jan 2012 20

por Maíra Mello

tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Após haver manifestações a nível mundial, o presidente americano, Barack Obama, se manifestou contrário ao projeto de lei SOPA, tão temido pelos internautas. O projeto teria como objetivo principal, bloquear o acesso a sites que comercializam músicas, filmes e livros, censurando tais conteúdos.

O presidente Barack Obama em pronunciamento - Crédito: Divulgação

Na opinião de Obama, o projeto foi mal planejado e afetaria os direitos de circulação de informação dos cidadãos americanos. O presidente se colocou contrário a ação de tal projeto, ganhando mais adeptos após seu pronunciamento. A equipe do presidente divulgou uma nota no blog oficial da Casa Branca (leia aqui) condenando a pirataria online, mas não defende leis como o SOPA para solucionar o problema. Devido a não aprovação dos projetos, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o megaupload.com, foi retirado do ar e teve todos os seus funcionários presos pelo FBI.

A organização administrativa do presidente Barack Obama afirmou também que não apoia esse ou qualquer outro projeto do gênero. O comunicado diz que o governo americano não apoiará leis que “reduzam a liberdade de expressão, aumentem o risco a segurança virtual ou removam o valor de uma internet global e inovadora”. Ainda no blog, foi relatado que as intensas manifestações civilizadas em todo o mundo, foram a prova de que é possível fazer a diferença sem uso de violência.

E o óbvio veio mais uma vez à tona: a união faz a força!

Que todos os times administrativos tenham noção dos projetos de lei que vêm sendo criados. Não estão lidando com estátuas, sem mente, nem voz! Mas sim com pessoas de carne e osso que acordam todos os dias em busca dos seus sonhos, e que merecem no mínimo, uma administração decente, que seja a favor da liberdade de expressão, conexão, comunicação…

Cabe a nós internautas sempre lutar a favor de nossos ideais, de forma democrática e civilizada, para que sejam vencidas as batalhas sem que parte alguma seja prejudicada.

jan 2012 03

O ano começou há três dias e agora é hora de conhecer os principais fatos agendados para ocorrer em 2012. Separamos os eventos por categoria. Confira abaixo:

O presidente dos EUA Barack Obama disputa a reeleição - Crédito: The Wall Street Journal

Política e Internacional
Eleições municipais no Brasil (7/out).
Eleições presidenciais na Finlândia (15/jan), Rússia (4/mar), França (20/mai), México (2/jul), Venezuela (7/out), Estados Unidos (6/nov) e Coreia do Sul (19/dez).
Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II – 60º aniversário da sua ascenção ao trono real – (6/fev).
Previsão para a retirada das tropas brasileiras do Haiti (março).
Fim do prazo do Protocolo de Kyoto (31/dez).

Esportes
Jogos Olímpicos, Londres (27/jul a 12/ago).
Jogos Paraolímpicos, Londres (29/ago a 9/set).
Eurocopa de Futebol, na Polônia e Ucrânia (8/jun a 1/jul).
Primeira edição dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno, Innsbruck (13 a 22/jan)

A banda americana Foo Fighters toca no Lollapalooza- Crédito: Reprodução

Cultura e Entretenimento
Show de Laura Pausini em São Paulo (21/jan).
Festival Loolapalloza em São Paulo (7 e 8/abr).
Estreiam nos cinemas os filmes As Aventuras de Tintin (20/jan), Fúria de Titãs 2 (13/abr), A Era do Gelo 4 (29/jun), O Espetacular Homem Aranha (3/jul), Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (27/jul) e O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (14/dez).

Ciência
Eclipse solar anual (20/mai).
Eclipse lunar parcial, visível do leste asiático, da Austrália e do oeste da América do Norte (4/jun).
Eclipse solar total, visível do nordeste da Austrália e do Pacífico sul (13/nov).

Datas comemorativas e datas marcantes:
Centenário do Santos Futebol Clube (14/abr).
Centenário de naufrágio do Titanic (14/abr).
50 anos da morte de Marilyn Monroe (5/ago).
Fim do Calendário Maia (21/dez).

out 2011 21

por Guilherme Freitas
internacional@blogdacomunicacao.com.br

A abolição da escravatura nos Estados Unidos foi consumada em 1863, durante a Guerra Civil. Mas não foi nada fácil para os negros americanos conseguirem sua liberdade. No conflito, o Sul escravocrata duelou contra o Norte a favor da liberdade dos escravos e da unificação do país. Em 1964, após passeatas lideradas por Martin Luther King Jr., os negros conseguiram mais direitos que culminou na Lei dos Direitos Civis. Em 2008 Barack Obama tornou-se o primeiro negro a ocupar o posto mais importante da política mundial, a presidência dos EUA. Agora em 2012 poderemos ter dois candidatos negros ao posto de chefe da Casa Branca. Um deles é Obama, que busca a reeleição. O outro é Herman Cain. Mas quem é Cain?

Nascido no Estado da Geórgia, no sul do país durante a segregação racial, ele é o único dos pré-candidatos republicanos as eleições sem experiência alguma na política. Cain é filho de uma empregada doméstica e de um motorista, que fazia outros bicos para pagar os estudos dos filhos. Formado em matemática, Cain já teve vários empregos, sendo CEO de uma rede fast-food, diretor do Federal Reserve e até apresentador de rádio.

O pré-candidato republicano Herman Cain - Crédito: Patrick Semansky/AP

Confiante de que pode ser o candidato republicano na eleição ano que vem, Cain já provocou Obama dizendo que ele sim será o primeiro negro presidente dos Estados Unidos[bb]. Apoiado em discurso populista, ele prega uma reforma na carga tributária do país, o que agrada os americanos descontentes com a situação econômica do país. Ele conquistou parte do público conservador americano e tem a seu favor sua biografia cheia de superações profissionais e pessoais, já que Cain curou-se de um câncer.

Obama é favorito a corrida presidencial ano que vem. Não por causa de um governo eficiente ou de carisma. É favorito porque não há um rival forte do lado republicano. O atual presidente enfrenta constantes quedas de popularidade, mas os adversários parecem tão perdidos quanto ele. Os republicanos não se entendem e batem cabeça. Sarah Palin, um nome cotado para o posto, já abandonou a campanha. Cain pode até ser escolhido nas prévias republicanas, mas uma parte de seu próprio partido torce o nariz. É difícil saber o que vai acontecer e qual político será eleito candidato para 2012. Ainda assim, Obama é favorito para mais quatro anos em Washington.

ago 2011 26

por Guilherme Freitas
internacional@blogdacomunicacao.com.br

A corrida presidencial nos Estados Unidos[bb] já começou. De um lado temos o atual Chefe de Estado americano Barack Obama buscando uma reeleição pelo Partido Democrata. De outro temos a indefinição do Partido Republicano, que terá nas prévias internas a definição do seu candidato. Obama não está com a popularidade em alta. O presidente enfrenta um desgaste popular e não consegue decolar desde que foi eleito em 2008. A crise econômica em 2009 e a atual crise dos mercados, mais a taxa de desemprego que insiste em não baixar e os gastos públicos elevados deixam o cenário ruim para o democrata, mas que não devem lhe custar um segundo mandato.

Mesmo com baixa popularidade, Obama só perde esta eleição se quiser. O motivo é a falta de postulantes ao seu posto. Os republicanos estão rachados e não tem um nome forte para bater o atual presidente. Uma das favoritas para disputar a eleição com Obama é a ex-governadora do Alasca, Sarah Palin. Em entrevista ao jornal “Washington Examiner”, Karl Rove, um dos políticos republicanos mais assíduos do George W. Bush, afirmou que a candidata a vice de John McCain na eleição de 2008 deve vir a público e anunciar a sua candidatura.

Sarah Palin ainda não anunciou oficialmente sua candidatura para a eleição de 2012 - Crédito: Chuck Kennedy/MCT

“Esta é sua última chance. Ela vai entrar ou sair de vez. Eu acho que ela vai entrar. Ela pode levantar o dinheiro sozinha, sem um comitê de finanças”, disse o influente político sobre as possibilidades de Palin, musa do movimento conservador Tea Party, na corrida eleitoral. Depois de sair como vice de McCain em 2008, ela renunciou ao posto de governadora do Alasca, lançou um livro e passou a aparecer em eventos públicos de conservadores. Sua candidatura era dada como certa até o atentado em Tucson, no começo deste ano, contra a congressista democrata Gabrielle Giffords. Na ocasião, Palin colocou em seu site oficial figuras democratas dentro de um alvo de tiro.

Palin perdeu espaço no partido para outros nomes conservadores, como Mitt Romney, Michelle Bachmann e Tim Pawlenty. O partido está muito dividido e não há um nome em consenso. Tudo indica que as prévias republicanas serão duras e quem conseguir se destacar no início de campanha dará um grande passo. Como já disse no início do texto, duvido muito que Obama perca esta eleição. Os republicanos estão muito fracos. Mas é sempre bom lembrar que eles elegeram George W. Bush[bb] duas vezes…

ago 2011 10

Obama, Jobim, Dilma, Rossi e Amorim, personagens deste Comunicast – Crédito: Montagem com várias imagens

A 33ª edição do Comunicast, o Podcast do Blog da Comunicação está no ar! A atração tem apresentação de Guilherme Freitas, com comentários do colunista João Paulo Denófrio. Neste programa eles conversam, debatem e analisam a situação do governo Dilma Rousseff, que passa várias por mudanças em Ministérios. Eles também comentam a crise mundial dos mercados após o rebaixamento da nota da dívida externa dos EUA[bb]. Completam o programa áudios da presidente Dilma Rousseff, do presidente Barack Obama, do Ministro Wagner Rossi e do ex-Ministro Nelson Jobim.

Confira a 33ª edição do Podcast BGC. Tempo total de 22min23s:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

ago 2011 07

O gol dos Estados Unidos saiu aos 45 minutos do segundo tempo. Não estamos falando de futebol, e sim de economia. Após uma desgastante tensão, o presidente americano Barack Obama chegou a um acordo com a oposição para poder elevar o teto da dívida americana que já bate na casa dos US$ 14 trilhões. Com a missão cumprida a nação mais rica do planeta enfrenta um novo drama. Algumas agências de risco reduziram a nota de corte do país, um claro sinal de que o país já não é o local mais seguro para investir dinheiro. Com o “rebaixamento americano” o mercado se agitou e bolsas caíram. A Bovespa foi atingida e o governo brasileiro já admite dias difíceis pela frente. E você caro leitor, o que acha disso? Acha que o Brasil esta preparado para aguentar a crise? Vote na nova enquete do Blog da Comunicação, localizada na barra lateral a direita do seu monitor.

O presidente dos EUA Barack Obama – Crédito: The Wall Street Journal

RESULTADO - A última enquete do blog abordou a questão dos meninos de rua viciados em drogas. Em São Paulo está sendo discutido a ideia de interna-los obrigatoriamente. A maioria dos leitores 89% é a favor da medida. Os demais 11% não concordam com essa atitude.

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