ago 2010 26

Qual receita para se obter novos campeões nas mais diversas modalidades olímpicas e paraolímpicas e como gerar sustentabilidade na renovação destas modalidades?

Pois bem, a pergunta pode em primeiro plano se parecer muito complexa, mas pergunte a qualquer esportista se a vida de atleta olímpico no Brasil é fácil. O patrocínio é escasso, e na maioria das vezes voltado para áreas que tiverem destaque em uma ou outra competição.

Buscando formar novas potências olímpicas o BOLSA ATLETA, programa do Ministério do Esporte em parceira com as federações esportivas, vem ajudando aqueles que não possuem aporte financeiro, buscando dar condições para que se dediquem ao treinamento esportivo e participação em competições visando o desenvolvimento pleno, objetivando formar, manter e renovar atletas com potencial para representar o Brasil em Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. No total são 4 categorias e estas condicionadas aos recursos destinados ao programas e também aos critérios técnicos individuais.

1º – Categoria Estudantil – Para se obter uma ajuda de R$ 300,00 deve-se ter mais de 12 anos e estar regularmente matriculado em uma instituição de ensino. Não deve possuir qualquer tipo de patrocínio entendido como eventual ou permanente resultante em propaganda, nem receber salário pela prática esportiva. Ser classificado de 1º a 3º nos Jogos organizados pelo Ministério do Esporte e estar entre os 24 melhores selecionados entre nos esportes coletivos.

2º – Categoria Nacional – Ajuda no valor de R$ 750,00. Deve-se ter mais de 14 anos, estar veiculado a um clube e ter filiação a entidade de administração de sua modalidade, tanto Federativa (Estadual)  como de Confederação(Nacional), além de ter obtido de 1º a 3 º no evento máximo nacional organizado por sua federação representativa ou esta entre  1º e 3º no ranking nacional por ela organizado.

3º – Categoria Internacional – Ajuda mensal de R$ 1500,00, além das categorias descritas acima, não deve receber salário pela prática esportiva e ter obtido de 1º a 3º lugar em campeonatos mundiais de sua modalidade ou jogos  e campeonatos Pan-americanos e Parapan-americanos ou Sul-americanos.

4º – Categoria Olímpica e Paraolímpica – Dispor de todas especificações acima e ter integrado na qualidade de atleta a delegação brasileira na ultima edição dos Jogos Olimpicos o Paraolímpicos.

O programa em si como iniciativa acho válido, mas vejo ele voltado a atletas com grande desempenho. O cenário esportivo nacional terá grandes oportunidades nos próximos anos. Seremos sede das principais competições internacionais. Talvez devessemos tirar a China como exemploque desenvolveu uma série de programas esportivos com crianças na escola que gerassem frutos para as Olimpíadas realizadas em Pequim em 2008. O resultado deste fruto foi a melhor participação do pais em competições de esporte coletivo. Vale a dica !

fev 2010 17

por Isaque Criscuolo

esportes@blogdacomunicacao.com.br

Olimpíadas de Inverno

Por muito tempo, em minha vida de telespectador de tv aberta, fiquei irritado no carnaval porque não podia assistir nada além de desfiles de escolas de samba, cobertura dos trios elétricos e coisas relacionadas a essa grande festa cultural que é o carnaval brasileiro.

Hoje reconheço a importância do carnaval para a cultura e economia brasileira, mas pelo menos tenho a internet para fugir da programação carnavalesca da TV.

2010 está sendo um ano diferente neste aspecto, porque tivemos uma programação diferenciada para os que não gostam de carnaval. A Record cobriu amplamente as Olimpíadas de Inverno, talvez numa tentativa de combater a monopólio carnavalesco das outras emissoras. Bom sinal!

Para mim, particularmente, foi uma atitude democrática porque pelo menos os telespectadores tiveram a falsa impressão de que podem escolher o que querem assistir.

Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 começaram no dia 13/02, sábado, e terminam no domingo 28/02, na cidade de Vancouver, Canadá. São compostos por esportes diferentes do que estamos acostumados no Brasil, afinal, não temos neve. Mas, nem assim deixamos de ter nossa pontinha de participação.

Os esportes com presença brasileira são: Cross country, Esqui alpino (slalom) e

Snowboard (boardercross)

É curioso e interessante assistir a apresentações de patinação artística ou até mesmo ‘Luge’ (modalidade de descida em trenó), que este ano infelizmente provocou a morte do atleta georgiano Nodar Kumaritashvili. Coisas que brasileiros em pleno carnaval não estão acostumados a ver.

No fim das contas fiquei até um pouco mais feliz neste carnaval. Os Jogos Olímpicos de Inverno me acalmaram e proporcionaram-me a possibilidade de conhecer outras culturas e esportes. Afinal, mesmo o Carnaval sendo cultura brasileira, as vezes cansa.

out 2009 15

por Leandro Lopes

economia@blogdacomunicacao.com.br

Em meados do ano passado o mundo se assombrava com uma crise oriunda dos Estados Unidos, a população assistia grandes potências econômicas sucumbirem e empresas enormes encerravam atividades por conta do vicioso ciclo da crise ‘hipotecária’.

Há poucos pares de anos o Brasil assistia as grandes potências econômicas mundiais tomarem as “rédeas” do mundo e decidirem todo o processo econômico, nosso país devedor do FMI pouco ou não participava de forma verdadeiramente ativa.

Há cerca de uma ou duas décadas, a nação verde-amarela, certamente predominante no futebol mundial, acompanhava as decisões da FIFA e simplesmente preparava as malas e aguardava o check-in para a viagem até a sede da Copa do Mundo.

Ainda décadas no passado, a escolha para a sede dos Jogos Olímpicos era evento acompanhado de longe pela mídia brasileira e mais uma vez, assim como na Copa do Mundo, a escolha não passava de destino de viagem para os atletas brasileiros olímpicos e paraolimpicos.

Políticos tiveram participação essencial no êxito do Rio 2016 - Crédito: Getty Images
Políticos tiveram participação essencial no êxito do Rio 2016 – Crédito: Getty Images

O fato é que em 2009 o nosso país tem uma imagem completamente diferente daquela fraca imagem que circulava pelo mundo anteriormente, como nesses momentos citados acima, por exemplo.

A crise mundial, segundo estudiosos, está no seu fim, ou muito próximo dele. As recessões e as grandes manchetes estão sumindo e o mundo em tempos de pós-crise começa a engatinhar rumo ao pleno estado econômico anterior. E o nosso país passou forte durante a crise. Manteve sua imagem de economia estabelecida e saiu fortalecido.

Anteriormente devedores do FMI a nação brasileira agora é credora do Fundo Internacional, o que significa que não somente sanamos as dívidas como agora emprestamos dinheiro e temos direitos a receber.

A esquadra canarinho, em 2014 não viajará para o primeiro mundo europeu como em 2006, tão pouco até a Ásia como em 2002. Em 2014 a seleção brasileira mandará seus jogos em estádios verde e amarelo como fora em 1950 em um mundo visivelmente diferente.

O mais recente passo de nosso país, a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 mostra a atual confiança do mundo no momento em que o país vive.

É inegável a mudança, é inegável o avanço. Sem mencionar o pré-sal, a força dos bancos brasileiros, a cadeira cativa na ONU, a forte posição em relação ao presidente deposto de Honduras, o senhor Zelaya… O Brasil mostra-se forte e avança. Obviamente ainda coberto de problemas, corrupção, violência, educação e saúde precárias.

Existem, portanto pontos a se exaltar e pontos a se criticar, porém, exaltaremos um só responsável? Quem é ou quais são os grandes ‘mentores’ desse avanço brasileiro? O atual presidente? O ex-presidente e a base deixada? Simplesmente acontecimentos naturais? Força da política? O povo?

O fato é que a auto-estima brasileira está mais convincente e forte que em qualquer momento.

Siga-me no Twitter.

De olho neles.

Abraço,

Leandro Lopes

jun 2009 21

por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br

O Blog da Comunicação recebeu essa semana um convite do editor-chefe do Rola Blog, Breiller Pires, para participar hoje de uma blogagem coletiva para marcar o Dia Universal Olímpico, comemorado no dia 23 de junho. O tema desta postagem é “O esporte é capaz de transformar o mundo e a sociedade em que vivemos”. Atendendo a esse pedido do Rola Blog, um blog especializado em esportes, irei escrever aqui um artigo sobre o tema pedido.

O esporte é muito importante para a sociedade e é capaz de transformá-la para melhor. A prática do esporte no dia a dia é uma excelente forma de integração social. Muitos projetos devem ser louvados, pois mesmo com pouco orçamento conseguem reabilitar jovens que estavam no mundo do crime, das drogas e do tráfico. Graças à persistência de muitos técnicos, professores e atletas, muitos jovens de camadas sociais mais pobres começam a praticar esportes e alcançar objetivos que pareciam estar muito distantes. Diversas revelações do nosso esporte participam de programas sociais no exterior, recebem assistência médica e alimentar e o mais importante: tem acesso a educação. O Brasil tem talentos de sobra nesse imenso território, mas muitos ainda não foram descobertos. E precisam ser encontrados.

Para que isso ocorra, é preciso haver mais incentivo e empenho dos governos. É preciso que uma política esportiva que não seja só exclusivamente dedicada ao futebol e sim aos jovens brasileiros. Esse tipo de trabalho já foi feito em vários países e deu certo. Porque não daria certo no Brasil? Campeões não são só aqueles que ganham medalhas nas Olimpíadas e vencem Copas do Mundo. Campeões são aqueles que acreditam e batalham pelo esporte na sociedade e na escola, todos os dias. Campeões são aqueles que crêem que o esporte pode mudar uma sociedade. 

Caravana do Esporte: um projeto social que desenvolve o esporte na sociedade - Crédito: Reprodução
Caravana do Esporte: um projeto social que desenvolve o esporte na sociedade – Crédito: Reprodução

Além dessa integração social o esporte é capaz de unir diferenças políticas e ideológicas. Gostaria aqui de citar um dos momentos que mais me marcaram. No desfile de abertura dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000, as duas Coreias desfilaram juntas. Com a mesma bandeira, onde estava ilustrada a península coreana. Os vizinhos e ferrenhos rivais políticos deixaram lado um conflito que se arrasta há décadas e celebraram a paz. Momentos como esses só podem ocorrer através dos esportes. 

Sou jornalista e há três anos trabalho cobrindo eventos esportivos. Especializei-me na natação. Nesse período cubri dezenas de campeonatos nacionais e internacionais. Fiz muitas amizades no “mundo aquático” e sempre que viajo para campeonatos o clima na piscina é de pura cordialidade, amizade e respeito pelo seu adversário. Que os líderes políticos de todo o planeta se espelhem nesses momentos esportivos antes de tomarem decisões precipitadas. Se o mundo fosse de acordo com os ideais do esporte com certeza ele seria melhor. Muito melhor.

Confira no vídeo abaixo o desfile de abertura dos Jogos Olímpicos de 2000, quando as duas Coreias desfilaram juntas e foram aplaudidas por todo o público. As Coreias aparecem a partir do 6min17s de vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

nov 2008 16

por Elisabete Vital *
blog@blogdacomunicacao.com.br

A cidade do Rio de Janeiro dá mais um passo positivo na longa caminhada para sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Um acordo entre representantes da Agência Nacional de Petróleo (ANP), da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) e de distribuidoras de combustível foi assinado para que os ônibus que servirão aos atletas, delegações, jornalistas e autoridades utilizem combustível biodegradável.

A idéia é chamar a atenção do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a cidade maravilhosa. O Projeto Biodiesel B20 tem como objetivo melhorar a qualidade do ar na região metropolitana da cidade. Estudos serão realizados para definir as linhas que serão empregadas no teste. Ao todo, 1.500 ônibus utilizarão o combustível biodegradável.

O diretor de infra-estrutura da Comissão de 2016, Alexandre Techima, afirma que a preocupação com o meio ambiente é um dos pilares da candidatura da cidade. Ele acredita que a utilização do combustível biodegradável, que é uma mistura de 20% de biodiesel com 80% de diesel tradicional, e polui menos o ambiente, será um importante legado e o Rio de Janeiro servirá de exemplo para que o projeto se expanda em outras cidades. A campanha pró-biodiesel começará nos Jogos Mundiais Militares, em 2011, e também será divulgada na Copa do Mundo, em 2014.

O anúncio da cidade-sede será em Outubro de 2009 e até lá, o Rio de Janeiro luta contra as outras fortíssimas cidades candidatas: Madri (Espanha), Tóquio (Japão) e Chicago (EUA). Os próximos Jogos Olímpicos serão realizados na cidade de Londres (Inglaterra) em 2012.

* Elisabete Vital é jornalista e colunista especial de esportes do Blog da Comunicação.

set 2008 14

Conversamos com o primeiro campeão olímpico da natação brasileira

por Guilherme Freitas

guilherme@blogdacomunicacao.com.br

Semana passada estive cobrindo o Troféu José Finkel de natação para o site especializado Best Swimming. Lá pude conversar com meu amigo e agora campeão olímpico Cesar Augusto Cielo Filho. Foi um papo descontraído e animado, com direitos e a piadas e risadas. Cesão falou sobre sua conquista histórica para a natação brasileira, o assédio que vem sofrendo de fãs, seus patrocinadores e sobre o futuro.

Na entrevista (que está publicada na Best Swimming) resolvi não entrar em polêmicas, principalmente sobre a não bonificação do atleta, afinal ele não ganhou nenhum prêmio especial por sua conquista olímpica. Acho que não vem ao caso discutir esse assunto, é entre César Cielo e a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos). Outra coisa que não abordei é sobre namoradas, baladas ao lado de Xuxa e sua vida pessoal. A entrevista é sobre natação e sobre o atleta César Cielo, afinal foi publicada em um site epecializado. Confiram abaixo.

Cielo vibra, grita, chora…emoção ao vencer os 50m livre

Blog da Comunicação: Cesão, primeiramente parabéns pelas medalhas. Vamos lá. O que mudou do Cielo pré-olímpico e para o Cielo pós-olímpico?

Cesar Cielo: Muito obrigado. Olha, falando da minha personalidade não mudou nada mesmo. Continuo sendo a mesma pessoa e todos sabem disto. Quando ao dia-a-dia tudo mudou (risos). Está sendo uma correria tremenda.

BGC: Como você está lidando com essa “fase celebridade” da sua vida?

Cielo: Estou tentando atender o máximo de pessoas possíveis, as crianças também, tirando fotos e dando autógrafos. Mas estou tentando manter ao máximo a imagem de atleta e não de celebridade. Quero dar um exemplo para a molecada, assim como eu via os meus ídolos.

BGC: Esperava um assédio destas proporções quando ganhou as medalhas olímpicas?

Cielo: Aqui na piscina eu estava esperando esse assédio sim. Porque o pessoal da natação sempre acompanha e tinha certeza que eles estariam vendo a Olimpíada. Agora não esperava tanto assedio do pessoal que não acompanha regulamente a natação. Fiquei surpreso com o grande número de pessoas que me viram pela TV e depois vieram me dar os parabéns.

BGC: O que representa para você as duas medalhas conquistadas em Beijing?

Cielo: O bronze significa para mim a superação de tudo. Foi uma surpresa para todos inclusive para mim. Era para esta medalha ter vindo, pois senão acho difícil afirmar que ganharia a medalha de ouro nos 50m livre. Ela me de uma moral, me despertou. Já o ouro é o grande sonho que tive na minha carreira. Dedico esta medalha a minha família.

BGC: O que você espera da jovem geração de velocistas do Brasil. Há muitos bons nadadores vindo por ai, acredita que alguns deles podem te superar?

Cielo: Muita pode acontecer com eles e muitas novidades podem pintar por ai. Do mesmo jeito que eu não estava na equipe olímpica de 2004, pode aparecer alguém ai e se classificar para Londres-2012. Tenho evoluir e continuar acompanhando a evolução do pessoal.

BGC: Onde veremos você treinar em 2009?

Cielo: Então, estou conversando com meu técnico (Brett Hawke) e iremos decidir o que fazer até lá. Não sei se ele deixará Auburn, mas se ele sair é provável que eu vá com ele. Mas isso só será decidido ano que vem. Até lá vou treinar aqui em São Paulo, com o Albertinho (Alberto Pinto) no Pinheiros.

BGC: Cite apenas um nome como seu grande adversário atual?

Cielo: Acho que eu mesmo. Porque a coisa está tão parelha que é difícil dizer apenas um rival. O fator psicológico conta muito também. Antes da Olimpíada diria que meus adversários mais fortes fossem o Eamon Sullivan e o Alain Bernard. Mas o Sullivan perdeu os 100m livre e se tornou um adversário mais fraco nos 50m livre, graças o psicológico, que derrubou ele. O momento pesa muito.

BGC: O que você acha do Phelps entrar no “seu terreno”, disputando as provas de velocidade?

Cielo: Phelps não tem chance nos 50m livre. Ele sofreria para pegar uma final. Nos 100m livre ele vai incomodar, e muito. É um dos favoritos ao ouro. Um rival de respeito.

BGC: Como é a sua relação com o Fernando Scherer?

Cielo: Nós somos muito parecidos e ele é um grande ídolo e amigo. Ele fica cuidando da parte fora d’água, me ajudando a se concentrar apenas nos treinos. A parceria está dando muito certo.

BGC: Além da Samsung, você está em acordo com mais patrocinadores?

Cielo: O Xuxa é o responsável pelos patrocinadores e acordos. É ele que sabe desta coisas. A nossa intenção é ter cerca de dois ou três patrocinadores durante este próximo ciclo olímpico, para não ficar muito preso aos eventos e não esquecer de treinar (risos).

BGC: E essa performance no revezamento 4x50m livre (esta foi a única prova que ele nadou no Troféu José Finkel, fazendo um tempo expressivo)? Como explicar esse 21s09 (tempo de sua parcial no revezamento).

Cielo: Fiquei dolorido! Estava 18 dias sem nadar e cai na água para aquecer. Fiz uma virada e disse que ainda bem que a piscina era longa. Se fosse na curta não ia dar não (risos). Mas o tempo me surpreendeu. Quando sai da água o cronometrista me disse que tinha feito 21s09. Disse para ele parar de me sacanear. Depois fiz as contas e vi que era verdade. Fui lá pedi desculpa pro cara (risos). Falei com o Albertinho (técnico do Pinheiros) dizendo que não vou mais treinar, só nadar. Deu certo pô (risos). Agora vou me preparar para a etapa de BH da Copa do Mundo.

BGC: Cesão muito obrigado pela entrevista. Parabéns pelos seus feitos e boa sorte em sua caminhada até Roma e Londres.

Cielo: Obrigado e até mais.

César Cielo, 21 anos, é nadador do Esporte Clube Pinheiros e campeão olímpico nos 50m livre e medalhista de bronze nos 100m livre, nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008.

Valeu Cesão!!!

 Crédito das imagens: Satiro Sodré/CBDA

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