ago 2011 27

Ainda dá tempo de participar da promoção que o Blog da Comunicação e a Editora Cengage Learning estão realizando. Iremos analisar o livro Marketing Social, autoria de Luiz Cláudio Zenone e depois sorteá-lo aqui no BGC. A obra apresenta a origem do marketing social, sua conceituação, histórico, cenário em que se insere e a motivação das empresas para investirem nesta área. O autor também aborda a responsabilidade social, cidadania corporativa, ética e filantropia empresarial métodos que vêm sendo cada vez mais usadas no mundo do marketing. Gostou? Então veja como participar abaixo!

Capa do livro Marketing Social - Crédito: Reprodução

COMO GANHAR AO LIVRO?
Para concorrer a este livro basta enviar para gente uma mensagem com a palavra marketing até o dia 29 de agosto. As frases podem ser enviadas para o nosso email blog@blogdacomunicacao.com.br, na nossa página oficial do Facebook através deste link ou pelo twitter @blogcomunicacao, enviando uma mensagem com a hashtag marketing (#marketing). O autor da frase mais criativa vai receber em casa uma cópia deste livro. Uma promoção exclusiva!

Aproveite e conheça também o blog da Editora Cengage Learning. Lá há mais opções de lançamentos de livros e informações. Não deixe de conferir!

E fique ligado que dia 29 de agosto publicaremos uma resenha crítica da obra e no dia 31 anunciaremos aqui no Blog da Comunicação o nome do grande vencedor desta promoção! Não perca tempo e participe!

ago 2011 27

Todos os sábados aqui no Blog da Comunicação indicamos excelentes blogs para vocês leitores. Esta semana indicamos o blog Online Carros, autoria do português Rui Azevedo. Como o nome já diz, este site é dedicado exclusivamente ao mundo dos automóveis. Aqui você encontra desde vídeos e fotos de lançamentos, salões de automóveis, carros clássicos e curiosidades, até dicas sobre mecânica, classificados, simuladores e a combinação que todo home gosta: mulher + carro! Agora acelere e passe por lá.

Homepage do blog Online Carros - Crédito: Reprodução

Blog da Comunicação indica essa semana o blog Online Carros (http://online-carros.blogspot.com). Semana que vem tem mais. Boa leitura!

Se você quiser indicar seu blog ou site para o Blog da Comunicação envie sua dica para blog@blogdacomunicacao.com.br ou deixe o link lá na comunidade oficial do BGC no Orkut, clicando aqui, ou no nosso twitter oficial: @blogcomunicacao. Também temos uma página no Facebook. Nos curta lá também!

ago 2011 26

por Guilherme Freitas
internacional@blogdacomunicacao.com.br

A corrida presidencial nos Estados Unidos[bb] já começou. De um lado temos o atual Chefe de Estado americano Barack Obama buscando uma reeleição pelo Partido Democrata. De outro temos a indefinição do Partido Republicano, que terá nas prévias internas a definição do seu candidato. Obama não está com a popularidade em alta. O presidente enfrenta um desgaste popular e não consegue decolar desde que foi eleito em 2008. A crise econômica em 2009 e a atual crise dos mercados, mais a taxa de desemprego que insiste em não baixar e os gastos públicos elevados deixam o cenário ruim para o democrata, mas que não devem lhe custar um segundo mandato.

Mesmo com baixa popularidade, Obama só perde esta eleição se quiser. O motivo é a falta de postulantes ao seu posto. Os republicanos estão rachados e não tem um nome forte para bater o atual presidente. Uma das favoritas para disputar a eleição com Obama é a ex-governadora do Alasca, Sarah Palin. Em entrevista ao jornal “Washington Examiner”, Karl Rove, um dos políticos republicanos mais assíduos do George W. Bush, afirmou que a candidata a vice de John McCain na eleição de 2008 deve vir a público e anunciar a sua candidatura.

Sarah Palin ainda não anunciou oficialmente sua candidatura para a eleição de 2012 - Crédito: Chuck Kennedy/MCT

“Esta é sua última chance. Ela vai entrar ou sair de vez. Eu acho que ela vai entrar. Ela pode levantar o dinheiro sozinha, sem um comitê de finanças”, disse o influente político sobre as possibilidades de Palin, musa do movimento conservador Tea Party, na corrida eleitoral. Depois de sair como vice de McCain em 2008, ela renunciou ao posto de governadora do Alasca, lançou um livro e passou a aparecer em eventos públicos de conservadores. Sua candidatura era dada como certa até o atentado em Tucson, no começo deste ano, contra a congressista democrata Gabrielle Giffords. Na ocasião, Palin colocou em seu site oficial figuras democratas dentro de um alvo de tiro.

Palin perdeu espaço no partido para outros nomes conservadores, como Mitt Romney, Michelle Bachmann e Tim Pawlenty. O partido está muito dividido e não há um nome em consenso. Tudo indica que as prévias republicanas serão duras e quem conseguir se destacar no início de campanha dará um grande passo. Como já disse no início do texto, duvido muito que Obama perca esta eleição. Os republicanos estão muito fracos. Mas é sempre bom lembrar que eles elegeram George W. Bush[bb] duas vezes…

ago 2011 25

por Guilherme Freitas
educacao@blogdacomunicacao.com.br

Um tema que sempre gera debate são as cotas raciais. Elas já fazem parte dos programas de várias Universidade Brasileiras, mas sempre desperta reações opostas: alguns concordam com ela. Outros não. Essa relação de amor e ódio mexe com muita gente, de estudantes a parlamentares e gera muito debate. Tenho uma opinião formada sobre o assunto. Sou favor das cotas raciais por enquanto, mas não para todo o sempre.

O Brasil[bb] foi o último país do mundo a abolir a escravidão, apenas em 1888. Após a libertação, os negros tornam-se livres. Mas não podiam trabalhar, votar e nem estudar. Ai pergunto: de que adiantou esta liberdade? Tivesse a sociedade brasileira no final do século XIX inserido o cidadão negro na sociedade hoje não estaríamos discutindo cotas raciais e o Brasil poderia ser um pouco mais justo. Mas na época dos aristocratas ser negro era como ser escravo, embora muita gente hoje pense assim também…

Sala de aula de uma universidade - Crédito: Divulgação

Acredito que é preciso corrigir este grave defeito, mais de 100 depois. E é por isso que as cotas raciais entram na jogada. Mas não concordo só com cotas para negros em universidades. É preciso dar cotas para brancos pobres e principalmente para índios nas universidades também. Principalmente os indígenas, que tanto sofreram e ainda sofrem na sociedade atual. As cotas podem ajudar a diminuir o abismo entre brancos e negros, mas não podem ser para sempre. Senão muita gente se acomoda e tudo vira uma bagunça.

O Ministério da Educação e órgãos ligados a pasta deveriam fazer um grande estudo, com muitas estatísticas e números para atingir a um parâmetro. Ai daqui alguns anos chegaria a uma conclusão: se a maioria dos negros foi inserida no ensino superior e no mercado de trabalho, poderia se pensar em abolir as cotas raciais. Não haveria mais sentido manter uma cota racial se boa parte da população negra estiver preparada. Ai seria a hora de focar em uma cota para alunos de baixa renda. Outra coisa que precisa melhorar é a questão da definição de raça, porque muita gente diz ser descendente de negro, mesmo com a pele clarinha, clarinha.

No meu conceito, não importa a cor da pele. Raça é uma só: humana. Mas o ideal mesmo seria uma educação de qualidade e de alto nível, do maternal até as fileiras de doutorado. Mas como os políticos só pensam em sugar dinheiro público e fazer da política um palco para interesses próprios, a educação fica relegada a escanteio. Assim como a saúde, saneamento básico, moradia, desigualdade social, etc.

ago 2011 23

por Tatiana Sisti
comportamento@blogdacomunicacao.com.br

Todo mundo está cansado de ouvir falar nas semanas de moda mais famosas do mundo como Milão, New York e, por que não, Brasil. Mas o que nunca ninguém dá o devido destaque e nem presta muita atenção é no que rola nas semanas de moda em lugares menos “previsíveis”. Que tal falar do que rolou na Lakmé Fashion Week. Vamos lá, essa semana de moda acontece na Índia, mais especificamente em Mumbai, e é completamente diferente do que vemos nas tradicionais passarelas.

Claro que eu adoro ver o que rola nas principais fashion weeks do mundo, mas na Índia é tão… tão diferente! Não sei, as vezes me parece meio óbvio o que vamos ver ser desfilado nas passarelas “convencionais”. A “tendência” é sempre mostrar o que vai ser “tendêndia”. Errrr! Mas o que eu quero dizer é que na Índia é (quase) tudo inédito – sim, temos peças comuns - para quem está acostumado com NY, por exemplo. Desta vez, a propósta do evento foi “redefinir o futuro da moda e integrar a Índia no mundo fashion global“. Trabalho feito! Muito bem feito, por sinal. Eles nunca vão deixar de lado a tradição do país, mas podem muito bem incluir peças mais “globalmente fashion” no cenário da moda.

O comprimento Mullet, as saias longas, o color blocking e o all white não ficaram de fora. Tanto novos estilistas quanto nomes conhecidos – como Babita Malkani e Nishka Lulla -, apresentaram coleções de babar, com muito brilho, influência cultural e estampas sucesso. Claaaaro que, como toda querida semana de moda, não são todas as roupas que podem ser usadas por aí. Tudo tem um toque a mais de glamour. É passarela, é show!

Esta foi a 12ª edição da LFW, que começou no dia 16 e terminou dia 21. Estava louca para mostrar um pouquinho para vocês. Acho chique, pura purpurina! E aí, que peça vai virar desejo?

ago 2011 23

CONJUGANDO8

Escrito por Victor Oliveira | Postado em Comportamento | Tags: , , ,

por Victor Oliveira

comportamento@blogdacomunicacao.com.br

A percepção do tempo varia de acordo com o desejo e ambos são razões diretamente proporcionais. Por saudade, por ansiedade, o tic tac do relógio não soa igual para todos, os ponteiros não correm na mesma velocidade. Querer muito, desejar demais, atrasa, posterga, distorce o tempo em desfavor de quem o aguarda.

O tempo está ali, caro amigo, quer você queira, quer não. Querer antecipá-lo mudará algo no resultado final? E por que, então, todo este sofrimento, toda esta tensão? Faça bem feito o meio, que o fim virá da forma que se espera. E se não vier, paciência, mude a rota, o sonho, talvez aquilo não lhe preenchesse, não seria tudo o que esperava.

Tempo, tempo, tempo. Coisa estranha é o tal do tempo! Outro dia era apenas um menino, que distância havia do mundo adulto! Demorou tanto para crescer e agora vejo o quão rápido foi tudo. Cadê aquela vontade de brincar, cadê a despreocupação, onde estão as relações sem interesse, cadê todo mundo na rua para jogar golzinho, cadê, cadê?

Temos muito pouco tempo por aqui. Em alguns casos o jogo termina ainda antes do apito final. E a passagem para alguns é marcada por rancor, arrogância, indiferenças, tudo que prejudica não só quem sente, mas, principalmente, quem recebe.  Qual o sentido de se viver assim?  Por que buscar o conflito se as arestas podem ser aparadas? Por que não abrir mão de posições extremistas sabendo que é assim que se pacificam relações?

Relações duradouras, relações efêmeras, mas relações. Não fuja delas, no fundo são elas que sustentam nossa existência, que fazem com que as coisas por aqui adquiram algum sentido. Desfrute o tempo que tiver perto das pessoas que lhe fazem bem, que proporcionam boas sensações. Esse tempo corre igual como em todos os casos, mas cada minuto assim demora mais, se arrasta, quando vivido, e que depois será marcado na memória como tempo que passou veloz, mas tempo que será lembrado, tempo marcado no próprio tempo.

É isso.

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