ago 2010 10

NOVAS CÉDULAS DO REAL36

Escrito por Natália Christofari | Postado em Economia | Tags: , , ,

por Natália Christofari

economia@blogdacomunicacao.com.br

As novas cédulas do Real começaram a ser produzidas na sexta-feira passada e as primeiras a circular serão as notas de R$ 20 e R$ 50 a partir de novembro. As demais cédulas, R$ 10 e R$ 20 deverão ser produzidas em 2011 e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012.

 Apresentadas pelo Banco Central em fevereiro, as notas mantêm as mesmas cores e os animais das cédulas antigas, mas mudam de tamanho, para facilitar a identificação por deficientes visuais.

De acordo com o BC, as cédulas antigas serão recolhidas conforme apresentarem desgastes e assim, serão recolhidas aos poucos.

Curiosidade

Além da produção das cédulas, a Casa da Moeda tem em sua linha de produção cartões telefônicos, passaportes inteligentes e selos portais e fiscais. O investimento no maquinário, que começou em 2009, gira em torno de R$ 350 milhões. A Casa da Moeda poderá disputar concorrência para fabricar as novas carteiras de identidade com chip eletrônico, além de produzir cartões de crédito e débito a partir de 2011.

Lucro

As previsões de lucro giram em torno de R$ 390 milhões em dezembro deste ano e o aumento de 53% no faturamento, de R$1,5 bilhão em 2009, para R$ 2,3 bilhões em 2010.

O que nos resta é aguardar as novas notas, e as novas previsões de produção da Casa da Moeda.

Fonte: Jornal O Globo

mar 2010 04

por Henrique Beirangê
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O recente avanço na taxa de depósitos compulsórios dos bancos indica que o Banco Central (BC) começa a se preocupar com um possível excesso de liquidez no mercado. “De fato, há mais liquidez no sistema do que é necessário neste momento. Mas o BC também sinalizou uma direção de política monetária, em um momento de alta das expectativas de inflação.” afirmou em nota o Itaú Unibanco.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se limitou a dizer que a decisão “foi uma medida acertada” e que não vê razões para que os bancos aumentem as taxas de juros e os spreads. Já o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fez questão de ressaltar que o uso do depósito compulsório é uma alternativa de política monetária contra o aumento dos preços. “O BC dá um sinal claro de que, além do simples manuseio da taxa de juros, pode usar outros instrumentos para controlar a inflação”.

O último relatório do boletim Focus (levantamento semanal do Banco Central junto a economistas) prevê alta da Selic a partir de abril, fechando o ano em 11,25%. Atualmente a taxa se encontra em 8,75%.

A sede do Banco Central – Crédito: Divulgação

Tragédia Grega ameaça unidade do Euro
A crise fiscal que se abate sobre Grécia tem levantado boatos sobre a possibilidade de exclusão do país da zona do Euro. O diretor da agência alemã de administração da dívida, Karl Heinz Daube afirmou que a crise na Grécia ameaça toda a zona do Euro “Acredito que se um dos 16 membros tornar-se inadimplente, isso trará um colapso de todo o sistema”.

No Brasil tudo bem…
A agência de classificação de risco Moody’s afirmou, em relatório, que se a política econômica no Brasil mantiver sob a administração do próximo presidente, os avanços dos anos anteriores poderá elevar a classificação do Brasil. Grandes fundos de pensão mundial orientam seus investimentos segundo a nota que agências de risco dão a países de todo o mundo.

fev 2010 02

Por onde andam as moedas de um centavo? O valor é baixo, mas pode ajudar a economia brasileira.

por Guilherme Freitas
economia@blogdacomunicacao.com.br

Essa foi uma pergunta que ficou martelando na minha cabeça recentemente. Fazia muito tempo que não via uma dessas. Parecia uma relíquia, afinal quem hoje em dia comercializa essas moedas[bb]? Ainda há moedas circulando por ai e elas estão válidas para serem utilizadas. O Banco Central parou de produzir a moeda em 2004 afirmando que era muito caro e inútil, pois a população não utilizava a mesma. Considero isso um erro do governo, que deveria incentivar e informar o povo.

E pensar que no exterior elas são muito valiosas para qualquer cidadão. Em 2008 estive na Inglaterra e recebia a rodo trocos com moedinhas de um centavo de libra esterlina. Era até engraçado, pois se você tentava facilitar o troco, o comerciante se ofendia, pois ele deve se virar para arrumar o troco. Te devolver em bala ou dizer “estou sem troco”, nem pensar. Voltei com várias delas para casa, porque as casas de câmbio só aceitam trocar notas, e hoje vejo com elas podem ser útil a sociedade[bb].

Uma peça rara de se ver hoje em dia – Crédito: Reprodução

Essa é uma mentalidade que não se resume aos ingleses, mas aos países mais ricos e desenvolvidos. Comercializar moedas desse valor podem ajudar a facilitar o troco e ajuda a combater o arredondamento de preço de produtos para cima. Recentemente o governo federal brasileiro lançou uma campanha pedindo para a população utilizar com mais frequência as moedas. Creio que muita gente o fez, mas a pequenina moeda de um centavo foi esquecida.

Comercializar as moedas de um centavo será benéfico à sociedade. Não haverá mais a desculpa do “não tenho troco para uma compra que custa R$ 49,99” e vamos parar de receber balinhas ao invés de dinheiro[bb]. É um direito do cidadão brasileiro se informar e saber porque não há apoio a moeda de um centavo. Se primeiro mundo ela funciona tão bem, porque aqui tem que ser diferente?

abr 2009 28
Uma cena rara de ser ver ultimamente - Crédito: Divulgação
Uma cena rara de ser ver ultimamente – Crédito: Divulgação

por Henrique Berangê
economia@blogdacomunicacao.com.br

Boletim divulgado pelo Banco Central mostra que o brasileiro tem abandonado o uso dos talões de cheque. Segundo o informativo, apenas 16% dos pagamentos de varejo são efetuados nessa modalidade, ainda em 2003 os cheques ocupavam 40% das transações. Cabe observar, entretanto, que, considerando seu nível de utilização nas principais economias do mundo, ainda há espaço para redução do uso do cheque na composição dos instrumentos de pagamento (veja tabela abaixo).

O uso de cartões ganha mais espaço na vida do brasileiro a cada dia. Cerca de 55% das transações de varejo já são realizadas por meio de cartões de débito e crédito.

tabela-cheques

Crise não passou, piorou…

Comunicado conjunto do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial do dia 26 deste mês afirma que a economia global deteriorou dramaticamente desde o último encontro. A nota ressalta que a crise internacional já levou 50 milhões de pessoas a extrema pobreza, principalmente mulheres e crianças.

“Nossa elite privatiza os lucros e socializa as perdas” - Celso Furtado

Miséria: até quando? - Crédito: Divulgação

Miséria: até quando? – Crédito: Divulgação