nov 2008 03

Por Daiane Torres

daiane@blogdacomunicacao.com.br

 

Parece que a crise mundial não chegou nas “bandas” do público do automobilismo. Pelo menos foi o que vi domingo em Interlagos. Carros luxuosos, arquibancadas lotadas, compras e mais compras.

Nas arquibancadas coorporativas então, nem se fala. Além das empresas distribuírem ingressos aos funcionários, diretores, amigos e parentes, disponibilizaram hotéis, transporte, uma boa churrascada, camisetas, mochilas, e um buffet com comidas e bebidas livre.

Não era para menos que muitos cambaleavam nos arredores da pista, onde pilotos milionários corriam em busca de um título mundial.

Dá para ver que felizmente a crise não afetou à tudo e todos. Privilegiados chegavam com suas “Ferraris”, “Maseratis”, com alguns trocados compravam camisetas, bonés e adereços como um chaveirinho da Ferrari que custava apenas R$140,00.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
Daiane Torres

Gaúcha de Esteio, Rio Grande do Sul, nasceu no dia 7 de junho de 1985. Daiane tem 23 anos, e é estudante de jornalismo. Iniciou o curso de Jornalismo na UNISINOS/RS, concluiu o 2º ano na Universidade São Judas Tadeu/SP, no tradicional bairro da Mooca. Mora em São Paulo capital, no bairro Jardim Paulista.

6 comentários

  1. joão áquila disse:

    de qualquer forma, alguém paga a conta
    e é por isso que temos crises
    rsrsrsrsrs
    muito boa a análise

  2. Marcello disse:

    Olha, estive no sábado na Formula 1 e posso comprovar. Porém um dado apenas. Os ingressos se esgotaram em maio de 2008, bem anterior a crise. Para aqueles que deixaram para comprar na porta tinham que fazer o cálculo básico de antecipação pela compra (cambista) + crise mundial + comodidade. Para se ter uma idéia, para parar o carro perto do Autódromo o supermecado Carrefou estava cobrando R$ 100. Quer pagar quanto?

  3. Raimundo Villas Bôs disse:

    A crise existe, vai afetar o Brasil? Sim, mas dizer como, quando e porque é futurologia. A cise não foi detectada, ninguém sabe ou sabe o que fazer direito. A economia sofre um golpe, um daqueles que Karatê kit dava nos adversários…
    Vamos observar e proteger nosso recursos de forma moderada e racional. Devemos seguir as regras básicas: concetrar nosso gastos em coisa importantes e necessárias, deixar coisa superflas de lado e ver como as coisa evoluem.
    Quanto ao luxo da F1 e outros setores é assim mesmo. Nem tudo nem todos estão num barco só, uns estão de canoas e outros de Iate!

  4. Existe certo grupo que frequenta o mercado do luxo em todos os setores. Para este grupo não existe crise, são apenas alguns instantes e já passa. Já vi pessoas deste grupo tranquilamente fazendo compras em lojas caras e não estão nem aí. As viagens são na primeira classe, o vinho é Romanée Conti, e o jantar é à base de trufas…ou seja, quem tem, tem e ainda ganha mais.

  5. Guilherme Freitas disse:

    A Fórmula 1 é um outro mundo. Uma outra realidade. Os pilotos ganham fortuna e teoricamente o público que acompanha as corridas tem um valor aquisitivo mais alto. Eu não sou rico, mas sou consciente. Jamais cometeria a loucura de comprar um chaveiro por R$ 140,00. Para o rico não existe crise, pois dinheiro para ele nunca vai faltar. A nós pobres mortais, nos resta economizar e torcer para crise não fazer estragos.

  6. Nacir Sales disse:

    O Blog da Comunicação foi objeto de indicação e comentário no post semanal DOMINGO É DIA DE BLOG publicado no Dr. Negociação.
    Espero que gostem.
    http://www.adequacao.com.br/blog

    Daiane, convido a você para fazer o teste das 2 perguntas que prova que a crise não existe na forma badalada. O teste está disponível no http://www.adequacao.com.br/blog

Deixe um comentário!