SOBRE O CASAMENTO HOMOAFETIVO NO BRASIL38
Escrito por Henrique Torres | Postado em Política | Tags: casamento homoafetivo, Estado laico, Henrique Torres, Política
Por Henrique Torres
politica@blogdacomunicacao.com.br
É de se surpreender às vezes, como o desenvolvimento econômico pode significar tão pouca coisa em relação ao desenvolvimento geral de uma nação. Já afirmei em outras oportunidades que questionado sobre a possibilidade do Brasil crescer ainda mais (economicamente) nos próximos anos, a minha posição seria a de um otimista. Realmente acredito que o Brasil crescerá economicamente. Não sou tão otimista, porém, em acreditar que isso resultará em grandes mudanças quando a questão migrar do aspecto econômico para o aspecto social. Isto é, apesar de todos os reveses da economia mundial, a economia brasileira anda em ritmo acelerado, o que não acontece quando nos referimos aos aspectos sociais, humanos ou igualitários do nosso país. O Brasil é capaz de crescer socialmente, de se tornar um país mais justo, mais igualitário, enfim, mais humano, no mesmo ritmo em que cresce a economia? Somente o crescimento econômico fará do Brasil um país melhor? Nisto é que eu acredito pouco.
Acredito pouco por certas razões. Bastará-nos, contudo, pegar como exemplo nossos queridos e amados vizinhos; a Argentina. Nossos estimados “hermanos” acabaram de aprovar uma lei no congresso que torna legítimo o casamento homoafetivo. Em poucas palavras, uma ação digna dos mais honrosos louvores. Não só por representar uma grande vitória para os homossexuais nacional e mundialmente falando, mas por levantar uma bandeira muito forte contra a intolerância e o preconceito. Não só o Brasil, mas todos os outros países que ainda vivem sob estes estigmas, deveriam com todo respeito, colocar a Igreja no seu devido lugar. Religião é religião, e política é política, e vice-versa (como diria um saudoso futebolista). Pelo menos é isso que dão a entender as mais variadas constituições dos países republicanos e democráticos. Sem mencionar os direitos do homem e do cidadão. Já passou da hora de nos tornarmos um Estado verdadeiramente laico, e com isso, um Estado um tanto mais justo e igualitário.

Quanto tempo o Brasil vai levar para tornar o casamento homossexual legítimo? - Crédito: Divulgação.
Mas isso são só palavras e mais palavras. O Brasil neste sentido anda a passos de formiga. Nenhum dos nossos candidatos à presidência parece considerar que o debate aberto deste tipo de questões acarretará verdadeiros benefícios para a sociedade brasileira. Nenhum deles parece disposto a colocar tais assuntos em pauta. Seria uma grande vitória se tivéssemos um plebiscito popular como no caso do desarmamento há alguns anos atrás. Mesmo que eu pense que a decisão errada foi tomada naquela época, afinal, me parece que quanto mais armado é um país, menos seguro ele é, ainda assim colocaríamos questões como a legalização do aborto e da maconha (que é legalizada na Argentina) e o casamento homossexual em pauta para que os verdadeiros donos deste país decidissem o melhor a fazer. Meros devaneios. Humanamente falando, o casamento homossexual coloca a Argentina alguns passos na frente do Brasil.

Estudante de Filosofia e pesquisador do Iluminismo francês na Universidade de São Paulo, onde ingressou em 2008. Dentro do meio acadêmico é mais obstinado pelas dúvidas do que pelas certezas, pelas sombras do que pelas luzes, mais tentado pelas questões do que pelas respostas. Fora do meio universitário (não muito fora), é apaixonado pelas belas letras - literatura - e um espectador assíduo da política nacional e internacional. Busca um mundo intelectualmente livre, em que não mais reine nem a superstição nem o dogmatismo que engendra o preconceito.








Sou totalmente contra ao casamento “homoafetivo” e legalização de aborto e maconha!
Creio que uma reformulação da constituinte e reformas políticas e tributárias sejam prioritárias para determinar novos rumos ao Brasil.
Acredito que apartir desses novos rumos essas questões sejam melhor debatidas e solucionadas.
O que não pode é ficar parado e com o poder na mão de um presidente e mais 3213210938124032834 deputados, assessores e etc e tal… que perambulam pelo congresso nacional…
abss
Posição válida. Não acredito porém que este tipo de mudanças dependa de reformas políticas. Acho que depende muito mais dos nossos próprios ideias e dos ideais de quem elegemos.
Abraços.
[...] Read the original post: SOBRE O CASAMENTO HOMOAFETIVO NO BRASIL « Blog da Comunicação [...]
[...] Here is the original post: SOBRE O CASAMENTO HOMOAFETIVO NO BRASIL « Blog da Comunicação [...]
Primeiramente, parabéns pelo artigo Henrique. Muito bem escrito e inteligente. Sou uma pessoal que tem convicções liberais. Apoio o casamento homossexual, pois acredito que todos nós devemos buscar a felicidade. Gays são antes de tudo cidadãos e merecem ser tratados comos cidadãos. Porém, os gays devem se casar no civil. O religioso é invadir a praia alheia. O caso na Argentina só mostra que essa tendência tem a se ampliar mundialmente, com mais países autorizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo futuramente. Faz sentido seu argumento sobre a situação economica.
A posição da Igreja também deve ser levada em conta. A Igreja deve saber ficar em seu lugar e não dar palpite em assuntos políticos e sociais. Como você citou no texto, religião é religião e política é política. Cada um deve ter a sua fé e pronto. Dizer que um casal gay não é uma família é bobagem na minha opinião. Afinal, também é família um casal hétero que se separa várias vezes e faz filhos com vários parceiros? Que tipo de família é essa? Cada um no seu canto. Isso está errado.
A verdade é que isso vai demorar para ocorrer no Brasil, onde infelizmente, a posição religiosa ainda atrasa e interfere na política do país. Nós brasileiros somos mais preconceituosos e conservadores do que muitos outros povos. Conheço pessoas de vários países e posso afirmar que somos muito radicais. A questão das drogas e do aborto é a mesma coisa. Eu acho que a lei deve mudar. Um viciado deve ser tratado como um viciado e receber tratamento. Um traficante deve ser preso e condenado. Contra o aborto não recomendo fazer, mas não condeno quem o pratica.
Os políticos no Brasil tem medo de serem diferentes. Seguem sempre a mesma linha, não arriscam. Não são originais. Para eles o que mais vale é ganhar votos e eleições. Não se preocupam em mostrar suas verdadeiras intenções e opiniões que desagradem a grande massa. Podemos ser ricos economicamente no futuro, mas desse jeito seremos um país atrasado intelectualmente.
Obrigado.
Foi exatamente isto que quis colocar. Há países muito inferiores economicamente, que no entanto são menos radicais e mais desenvolvidos intelectualmente. Dinheiro significa muito pouco neste sentido, quando não se faz com que o crescimento financeiro possibilite melhoras significativas no desenvolvimento social e intelectual da população.
No fundo, eu acho que as três questões são tratadas de maneira puramente hipocrita. E são tratadas desta maneira por que não há nenhuma diferença entre quem governa e quem é governado. São 99% radicais dogmáticos. Mas isso já dá um outro post. Rs.
Abraços.
Faço uso de uma velha frase:
“Enquanto a cor da pele for mais importante do que o brilho dos olhos haverá guerra”
Bob Marley.
Preconceito não tem nada a ver. Hora de abrirmos a mente e nos preocuparmos com coisas que importem realmente em uma vida em sociedade.
Abraços amigo.
Belo texto.
Obrigado.
Seria já uma grande vitória se a grande massa pudesse (e quisesse) ouvir e entender frases assim.
Acho que ainda estamos muito distantes disso. Talvez nem alcancemos este patamar. Uma pena.
Abraços.
Casamento por definição é união de homem com mulher.
É conceito, não preconceito.
A cantilena do movimento gay internacional só convence os néscios.
Com financiamento pesado e sem a menor transparência, querem a todo transe implantar a “HOMOLATRIA” no Ocidente, que é a adoração ao sexo entre homossexuais, para impor um controle de natalidade e impedir o crescimento das nações emergentes ocidentais.
Por este e outros motivos que Clodovil, que era gay, mas antes de tudo amava o Brasil declarou que não apoiava a pauta do movimento gay, nem mesmo aquela pornografia pública chamada eufemisticamente de parada gay.
Pobre Brasil, pobre das nossas crianças que são obrigadas a crescer numa sociedade sem valores e completamente corrompida.
Obrigado pelo comentário Fernando.
Assim como você e como Clodovil, não vejo nada de progressita na parada gay. Tem quem veja, e eu não entro em discussão quanto a isso. Sou mero espectador.
Partir definindo algo, como você fez com o casamento, é muito promissor para uma discussão.
Mas, definições levantam muitos problemas. Não vou enumerar todos, mas colocar apenas um ou dois.
Cada pessoa pode definir algo do jeito que lhe parecer mais verdadeiro. Poderiamos ter tantas definições quanto seres humanos sobre a Terra. Com isso, o que prova que sua definição corresponde à verdade? Vc precisa demonstrar a validade da sua definição ou por ela mesma, ou pelas suas consequências.O que não foi feito.
Pode-se pensar ainda, que talvez esta definição que você deu de casamento esteja ultrapassada. Por que não? Afinal, podemos pegar como exemplo o conceito de família. Se vc voltar 60, 70 anos no tempo, considerar uma mãe solteira de 21 anos com três filhos como uma família seria algo completamente absurdo. Se o conceito de Família mudou, e se adaptou de forma a se tornar mais justo, porque o conceito de casamento não pode fazer o mesmo?
É preciso pensar sobre isso, sobre a validade dos nossos conceitos, para que eles não sejam somente preconceitos, isto é, conceitos sobre os quais não se refletiu previamente.
Acho que a reflexão sobre a veracidade daquilo que pensamos é fundamental. Acho que tudo isso se aplica ao restante do que vc disse, por que tudo me parece muito conspiracionista e carente de demostração e verossimilhança.
Desculpe a extensão do texto.
Abraços.
Caro Henrique Torres, o conceito ou definição de família e de casamento não se confundem. Basta utilizar a clássica fórmula “Genus proximum et (in)differentia specifica”. Ambos são instituições sociais, civis, religiosas.
Porém o casamento contém uma diferença específica: o determinismo natural, sexual, que está contido, inclusive, na etimologia da palavra no latim. Casamentu: ato de união entre duas pessoas de sexo diferente.
É simples: pênis “casa” com vagina. Mas não casa com ânus, tampouco vagina “casa” com vagina. Quando duas pessoas de sexo diferentes casam é para casar o pênis com a vagina, não o ânus com ânus, ou o ânus com a vagina. A falta de relação sexual entre o casal é até causa de anulação de casamento. Aliás o termo casal também se refere a sexos opostos.
Daí a evidente e insuperável ambiguidade do termo casamento homossexual.
A verdade da conceito está, pois, no determinismo natural. É impossível haver um terceiro sexo, uma terceira possibilidade de relação sexual, uma outra forma de “casar” senão entre sexos opostos.
O que se pretende é uma deformação do termo ao sabor da pauta do movimento gay internacional.
Mas como tudo ou quase tudo que é natural está sendo rapidamente corrompido na modernidade tardia e como lógica é algo que não se aprende mais na escola ou em casa, assistimos essas aberrações.
Repito, tenho pena das crianças. Aos meus filhos enquanto posso ensino que sexo só há dois e casamento só há um que é válido. E que lutar contra o determinismo sexual é sandice, pois inegavelmente a consequência será a destruição de sua personalidade.
Fernando,
é evidente que não posso te imputar um preconceito, afinal vc aparenta ter uma reflexão profunda sobre o assunto.
Mas, sinceramente, este último comentário parece não ter acrescentado nada. E isto, por que eu poderia muito bem copiar meu ultimo comentário, e colá-lo aqui. Todas as questões que eu coloquei podem ser recolocadas, por que não obtive resposta para nenhuma delas. E também não houve demonstração de que a definição que vc deu de casamento é a única e verdadeira definição que se pode dar.
Volto a recolocar: O que mostra que a definição, “o casamento é a união de um homem e uma mulher” é verdadeira? E se for verdadeira, porque não pode ser uma verdade referente à determinado periodo histórico, isto é, uma verdade ultrapassada e insuficiente?
O que peço são demonstrações desta definição. Sem demonstração sua definição não passa de jogo de palavras. Sem demonstração eu posso dizer que o casamento é a união de um cachorro e um pato e julgar isso verdadeiro.
Obrigado pela sadia contraposição.
Abraços.
Caro Henrique, não sou preconceituoso por ser crítico e ter opinião fundamentada sobre o assunto.
Fosse assim, você também seria preconceituoso.
Falo no plano das idéias. E no plano das idéias defender o direito do cidadão homossexual de não ser discriminado (o que é justíssimo) não tem nada a ver com defender o casamento gay, tergiversando sobre o seu real significado e propósito.
A intenção do movimento gay internacional é desmoralizar a união entre homem e mulher, como uma etapa de um plano estratégico mais sofisticado.
Nada a ver com a proteção do cidadão homossexual que é discriminado na fila do supermercado, na busca de um emprego, na sala de aula, nas piadas de mal gosto, etc.
Para sair das circularidades, convido-o, pois, a uma a reflexão profunda no tema. Com algumas leituras necessárias.
Cito uma: Bat Ye’or, escritora egipcia de nacionalidade britanica, autora do termo Eurabia e do livro “Islam and Dhimmitude: Where Civilizations Collide” (não sei se há o livro em português).
Buscamos a verdade, não? Pois bem, é ponto comum que da mentira não provém a verdade. Ou não? Pode-se extrair verdade de mentiras? Não.Apenas meias-verdades, que no fundo são mentiras completas.
E o homossexualismo é uma dessas mentiras disfarçadas de meias-verdades, que interessa a poderosos organismos internacionais.
Perguntas simples não foram respondidas, como quantos sexos a ciência, eu e você conhecemos?
Por que as crianças tem que ser enganadas com as mentiras sobre o homossexualismo, se ele é uma violência contra o corpo, algo rão antinatural que é responsável por doenças mortais como a AIDS e outras DSTs?
Henrique, não é verdade que a AIDS nasceu de práticas homossexuais? Não é verdade que o maior grupo de risco continua sendo este? Não é verdade que o homossexualismo gera danos psicológicos e emocionais profundos no ser humano? Não é verdade que há uma blindagem mentirosa por poderosos setores economicos em torno desse tema? Não é verdade que os maiores financiadores do movimento gay são nações, empresas e empresários interessados em hegemonia econômica?
Qual a melhor forma de capitular uma nação emergente senão restringir, impedir a reposição geracional de seu povo?
Por que não discutimos sobre esta ótica? Pesquise e você verá muitos autores que abordam este aspecto estratégico do tema, como Bat Ye’or.
Por fim, insisto, qual a lógica de um homem utilizar seu órgão sexual no duto excretor de outro … homem?
Qual a lógica de ensinar e incentivar crianças a copiar isso?
Sinceramente, você iniciaria seu filho à prática homossexual?
Ou você, em vez de incentivar, iria informar os riscos que ele corre?
Pergunto ainda: qual civilização homossexual subsistiu na história?
Como o Estado pode incentivar uma prática que extermina a reposição generacional de seu povo, sabido que para que isso ocorra é preciso nascer 2 crianças por casal. E no homossexualismo não nasce crianças, como é fato!
Por favor, veja o que acontece na decadente Europa. A Espanha, onde o casamento gay e o abroto são admitidos, tem uma das menores taxa de reposição geracional do mundo, e consequentemente “seu povo” está sendo renovado por estrangeiros.
É, estima-se que daqui a aproximadaemente 40 anos, a maioria do “povo espanhol” será de muçulmanos, latino americanos e orientais.
É isso que você quer para o Brasil?
Vou alinhar um argumento jurídico: por essa e outras razões o casamento gay é inconstitucional, na medida que a médio-longo prazo diminui, restringe até impedir a reposição geracional do povo e consequentemente de qualquer projeto de nação brasileira.
A equação é simples: quanto mais homossexualismo, mais abortos, menos brasileiros nascem, mais estrangeiros entram para “tocar” o País, e consequetemente menos “brasileiros” seremos.
Se não mudarmos a rota, a civilização ocidental, como conhecemos, será apenas uma página na história das civilizações extintas.
Caro Fernando,
desculpe se isso pareceu acontecer, mas não te considerei preconceituoso. O que eu disse, se observar bem, foi exatamente o contrário.
Quanto as várias questões que vc colocou, acho todas elas plenamente duvidosas. Todas elas perguntas que possuem respostas com necessidade de demonstração das suas verdades. Inclusive a de que o homossexualismo é o originador da AIDS. Quanto a isto eu gostaria amplamente de demonstração cientifica, pois essa é uma afirmação que geralmente se baseia em preconceitos.
Quanto ao restante, não vejo muitos pais que incentivem seus filhos ao homossexualismo. Se vc quer criar uma hipótese onde eu seja o pai, eu diria que não guiaria meu filho nem para o homossexualismo nem para o hetero, nem para o ateismo nem para a religião, nem para o socialismo nem para o captalismo. Ele pode com certa idade tomar suas próprias decisões. Caberia a mim somente mostrar as vantagens e as desvantagens que todas estas posições acarretam.
Se a sua teoria é a de que a população de um país que aceita o casamento homossexual diminui, talvez você possa explicar por que a maioria das espécies de animais pratiquem homossexualismo e nem por isso conheçam outra causa de extinção que não seja o homem.
Além disso, veja como a afirmação de que o casamento homossexual reflete faz com que a população de um país decresça. Com casamento ou não, os homossexuais continuarão com a prática do mesmo, e isso existiu em todos os tempos,afinal, mesmo a Bíblia menciona casos assim. No entanto, não vi nenhuma nação desaparecer devido ao homossexualismo.
Além disso, veja que o que reinvidicamos aqui é muito mais simples. O direito de que o Brasil largue o seu religiosismo e conceda direitos civis plenamente iguais a todos os cidadãos, independentemente de sexualidade. E isto é garantido pelaconstituição que infelizmente aqui é tão pouco respeitada.
Vou pesquisar o livro que me indicou.
Mas se me dá o direito de te indicar algumas leituras, diria que você deveria ler Diderot, Rousseau, Adorno, Habermas, N. Fraser, Honnet, etc. Considero-os fundamentais para pensar assuntos como este.
Mas o principal e que talvez você já tenha a lido, mas mesmo assim não faz mal indicar; leia a declaração dos direitos humanos, talvez ela te incline a julgar as coisas sob um outro prisma.
Fernando e Henrique, gostei do debate de vocês e gostaria de entrar na discussão. Acho sua posição radical Fernando. Não vejo o casamento gay como mentira, e sim como uma opção. Se meu filho for homossexual vou respeitar a posição dele e jamais renegá-lo. Cada um escolhe um caminho para seguir. Risco de doenças sexualmente transmissível todos nós corremos. Posso hoje transar com uma prostituta ou uma “moça de família” e pegar AIDS. A AIDS está ao alcance de todos (vide a África onde há poucos gays e uma taxa altíssima). Isso é algo que não podemos negar, embora as taxas em grupos homossexuais sejam maiores. De fato de uma relação homossexual não nascem crianças, mas em época de fertilização em in vitro…a humanidade não vai acabar nunca. E na história a mulher sempre foi objeto ou algo apenas para reproduzir, como na Grécia Antiga e no Império Romano, onde relações gays ocorriam aos montes e todos sabiam.
Não acho que apenas a questão do casamento gay e aborto influi. A questão economica afeta muito mais a vida das pessoas. Veja a Itália por outro lado, também decadente economicamente e cheia de imigrantes. E lá ninguém pensa em aderir ao casamento gay e aborto. Os EUA também enfrentam uma onda pesada de imigrantes, embora o casamento gay seja aceito em alguns estados. E a Austrália sempre entre os melhores IDH do planeta tem alto número de colônias imigrantes. É a economia que faz com que esse fluxo de imigrantes e uma nova cultura multirracial aumente cada vez mais. É como o nordestino vindo para o Sudeste. É a busca por uma vida melhor. Mesmo se o casamento gay não existisse, isso aconteceria. É a globalização.
Quanto a questão da natalidade acho que estamos muito longe de uma “islamização”. A cultura mulçumana jamais vai dominar o mundo, pois é retógrada e não vingar no Ocidente. O que falta educação e prevenção ao povo. Famílias pobres não podem fazer um filho atrás do outro como vemos nas periferias e rincões do Brasil. A Igreja Católica insiste em viver no século 15 e é contra a camisinha e as pírulas anticoncepcionais. As mesmas camisinhas e pírulas que previnem doenças e ajudam uma família a se manter com poucos filhos e equilibrar a renda. Bom acho que seus pontos foram ótimos para ajudar o debate aqui, embora eu discorde deles. Mas é isso mesmo, a democracia é isso: opiniões diferentes que nos fazem debater por alternativas. Abraço
Guilherme, homossexualismo é escolha. É um comportamento aprendido. Ou seja, se aprende a ser homossexual, desde que ensinado a isso.
O que há de radical em defender a escolha que já foi feita pela natureza?
Radical é impor a desinformação e a manipulação às nossas crianças e jovens.
Eu ensino meus filhos a serem o que seus cromossomos dizem que eles são, protegendo-os das mentiras impostas por quem não os ama e que querem utilizá-los como massa de manobra de uma sofisticada estratégia internacional de dominação.
Lutar contra a natureza é inútil. E sempre perderemos. Assim como você não tem poder para alterar a cor dos seus olhos, da sua pele, o lugar do seu umbigo, não tem poder para alterar o sexo, ou criar um terceiro, quarto, quinto.
Respeito o homossexual. Mas tenho convicção que ele é inocente útil, manipulado e desinformado.
Repilo a homolatria patrocinada pelo Estado. É uma má escolha que não atende os interesses do País.
O Estado, pela Constituição, deve garantir a sobrevivência da nação. E realizar políticas nesse sentido. O “casamento gay” vai na contramão.
A política pró-Homolatria interessa, repito, ao poderoso movimento gay internacional. Não à nação brasileira.
O Brasil tem o dever constitucional de garantir os direitos da pessoa, e sobretudo o direito da criança, de proteger sua vida e de ser informada do risco de suas escolhas.
Homossexualismo gerou a AIDS e inúmeras DSTs. Qualquer médico ou pessoa com o mínimo de honestidade intelectual sabe disso.
Se a Grecia e Roma eram predominantemente adeptos do homossexualismo, só confirma a verdade de que não há na história a possibilidade de uma civilização homossexual prosperar.
O povo semita, que nunca foi adepto do homossexualismo, está aí há 5.000 anos para reforçar o óbvio. Sua cultura rasgou os séculos e ainda se impõe como um oásis no meio do permissivismo estéril da pos-modernidade.
Amanhã pode estar na agenda do movimento gay internacional a disseminação da pedofilia, do incesto, da poligamia, do bestialismo (sexo com animais), e aí, que farão os defensores da homolatria?
Fernando,
gostaria de recolocar: onde é que fica a tal natureza tão sábia que você nos mostra, quando consideramos que grande parte das espécies de animais assexuadas praticam homossexualismo?
Recorrer a natureza é muito fraco quando o testemunho dela não é favorável. Vamos afirmar o que? Que os animais estão sendo ensinados a serem homossexuais? Ou que não podemos recorrer a natureza para condenar o homossexualismo humano, já que ele se passa também em vários outros níveis?
Tentar explicar o homossexualismo como se fosse o ensino de uma matéria escolar ou como um desvio da toda sábia natureza é um caminho pouco coerente. Vide comentário muito sensato do Carlos Albuquerque abaixo.
É uma questão de bom senso.
espero que não venha pro brasil, essa pouca vergonha.
ao “easdasd”, espero que seu filho seja Gay.
É hipocrisia dizer que Homossexualismo seria o cursor que “gerou” doenças como AIDS e DSTs. É o mesmo que se lamentar e culpar um Representante da República, o Presidente; por uma decadência de um país mal governado, sendo que, os eleitores (hipocritas) que próprios elegeram.
Fernando, não é necessário ser médico ou pessoa com o mínimo de honestidade intelectual para saber disso.
concordo Liu. O Fernando já tem sua opinião formada e acredito que nada que a gente fale ira mudar sua opinião, lamentável.
Quanto tempo o Brasil vai levar para tornar o casamento homossexual legítimo?
1 TRilhão de Anos
É realmente uma pena ver “algumas” pessoa, aparentemente inteligente, como alguns fulanos aqui, com pensamentos tão arcaicos, que bom nós humanos sermos uma metamorfose de pensamentos e idéias, isso que me conforta um pouco, um bom exemplo desta metamorfose é o caso de uma moça chamada de “donzela de Orléans” ou mais conhecida como Joana D’Arc que, ironicamente, foi queimada como bruxa e herege, sendo canonizada como santa pelo Papa em 1920.
Quem conhece um pouquinho de psicologia e genética, sabe que a sexualidade não pode ser aprendida, ensinada ou tão pouco imposta, como um dos fulanos ai disseram, sinceramente, espero quem nenhum dos seus filhos “fulanos” sejam homossexuais, pois seria sofrimento de mais para eles ter um pai que os descriminassem, mas um aviso cuidado as palavras tem força, aqui fazemos e aqui pagamos e pagamos em dobro!
Comentário muito sensato Carlos. Muito me espanta que a impossibilidade de ensinar a sexualidade não seja evidente para todos. Basta, como você bem disse, saber quase nada de psicologia.
Infelizmente isso não deixa de ser uma lamentável constatação.
Não me envolverei neste debate, mesmo porque o autor do texto em questão sabe a minha singela opnião! Apenas gostaria de informar que apesar de escrever alguns textos sobe o homossexualismo, ele não faz parte destes, digo isso por experiência própria! =D
Henrique Torres, obrigado pela recomendação de leitura. Informo que por força da minha pós graduação já li a maioria dos autores citados. Deles, prefiro Rousseau com a “Origem das desigualdades” e o não citado Horkheimer, da Escola de Frankfurt.
Não só li como estudei (e estudo) a maioria destes autores, assim como as respectivas escolas de pensamento, notadamente as marxistas que têm colonizado o pensamento dos intelectuais brasileiros.
O marxismo é sedutor, mas assassino e mentiroso em si. Como sistema econômico e político fracassou, deixando um saldo de 100 milhões de morte. Subsiste o marxismo cultural, sob o disfarce do politicamente correto, que também é como um castelo de areia.
Raymond Aron o chama de ópio dos intelectuais. Desfaz os mitos políticos, a idolatria da história e chama atenção para a alienação dos intelectuais. Quem não conhece o marxismo e seus filhotes terá dificuldades de entender Aron.
Sobre os seus pedidos de que comprove a verdade (inclusive científica) dos meus argumentos, me parece uma fuga, em tudo semelhante ao Trilema de Münchhausen.
O que chega a ser curioso, porque você também não traz nenhuma comprovação empírica das suas afirmações, caindo, portanto, num discurso (desculpe) vazio e meramente ideológico.
Sinceramente, gostaria que os brasileiros e os universitários, especialmente, se libertassem desse pensamento pobre e destruidor marxista.
Um bom começo seria ler pensadores sérios, intelectualmente honestos como Raymond Aron, Alain Besançon, Ludwig Von Misses, Friedrich Hayek, Milton Fiedman, entre outros.
Fernando,
Bom que você tenha já tenha lido o que sugeri, pois nos dá as mesmas bases.
Talvez pareça realmente um discurso vazio. Mas o acontece por que aparentemente vc não busca apoio nos mesmos pontos que eu. Talvez se eu esclarecer as obras dos autores citados vc possa identificar os pontos em que me apoio nestes autores. O que no fundo me é indiferente. Mesmo assim o faço. Te dou exemplos.
Veja de Diderot o “Suplemento a Viagem de Bouganville” e analise no contexto geral da obra se não há margem suficiente para discutir o que temos aqui.
Veja de Rousseau o “Contrato Social” e se nas suas proposições não existe base suficiente para mostrar que quando um individuo faz parte de um Estado ele não possui igualdade em direitos civis.
Quanto aos Frankfutianos, é possível citar obras de todos, o que vai fazer disso um discurso vazio. Mas se puder dar atenção, vc pode observar a Nancy Fraser (citada) utilizando o conceito de desconstrução de Derrida de forma a análiser as classes “excluidas” (mulheres, pobres, negros e homossexuais.
Pra enxergar o nosso debate nesses autores é só preciso le-los com atenção.
Sinceramente, não sei por que o marxismo entrou na história. Eu não mencionei Marx, e sinceramente nunca li uma linha do que Marx ou Engels escreveram. Associar Escola de Frankfurt à Marx nem sempre é necessário. Caso contrário eu precisaria ficar recorrendo a Kant e Hegel o tempo todo.
Vc pode observar que quanto a demonstrações cientificas, nada afirmei que comprometesse a minha idéia inicial, isto é, de que como cidadãos temos todos o mesmo direito, hetero ou homossexuais tem o direito CIVIL de se casarem. Demonstrações cientificas aqui não cabem.
Sob issoé que se funda todas as minhas idéias. Que vc negou inicialmente.
Vou exemplificar o que estou cobrando de vc desde o seu primeiro comentário.
Vc começou dizendo que casamento era por definição a união de um homem com uma mulher. Para isto é preciso demonstração, ou cientifica, ou logica, ou metafisica ou o que for necessario. E é preciso por que vc usou uma definição.
O seu discurso (se me permite) é recheado de afirmações e mais afirmações, jogadas umas sobre as outras. Sinceramente, eu não vejo nenhum progresso na discussão. Poderiam ser excluidos todos os meus e todos os seus comentários com exceção dos primeiros, por que não há progresso nenhum.
O que estou tentando mostrar com todos esses pedidos de demonstrações, inclusive cientificas, é que o argumento sob o qual eu estou fundando meu pensamento se sustenta naturalmente. Mas dizer que casamento é união de homem com mulher, ou que a sexualidade pode ser ensinada, não se sustenta por si mesmo. E aí sim vc cai num verdadeiro vazio. Um discurso puramente dogmática que não tem base nenhuma a não ser suas próprias convicções. Deste modo é impossível convencer alguem de que o que vc pensa é mais sensato do que o que qualquer outro pensa.
Isso sim, como disse, consiste num verdadeiro discurso vazio. E por isso eu julgo apropriado voltar ao inicio da discussão. Por que não me sinto convencido de nada que foi dito até aqui e gostaria de rever todas as afirmações feitas.
Abraços Fernando.
Carlos Albuquerque diz:
“Quem conhece um pouquinho de psicologia e genética, sabe que a sexualidade não pode ser aprendida, ensinada ou tão pouco imposta, como um dos fulanos ai dissera…”
Prove que não. Cite um livro de psicologia, que em contrapartida te indico dez. Desculpe, mas o seu argumento, além de pobre, é preconceituoso e mal educado.
E continua; “sinceramente, espero quem nenhum dos seus filhos “fulanos” sejam homossexuais, pois seria sofrimento de mais para eles ter um pai que os descriminassem, mas um aviso cuidado as palavras tem força, aqui fazemos e aqui pagamos e pagamos em dobro!”.
Se você se refere a mim, pode tirar o cavalo da chuva. Fique tranquilo. Meus filhos foram criados por pais presentes, que os amam, e que lhe indicaram com informação de qualidade o melhor caminho, que passa anos luz desse engano “politicamente intere$$ado” da homolatria.
Sobre o “aqui fazemos…” é triste… e risível.
Eu acho estranho que estejamos tão envolvidos em questões de manipulações internacionais. Parto da ideia de que devemos constatar e ter certeza baseada em fatos e números completamente absolutos, ou seja, que não nos permita questionamentos a respeito desta ou daquela situação. Quando possível nossas certezas devem ser baseadas também em situações vividas e participação naquilo que defendemos.
Não sou graduado, e portanto, não tenho nenhum conhecimento filosófico como a maioria dos que comentaram aqui parecem ter. Sei, entretanto, que minhas certezas (poucas e falhas), são baseadas em situações que vivi, não somente em tratados, escritos e leituras de pensadores, por mais brilhantes que sejam.
Posso dizer a vocês que existe uma onda de manipulação que visa controlar todo o sistema financeiro mundial, e para isso, permite-se frear a educação da população, para que a mesma não questione os problemas da sociedade. Garanto a vocês que com este simples parágrafo, muitas pessoas passariam a perceber essa tal “onda de manipulação”, a de alguma forma, tentariam evita-la. Mesmo meus amigos, que eu a tenha inventado agora.
Assim como o Henrique mencionou em um de seus muitos comentários, aquele que pratica atividade homossexual continuará fazendo, haja casamento ou não. Portanto, ao meu ver, não estamos privilegiando o crescimento da população e nem o casamento entre homem e mulher caso a proibição permaneça.
Acredito também, que muito do que se vê e se ouve atualmente, incentiva pessoas para diversas práticas, dentre elas, o homossexualismo, assim como, os garotos de nossa geração são impelidos e incentivados a serem jogadores de futebol em detrimento da carreira científica. O que você vê e ouve, claramente te influencia.
Se por acaso um de nós tivesse nascido na Jamaica, na época de Bob Marley, MUITO provavelmente seriamos a favor da maconha e veríamos mais benefícios do que malefícios na mesma. Isso é realmente muito claro para mim e me mostra que as pessoas são influenciadas pelo meio em que vivem.
Então, posso dizer que discordo do Fernando quando diz:
“A política pró-Homolatria interessa, repito, ao poderoso movimento gay internacional. ”
Não sei realmente se existe um “poderoso movimento gay internacional”, talvez ele exista, assim como aquele “poderoso movimento financeiro” que destrinchei alguns parágrafos acima.
Liberar o casamento gay, na minha visão, é somente deixá-los viver de forma tranqüila e igualitária, com os mesmo direitos civis que um casal hetero, pois, acredito eu, ninguém irá discordar quando digo que um casal gay luta para conquistar sua instabilidade financeira da mesma forma que um casal hetero e, portanto, merecem o mesmo tratamento quando da divisão das mesmas.
Caso o casamento gay seja aprovado, não me sentirei obrigado a aderi-lo e nem, motivado por ele de uma forma ou de outra.
Também acredito que proibir o casamento, ou não liberá-lo, por conta desse temor (bem explicado diga-se de passagem) pelo Fernando, seria a mesma coisa de proibir que as pessoas estudem filosofia ou ciências políticas, afinal, poderíamos argumentar que esses estudantes seriam ameaças em potencial para a tranqüilidade de nossa sociedade, já que podem desenvolver habilidades e senso político suficientes para um golpe de Estado, ou seja, medo baseado em mito.
Em suma, vocês sabem que minha opinião é que se legalize o casamento gay no Brasil. Os argumentos utilizados pelo Fernando, me parecem os mesmos utilizados pelos homens do passado em detrimento do voto feminino, lembro que naquela época, o voto das mulheres parecia tão absurdo, quando deva parecer o casamento gay agora.
Para ser a favor desse tipo de relação, basta estar a frente do seu tempo.
Desculpem-me pela demora.
Abraços.
Há uma poderosa industria por trás de pautas internacionais que nos são impostas.
Uma delas é a industria do homossexualismo.
Entenda bem, a industria utiliza o homossexual e os simpatizantes como massa de manobra, acusando de preconceito todo aquele que “criticamente” se opõe à sua pauta, que visa claramente uma dominação econômica a médio e longo prazo.
Defendo o homossexual no seu direito individual de ser o que queira. Não seria tolo de pensar o contrário. Até porque trabalho com direitos humanos de minoprias há mais de 20 anos.
Mas rejeito a industria do homossexualismo, por ter a perfeita compreensão de que a última coisa que ela quer (e faz) é defender o cidadão homossexual.
A pauta da industria do gayzismo internacional não é uma pauta de direitos humanos. Não é uma pauta que interessa a uma nação emergente. Não preserva e não tem a menor atenção, por exemplo, aos direitos das crianças e dos adolescentes.
Veja que o Senhor Luiz Mott, que é o papa do movimento gay no Brasil, tem preferência por jovens imberbes, sem pêlos no corpo. Disse isso em seu blog/site. É só procurar a entrevista na internet, se alguém duvida.
Uma pessoa que declara preferir jovens mancebos e que já teve mais de 500 parceiros ser o protótipo de uma política de Estado, me parece uma inconsequencia. Para dizer o mínimo.
Outra coisa imposta pelo movimento: o brasileiro homossexual não tem o direito de ser ex-homossexual. Se vem a público declarar essa condição, logo é atacado ferozmente pelos ativistas. Veja a celeuma causada por uma simples musica no festival de San Remo, do cantor italiano Povia ( http://www.youtube.com/watch?v=583GBge-U-c).
Pergunto: esta é uma atitude madura, razoável, de defesa de direitos? O cidadão não pode ser ex-gay? Criticar a prática, como um ex- praticante? Ou então contar uma história em música, livro, peça teatral?
Defender o movimento gay nada tem a ver com defender o direito meu e seu de fazer o que quiser com o corpo.
Da mesma forma porque uma prática não deixará de acontecer na sociedade (e nem eu disse que deixará, e nem me preocupo com isso), ela deva converter-se em direito. São coisas distintas.
A auto lesão corporal e o suicidio, por exemplo, acontecem nas sociedades, mas nem por isso alguém defende que o direito de auto flagelar-se ou de suicidar-se seja posto em lei.
Insisto, o mopvimento gay internacional é uma política de dominação econômica e cultural que não interessa ao Brasil.
Há formas melhores, mais inteligentes e independentes de defender o direito do cidadão brasileiro que queira ser homossexual e que queira deixar de sê-lo, sem implicar em adoção cega à pauta de uma industria cujos fins são obscuros, ao menos para aqueles que desconhecem as estratégias dessa industria, que são a grande maioria dos brasileiros.
Caro Henrique, a Escola de Frankfurt tem tudo a ver com Marx e com movimento gay e com a cantilena da luta de classes. É indissociável. Unha e carne.
Veja o que diz Ipojuca Pontes sobre ela:
“Como já foi dito, o pensamento da Escola de Frankfurt perpetua, no plano cultural, a gororoba revolucionária de Marx, sob a capa do aprofundamento de uma nova visão crítica. Max Horkheimer, Walter Benjamin, Adorno, Eric Fromm, Marcuse, Habermas – alguns filhos de banqueiros, outros de prósperos comerciantes burgueses – laboraram dia e noite contra o que consideram a “estrutura dominante” da sociedade industrial contemporânea, dentro e fora dos Estados Unidos. Com isso, pretendem minar a força do capitalismo e contribuir para forçar as transformações na “irradiação da consciência e ação revolucionárias”.
Hoje, o fenômeno hippie teorizado pela Escola de Frankfurt veste o manto do “politicamente correto”, em especial na difusão e ação do eco-terrorismo, movimento gay, neo-racismo, descriminalização da droga, abortismo e todo um vasto leque de frentes minoritárias cujo objetivo é triturar as instituições criadas pela civilização ocidental”.
Fonte: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8336&cat=Ensaios&vinda=S
Fernando,
não neguei que a Escola de Frankfurt tenha raizes em Marx. O que eu questiono, é qual a pertinencia disto? De que serve para o debate?
Eu posso muito bem recorrer a Adorno, Habermas ou Marcuse para apoiar um pensamento, sem necessariamente ter de recorrer a Marx. O importante, é que apesar do parentesco, o pensamento deles se sustenta por si só.
É sinceramente uma tentativa muito falaciosa, julgar a escola de Frankfurt somente pelo prisma do marxismo. Ela é um misto de várias correntes, sendo duvidoso pensar que ela se resuma somente a Marx.
Enfim, não vou mais discutir isso.
O DECÁLOGO DE LÊNIN nos ajuda a entender as idéias dos “movimentos revolucionários”, como o gayzismo internacional.
O pensamento de Marx e Engels posto em prática, assim como seus filhotes foram responsáveis pelo maios genocidio da história da humanidade. Mais de 100 milhões de pessoas (“Le livre noir du communisme” Edições Robert Laffont, Paris, 1997; The Soviet Story, documentário dirigido por Edvīns Šnore), e que está na raiz, corpo e alma do movimento gay internacional.
Decálogo de Lenin:
1.. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2.. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
3.. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4.. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5.. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
6.. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
7.. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8.. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9.. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
10.. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…
Sinceramente esta discussão não passa de perda de tempo.
Aguardo um debate sincero e honesto, com ideias próprias e ARGUMENTADAS. Tenho a tendencia de enxergar num monte de citações apenas a falta de rigor do que se pensa. A qualidade dos nossos escritos estão em relação inversamente proporcional à quantidade de citações que fazemos.
Não vejo aqui nada mais do que uma pregação, uma tentativa de impor conceitos e definições dogmaticos de cima para baixo. Para ter alguém pregando para mim, eu prefiro ir a igreja. Enquanto a discussão não for pautada pelos argumentos, pela sensatez, e enquanto o dogmatismo não passar bem longe daqui, nós não chegaremos a lugar nenhum.
Citar por citar qualquer um pode fazer. Tenho aqui em livros de Platão a Habermas, mas citar por citar, como disse, não serve de absolutamente nada.
Dou por encerrada minha participação nesta discussão até que eventualmente ela se torne uma discussão.
Abraços a todos.
A fuga da discussão é algo típico dos dogmáticos colonizados pelo pensamento revolucionário.
Sinceridade, idéias próprias e argumentadas é tudo que você não tem para curiosamente requerer dos outros.
Pregação do lixo post-modernista é você quem faz. E muito mal. Duvido que entregaria a chave do seu carro a um dos líderes do movimento gay internacional.
Mas repercute a pregação dessa turma, que não admite a contrariedade das ideías. É assim: Ou concorda, ou é rotulado.
Mas a verdade é que, a despeito da fuga da discussão ante à falta de conhecimento da matéria, o homossexualismo é uma violência. Uma imposição. Um comportamento aprendido. Uma bandeira de organismos internacionais interessados em impedir o avanço do novo mundo.
A ciência comprovou que não existe o gene homossexual em raça alguma, muito menos na humana, mas o “movimento” quer fazer dele algo “natural”.
Mas o gayzismo sempre será o que é: a simples vazão de um instinto, como tantos outros na natureza.
Mas o homem é o único animal que pensa (nem todos, é verdade) e tem poder para dominar seus instintos.
Sem esse domínio, volta ao estado da natureza.
Sem o domínio aos seus instintos para que leis, ética, moral…sociedade?
Julgue como te apetecer Fernando.
O intuito desde o começo, como colunista, foi apenas dirigir uma discussão. Lamento qualquer coisa, mas para este post, eu aguardo apenas que uma verdadeira discussão se dê, ou que eventualmente alguma recomece.
Grato.