jan 2012 11

por Guilherme Freitas
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Restam menos de 200 dias para o início dos Jogos Olímpicos. Daqui há sete meses as maiores estrelas do esporte mundial estarão em ação na cidade de Londres. Como amante dos esportes que sou mal posso esperar para que dêem a largada para mais uma edição dos Jogos. Mais uma vez terei a oportunidade de também cobrir as Olimpíadas, porém da redação e não presencialmente, assim como e Pequim-2008. Mas em 2016 se tudo correr bem estarei em ação como jornalista credenciado na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro[bb].

Mas vamos ao que interessa, falar deste que é o maior evento esportivo do mundo, que reúne milhares de atletas, milhões de expectadores ao vivo e bilhões que fãs que sintonizam suas TVs, computadores, tablets, celulares e bugigangas eletrônicas para acompanhar a festa do esporte mundial que ocorre de quatro em quatro anos. Londres se preparou muito bem e está praticamente pronta para as competições. E a cidade também se preocupou com o meio ambiente e o futuro dos cidadãos, construindo arenas desmontáveis para evitar futuros elefantes brancos.

Logo do Jogos Olímpicos de Londres-2012 - Crédito: COI/Reprodução

Mas estou ansioso para poder ver os monstros do esporte em ação. Quero ver o incrível duelo entre Michael Phelps e Ryan Lochte nas piscinas, onde o novo super astro da natação tentará desafiar o maior atleta olímpico de todos os tempos. Quero ver as partidas de tênis e torcer para que Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer duelem entre si. Estou ansioso para poder saber de Usain Bolt continuará a correr mais rápido que uma bala. Também estou na expectativa para assistir aos embates do judô, as partidas de basquete e a maratona que fecha os Jogos com alto estilo.

Quanto ao Brasil, o Comitê Olímpico Brasileiro estipulou 15 medalhas como meta. Acho que podemos superar esta marca e conquistar pelo menos 20 pódios. Talento para isso nós temos, o que falta é organização e uma política pública para desenvolver o esporte. Estarei aqui torcendo para Cesar Cielo, Maurren Maggi, Diego Hypólito, Fabiana Beltrame, Fabiana Murer, os judocas, as equipes feminina e masculina de futebol e vôlei e as duplas do vôlei de praia. E não custa sonhar com os outros, que estão próximos dos melhores do mundo e podem surpreender em Londres. Que comecem os Jogos!

Fiquem ligados no site oficial dos Jogos Olímpicos, clicando aqui.

out 2011 17

QUEM NÃO DEVE NÃO TEME2

Escrito por João Paulo Denófrio | Postado em Política | Tags: , , , ,

Por João Paulo Denófrio

politica@blogdacomunicacao.com.br

Foi a vez do ministro dos Esportes, Orlando Silva, ser apontado pela revista Veja como integrante de um suposto esquema de corrupção na pasta. Ele foi pego de surpresa lá em Guadalajara, no México, enquanto acompanhava o comitê brasileiro. Ficou irritado e negou envolvimento com o caso, mesmo assim, o ministro teve que voltar às pressas para Brasília a fim de dar explicações exigidas pela presidente Dilma Rousseff, antes que ela embarcasse em uma viagem oficial à África.

De acordo com a revista, o suposto esquema teria desviado cerca de R$ 40 milhões dos cofres públicos. O montante teria sido desviado do repasse de verbas do programa para organizações não-governamentais.

Ministro dos Esportes, Orlando Silva, nega envolvimento em suposto esquema de corrupção - Crédito: Agência Brasil

 Orlando Silva pediu que a Polícia Federal investigue as denúncias, colocando-se no ditado “quem não deve não teme”.  Dilma exigiu que o ministro acompanhe as investigações e deixe tudo às claras.

 

Com a manobra, Orlando Silva ganha tempo no cargo, mas o medo de mais uma queda ministerial ainda ronda o Palácio do Planalto. Isso porque a oposição já se movimenta. O PSDB quer uma ampla investigação sobre o suposto esquema de corrupção no ministério dos Esportes. Cinco ministros já caíram desde a posse da presidente em janeiro desse ano.

 

jun 2011 08

Por Leandro Lopes
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Ricardo Teixeira não fala com a imprensa desde que a rede inglesa de televisão BBC exibiu documentário – http://migre.me/50JKS – denunciando possíveis falcatruas envolvendo cifras e outras pessoas importantes; uma delas, João Havelange.

Fala no lugar de Teixeira o diretor de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva. Entre as declarações dadas ao repórter Cosme Rimoli – http://migre.me/50IuZ -, Paiva disse que a Copa pode ser realizada sem a cidade de São Paulo.

A capital mais rica do país perdeu o centro de imprensa e os jogos da Copa das Confederações.  A ameaça agora é perder a Copa.

Paiva usa como exemplo as cidades de Nova Iorque e Tokyo que ficaram de fora das Copas de 1994 e 2002 respectivamente.

Os hotéis que se prepararam à época do anuncio da Copa no Brasil, as pessoas que se programaram para receber os visitantes de todo o mundo, os estudantes que ingressaram em cursos de idiomas visando melhores oportunidades com o evento. Essas pessoas são prejudicadas. A CBF não.

Paiva culpa o São Paulo Futebol Clube pelo atraso da cidade. Diz que a organização da Copa perdeu tempo demais com o Morumbi.

Torcedor, não se engane. Eles não estão preocupados com vitórias ou derrotas.

Imagem de Amostra do You Tube

Andrew Jennings resumiu bem o caso. Vergonha, Brasil. Brasil.

@falecomleandro

fev 2011 07

Por Leandro Lopes
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Neste último fim de semana os amantes do esporte deliraram. Foram vários os eventos que chamaram a atenção do torcedor.

Para quem gosta de futebol brasileiro, belos clássicos. Palmeiras x Corinthians, Bahia x Vitória, Botafogo x Fluminense. Bons jogos, boas vitórias, polêmicas e torcida. Além é claro, de Ronaldinho Gaúcho, que marcou seu primeiro gol com a camisa do Flamengo. Tomara (para a nação rubro negra principalmente) o primeiro de muitos.

A nota triste do esporte bretão fica por conta da morte do ex-corinthiano William Moraes. O timão jogou de luto ontem. Uma pena.

Os torcedores que preferem artes marciais tiveram o prazer de assistir alguns minutos de um dos mais esperados combates. Anderson Silva e Vitor Belfort são monstros nessa modalidade, brasileiros que fazem a diferença fora do país.

Boa parte do mundo parou para assistir o espetáculo verde e amarelo.

Que vitória do Anderson. Um show de técnica.

Voltando ao mundo do futebol, tivemos o desprazer de assistir a “geração Neymar” perder para a Argentina no Mundial Sub-20. Uma triste derrota. Não nos esqueçamos que o importante é classificar para Londres 2012.

A Argentina é sempre pedra na chuteira!

Outra nota triste no esporte. O acidente do polonês Robert Kubica. Torcer por uma boa recuperação do piloto é obrigação dos amantes da F-1. Nas pistas ele representa aquilo que mais gostamos em automobilismo: ousadia e velocidade! Boa sorte polonês!

E pra quem gosta de espetáculo e competição no mais alto nível, ontem foi dia de comemorar. Super Bowl! Green Bay Packers x Pittsburgh Steelers.

Os americanos param o país para ver um Super Bowl! Belos lances, emoção e um ótimo jogo que terminou com a vitória dos Packers!

Que fim de semana cheio! E eu quero é mais! Bem mais disso!

Leandro Lopes
@falecomleandro

dez 2010 26

da Redação
blog@blogdacomunicacao.com.br

O ano de 2010 teve momentos históricos no esporte. Primeira Copa do Mundo de futebol na África e com um novo campeão mundial. A Fórmula 1[bb] conheceu um novo campeão e a natação um novo rei das águas. Nas quadras de vôlei o Brasil seguiu dando show e nas quadras de tênis um jovem espanhol retornou ao topo. Nos gramados brasileiros um centenário passou em branco e um tricolor deu a volta olímpica após 26 anos. Confira o que de melhor aconteceu em 2010. Clique no mural acima para visualização em alta definição.

1- TRICOLOR DE CORAÇÃO. A taça do Brasileirão foi pintada em três cores: verde, branco e vermelho. Após 26 anos, o Fluminense voltou a levantar o troféu mais importante do futebol nacional. Com um bom elenco comandado por Muricy Ramalho, e com o argentino Conca em grande fase, o Flu superou Corinthians e Cruzeiro nas últimas rodadas para conquistar o tricampeonato. (Crédito da imagem: Wallace Teixeira/Photo Camera).

2- REI DAS ÁGUAS. Michael Phelps perdeu o posto de melhor nadador do mundo. Em 2010 só deu Ryan Lochte. O americano foi o grande nome do Campeonato Pan Pacífico e ainda brilhou no Mundial de curta em Dubai, levando seis medalhas de ouro e batendo dois recordes mundiais. Fora das piscinas lançou uma grife de tênis digamos estilosos. (Crédito da imagem: Satiro Sodré/CBDA).

Imagem de Amostra do You Tube

3- CENTENÁRIO. O Corinthians[bb] chegou aos 100 anos de vida em 2010, porém passou o ano em branco. O time foi eliminado na Libertadores e no Paulistão e teve uma queda de rendimento na reta final do Brasileirão. O presidente Andrés Sanchez prometeu um novo estádio e Ronaldo passou mais tempo fora do que dentro de campo. (Crédito da imagem: Nike Football).

4- A MELHOR TEMPORADA. Pela primeira vez em sua carreira Fabiana Murer conquistou um título mundial no salto com vara. No Mundial indoor de Dubai ela saltou para 4,80m e levou a inédita medalha de ouro. Ela também bateu o recorde sul-americano em pista outdoor com 4,85m. Em dezembro, ganhou o Prêmio Brasil Olímpico e entra de vez na briga por um pódio nos Jogos Olímpicos de Londres. (Crédito da imagem: BMF&Bovespa).

5- CONTROVERSO. A seleção brasileira de vôlei masculino manteve a sua hegemonia nas quadras. Pela terceira vez consecutiva venceu o Mundial dando show, porém uma mancha negra se abateu sobre Bernardinho. O técnico confessou que entregou a partida contra a Bulgária na primeira fase, para ter uma chave mais favorável na fase final. Mesmo assim, ele foi eleito o melhor técnico pelo COB. (Crédito da imagem: Divulgação).

6- NO TOPO DO MUNDO. O clube dos campeões mundiais do futebol ganhou um novo membro. A seleção espanhola venceu a primeira Copa no continente africano e mesmo sem exibir o mesmo futebol da Eurocopa-2008 bateu Portugal, Alemanha e Holanda na final. O artilheiro David Villa e o meia Iniesta foram os grandes heróis da Espanha. (Crédito da imagem: Gabriel Bouys/AFP).

Imagem de Amostra do You Tube

7- O NÚMERO 1. Depois de uma temporada ruim, Rafael Nadal voltou ao topo em 2010. O espanhol superou as lesões e colocou os rivais no bolso. Venceu Roland Garros, Wimbledon e o US Open, e tornou-se o sétimo tenista a conquistar todos os Grands Slams. Termina a temporada na primeira colocação do ranking, com mais de três mil pontos a frente de Roger Federer. (Crédito da imagem: Shannon Stapleton/Reuters).

Imagem de Amostra do You Tube

8- DERROTA DOLORIDA. Assim como o time masculino, a equipe feminina de Zé Roberto Guimarães deu show em quadra no Campeonato Mundial. Porém, a equipe não saiu da competição com a medalha de ouro e sim com a prata. Na grande final o Brasil não conseguiu superar a forte defesa da Rússia. Dessa vez o melhor time não venceu. (Crédito da imagem: Divulgação).

9- CAMPEÃO PRECOCE. A esperança é a última que morre. Este provérbio ilustra e muito o que fez o jovem alemão Sebastian Vettel na temporada 2010 de Fórmula 1. O piloto da Red Bull só conquistou a liderança do Mundial após a última corrida, levando o título. Vettel tirou uma diferença considerável para os rivais Alonso e Webber no fim da competição. É o campeão da esperança. (Crédito da imagem: Vladimir Rys/Getty Images).

Amanhã: Retrospectiva da Política Nacional.

nov 2010 08

Por Leandro Lopes

esportes@blogdacomunicacao.com.br

O esporte é sem dúvida um elemento agregador em qualquer sociedade. No contexto atual serve como agregador de valores e diferencial entre consciência política e criminalidade.

Numa realidade social com altos índices de violência, qualquer meio de combate ao aliciamento de jovens ao crime deve ser exaltado e utilizado por elementos da sociedade e pelas autoridades competentes.

Esportistas não devem ser encarados como cifras. É muito bacana que tenhamos jogadores de futebol do nível de Ronaldo e nadadores como Cesar Cielo. É importante o rendimento dos atletas brasileiros no mundo dos esportes. Títulos individuais, recordes mundiais e medalhas de ouro no peito fazem bem a moral de uma sociedade. Não fazem bem a ela educacionalmente falando.

Neste país não precisamos que o investimento nos esportes seja voltado para o resultado no âmbito esportivo propriamente dito, mais importante que isso, é que o esporte sirva como parâmetro para criar cidadãos.

Um país de dimensão continental como o nosso, necessita de um Plano Nacional da Educação no qual o esporte deve ser importante elemento de disseminação cultural. Educar não é propiciar ensino e, ensinar não é fazer decorar as capitais européias. Para educar os jovens, é preciso desenvolver neles a capacidade de pensar.

A capacidade de pensar criticamente, de analisar como uma situação pode ser benéfica ou não, entender (ou procurar entender) o contexto da realidade onde ele atua e principalmente estimular a participação desse cidadão no meio que o rodeia.

Educação faz parte do esporte e o esporte da educação.

A educação que nos é imposta nos conceitos dos livros de história é ponto importante para que se entenda o contexto em que vivemos, o porquê de nossa sociedade responder dessa e não daquela maneira. O esporte seria fundamental para ensinar o caminho das pedras. Viver coletivamente, trabalhar o bem comum em favor do coletivo.

Como seria gratificante se o esporte desenvolvesse Ronaldos e Cielos na vida. Profissionais de sucesso talvez, mas cidadãos de responsabilidade social com certeza.

Leandro Lopes
@falecomleandro

Página 1 de 7123...Última »