nov 2009 13

Todas as sexta-feiras é dia de indicações de excelentes blogs no Blog da Comunicação. Essa semana indicamos aos nossos leitores o blog Alto Hama, produzido pelo jornalista angolano radicado em Portual Orlando Castro. O nome Alto Hama significa “estar em uma encruzilhada”. “Alto Hama é o nome de uma pequena vila em Angola, perto da minha cidade natal Huambo. Ou seja, a partir do Alto Hama pode ir-se para Norte, sul, oeste ou leste. E tal como esta vila, também Angola continua numa encuzilhada sem saber bem para que lado deve ir”, conta o autor.

Orlando afirmou que criou o blog para expor suas ideias, pois na grande mídia é muito difícil apresentar sua opinião própria. “O blog surgiu da necessidade de, enquanto jornalista, ter um espaço de efetiva liberdade de expressão, coisa difícil de encontrar quando se trabalha em órgão de comunicação social que só visam o lucro. E quando só visam o lucro não dão a oportunidade aos seus jornalistas de exercerem a sua mais elementar função: dar voz a quem a não tem. E foi assim que, usando este meio sem restrições, avancei para a criação do Alto Hama“, conta o jornalista angolano.

Homepage do blog Alto Hama - Crédito: Reprodução
Homepage do blog Alto Hama – Crédito: Reprodução

O Alto Hama foca assuntos em relacionados à comunicação, jornalismo, sociedade e política. Por ser angolano, Orlando escreve muitos artigos ligados ao seu país e a África. E ele afirma que há liberdade de expressão no continente, mas é preciso lutar por ela. “Difícil não é em meios como os blogs. Na imprensa tradicional continua a ser difícil porque, como acontece um pouco por todo o mundo, os donos do poder não gostam de ler as verdades e entendem que os jornalistas são livres apenas para dizerem o que eles querem. É, portanto, uma luta difícil. Mas como só é derrotado quem deixa de lutar, importa lutar sempre, sempre. Cerca de 70% de angolanos que são gerados com fome, nascem com fome e morrem com fome, justificam a luta”, finaliza Orlando.

O Blog da Comunicação indica essa semana o blog Alto Hama (http://altohama.blogspot.com/). Semana que vem tem mais. Boa leitura!

Se você quiser indicar seu blog ou site para o Blog da Comunicação envie sua dica para blog@blogdacomunicacao.com.br ou deixe o link lá na comunidade oficial do BGC no Orkut, clicando aqui, ou no nosso twitter: www.twitter/blogcomunicacao.

nov 2009 12
Banner do África em Nós - Crédito: Divulgação/Secretaria de Cultura do stado de SP
Banner do África em Nós – Crédito: Divulgação/Secretaria de Cultura do Estado de SP

O Blog da Comunicação abre espaço aqui para divulgar o trabalho da campanha fotográfica África em Nós, promovida pela Secretaria de Cultura de São Paulo. Na próxima terça-feira, dia 17 de novembro, ocorre o último evento do projeto, a exposição das 100 fotos selecionadas pelo curador Walter Firmo, no Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Visite o site da campanha (www.africaemnos.com.br) e compareça ao evento, que tem a entrada franca.

SERVIÇO
Local: Parque do Ibirapuera, portão 10 – Museu Afro Brasil
Endereço: Rua Pedro Álvares Cabral, s/nº, Pavilhão Manoel da Nóbrega.
Data: 17 de novembro de 2009
Horário: à partir das 19h

nov 2009 12

por Guilherme Freitas
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Esta foi a pergunta que ficou matutando na minha cabeça[bb] na noite da última terça-feira, quando houve um blecaute em boa parte do Brasil. Fiquei pensando como seria a vida se a luz não voltasse mais após o apagão. Com certeza seria um caos total, com pessoas desnorteadas pelas ruas, gente tendo prejuízos financeiros com seus negócios e fanáticos religiosos pregando o fim dos tempos.

Esse apagão me fez pensar em como estamos tão dependentes da energia elétrica, e consequentemente, da tecnologia. Para o ser humano de hoje em dia, é inadmissível e impossível viver à luz de velas. Vejamos: comerciantes tiveram prejuízos com seus produtos, pois geladeiras e fornos não funcionaram. No dia seguinte ao apagão, faltou água para mais de 8 milhões de pessoas em três estados. Montadoras perderam centenas de novos veículos já que as máquinas pararam de funcionar. E até a internet foi afetada, com muitos sites fora do ar (inclusive este aqui).

Vista do centro de São Paulo durante o apagão - Crédito: IG
Vista do centro de São Paulo durante o apagão – Crédito: IG

Mas algumas máquinas conseguiram “sobreviver” ao apagão. Quem quisesse obter informações sobre a situação do blecaute teve que ouvir o bom e velho rádio, já que a TV estava fora de combate. Algumas linhas de celular[bb] também ficaram impossibilitadas de serem usadas, mas outras estavam a mil por hora. Prova disso é o número de tweets durante o período do apagão. E claro, quem tinha gerador escapou de ficar no breu.

O apagão mostrou como o ser humano não consegue viver sem a energia elétrica e que está totalmente adaptado as máquinas e a tecnologia. Ficar algumas horas sem luz não é problema, pois a maioria foi dormir sabendo que no dia seguinte tudo voltaria ao normal. Mas imagine ficar dias sem energia elétrica? Seria muito complicado. Infelizmente não sei responder o título deste artigo.

nov 2009 11

por Sônia Mesquita

saude@blogdacomunicacao.com.br

Mulheres bonitas fazem mesmo os homens[bb] ‘perderem a cabeça’. É o que aponta estudo realizado pela Universidade de Radboud, na Holanda, e publicado no Journal of Experimental Social Psychology. De acordo com a análise o público masculino usa uma porcentagem tão grande da sua função cerebral ou de seus recursos cognitivos para impressionar a mulher que ficam restritos para realizar outras tarefas, por mais simples que elas sejam.

Fizeram a pesquisa com voluntários heterossexuais que precisavam soletrar um grupo de letras o mais rápido possível. Depois do teste, eles ficavam 7 minutos, em média, conversando com uma mulher[bb] bonita e atraente e então repetiam o teste em frente à mulher.

Os cientistas concluíram que quanto mais os homens tentavam impressionar a companheira, menor era a pontuação e a rapidez com que desenvolviam o teste, chegando a um número 30% menor na pontuação. De acordo com os pesquisadores, é possível afirmar que os homens apresentam um forte declínio cognitivo quando estão na presença de uma mulher bonita.

As mulheres, no entanto, que realizaram o mesmo teste mantiveram a pontuação e a velocidade nas respostas dadas na hora do teste.

A beleza é um poder estratégico! Que elas saibam usá-lo!

jjjj
Homens se distraíndo no trabalho – Crédito: Reprodução
nov 2009 11

Por Leandro Lopes

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

No mundo moderno as empresas procuram cada vez mais identificação com seus fornecedores e clientes. Uma das maneiras utilizadas é desenvolver um logotipo agradável aos olhos e com uma boa mensagem.

O logo é a primeira imagem que nos vem à cabeça quando nossa mente faz referência a alguma empresa que conhecemos.

Algumas empresas usam com criatividade a imagem de animais ou plantas como símbolo de suas marcas.

A campanha “Salve Seu Logo” convoca empresas que se utilizam dessa biodiversidade no logo para investir e doar na preservação de suas espécies símbolos.

Foi criado um Fundo de Doações para que as empresas que desejam participar possam colaborar com a causa.

Integrantes das ONGs Global Environmental Facility (GEF), International Union for Nature Conservation (IUCN) , do Banco Mundial e do próprio fundo criado pela causa, serão responsáveis por averiguar a utilização de valores doados.

Algumas empresas já aderiram a causa.

São elas: Lacoste; MAAF; Val d’Isère.

Você pode ver o perfil dessas empresas na comunidade da campanha, clicando aqui, aqui e aqui.

As informações por enquanto estão em francês e inglês, mas aos que não compreendem vale acompanhar as fotos da campanha.

Imagem de divulgação - Lacoste

Imagem de divulgação - Lacoste

Imagem de divulgação - MAAF

Imagem de divulgação - MAAF

Imagem de divulgação - Val d’Isère

Imagem de divulgação - Val d’Isère

Siga-me no twitter.

De olho neles.

Abraço,

Leandro Lopes.

nov 2009 11

Cidade com maior número de empreendimentos voltados ao turismo da região dispõe de maravilhas naturais antes só conferidas em filmes

por Marcello Ghigonetto
turismo@blogdacomunicacao.com.br

Construída nos tempos áureos do garimpo, em uma época de muita riqueza, Lençóis era conhecida como a Capital do Diamante. Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional desde 1973, a cidade preserva o casario colonial do final do século XIX. Com o término da mineração e a criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, o turismo tornou-se uma nova fonte de desenvolvimento da região. Principal destino da Chapada Diamantina, a cidade dispõe de infra-estrutura e capacidade para atender a turistas de toda parte do mundo. No Brasil ficou conhecida como a cidade da Lagoa Azul brasleira, em homenagem ao famoso filme estrelado por Brook Shields na década de 80.

Para receber os visitantes, a cidade conta com aeroporto a 20 km da sede, mais de dois mil leitos oficiais de variados tipos de hospedagem, agências, guias, culinária regional, nacional e internacional, além de dispor de internet e todos os sinais de celular. Para conhecer as atrações são organizadas caminhadas por trilhas que cortam o parque. Destaca-se a mini Savana, um rico espaço em diversidade de flora e fauna além de experimentação de pratos típicos da região como o godó de banana.

A visitação é indicada por todo o ano, pois a região e formada por cenários em cada época do ano. Tem para fase para quem prefere mais calor, mais água, mais frio, e também o mais florido, o de maior preferência dos turistas, que por acaso é o mês de novembro. Entre as diversas atrações destacam se as cachoeiras, mais de 10, além de passeios históricos pelos casarões e o famoso banho de tirolesa nas águas do Rio Pratinha, em um lindo cenário que a primeira vista além de desconfiar, da vontade de não sair mais. Uma boa dica é não esquecer a câmera fotográfica, porém com bateria extra, pois são muitas atrações para apenas um dia. Vale a dica!

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