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POR Emerson Jollo 1 SEMANA ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Até pouco tempo atrás ela passava despercebida, mas depois de alguns acontecimentos e testemunhos ela anda vivendo na “boca do povo”. Falo neste post sobre a NSA a Agência de Segurança Americana. Alguém da agência vai ler este post, aliás eles leem tudo que está na rede.

Fundada no dia 4 de novembro de 1952, a NSA (National Security Agency) é o maior órgão de dados de criptologia do mundo. Ela está localizada no estado de Maryland, na região nordeste dos Estados Unidos, sendo responsável pela segurança do país e pela utilização de um sistema chamado de Signals Intelligence (SIGINT), que é capaz de obter interceptações e criptoanálise de dados por meio de sinais do mundo inteiro.

Como parte essencial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a NSA não se trata de uma agência totalmente independente, mas sim controlada pelo governo norte-americano e comandada pelo almirante de quatro estrelas da Marinha Mike Rogers, sendo ainda a maior agência do mundo no segmento e a mais importante dos EUA. O objetivo principal dos dados coletados e interceptados pela NSA é manter a segurança do país, aliados e parceiros estratégicos para os Estados Unidos.

Durante o início de suas atividades, muito pouco se sabia sobre o que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos realmente fazia. O governo, na época, negava os seus programas e ações, inclusive a sua própria existência. Por conta disso, nomes como “No Such Agency” (não existe tal agência) e “Never Say Anything” (nunca diga nada) apareceram como forma de piada e insatisfação com os segredos guardados pelos Estados Unidos. Em 1999, a BBC confirmou a existência dessa rede que foi negada pelo governo dos Estados Unidos e taxada como uma ideia conspiratória e especulativa.

NSA – FONTE: WCCFTECH.COM

Em 1982, após ter se tornado um especialista na história da NSA, o jornalista James Bamford publicou o livro The Puzzle Palace, no qual revela pela primeira vez a existência da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

Como parte do protocolo de segurança da NSA, os dados e informações obtidos por meio dessas interceptações raramente são divulgados. Isso permite também que muita dúvida tenha surgido em relação à agência devido à violação deliberada da privacidade de milhões de pessoas por todo o mundo. No mais recente caso de descoberta dos dados que trafegavam pelo órgão, Edward Snowden, ex-funcionário da própria NSA e da CIA, divulgou informações que revelaram que o governo norte-americano obtinha dados privados de milhões de pessoas, dentre elas líderes políticos, a exemplo das ligações interceptadas de Angela Merkel, chanceler da Alemanha, e da presidente brasileira Dilma Rousseff.

Após as revelações de Snowden, um projeto de rede de vigilância e espionagem global chamado de Echelon foi exposto como um programa que consegue supostamente monitorar 90% de todo o conteúdo gerado por meio da internet. O Echelon fazia inicialmente parte de um projeto envolvendo os “Cinco Olhos” que incluíam os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido. Líderes de outros países já acusaram a NSA e o projeto Echelon de praticarem espionagem industrial, algo que ainda não foi possível comprovar.

Outros sistemas utilizados pela NSA para espionar o conteúdo gerado pela internet são o PRISM e o MUSCULAR. O primeiro possui colaboração das grandes empresas de tecnologia, como Google, Microsoft, Apple, Facebook e outras, que enviam dados para análise das informações. O segundo está ligado diretamente aos emails do Yahoo! e ao Gmail. Esse sistema intercepta os cabos dos data centers que levam as mensagens de email para seus destinatários.

Além disso, entre algumas das várias informações reveladas em junho de 2013 está o plano da NSA, em conjunto com o GCHQ (Government Communications Headquarters) britânico, de sabotar os sistemas de encriptação nos quais estão baseados a segurança da rede de informática global. As atividades da NSA nesse sentido incluem o enfraquecimento dos padrões de criptografia usados globalmente, sabotando os sistemas e padrões de criptologia com a finalidade de até mesmo interceptar compras feitas online, abrindo embalagens e pacotes para implementar malwares em produtos antes que esses sejam entregues aos compradores.

Diz a “lenda” e a “teoria da conspiração” que a NSA está vendo tudo o que rola na rede, eu não duvido pois para quem tem o mínimo de conhecimento em informática, sabe que os principais servidores do mundo ficam em território americano.

Quem se interessa por este tipo de assunto, pesquise e leia bastante sobre, é bem legal e algumas teorias são no mínimo mirabolantes.

PS. Caro agente da NSA que está lendo este post, pode me enviar uma Jersey do New England Patriots  meu time de coração da NFL? Juro que te pago certinho, é que aqui no Brasil é um pouco salgado o preço. :)

O texto sobre a NSA eu vi no Canaltech, você pode ver mais informações no portal.

Minhas fontes de leitura foram:  Revista Info, CanalTech, Wikipédia

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POR Emerson Jollo 3 SEMANAS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Diante da falta de água, que antes era um problema exclusivo do Nordeste, mas já assola parte do Sudeste, não basta apenas pedir por uma ajudinha de São Pedro ou mesmo esperar que as autoridades responsáveis tomem medidas efetivas.

Aplicativos foram lançados para ajudar a economizar água e energia.

Se você quiser fazer a sua parte e adotar o consumo consciente como prática, seu smartphone pode ajudar na hora de economizar água e energia.

A maioria dos aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para os os sistemas Android e iOS.

- Economia de Água

Nossa Água
A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com o Instituto Akatu desenvolveu o aplicativo para ajudar os brasileiros a economizar água. Além de dicas, a ferramenta, que é gratuita, oferece uma calculadora de banho que contabiliza o uso da água conforme o tempo no chuveiro e ainda um game sobre vazamentos. O app está disponível para aparelhos smartphones da versão Android.

iWater
Criado por um grupo de alunos do Rio de Janeiro, o aplicativo calcula o gasto de água em atividades do dia a dia como, por exemplo, um banho demorado ou uma lavagem de carro com mangueira. Também armazena o histórico de consumo do usuário e traz informações e curiosidades sobre os recursos hídricos no mundo. A ferramenta é gratuito e está disponível no site iwater.capile.net.

Calculadora dos Sonhos
Para os moradores da cidade de São Paulo, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) criou o aplicativo que permite o controle do consumo de água, além de projetar o desconto que pode ter na conta de água.

Da Sua Conta
Desenvolvido pelo Departamento de Água e Esgoto de São Caetano do Sul (SP), o aplicativo ajuda os usuários a monitorarem o consumo de água de acordo com as informações do hidrômetro. A ferramenta, que é gratuita, exibe um gráfico do consumo e calcula o quanto poderia ter sido reduzido no mês. Também permite a comparação do seus gastos com as recomendações da ONU (Organização das Nações Unidas). Está disponível no sistema Android.

Sai Desse Banho
Esse aplicativo, disponível gratuitamente apenas para quem tem iPhone, estimula as pessoas a reduzirem o tempo do banho e, com uma música irritante, castiga àqueles que ultrapassarem o tempo previamente selecionado.

Fake Shower
Criado pelo Instituto Akatu, o aplicativo gratuito imita o som de um chuveiro aberto como alternativo para àqueles que querem disfarçar ruídos indesejados no banheiro. Ao utilizar a ferramenta, é possível identificar o quanto de água o usuário gasta a cada banho, quando escova os dentes ou mesmo quando faz a barba. Está disponível no sistema Android.

Dropcountr
Esse aplicativo auxilia na identificação do consumo de água em cada uma das tarefas do dia-a-dia e compará-lo com o consumo de outras famílias. Permite ainda que se estabeleça uma meta para o mês e informa quando o limite se aproxima. A ferramenta está disponível gratuitamente para o sistema iOS.

Seca SP

SECA SP – FONTE: BLOG DO RIELLA

- Economia de Energia

Nossa Energia
O aplicativo, lançado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) em parceria com o Instituto Akatu, é gratuito e orienta os usuários em relação ao consumo eficiente da energia. A ferramenta oferece uma calculadora que identifica os gastos de acordo com os eletrodomésticos e o consumo da residência, além do jogo “Apagão” e dicas práticas para a economia de energia. O app está disponível para aparelhos smartphones da versão Android.

Casa Virtual
Desenvolvido pela Furnas Centrais Elétricas, o aplicativo simule o consumo de cada aparelho elétrico, aponta os mais gastões e identifica aqueles responsáveis por onerar a conta de luz. A ferramenta é gratuita e está disponível para o iOS e Android.

Green Outlet
Com o aplicativo, é possível ter um panorama do gasto energético de eletrodoméstico da casa e identificar qual deles podem ser substituídos ou mesmo usar com menos frequência. A ferramenta está disponível no sistema iOS e custa US$ 0,99 (aproximadamente R$ 2,40).

Etiqueta Sustentável
O aplicativo traz orientações de como as pessoas podem mudar seus hábitos e contribuir na redução dos impactos ambientais. São 50 dicas sobre uso da água, uso de energia elétrica, cidadania, reciclagem e consumo, cada uma delas com o nível de esforço necessário para realizá-las e o impacto que elas causam no meio ambiente. A ferramenta é gratuita e está disponível no sistema iOS.

#FicaDica

Minha fonte de leitura foi o portal UOL Tecnologia.

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POR Colaboradores Especiais 4 SEMANAS ATRÁS
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O polêmico não gol de Frank Lampard na Copa do Mundo de 2010 – Crédito: Divulgação

Quatro semanas atrás, mencionamos aqui no Blog da Comunicação sobre o uso de tecnologia no futebol. Um dos exemplos que citamos aqui no referido texto foi o erro de arbitragem no clássico entre São Paulo e Corinthians em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2014.

Mas será sempre assim? Bom, a cada ano que passa os esportes vem utilizando cada vez mais da tecnologia para reduzir os erros. Sempre haverá erros, é verdade. Mas a tecnologia pode reduzir esses erros para que o resultado final seja mais justo. Além de uma eventual revisão de marcações dentro do campo, a tecnologia ajuda, e muito o treinamento de atletas. Vamos, neste artigo, mostrar que alguns esportes estão usando e abusando da tecnologia.

Árbitro da NFL revê jogada após desafio do técnico – Crédito: Divulgação

Futebol Americano
O Futebol Americano é um dos esportes que utilizam da tecnologia na revisão de jogadas. O esporte, atualmente o mais popular dos Estados Unidos, utiliza-se há décadas de um sistema de desafio de jogadas. Nele, os dois técnicos têm duas possibilidades por jogo (caso correta, ganha mais uma) para desafiar uma marcação de campo. Caso esteja errada, o time perde um tempo – que pode ser crucial para parar o cronômetro nos momentos finais da partida. Caso certa, a marcação de campo “volta atrás”. O sistema não é perfeito – mesmo com dezenas de câmeras para revisar a jogada, o árbitro só pode voltar atrás caso tenha 100% de certeza quanto ao lance. Outro uso relevante da tecnologia no Futebol Americano é o uso de tablets na lateral de campo – isso começou neste ano. Assim, os técnicos podem explicar as jogadas e rever o que deu de errado e certo através de imagens e recursos touchscreen

O poker é um dos esportes nos quais o desempenho dos atletas pode melhorar com a tecnologia – Crédito: Divulgação

Poker
O poker é objetivo quanto à “marcação dentro de campo”. Ou um jogador ganha uma determinada mão ou não – por ter cartas melhores, obviamente. De toda sorte, a tecnologia está bastante alinhada com o mundo do poker. Hoje em dia, aliás, é praticamente impossível dissociar os dois mundos. Atualmente, o carteado é jogado por milhares de pessoas do mundo através de sites na internet. Com isso, é possível que os jogadores possam praticar no sistema on demand, a qualquer momento. Como efeito, a tecnologia aperfeiçoou – e muito – o estilo de jogo de milhares de “atletas das cartas”. Alguns, inclusive, se especializaram na versão online do jogo, só jogando pelo computador. Outros, mais puristas, ainda preferem o cara-a-cara – mas não abrem mão de poder treinar a qualquer momento bastando que haja uma conexão com a internet.

Baseball
O baseball é o mais novo esporte que entrou na onda. O esporte é um dos mais antigos dos Estados Unidos se considerarmos a presença de uma liga organizada e profissional. Como efeito, qualquer tipo de “intromissão” eletrônica no esporte era vista com maus olhos por muitos ao redor do país – principalmente os mais velhos, os quais ainda representam fatia considerável entre os amantes do esporte. Em 2014, porém, a exemplo do Futebol Americano, foi introduzido o “desafio” dos técnicos, de modo que haveria a possibilidade de revisão – ela sempre motivada por um manager, não sendo de “ofício” por parte da arbitragem. Na World Series de 2014, houve o primeiro desafio (World Series é a final, em série de até sete jogos, da Major League Baseball, o campeonato profissional de baseball dos Estados Unidos). Curiosamente, o técnico perdeu o desafio.

Na Copa do Mundo pudemos finalmente saber se a bola cruzou a linha ou não – Crédito: Reprodução

E o futebol?
Bom, voltemos à questão do Futebol. A FIFA é bem conservadora quando se tratam de mudanças nas regras do futebol – afinal, há anos as regras são as mesmas. O objetivo principal da entidade, frise-se, é manter o esporte o mais homogêneo ao redor do mundo – basta uma bola e dois gols para jogar. Por isso existe essa resistência da entidade. Além disso, não podemos esquecer, existe muito interesse comercial nesses erros de arbitragem. Programas televisivos ficam horas e horas falando sobre os erros – e no final das contas, é mais interesse gerado sobre o esporte. Contudo, na Copa do Mundo FIFA 2014, algo mudou. Após severos erros na Copa de 2010 – e o clássico erro do gol da Inglaterra na Copa de 1966 – a FIFA começou a usar uma câmera para determinar se a bola tinha cruzado, inteira, a linha de gol (requisito para que o gol seja válido). Sejam puristas, sejam liberais, a câmera fez sucesso e deve ser presença cativa nas próximas Copas.

Veredicto: não podemos mais viver sem a tecnologia no esporte
Com a tecnologia fazendo parte de nossas vidas de modo determinante como faz em meados da década de 2010, os esportes não podem ficar de fora. Desde que a “graça” do erro e da subjetividade não seja 100% eliminada (e provavelmente nunca será) e importante que os erros crassos sejam diminuídos. E não falamos só de erros: a tecnologia é determinante para uma melhora de desempenho de atletas – seja nas cartas ou nas chuteiras.

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

O sistema operacional para smartphones da gigante Google ganhou uma nova versão. Seguindo a linha de nome de doce + letra do alfabeto criado pela empresa, o Android Lollipop ou 5.0 veio com diversas mudanças e tem tudo para dar certo. Será que o “robozinho” manterá a liderança dos S.O’s mobile?

O Android Lollipop, foi reformulado e exibe belas mudanças que tornam tudo ainda melhor. Para quem aguardava uma mudança drástica na interface do Android, a espera finalmente acabou. Com o Lollipop, a Google dá um belo tapa no visual com seu design Material. E as novidades não são apenas estéticas, mas muitos recursos foram reformulados, ficando mais simples de usar e também mais completos.

A versão analisada pelos sites de testes (neste caso o site é o tudo celular) é a Preview 3, última versão beta do sistema lançada. A versão final é esperada para o início de novembro, mas não deverá trazer mudanças drásticas comparada a esta que testaram. Mesmo em estágio beta, o sistema apresenta excelente estabilidade e tudo funciona dentro do esperado. Confira as principais novidades da nova versão do Android que vi lá no tudo celular (todos os direitos são pertencentes ao site).

Android Lollipop – Crédito: Google Discovery

Tela Inicial

As mudanças iniciais já começaram na última atualização do KitKat. A Google veio alterando aos poucos pequenos detalhes no design do seu launcher que continua simples e eficiente. Ao puxar para o lado esquerdo você tem acesso ao Google Now, e para o lado direito você poderá ter quantas telas iniciais quiser (aparentemente sendo infinitas). Já a tela de aplicativos agora possui fundo branco, sendo dividida por blocos horizontais. A tela de multitasking segue o novo padrão de cartões no estilo Google Now, e cada aba do navegador Chrome fica aberta em separado nesta tela como se fosse um app próprio.

Discador

O discador também veio recebendo mudanças a cada atualização do KitKat, adotando o design Material aos poucos, mas é aqui que ele atinge o seu ápice. Tudo é belo, plano, organizado e cheio de animações. A barra de status e ícones da agenda mudam de cor para cada contato, dando um toque especial. O discador exibe fotos grandes, e os comandos de viva voz, volume, e teclado ficam na parte superior agora. Apenas o botão de finalizar chamada fica na parte mais baixa. A tela inicial do discador exibe os últimos quatro contatos discados, ficando no topo aquele que você ligou por último. O Google Now também está presente aqui, onde você poderá pesquisar por contatos ou lugares.

Multiusuários e Atalhos do sistema

Ao puxar a barra de status uma vez, você tem acesso às suas notificações. Ao puxá-la outra vez, você terá acesso aos seus atalhos do sistema. Você pode puxar a barra de status com dois dedos e já ter acesso direto aos seus atalhos. No canto superior você poderá acessar as configurações do Android e também o gerenciador de usuários do dispositivo. Esta é uma grande novidade no Android 5.0 Lollipop, você poderá adicionar várias contas diferentes. Assim, cada usuário terá acesso apenas ao seus apps, arquivos, papéis de parede, etc. Ótimo recurso para quem compartilha um smartphone ou tablet com outro membro da família. Há também o modo Convidado, onde você pode emprestar rapidamente seu smartphone a alguém sem precisar criar uma conta para ele. O usuário convidado não poderá ter acesso aos seus dados e nem realizar chamadas, se assim você configurar.

Gerenciador de Bateria e Recursos

O gerenciador de bateria do Android agora oferece um tempo estimado de quanto a carga de bateria do seu smartphone ainda renderá. Ao colocar seu smartphone para carregar, este recurso irá informar quanto tempo falta para sua bateria atingir a carga máxima. Há também o recurso Economia de bateria que reduz a velocidade da CPU e GPU para reduzir o consumo (no caso do Nexus 5 a velocidade máxima fica abaixo de 1GHz). Além disso, as animações do sistema são desativadas, e os apps que rodam em segundo plano não sincronizam automaticamente. Sendo assim, se você tiver com o Facebook aberto em segundo plano, por exemplo, ele só irá atualizar se você deixá-lo aberto em primeiro plano. Com isso, apenas um app irá atualizar por vez, o que ajudará a reduzir o consumo. De acordo com a Google, haverá uma economia de até 30%. Quando este modo está ativo, tanto a barra de status quanto a de navegação ficam na cor laranja.

Aplicativos e Cores da barra de status

O que muitos desejavam finalmente aconteceu – a barra de status muda de cor de acordo com o app em aberto. No discador, a barra fica azul. No Google+, ela fica vermelha. E na Play Store, ela muda de cor de acordo com a seção em que você se encontra: verde para apps e jogos; azul para livros; laranja para músicas; e vermelha para filmes. Na calculadora do sistema ela adota um azul em tom mais claro. Este recurso poderá ser aproveitado por apps de terceiros, o que deixará o Android Lollipop ainda mais colorido e belo. Já na tela inicial ela segue o mesmo padrão translúcido de antes, assim como na tela de multitasking.

Análise prévia do Android Lollipop

É bom lembrar que esta ainda não é a versão final do Lollipop, que será liberado apenas em novembro. Esteticamente pouca coisa deverá mudar, mas em termos de mudanças do sistema, é esperado que a versão final venha com o novo kernel 3.10 que promete uma boa economia de bateria. Mesmo com o kernel 3.4, o novo Android mostra desempenho incrível, com animações ricas e detalhadas em todos os cantos do sistema sem exigir do hardware e muito menos da bateria.

Os aparelhos que receberão o Android Lollipop serão os lançados recentemente ou ainda nem chegaram a ser fabricados. Os demais terão de se contentar com o Jelly Bean e o Kit Kat.

Fonte de leitura: Site Tudo Celular, Google

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POR Emerson Jollo 1 MÊS ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Ele foi anunciado!

Microsoft anuncia o lançamento do Windows 10, sim você não entendeu errado, é 10 mesmo, já que, segundo a empresa o salto de tecnologia em relação ao Windows 8 era grande demais para aumentar em apenas uma unidade a numeração do sistema operacional.

A empresa já soltou sua primeira versão de testes do novo software, ainda muito crua, com o nome de “Technical Preview”, ou uma prévia técnica. Isso signfica que ela está longe de ser finalizada e é voltada apenas para apresentar alguns dos novos recursos.

Durante a apresentação, a Microsoft bateu na tecla de “familiaridade” repetidas vezes, não por acaso. Depois de ver muitas empresas reclamando que era necessário investir muito em treinamento de seus funcionários com o Windows 8, a companhia voltou atrás em muitas coisas. A principal delas é o Menu Iniciar, de volta após um período distante, o que torna a interface do novo sistema muito parecida com a do Windows 7. Um review lançado pelo Olhar Digital explica as principais mudanças que vem com a nova versão do SO da Microsoft.

Quem prefere as telas de toque ou quem se acostumou com o Windows 8, porém, pode sentir falta da antiga tela de início, mas a Microsoft também continua permitindo esta opção, bastando alterar algumas configurações.

O menu Iniciar não foi a única novidade, apesar de ser a mais gritante. O sistema foi adaptado para permitir que os aplicativos baixados pela Windows Store sejam executados em modo janela, como se fossem programas comuns, o que permite uma experiência mais simples de uso, além de unificar os dois mundos.

ABSTRACT WINDOWS – FONTE: WALL PIX

Para facilitar o trabalho com múltiplas janelas, o novo Windows também traz um novo sistema de fixar janelas, com dois recursos específicos, chamados Snap Assist e Snap Fill. O primeiro ajuda a organizar as janelas abertas, fixando-as nas laterais e ajustando o conteúdo para um espaço menor; o segundo é ativado quando alguma delas é fixada em uma das laterais da tela, sugerindo outro programa para ocupar o outro lado. Facilita bastante o trabalho de quem tem que trabalhar com dois softwares ao mesmo tempo. É possível dividir a tela em até quatro apps rodando lado a lado.

Por fim, outra grande novidade em relação às versões anteriores é um recurso chamado Task View que permite trabalhar com múltiplos desktops. Lembra do Alt+Tab, comando que alterna entre janelas abertas? O novo Windows traz também um comando WinKey+Tab, que mostra diferentes telas, cada uma com seus próprios programas abertos. O recurso é voltado aos “power users”, que costumam usar muitos programas diferentes ao mesmo tempo.

Por exemplo: você está trabalhando, então você mantém um desktop dedicado ao Excel, o Word, uma calculadora e o Photoshop. Você, no entanto, quer checar seu e-mail pessoal e o Twitter entre uma tarefa e outra, então você mantém outra área de trabalho dedicada a seus aplicativos pessoais. O sistema não limita a quantidade de desktops que você pode manter abertos.

Estima-se que apenas 10% dos novos recursos que a Microsoft pretende implantar já estão disponíveis para serem testados, o que significa que muita coisa ainda está para mudar.

No entanto, pelo que se viu até agora, a empresa parece estar no caminho certo, sem forçar as mudanças bruscas do Windows 8 que confundiram tanta gente. Desta vez, ela decidiu apresentar novas ferramentas que se integram de forma mais simples ao que era o Windows 7, trazendo mais familiaridade para o usuário.

O Sistema Operaciona do Bill Gates não perderá mercado, não por enquanto.

Minha fonte de leitura sobre o review do produto foi o site Olhar Digital.

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POR Emerson Jollo 2 MESES ATRÁS
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por Emerson Jollo
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Quem nunca baixou uma “coisinha” da internet que atire o primeiro mouse. Baixar e/ou compartilhar coisas na web virou rotina nos dias de hoje, e o torrent é a ferramenta mais usada para compartilhar arquivos, legais ou não. Um dos maiores sites de “compartilhamento” é o The Pirate Bay. Este por sua vez vem atormentando os empresários do entretenimento do mundo todo.

Vamos entrar um pouco nas especificações do “compartilhador”. O Pirate Bay é um dos 100 sites mais visitados no mundo e isso não chega a ser surpreendente. O que é incrível é como o site se mantêm com poucos servidores em comparação com outros sites do mesmo calibre; os responsáveis dizem que o serviço roda totalmente na nuvem. em apenas 21 máquinas virtuais.

A transição para a nuvem aconteceu há dois anos, como método para evitar novas operações policiais que fechassem os servidores. Com isso, se for necessário, os responsáveis anônimos pelo site poderão mover as máquinas virtuais livremente para manter o serviço operando. Além disso, foram cortados custos e o tempo fora do ar diminuiu.

Hoje funcionando sem hardware próprio, o site deixou de exibir suas estatísticas e suas configurações no site, o que deixou alguns geeks um pouco chateados. No entanto, o TorrentFreak entrou em contato com os responsáveis, que informaram de bom grado a atual disposição das máquinas virtuais.

PirateBay_OlharDigital

Pirate Bay – Crédito: Olhar Digital

Das 21 máquinas que formam o Pirate Bay, a maior parte fica dedicada a servir as páginas da web, com oito. A ferramenta de busca é a segunda maior consumidora, usando seis máquinas.

Veja abaixo o uso de máquina virtuais do Pirate Bay:
- 8 para web
- 6 para buscas
- 2 para banco de dados
- 1 para o Linux Virtual Server para balanceamento de carga
- 1 para estatísticas
- 1 para o proxy
- 1 para os torrents
- 1 para controle

Eles dizem que no total, as máquina utilizam 182 GB de memória RAM e 94 núcleos de processamento. O armazenamento total é de 620 GB, mas nem todo ele é necessário, o que é incrível considerando o tamanho do site.

Segundo os responsáveis, o serviço é dividido entre provedores de hospedagem em nuvem que não fazem ideia de que o Pirate Bay está entre seus clientes. Por meio do balanceamento de carga, é possível mascarar a atividade das outras máquinas. Também é possível evitar que as empresas que oferecem a hospedagem tenham os IPs ligados publicamente ao site.

Hoje o ponto mais fraco do Pirate Bay é certamente seu domínio, visto que só em 2013 foram queimados cinco domínios devido a ameaças jurídicas.

Eu conheço o serviço, mesmo não concordando com a pirataria eu já utilizei baixando softwares free, achei bem rápido e fácil, a quantidade de seeders é bastante considerável, isso agiliza o download.

Se você utiliza, ou já utilizou o The Pirate Bay, deixe seu comentário, não estamos aqui para julgar ou apontar o dedo para ninguém, queremos trocas de experiências e conhecimentos. ;)

Minhas fontes de leitura foram: Tecmundo, Olhar Digital. Torrent Freak e The Pirate Bay.

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