucidar assuntos e temas específicos.

A programação da TV a cabo pode ser uma poderosa ferramenta para aprendizado – Crédito: Reprodução

As TVs a cabo ou por assinatura, como são chamadas, têm a vantagem também de ter uma programação internacional, o que favorece não só a pluralidade de temáticas, como também a possibilidade de ouvir outros idiomas e ganhar uma visão geral do que acontece no mundo.

Não há como negar que o mundo se tornou pequeno, as distâncias encurtaram e saber sobre o que está acontecendo do outro lado do globo é necessário para interpretar a própria realidade. Em um curso superior, durante os estudos na faculdade, o aluno deve perceber como uma profissão é desempenhada em outros países e a sua importância dentro do contexto social e econômico de cada localidade. As mudanças no nosso país não só dependem de situações locais, porém respondem ao cenário global e portanto manter-se informado é um ponto chave para interpretar os fatos.

Apesar da TV aberta atualmente preencher seu horário ora por notícias sem aprofundamento, ora por entretenimento, esse aparelho de comunicação que revolucionou o meio desde sua aparição ainda em preto e branco, é uma ferramenta poderosa e útil, cabe ao telespectador selecionar o que pode servir para abranger o seu entendimento. Usá-la em sala de aula, seguindo um critério de escolha de conteúdo, é sem dúvida um passo positivo para que os estudantes interajam e troquem sua visão de aprendizado com outras realidades.

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POR Emerson Jollo 1 SEMANA ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Vivemos em um momento da tecnologia onde a computação em nuvem está em evidência, os armazenamentos e aplicativos locais estão cada vez mais ameaçados de saírem de cena.

Quando se fala em computação nas nuvens, fala-se na possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet. Quer dizer, você não precisa instalar aplicativos no seu computador para tudo, pois pode acessar diferentes serviços online para fazer o que precisa, já que os dados não se encontram em um computador específico, mas sim em uma rede.

Uma vez devidamente conectado ao serviço online, é possível desfrutar suas ferramentas e salvar todo o trabalho que for feito para acessá-lo depois de qualquer lugar — é justamente por isso que o seu computador estará nas nuvens, pois você poderá acessar os aplicativos a partir de qualquer computador que tenha acesso à internet.

Cloud Computing – Crédito: Fowardthinking

Basta pensar que, a partir de uma conexão com a internet, você pode acessar um servidor capaz de executar o aplicativo desejado, que pode ser desde um processador de textos até mesmo um jogo ou um pesado editor de vídeos. Enquanto os servidores executam um programa ou acessam uma determinada informação, o seu computador precisa apenas do monitor e dos periféricos para que você interaja.

As vantagens proporcionadas pela computação em nuvens são muitas. Uma delas — talvez a mais impactante para a maior parte das pessoas — é a não necessidade de ter uma máquina potente, uma vez que tudo é executado em servidores remotos.

Outro benefício é a possibilidade de acessar dados, arquivos e aplicativos a partir de qualquer lugar, bastando uma conexão com a internet para tal — ou seja, não é necessário manter conteúdos importantes em um único computador.

No entanto, nem tudo são flores. O armazenamento nas nuvens também gera desconfiança, principalmente no que se refere à segurança. Afinal, a proposta é manter informações importantes em um ambiente virtual, e não são todas as pessoas que se sentem à vontade com isso.

Recentemente, uma falha no iCloud (sistema de armazenamento em nuvem da Apple) sofreu com a segurança, fotos de celebridades “vazaram” e deixou a segurança da nuvem da Apple em xeque. Casos como esses tiram a credibilidade da tecnologia, mas ao mesmo tempo abrem espaços para novas pesquisas de segurança e aperfeiçoamento do serviço.

Trato o caso da Apple como descuido e falha interna, não culpo o serviço em si ou desconfio do mesmo, todas as empresas vão aprender com esse desagradável episódio. Muita coisa vai acontecer nesta nova etapa de “nuvem”, e acredito que a cada dia podemos ter serviços melhores e mais seguros.

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POR Emerson Jollo 3 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Cibercultura é a cultura que surgiu, ou surge, a partir do uso da rede de computadores através da comunicação através de computadores, a indústria do entretenimento e o comércio eletrônico. É também o estudo de vários fenômenos sociais associados à internet e outras novas formas de comunicação em rede, como as comunidades on-line, jogos de multi-usuários, jogos sociais, mídias sociais, realidade aumentada, mensagens de texto, e inclui questões relacionadas à identidade, privacidade e formação de rede.

A palavra cibercultura provém da junção das palavras cibernética e cultura. “Ciber” seria o diminutivo de cibernética, uma ciência voltada para uma tecnologia avançada. No caso, a cibercultura relaciona a tecnologia, o virtual (por exemplo a internet) e a cultura. O termo contempla todos os fenômenos relacionados ao ciberespaço, aqueles fenômenos associados às formas de comunicação mediadas por computadores. O Dicionário de Inglês Oxford lista o uso do termo “cibercultura” em 1963, quando A. M. Hilton escreveu o seguinte: “Na era da cibercultura, todos os arados puxarão a si mesmos e os frangos fritos voarão direito para nossos pratos.” Bem no sentido figurado mesmo essa afirmação.

Cibercultura – Crédito: COMDPI

É mais fácil observar indivíduos jovens em um meio totalmente digital. Isso porque boa parte desses espaços têm esse apelo. Ainda assim, não se exclui a participação de pessoas mais velhas. É muito comum encontrar comunidades em redes sociais que resgatam hábitos da infância dessas pessoas.

Você pode até achar que não, mas aquele seu primeiro video game foi crucial na definição do seu comportamento hoje. Pode não parecer grande coisa, mas você saber as musiquinhas do Mario, as falas do Zelda e outros jogos moldaram uma geração muito diferente daquela dos nossos pais.

Há mais ou menos dez anos, você procuraria em uma lista telefônica e correria o risco de passar horas folheando, para não encontrar nada. Outro tipo de comportamento que demonstra a extensão da cibercultura para fora do seu computador está muito preso ao fato de que boa parte das pessoas da tal Geração Y e Z prefere enviar mensagens de texto a telefonar.

Desse modo, diferentes espaços virtuais são criados para que essa comunicação flexível aconteça. Assim, você tem canais de comunicação que antes não existiam.

Todo perfil que você tem em uma rede social funciona como uma versão digital sua na grande rede. Portanto, é interessante que você comece a ver o seu comportamento online como algo que represente quem você é. Então, abusar de conteúdos que não dizem nada ao seu respeito geram ruído e podem comprometer a comunicação entre os “cidadãos” dessa “cibercidade”.

Agora que você conhece um pouco mais sobre a cibercultura e os seus principais conceitos, já sabe melhor como funciona a vida online. Se você gosta da vida digital e de todo o conforto que ela traz, pode começar a pensar que esse ambiente é a sua “segunda casa”.

MInhas fontes de leitura sobre o assunto: Tecmundo, Wikipédia.

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POR Colaboradores Especiais 4 SEMANAS ATRÁS
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AutoCAD. A primeira vista os desavisados pensaram que este nome tem algo haver com carros. Não, não é uma peça ou acessório para seu veículo, muito menos um aplicativo de trânsito. Este é um dos mais famosos softwares do tipo CAD (Computer Aided Design), que em português significa Desenho Auxiliado por Computador.

Tela do AutoCAD – Crédito: Divulgação

Desenvolvido pela empresa americana Autodesk, em 1982, o AutoCAD é um software utilizado para criação e produção de peças de desenho técnico em duas ou três dimensões (2D e 3D). É considerado por muitos especialistas e profissionais, como engenheiros, projetistas, arquitetos, designers e desenhistas, como a melhor e mais completa ferramenta para a realização desses trabalhos profissionais. Inclusive, muitos deles precisam utilizar este tipo de ferramenta ou compram ou baixam o AutoCAD, pelo custo benefício e pelas constantes atualizações que a Autodesk fornece.

Exemplo de produção feita no AutoCAD – Crédito: Divulgação

Assim como diversos softwares e programas de computação, o AutoCAD foi acompanhado a evolução tecnológica e melhorando com o passar dos anos. Ainda na década de 1980, começam as primeiras mudanças marcantes no programa, com a adição de novos comandos e a possibilidade de fazer desenhos e projetos totalmente em 3D. Nos anos seguintes o software atingiu a liderança mundial este ramo de tecnologia e lançou versões cada vez mais modernas, com múltiplas ferramentas e em diversos idiomas diferentes, como o português.

Este software também consegue rodar em diversos sistemas operacionais e a versão 2015, lançada este ano, esta mais completa e eficiente. Mas para poder utilizar esse programa é ideal ter em mãos uma máquina bastante potente. Por isso, caso queria experimentar o AutoCAD utiliza um computador rápido e com boa memória.

Confira abaixo um vídeo explicativo sobre as funções do AutoCAD:

Imagem de Amostra do You Tube

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POR Rosalves Sudário 4 SEMANAS ATRÁS
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Rosalves Sudário
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Crédito: Correio do Estado

Imagem de Amostra do You Tube

O dono do Facebook, Mark Zuckerberg já tinha feito. O vídeo foi postado na sua rede social e desafiou Bill Gates, cofundador da Microsoft. Gates aceitou o desafio e jogou um balde de água fria na sua cabeça também. Larry Page e Sergey Brin, Google, Justin Timberlake, Myspace, Dick Costolo, do Twitter, Tim Cook, da Apple e vários outros CEOs de empresas de tecnologia e artistas todos tomando um banho de água fria. O que é isso?

Imagem de Amostra do You Tube

Todos eles foram desafiados e concordaram em participar da brincadeira, por uma causa nobre, a luta contra a Esclerose Lateral Amiotrófica. A esclerose lateral amiotrófica (ELA), também designada por doença de Lou Gehrig e doença de Charcot, é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos, e com a sensibilidade preservada (fonte: Wikipédia). Quem aceita o desafio tem até 24 horas para cumprir ou fazer uma doação de 100 doláres para instituição ALS Foundation. A maioria está aceitando o desafio e contribuindo com a causa.

As doações serão utilizadas em pesquisas que buscam a cura da doença, que no Brasil, a cada cem mil pessoas, uma tem ELA, segundo o pesquisador coordenador científico do Instituto Paulo Gontijo, Miguel Mitne (veja a notícia). No fim de semana, o desafio chegou ao Brasil e alguns artistas começaram a tomar banhos gelados.

Stephen Hawking físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade é uma das vítimas da doença.

Crédito: Wikimedia

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Você já deve ter ouvido a expressão “A internet é um Oceano”, é uma analogia cafona eu sei mas é exatamente isso que a internet é um verdadeiro oceano de informações, cultura e entretenimento. E, para navegar neste oceano e ter acesso a tudo o que ele é capaz de oferecer, nos tornamos “reféns” dos chamados motores de busca; mais precisamente, do mais famoso deles, o Google.

No submundo da internet existem conteúdos não acessíveis diretamente por sites de busca. Isso inclui, por exemplo, documentos hospedados dentro de sites que exigem login e senha. Sua origem e sua proposta original são legítimas. Afinal, nem todo material deve ser acessado por qualquer usuário. O problema é que, longe da vigilância pública, essa enorme área secreta (que deve ser 500 vezes maior que a web comum!) virou uma terra sem lei, repleta de atividades ilegais pavorosas.

Deep Web – Crédito: Isso é bizarro

Falaremos um pouco sobre as “divisões” e perigos das profundezas da web.

Só para VIPs: Os endereços da Deep Web podem ser bem bizarros, como uma sucessão de letras e números seguida do sufixo .onion, em vez do tradicional .com. Originalmente, sua função é positiva: proteger conteúdos confidenciais, como os de governos, bancos, empresas, forças militares e universidades, acessíveis só com login, por exemplo.

Ponto Cego: A Deep Web pode ficar dentro de sites comuns (na forma de arquivos e dados baixáveis) ou escondida em endereços excluídos de propósito dos mecanismos de busca. O Google nem faz ideia do que está lá: ele seria como um barco pesqueiro que só localiza suas presas na “superfície” do mar.

Zona de Guerra: Nem pense em se aventurar nesses mares. Eles estão cheios de crackers (hackers com intenções criminais), que adoram “fisgar” usuários descuidados. Como não há filtros de segurança, eles facilmente conseguem, por exemplo, “zumbificar” o computador de um internauta (controlando-o a distância sem que o dono note) e roubar dados.

Predadores Abissais: A parte podre tem até nome: Dark Web. Lá se encontra de tudo: lojas virtuais de drogas, pornografia infantil e conexões terroristas para venda de armas. Como tudo fica nas profundezas, não há jeito de governos e a polícia tirarem do ar. É como se os sites tivessem vida própria, sem donos, registros e documentação.

Claro que também tem o lado bom deste assunto, muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, (já fiz um post aqui no BGC sobre este assunto) sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet.

Enfim, por enquanto estou longe das profundezas apesar que poderia escrever mais informações sobre a Deep Web se tivesse utilizado, mas nunca segui um passo a passo para mergulhar tão fundo. O que escrevo são informações que li e pesquisei a nível de curiosidade profissional.

Minhas fontes de leitura foram: Super Downloads, Zuti, WikiPedia, e este artigo acadêmico muito interessante que aborda desde o básico até especificações técnicas da Deep Web.

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