ENTRE A VIDA E A MORTE8
Escrito por James Freitas | Postado em Internacional | Tags: antiguidades, Cristianimos, eutanásia, Igreja Católica, Internacional, James Freitas, Judaísmo, Reformistas, Saúde
por James Freitas
james@blogdacomunicacao.com.br

Classificado com um insulto pela igreja católica a eutanásia – prática de auxiliar na morte de algum paciente que está sofrendo em estado terminal – é um dos assuntos mais discutidos no mundo inteiro principalmente com o recente caso da italiana Eluana Englaro que estava em coma havia 17 anos e morreu na última semana.
O que muitos não fazem questão de lembrar é que na antiguidade muito antes do nascimento do cristianismo era muito comum ajudar alguém a morrer para evitar sofrimento e traumas nas famílias. Filósofos da Grécia e Roma consideravam essa prática como uma “morte boa”, como resposta apropriada e racional a diversos males.
As primeiras teorias contra essa prática chegaram no inicio deste século principalmente com Santo Agostinho que publicou em seu livro, Cidade de Deus, que o suicídio era simplesmente outra forma de homicídio, portanto um Crime em outras palavras uma atitude condenável. O cristianismo ganhou apoio do judaísmo e até de reformistas no decorrer dos tempos.
Atualmente o consenso mundial dá conta que os médicos não deveriam apenas ajudar o paciente a ter uma boa morte, mas deveriam evitá-la e postergá-la. E, à medida que leis foram criadas, morrer passou a ser um problema social, e não apenas um sofrimento individual.
E você caro leitor? Quem tem a razão? Acredita que a prática da eutanásia deve ser liberada para todo o planeta? Vocês apóiam a teoria da “boa morte”?
Sugirem, opinem, critiquem….PARTICIPE! O espaço agora é de vocês….

James Freitas Alves Viera, 22 anos, nascido e criado no tradicional bairro do Brás em São Paulo, formado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado) em 2007. Iniciou ao lado de seu amigo e também jornalista, Guilherme Freitas, o projeto de cooperativa na área jornalística com BLOG DA COMUNICAÇÃO. Com passagens por assessorias de imprensa do setor público e privado, James enxerga no Blog da Comunicação a grande oportunidade de “estar do outro lado da moeda”, em outras palavras, após anos de estágio em assessorias, hoje, Freitas escreve na função de repórter para o Blog da Comunicação, Atrás do Gol e SPFC1935. James enxerga na web a grande oportunidade de trabalho para jornalistas à medida que cresce cada dia mais o número de pessoas com acesso a rede mundial de computadores em todas as regiões do mundo. .








sempre fui fã do doutor morte. a eutanasia ou a morte assistida é uma realidade que nao tem mais volta. abraços.
Quem tem que decidir isso é a família do paciente. Não o governo, nem a sociedade, nem nada…
Acho que cada caso é um caso. Médico, família e o próprio paciente se tiver condições são os que devem decidir e não governo e igreja.
Abraços
Como todos acima citaram em seus comentários, acredito que ninguém melhor que a família do que saber o que fazer. É ela que passa os momentos difíceis junto com a pessoa doente. Por isso, quem deve decidir por desligar os aparelhos é ela, e não um político ou um padre.
Concordo com os colegas que opinaram acerca do médico e família decidirem sobre esse assunto tão complexo. Creio que Deus é quem tem a última palavra acerca de todas as coisas, em especial a vida e a morte de uma pessoa. Ele mesmo “desliga” o botão quando o tempo de vida que ele estabeleceu para esta ou aquela pessoa se cumpriu: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” Salmo 139:16.
A eutanasia eh um topico que nao tem que ser visto de modo dogmatico e religioso, mas sim social … o sofrimento de quem sofre pode ser reduzido, afinal os livros da vida pregam que a morte nao eh ma. A morte assistida nao deve ser crime, mas devem existir regras que regem tal procedimento … fique bem e de um pulo no meu blog mocambicano
[...] Blog da Comunicação “Entre a vida e a morte”, de James Freitas [...]
DEUS da vida ,e somente ele é digno de resgata-la