out 2009 06

Por Leandro Lopes

educacao@blogdacomunicacao.com.br

A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender”.– Albert Einstein.

Creio que Einstein não se referia somente a conteúdo técnico, mas sim, englobava diversas esferas que são indubitavelmente afetadas quando aprendemos e nos deparamos com novas situações.

Uma das mais fantásticas e deliciosas formas de se aprender e evoluir enquanto individuo é notoriamente a leitura. Infelizmente nosso país não é conhecido pela paixão de sua população pela arte de ler.

Dentre os costumes do brasileiro, poucos são os que ainda mantém o hábito de ler um jornal, e grande parte dos que ainda lêem, estão “consumindo” cada vez menos assuntos de interesse comum como economia e política em detrimento a cadernos específicos como o de esportes, por exemplo.

O incentivo à leitura deixa sim a desejar em território nacional, e os jovens que são fatalmente influenciados por aquilo que absorvem de informação, não recebem ou pouco recebem de informações oriundas de livros e jornais.

É muito importante, portanto, ressaltar uma fonte de leitura e um apoio a essa esfera quando nos deparamos com algo do gênero, algo que nos estimule a ler, algo que nos faça pensar e isso só melhora quando a qualidade do que é oferecido é inegável e quando o custo não foge de nossa realidade.

É o que você encontra clicando aqui, nessa relação do brilhante “Catraca Livre” que é voltado ao cidadão da cidade de São Paulo e coordenado pelo jornalista Gilberto Dimenstein. (Caso você conheça projeto semelhante ao oferecido pelo ”Catacra Livre” em outra cidade, você pode nos indicar através de email ou comentário)

Uma fonte da cidade de São Paulo. Um incentivo a todos.

Uma fonte da cidade de São Paulo. Um incentivo a todos.

Entre as mais baixas tiragens do Brasil estão os livros sobre poesia, que não agradam ao ‘paladar’ intelectual do brasileiro. Também por isso a relação que você encontra em link neste artigo trata especialmente sobre a arte do poeta.

Porque mesmo sem incentivo, sem fácil acesso e ás vezes também sem recursos, ainda existem outros meios de se munir de cultura. Isso significa não desistir de aprender, segundo Albert Einstein.

Siga-me no Twitter.

De olho neles.

Abraço,

Leandro Lopes.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina
Leandro Lopes

Estudante de jornalismo, 20 anos de idade, filósofo por natureza e como bom ouvinte de reggae, um holofote de bons sentimentos e vibrações. Assíduo participante de discussões políticas e interessado em tudo que gera comunicação, defende que o jornalismo correto (ou próximo disso) é aquele baseado na máxima que diz: "O bom jornalista é feito de conhecimento e coração!" Constantemente buscando conhecimento e ininterruptamente baseado no coração ostenta com orgulho o título de brasileiro, jornalista e tricolor!

10 comentários

  1. Aprendemos o tempo todo, não podemos deixar de pensar assim, só se para de aprender quando se morre. Abraços

  2. Olá Leandro,

    Comentei isso hj acredita? Qto mais aprendemos chegamos à conclusão q na verdade, não sabemos quase nada! Pq o conhecimento é infinito! E o aprendizado contínuo.
    Realmente o brasileiro não cultiva o hábito de ler jornal, também pudera…com o preço que é comercializado. Também não temos uma visão crítica sobre diversos assuntos, principalmente política! Não estamos engajados nos problemas sociais do país…enfim…em termos culturais em todos os seus significados…somos realmente carentes.
    Gostei demais da visão apresentada no texto. Parabénsss! Fernanda pautajornalistica.blogspot.com

    • Leandro Lopes disse:

      Oi Fernanda,

      Muito obrigado pelos elogios. Concordo plenamente com você. Nossa sociedade é pouco engajada. Cabe a nós continuar lutando por nossas causas, mesmo que o incentivo seja por diversas vezes quase nulo.

      Beijo.

  3. Wladimir disse:

    Realmente nunca podemos dizer que sabemos tudo, sempre a algo que precisamos aprender

    • Leandro Lopes disse:

      Sempre existe algo novo para se explorar, um novo caminho a seguir… Importante reconhecer esses novos caminhos, principalmente quando surgem em nossa frente. Abraços.

  4. Guilherme Freitas disse:

    Sem dúvida temo que louvar cada projeto de cunho social e educativo que apareça no Brasil. O brasileiro lê muito pouco, em média 1,2 livro por ano. Na Europa e na Agentina a média é muito maior. Temos que mirar estes países e aumentar nossa média de leitura. Só há mudanças através da educação. Abraços

    • Leandro Lopes disse:

      Creio que sua última frase poderia pereitamente completar a de Einstein…

      … A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender. Só há mudanças através da educação.

      Explicamos um post, em duas frases.
      Abraços.

  5. H. Fernandes disse:

    e ae leandro, muito bom seu texto, sempre soube que vc tinha talento.

Deixe um comentário!