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	<title>Blog da Comunicação &#187; Política</title>
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	<description>A ARTE DA COMUNICAÇÃO PRESENTE AQUI!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 22:17:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>SOBRE A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 02:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Torres]]></category>
		<category><![CDATA[legalização da maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Legalização das Drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Torres politica@blogdacomunicacao.com.br As legislações do Brasil e de muitos outros paises são recheadas de incoerências que beiram à hipocrisia (para não dizer burrice). Não cansamos de ver repetidas vezes leis mal feitas que criam inúmeros problemas de aplicação, como é o caso de várias leis referentes ao meio ambiente e à violência contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Por Henrique Torres</p>
<p style="text-align: justify">politica@blogdacomunicacao.com.br</p>
<p style="text-align: justify">As legislações do Brasil e de muitos outros paises são recheadas de incoerências que beiram à hipocrisia (para não dizer burrice). Não cansamos de ver repetidas vezes leis mal feitas que criam inúmeros problemas de aplicação, como é o caso de várias leis referentes ao meio ambiente e à violência contra as mulheres. Num certo sentido, penso que a ilegalidade das drogas faz parte destas leis mal feitas e hipócritas.</p>
<p style="text-align: justify">É claro que não são mal feitas e hipócritas no mesmo sentido que as leis de meio ambiente, por exemplo. Acredito que o mal destas é muitas vezes o absurdo que implicam as suas aplicações. O caso das drogas é um pouco diferente. Diferente por que penso que a ilegalidade das drogas é uma questão que traz consigo um misto de hipocrisia, arbitrariedade e preconceito. Quanto ao preconceito não é preciso dar longas explicações, já que aos olhos da sociedade o usuário de drogas não passa de um criminoso, um marginal. Não se nota, porém, que os dois conceitos são extremamente arbitrários. E devem sua arbitrariedade na maior parte das vezes à nossa legislação e a nossos tabus.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, é preciso lembrar a razão da arbitrariedade da lei que proíbe o uso de drogas. <em>Grosso modo</em>, as drogas são proibidas pelo mal que causam aos seus usuários. Talvez seja evidente, mas vale a pena mencionar que o Estado tem o dever de proteger os seus cidadãos, pois são estes que o compõem e que fazem a sua força. Individualmente somos partes do Estado que lhe estão submetidas. Em contrapartida, recebemos o direito à liberdade civil, o direito a fazermos o que bem entendemos (dentro da lei) sem que alguém tente se impor a nós pela força – isso tudo em  tese. Fazemos parte do Estado de tal forma que somos posse dele, e dessa forma é “dever” dele impedir nosso prejuízo, mesmo que nós mesmos tentemos causá-lo. Esse é o paradoxo que gira em torno das drogas e de outros assuntos, como o suicídio.</p>
<div id="attachment_10148" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/banner_legalizacao_maconha.jpg"><img class="size-full wp-image-10148" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/banner_legalizacao_maconha.jpg" alt="" width="350" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Banner Pró Legalização da Maconha - Crédito: Divulgação</p></div>
<p style="text-align: justify">O grande problema aqui, é que o Estado permite o uso de várias coisas que prejudicam seus cidadãos. Qual critério é adotado para permitir o uso de algumas coisas e não outras? Essa é a grande pergunta que me faço. A ponto de na falta de resposta julgar a arbitrariedade da lei que impede o uso de drogas. Arbitrariedade no sentido de que é inegável o fato de que as drogas prejudicam a saúde, contudo, o cigarro, o álcool e muitas outras coisas cotidianas também prejudicam a saúde. Basta que pensemos na quantidade de gente que come nos fast-foods.  E estes números não são pequenos.</p>
<p style="text-align: justify">Dir-se-á talvez, que drogas viciam ou que são mais prejudiciais. No primeiro caso, é notório que o cigarro, o álcool e até a comida fasf-food vicia. Já no segundo, caso se afirme que as drogas atualmente ilegais no Brasil são mais prejudiciais do que as drogas legais, será preciso dizer de qual parte do nosso corpo precisamos menos para viver. Isto é, precisamos menos do cérebro que é destruído pelas drogas, dos pulmões que são destruídos pelo cigarro ou do fígado que é destruído pelo álcool. Pelo pouco que conheço de medicina, eu diria que todos são necessários para viver. Além disso, no caso de julgarmos as drogas ilegais mais prejudiciais, seria necessário no mínimo uma escala de modo a julgar que prejuizos podem ser aceitos ou não, o significa cair novamente na arbitrariedade.</p>
<p style="text-align: justify">Em suma, diria que a solução que foge da hipocrisia e da arbitrariedade, seria legalizar todas as drogas. Começar pela maconha já seria um grande passo. Caso contrário, a única outra possibilidade de fugir da arbitrariedade, seria cair no totalitarismo e no caos. Ou seja, proibir o uso de qualquer coisa prejudicial à saúde, restringindo com isso o uso do cigarro, do álcool e das drogas já ilegais, e fechando assim, as portas dos MC Donald&#8217;s.</p>
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		<title>CRITÉRIOS POLÍTICOS? COMO ASSIM, DILMA?</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/criterios-politicos-como-assim-dilma/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 02:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cargos comissionados]]></category>
		<category><![CDATA[cargos por indicação]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[presidenciáveis]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>

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		<description><![CDATA[por Henrique Oliveira politica@blogdacomunicacao.com.br Em entrevista na cidade de Recife, a candidata petista se diz favorável ao uso de &#8220;critérios políticos&#8221; para a escolha da equipe de governo. Mas, como assim? Imagem: http://prefeitosonline.com.br Uma declaração da candidata a presidência da república Dilma Roussef, chamou a atenção de muitos brasileiros nesta última terça-feira. Respondendo a ataques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">por Henrique Oliveira</p>
<p class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;"><a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<address class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_10136" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/dilma....05.jpg"><img class="size-medium wp-image-10136" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/dilma....05-500x340.jpg" alt="" width="500" height="340" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Em entrevista na cidade de Recife, a candidata petista se diz favorável ao uso de &#8220;critérios políticos&#8221; para a escolha da equipe de governo. Mas, como assim? Imagem: http://prefeitosonline.com.br</strong></dd>
</dl>
</address>
<p style="text-align: justify;">Uma declaração da candidata a presidência da república Dilma Roussef, chamou a atenção de muitos brasileiros nesta última terça-feira. Respondendo a ataques do candidato tucano José Serra, que chamou o esquema de nomeações em cargos públicos de &#8220;loteamento em órgãos estatais”, Dilma afirmou que “critérios políticos” devem ser considerados na hora de se preencherem os cargos do poder público. Segundo a candidata, “tem que exigir critérios técnicos para o preenchimento de cargos, mas também devem ser considerados critérios políticos. Não é possível achar que terá só técnicos. (&#8230;) O critério é a pessoa ter compromisso com o seu povo, estar ideologicamente ligado a ele e ter lado. Eu tenho lado. O meu lado são os 190 milhões de brasileiros.&#8221; (fonte: G1).</p>
<p style="text-align: justify;">O problema não está tanto na opinião da candidata em si. Mas, sim no perigo revelado por suas palavras. Afinal, quais seriam, de fato, estes “critérios políticos”? A fala de Dilma abre espaço para que pensemos na temeridade de termos um futuro governo que, em nome de critérios obscuros, seja uma verdadeira máquina de apadrinhamentos (como outros do passado já foram). Dizer que a paixão pelo país será um critério, nada mais é do que uma saída retórica da candidata. Na verdade, essa paixão não é, e nem será, parâmetro para qualquer escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez um dos maiores problemas da atual política brasileira, seja justamente o excesso de cargos de confiança no funcionalismo público. Órgãos e mais órgãos do governo nas  três esferas administrativas (municipal, estadual e federal) estão abarrotados de gente escolhida por critérios nada sérios de seleção. Usando uma série de regras inventadas, administrações públicas por aí, colocam à (des)serviço da população time inteiros de picaretas e aproveitadores. Critérios “políticos” e subjetivos, podem até fazer parte de uma escolha governamental, porém não devem sobrepujar o rigor que um trabalho bem feito requer.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que um governo não se faz só de técnicos. Afinal, somos seres humanos e estamos cheios de sentimentos e opiniões. Porém, seria mais aceitável que um governo futuro minimizasse os famigerados “cargos por indicação” e colocasse seu foco na contratação de profissionais realmente qualificados e éticos, dotados da devida formação. Talvez, ao contrário do que pensam muitos, fosse esse um dos passos para a faxina que tanto se faz urgente na política do nosso país.</p>
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		<title>ISRAEL: NOVO RECORDE EM TURISMO</title>
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		<comments>http://www.blogdacomunicacao.com.br/israel-novo-recorde-em-turismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natália Christofari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[evangélica]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do turismo de Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Natália Christofari]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tel Aviv]]></category>

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		<description><![CDATA[por Natália Christofari turismo@blogdacomunicacao.com.br Um país desenvolvido localizado em uma região geograficamente e climaticamente diversificada. Com montanhas cobertas de neve ao norte, e áreas desoladas ao lado de cidades modernas e vibrantes. Devido a sua rica história e à santidade das três religiões monoteístas, existem muitos locais antigos e sagrados. Segundo o Ministério do Turismo de Israel, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">por Natália Christofari</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="mailto:turismo@blogdacomunicacao.com.br">turismo@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Um país desenvolvido localizado em uma região geograficamente e climaticamente diversificada. Com montanhas cobertas de neve ao norte, e áreas desoladas ao lado de cidades modernas e vibrantes. Devido a sua rica história e à santidade das três religiões monoteístas, existem muitos locais antigos e sagrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Ministério do Turismo de Israel, 1,6 milhões de pessoas visitaram o país no primeiro semestre de 2010, aumento de 39% em relação ao mesmo período em 2009 e de 10% ao primeiro semestre de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os fatores principais do crescimento, estão à mudança da política no país e o crescimento da peregrinação evangélica a Israel. Além disso, o trânsito de turistas provenientes da América do Sul, principalmente do Brasil, aumentou drasticamente nos últimos meses. Cerca de 75% dos turistas que visitam Israel não são judeus. “Este é um país que cada pessoa no mundo tem uma motivação para a visita”, diz Ami Etgar, diretor-geral do Israel Incoming Tour Association.  </p>
<div id="attachment_10129" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/israel.jpg"><img class="size-medium wp-image-10129" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/israel-500x370.jpg" alt="" width="500" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Jerusalém - Crédito: Divulgação</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para quem quer visitar o país, existem diversos pacotes turísticos, em vôos regulares, diretos para Tel Aviv, com saídas do Brasil em vários dias da semana. O pacote &#8220;Terra Santa&#8221;, por exemplo, inclui passagens aéreas, visitas guiadas, transporte terrestre por todas as cidades e hotéis com café da manhã.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cidade Tel Aviv</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conhecida como a “cidade que nunca para”, Tel Aviv foi a primeira cidade judia moderna construída em Israel, sendo o centro econômico e cultural de Israel. Considerada uma cidade viva e ativa, com entretenimento, arte, festivais e vida noturna ativa.  Tel Aviv situa-se numa faixa de 14 quilômetros de comprimento no litoral do Mediterrâneo e se estende além do Rio Yarkon ao norte, e Rio Ayalon no Leste.</p>
<address class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_10132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tel_aviv.jpg"><img class="size-medium wp-image-10132" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tel_aviv-500x500.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Vista da Cidade de Tel Avil &#8211; Crédito: Divulgação</strong></dd>
</dl>
</address>
<p><strong>Algumas curiosidades de Israel</strong></p>
<ul>
<li><strong>Nome Oficial:</strong> Estado de Israel</li>
<li><strong>Forma de Governo:</strong> Democracia Parlamentarista</li>
<li><strong>Área:</strong> 21.643 quilômetros quadrados</li>
<li><strong>Idiomas oficiais:</strong> hebraico e árabe</li>
<li><strong>Moeda corrente:</strong> Novo Shekel Israeli</li>
<li><strong>Estradas pavimentadas:</strong> 18.096km</li>
<li>Mais de 2.800 plantas catalogadas;</li>
<li>Grande variedade em espécies de borboletas e pássaros;</li>
<li>Chuvas raras nos meses de maio a setembro;</li>
<li>Cultura baseada em crenças e costumes judaicos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Uma opção ótima opção de viagem para este final de ano. Já que Israel não é um país caro para o brasileiro: cada um real vale dois shekels. As temperaturas são, em média, de 15 graus e quase não chove, e os meses de janeiro e fevereiro são os mais frios.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte seu consultor de viagens e boas férias &#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fonte: Assessoria de imprensa do Centro de Mídia Brasil-Israel</strong></em></p>
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		<title>SOBRE O CASAMENTO HOMOAFETIVO NO BRASIL</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/sobre-o-casamento-homoafetivo-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[casamento homoafetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Estado laico]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Torres]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Torres politica@blogdacomunicacao.com.br É de se surpreender às vezes, como o desenvolvimento econômico pode significar tão pouca coisa em relação ao desenvolvimento geral de uma nação. Já afirmei em outras oportunidades que questionado sobre a possibilidade do Brasil crescer ainda mais (economicamente) nos próximos anos, a minha posição seria a de um otimista. Realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Por Henrique Torres</p>
<p style="text-align: justify">politica@blogdacomunicacao.com.br</p>
<p style="text-align: justify">É de se surpreender às vezes, como o desenvolvimento econômico pode significar tão pouca coisa em relação ao desenvolvimento geral de uma nação. Já afirmei em outras oportunidades que questionado sobre a possibilidade do Brasil crescer ainda mais (economicamente) nos próximos anos, a minha posição seria a de um otimista. Realmente acredito que o Brasil crescerá economicamente. Não sou tão otimista, porém, em acreditar que isso resultará em grandes mudanças quando a questão migrar do aspecto econômico para o aspecto social. Isto é, apesar de todos os reveses da economia mundial, a economia brasileira anda em ritmo acelerado, o que não acontece quando nos referimos aos aspectos sociais, humanos ou igualitários do nosso país. O Brasil é capaz de crescer socialmente, de se tornar um país mais justo, mais igualitário, enfim, mais humano, no mesmo ritmo em que cresce a economia? Somente o crescimento econômico fará do Brasil um país melhor? Nisto é que eu acredito pouco.</p>
<p style="text-align: justify">Acredito pouco por certas razões. Bastará-nos, contudo, pegar como exemplo nossos queridos e amados vizinhos; a Argentina. Nossos estimados &#8220;hermanos&#8221; acabaram de aprovar uma lei no congresso que torna legítimo o casamento homoafetivo. Em poucas palavras, uma ação digna dos mais honrosos louvores. Não só por representar uma grande vitória para os homossexuais nacional e mundialmente falando, mas por levantar uma bandeira muito forte contra a intolerância e o preconceito. Não só o Brasil, mas todos os outros países que ainda vivem sob estes estigmas, deveriam com todo respeito, colocar a Igreja no seu devido lugar. Religião é religião, e política é política, e vice-versa (como diria um saudoso futebolista). Pelo menos é isso que dão a entender as mais variadas constituições dos países republicanos e democráticos. Sem mencionar os direitos do homem e do cidadão. Já passou da hora de nos tornarmos um Estado verdadeiramente laico, e com isso, um Estado um tanto mais justo e igualitário.</p>
<div id="attachment_9985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 446px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/casamento_homoafetivo.jpg"><img class="size-full wp-image-9985 " src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/07/casamento_homoafetivo.jpg" alt="" width="436" height="316" /></a><p class="wp-caption-text">Quanto tempo o Brasil vai levar para tornar o casamento homossexual legítimo? - Crédito: Divulgação.</p></div>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify">Mas isso são só palavras e mais palavras. O Brasil neste sentido anda a passos de formiga. Nenhum dos nossos candidatos à presidência parece considerar que o debate aberto deste tipo de questões acarretará verdadeiros benefícios para a sociedade brasileira. Nenhum deles parece disposto a colocar tais assuntos em pauta. Seria uma grande vitória se tivéssemos um plebiscito popular como no caso do desarmamento há alguns anos atrás. Mesmo que eu pense que a decisão errada foi tomada naquela época, afinal, me parece que quanto mais armado é um país, menos seguro ele é, ainda assim colocaríamos questões como a legalização do aborto e da maconha (que é legalizada na Argentina) e o casamento homossexual em pauta para que os <em>verdadeiros donos</em> deste país decidissem o melhor a fazer. Meros devaneios. Humanamente falando, o casamento homossexual coloca a Argentina alguns passos na frente do Brasil.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>COMO CADA PAÍS VÊ A COPA DO MUNDO!</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/como-cada-pais-ve-a-copa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 18:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editores</dc:creator>
				<category><![CDATA[BGC Especial - Copa do Mundo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[BGC Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tradições]]></category>

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		<description><![CDATA[Prepare-se para conhecer um pouco mais sobre a cultura de países que disputarão o Mundial e do continente africano A maior festa do esporte já começou &#8211; Jewel Samad/AFP Você já viu um veículo de comunicação durante a Copa do Mundo produzir um especial sobre o Mundial e não falar diretamente sobre futebol? Pois então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Prepare-se para conhecer um pouco mais sobre a cultura de países que disputarão o Mundial e do continente africano</em></p>
<address class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_9478" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-9478" title="festa" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/festa-499x335.jpg" alt="" width="499" height="335" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>A maior festa do esporte já começou &#8211; Jewel Samad/AFP</strong></dd>
</dl>
</address>
<p style="text-align: justify;">Você já viu um veículo de comunicação durante a Copa do Mundo produzir um especial sobre o Mundial e não falar diretamente sobre futebol? Pois então, prepare-se. Está é a dinâmica que a equipe do <em><strong>Blog da Comunicação</strong></em> promete produzir ao longo de mês durante a disputa em campos sul-africanos. A partir de amanhã, artigos especiais serão postados diariamente sobre tradições e culturas de vários países que estarão em ação na África no especial: &#8220;<strong>Como cada país vê a Copa</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Seguir o caminho inverso, longe do óbvio se o Kaká, Messi, Gerrard jogaram bem ou se Capello, Dunga e Maradona escalaram mal o time, pouco interessa! O que mostraremos na série é como cada nação vê a participação de seu país no maior evento futebolístico do planeta&#8221;, conta o editor-chefe do <em><strong>Blog da Comunicação</strong></em>, James Freitas.</p>
<p style="text-align: justify;">O especial sobre os países da Copa não é a única coisa que haverá na página do blog durante a Copa. O jornalista angolano Orlando Castro e a deputada moçambicana Ivone Soares, africanos e &#8220;anfitriões&#8221; da Copa, escreverão artigos especiais sobre a relação do continente com o evento esportivo mais importe do mundo. Matérias especiais sobre as cidades-sede, ícones africanos e podcasts semanais discutindo os jogos completam esse especial do blog. Sem contar que antes da Copa o colunista Leandro Lopes produziu um Raio-X completo das 32 seleções que disputam o Mundial, disponível no site.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Além de levar ao público culturas e curiosidades de alguns países que disputarão o Mundial, nossa intenção é criar mais vínculos com os leitores e demais blogueiros. O lançamento do podcast também vai nos ajudar neste objetivo&#8221;, afirma o outro editor-chefe do site, Guilherme Freitas. Ele também cita mais novidades a caminho. &#8220;Teremos um novo layout totalmente moderno e informativo, desenvolvido pelo webmaster Luan Damasceno&#8221;, finaliza Guilherme.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fiquem ligados e acompanhem nos próximos dias o especial &#8220;Como cada país vê a Copa&#8221;. Não perca!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Equipe do <strong>Blog da Comunicação</strong><br />
<a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br">www.blogdacomunicacao.com.br</a><br />
<a href="mailto:blog@blogdacomunicacao.com.br">blog@blogdacomunicacao.com.br</a> </em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CORES DO OTIMISMO &#8211; A ADOÇÃO HOMOAFETIVA</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/cores-do-otimismo/</link>
		<comments>http://www.blogdacomunicacao.com.br/cores-do-otimismo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 23:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[adoção por homoafetivos]]></category>
		<category><![CDATA[adoção por homossexuais]]></category>
		<category><![CDATA[família homoafetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Torres]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito ao homossexualismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Torres politica@blogdacomunicacao.com.br O conceito de “família” se metamorfoseou amplamente ao longo da história. Tanto que hoje nós chegaríamos a considerar absurda a vida familiar dos antigos. Para exemplificar melhor, até a segunda metade do século XVIII era comum que os filhos vissem os pais em raras ocasiões durante o dia. Jean-Jacques Rousseau, filósofo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Henrique Torres</p>
<p>politica@blogdacomunicacao.com.br</p>
<p style="text-align: justify">O conceito de “família” se metamorfoseou amplamente ao longo da história. Tanto que hoje nós chegaríamos a considerar absurda a vida familiar dos antigos. Para exemplificar melhor, até a segunda metade do século XVIII era comum que os filhos vissem os pais em raras ocasiões durante o dia. Jean-Jacques Rousseau, filósofo iluminista francês, mudou bruscamente esta realidade ao publicar um tratado chamado, <em>O Emílio ou da Educação</em>. Nele Rousseau traça diversos aspectos da educação de uma criança, e um dentre estes é o fato de que a criança deve conviver com os pais. Para Rousseau fazia parte da educação da criança a presença constante dos pais desde a tenra infância. E isso vingou de tal forma que hoje consideramos anormal que uma criança não seja assistida pelos pais desde os primeiros anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, as mudanças na família hoje são outras. O surgimento de famílias com “chefes” de família solteiros ou divorciados, representa uma das últimas transformações familiares, ao menos no Brasil. Apesar das dificuldades iniciais, esta nova realidade da família no Brasil foi aceita com o passar do tempo. Entretanto, algumas outras mudanças ainda não tiveram a mesma sorte. Aceitamos que uma família seja constituída somente por um pai, ou unicamente por uma mãe, mas ainda não chegamos ao patamar de aceitar que existam famílias com dois pais ou duas mães. O fato de não aceitarmos uma família homoafetiva, isto é, não aceitarmos que  homossexuais se casem ou adotem uma criança e constituam uma família é uma verdadeira lástima. Mas da constatação deste preconceito é possível retirar esperança, otimismo, e porque não, avanço.</p>
<div id="attachment_9406" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/diferenças.jpg"><img class="size-medium wp-image-9406" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/06/diferenças-500x211.jpg" alt="" width="500" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">As cores da diferença e do otimismo. Crédito: Divulgação.</p></div>
<p style="text-align: justify">A última pesquisa Datafolha* realizada neste sentido mostra que um pouco mais que 50% dos brasileiros são contra a adoção por um casal homossexual. Mas os fatores de otimismo são outros. O número dos que são a favor da adoção por  homoafetivos (como também se costuma dizer) chega a quase 40% da população. E isso é um imenso avanço para a machista sociedade brasileira. Para perceber isto é necessário apenas que se constate que este número não passaria de 10% algumas décadas atrás.  Ainda assim este não é todo o avanço que é possível destacar.</p>
<p style="text-align: justify">Mesmo que o fator “machismo” ainda esteja em voga, e isto se nota pelo fato de que segundo a pesquisa a grande maioria dos homens é contra a adoção por &#8220;homoafetivos&#8221;, enquanto entre as mulheres a relação entre as que são a favor e as que são contra é mais equilibrada, temos motivos para ficar otimistas. E tais motivos se baseiam no fato de que quando o fator idade é considerado, os números são bem favoráveis. A relação entre a idade e a aceitação da adoção por homossexuais é inversamente proporcional. Quanto menor a idade, maior é a aceitação. Na faixa dos 16 aos 24 anos a aceitação é de 58%, enquanto na faixa dos que têm mais que 60 anos a aceitação não chega a 20%. Tudo isso mostra que a juventude brasileira, que formará futuramente a base da nossa sociedade, está mais inclinada a deixar de lado o preconceito, e que as “trevas” do preconceito estão ficando para trás.</p>
<p style="text-align: justify">Para concluir, existem ainda dois outros fatores que devem ser considerados. A escolaridade e a renda. Igualmente à idade, estes dois fatores são inversamente proporcionais à aceitação da adoção por casais homossexuais. Isto significa num primeiro momento que quanto maior for a renda e a escolaridade de uma pessoa, menor será a rejeição que ela terá pela adoção por homossexuais. E num segundo momento isto nos mostra que o Brasil pode ter um futuro bem promissor quanto à redução dos preconceitos que aqui habitam, se pensarmos que a renda e a educação têm tendências a melhoria num país em desenvolvimento como o Brasil. O Brasil está embalado economicamente e isto faz com que a renda da população também entre no embalo. E apesar do Brasil estar educacionalmente muito longe do brilhantismo, devemos ao menos esperar que os homens de poder deste país observem que o conhecimento é o fundamento da liberdade, e que assim sendo, é capaz de nos libertar do preconceito e de fundar uma sociedade mais justa e igualitária. Eis o nosso futuro promissor ainda nas sombras.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">*Pesquisa Datafolha publicada no jornal Folha de São Paulo em 04/06/10, página c1.</p>
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		<title>JORNALISMO: PARA O BEM OU PARA O MAL?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Oliveira mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br Há muito tempo eu ouvia de alguns colegas que o jornalismo era uma verdadeira forma de poder. Debatíamos muito naquela época e, sempre, chegávamos à conclusão de que muitos dos que detém o “controle” da informação usam-no para atender a motivos pessoais, mesquinhos e nada éticos. Inúmeros são os casos em que jornalistas, detentores de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>
<div id="attachment_9282" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/reporter.gif"><img class="size-medium wp-image-9282" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/reporter-500x422.gif" alt="" width="500" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: www.calebbooker.com</p></div>
</address>
<address>Por Henrique Oliveira</address>
<address><a href="mailto:mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br">mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br</a></address>
<p style="text-align: justify">Há muito tempo eu ouvia de alguns colegas que o jornalismo era  uma verdadeira forma de poder. Debatíamos muito naquela época e, sempre,  chegávamos à conclusão de que muitos dos que detém o “controle” da informação  usam-no para atender a motivos pessoais, mesquinhos e nada éticos. Inúmeros são  os casos em que jornalistas, detentores de uma boa  informação ou contato, usam  da sua posição para coagir e receber vantagens indevidas e  absolutamente reprováveis.</p>
<p style="text-align: justify">Recentemente, por exemplo, um jornalista chamado Maurício  Machado, vulgo &#8220;Palhinha&#8221;, foi denunciado por extorsão, contra o deputado  federal Sérgio Antônio Nechar, pelo Ministério Público Federal (MPF) em Marília  (SP). Machado tentava chantagear o político. E usava como instrumento de  chantagem reportagens denunciavam o parlamentar.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com notícia publicada no <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/05/28/imprensa35994.shtml">Portal Imprensa</a>, “segundo  informações da Procuradoria da República de São Paulo, o MP do Estado (MP &#8211; SP),  o procurador Jefferson Aparecido Dias foi o autor da denúncia contra o  jornalista. Se for condenado, Machado pode cumprir pena de quatro a dez anos de  prisão, além de pagamento de multa. Para Dias, Machado, que é diretor do jornal  <em>Atualidades</em>, teria constrangido o deputado de forma consciente para  obter vantagem econômica. O jornalista também foi indiciado por difamação,  calúnia, extorsão e injúria pela Polícia Federal (PF)”.</p>
<p style="text-align: justify">Esse caso me faz relembrar das antigas discussões. Parece mesmo  que o jornalismo se aproxima de ser uma forma de poder. Não é à toa que inúmeras  “pessoas públicas” presam tanto por sua imagem diante da mídia. O jornalismo  tem, sim, presença marcante na formação de opinião de seu público e isso deve  ser encarado como um elemento que traz mais responsabilidade á atuação dos  “profissionais da notícia”.</p>
<p style="text-align: justify">Atuações espúrias como a do Maurício Machado têm que ser  rechaçadas. Afinal, se existe mesmo uma forma tão contundente de atuação por  parte dos jornalistas, esta não pode, jamais, se separar da conduta ética.</p>
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		<title>DISCURSOS PROIBIDOS</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 12:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Roussef]]></category>
		<category><![CDATA[discursos politicos]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
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		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Torres politica@blogdacomunicacao.com.br Negro, mulher, pobre, homossexual, ateu. Antigamente, todas estas características eliminavam alguém da vida política. Os três primeiros eram privados do direito à vida política. Os dois últimos eram diretamente privados do direito à vida. Evoluímos politica e humanamente e estas características passaram a não importar mais na maioria das atuais democracias. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Henrique Torres</p>
<p><a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify">Negro, mulher, pobre, homossexual, ateu. Antigamente, todas estas características eliminavam alguém da vida política. Os três primeiros eram privados do direito à vida política. Os dois últimos eram diretamente privados do direito à vida. Evoluímos politica e humanamente e estas características passaram a não importar mais na maioria das atuais democracias. Será mesmo? Quando a questão é voto, é verdade que não importa ser negro, mulher, pobre, homossexual ou ateu para poder votar. Mas e quando a questão é eleger um destes à presidência, age-se da mesma forma? Pessoas esclarecidas agem da mesma forma. Infelizmente estes existem na proporção de um para mil, isto é, são a imensa minoria. Em outras palavras, isto quer dizer que ainda elegemos ou deixamos de eleger baseado em preconceitos.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Quanto aos negros, às mulheres e aos pobres, parece que estamos superando as barreiras quando se trata de política. Mas quanto aos homossexuais e aos ateus, estamos muito longe. Quero dizer com tudo isso que em paises de maioria religiosa como nos casos de Brasil e Estados Unidos, por exemplo, um candidato à presidência que se declare homossexual ou ateu certamente cometerá suicídio político. Isto é, perderá as eleições. Revelar-se homossexual ou ateu é proibido aos políticos destes dois paises que pretendem se eleger.</p>
<p style="text-align: justify">Digo tudo isso para fazer menção ao erro que cometeu a candidata do PT à presidência, Dilma Roussef. Já faz algum tempo, mas o fato foi que ela mencionou que não tinha uma posição religiosa muito bem definida. Para “mal” entendedor meia palavra basta. Ateísmo. Se ela tivesse dito não ter uma opção sexual muito bem definida ocorreria o mesmo, só mudaria a denominação. Homossexualismo. Se apercebendo do que tinha feito ela se declarou, alguns dias depois, portadora de fervorosa fé na Igreja Católica, assídua praticante desde a infância. Besteira. Ela nunca foi e nunca vai ser católica. Falou só pra não perder o voto dos fanáticos.</p>
<div id="attachment_9226" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/lula-serra-fhc16.jpg"><img class="size-medium wp-image-9226" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/lula-serra-fhc16-500x265.jpg" alt="" width="500" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Dilema Tucano. Em 2002 Serra fugia da falta de popularidade de FHC. Hoje ele foge do excesso de popularidade de Lula - Crédito: Divulgação.</p></div>
<p style="text-align: justify">Entretanto, o candidato à presidência pelo PSDB, José Serra, é uma figura ainda mais emblemática. Serra foi um dos críticos mais ferozes do governo Lula nestes oito anos de mandato. Criticou o governo acusando-o de cínico, antiético, antidemocrático e populista, por exemplo. Porém, nestes últimos meses Serra parece ter sofrido uma metamorfose brusca, pois começou a falar bem de Lula. Todas as vezes que surge uma oportunidade ele elogia o presidente. Foi assim que ele fez quando o presidente foi eleito um dos políticos mais influentes pela revista “<em>Time</em>”.  Enquanto o líder do DEM na Câmara dos Deputados, Paulo Bornhausen “chutou o balde” e disse que “A Time ficou louca ou ganhou patrocínio de estatal brasileira” para eleger Lula um dos 100 mais influentes, José Serra congratulou Lula via Twitter. De forma resumida, ouve-se mais vezes Serra falando bem de Lula do que Dilma, que é a candidata da situação. Como muito bem definiu a candidata Dilma, Serra anda agindo como “biruta de aeroporto”; se agita na direção dos ventos favoráveis.</p>
<p style="text-align: justify">Mas que não se engane o espectador menos atento. A aparente conversão se dá muito mais por uma necessidade politica do que por uma mudança de posição. Serra não pode arranhar a imagem do presidente Lula estando este no alto de seus aproximadamente 80% de popularidade. Tal tentativa só prejudicaria a imagem do próprio Serra. Por isso ele tenta parecer mais “lulista” do que realmente é, superando nesta tentativa até a verdadeira candidata “lulista”. É tudo um jogo de imagens, jogo ao qual se resumiu a política brasileira nos últimos anos. A tentativa do candidato do PSDB consiste em nada mais do que evitar ser esmagado pela popularidade de Lula, e ao mesmo tempo tirar uma “casquinha” desta popularidade. Serra realmente mudou e muda muito. Uma verdadeira “metamorfose ambulante”. Mas isso não é tão incomum no caso dele. Afinal, em 2002 ele viveu o oposto deste dilema. Nas eleições de 2002 Serra tentava a todo custo não mostrar que ele era o candidato da situação, o candidato de Fernando Henrique, afinal, a popularidade de FHC era muito baixa. Hoje ele tenta não mostrar que é o candidato da oposição, evitando se bater contra a popularidade de Lula. É um dilema e tanto. Ser ou não ser da situação? Ser ou não ser da oposição? Não sei como ele não enlouquece com uma dúvida tão cruel como esta.</p>
<p style="text-align: justify">Com tudo isso dito nós podemos refazer a lista do que não se pode ser para se tornar presidente no Brasil de hoje. Ser ateu, homossexual ou crítico de Lula. Ser qualquer uma destas coisas é suicídio eleitoral. Portanto, se eu pudesse dar um conselho para a Dilma e um para o Serra, eu diria à Dilma: “Dilma, não critique Deus, por que os ateus no Brasil representam menos de 1% da população.” E ao Serra eu diria: “Muito bem “Zé”! Continue evitando criticar o Lula porque no Brasil ele está no mesmo patamar que Deus”.</p>
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		<title>CARTILHA LULISTA?</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/cartilha-lulista/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 21:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
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		<category><![CDATA[populismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Oliveira politica@blogdacomunicacao.com.br Um dos grandes problemas que rondam a candidatura do cadidato tucano, José Serra, à presidência, é a sua imagem pouco carismática junto ás classes B e C do eleitorado nacional. Diferente de Dilma, que conta com o apoio incondicional da superpopularidade lulista neste “setor” da população, o ex-governador de São Paulo, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jose-serra1.jpg"></a></p>
<div id="attachment_9059" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jose-serra1.jpg"><img class="size-full wp-image-9059  " src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/jose-serra1.jpg" alt="" width="400" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Com fama de frio, Serra parece tentar reoriantar sua campanha. Será que vai dar certo? - Imagem: www.portalibahia.com.br</p></div>
<p>Por Henrique Oliveira</p>
<p><a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify">Um dos grandes problemas que rondam a candidatura do cadidato  tucano, José Serra, à presidência, é a sua imagem pouco carismática junto ás  classes B e C do eleitorado nacional. Diferente de Dilma, que conta com o apoio  incondicional da superpopularidade lulista neste “setor” da população, o  ex-governador de São Paulo, se quiser ter um resultado mais tranquilo no pleito  de outubro terá que aprender a rebolar e a quebrar sua imagem de frieza junto ao  público das chamadas classes “menos favorecidas”.</p>
<p style="text-align: justify">Com certeza esse será uma dos maiores desafios à nova  candidatura de Serra: sem o auxílio da popularidade de ninguém, ele terá a  missão de tentar provar que, apesar das aparências, ele é humano e “do  povo”.</p>
<p style="text-align: justify">E as estratégias já começaram a aparecer: numa matéria  publicada hoje pelo Estadão, foi noticiado que o candidato tucano até cantou  (quem diria?!) um bolero de Dolores Durán ao vivo em um programa de rádio da  cidade de Recife.</p>
<p style="text-align: justify">“Descontraído, o pré-candidato à presidência da República do  PSDB, José Serra, cantou trecho de um bolero famoso na voz de Dolores Durán no  programa &#8220;Super Manhã&#8221; de Geraldo Freire na Rádio Jornal, do Recife. […] ‘Eu  desconfio que o nosso caso está na hora de acabar’, cantou ele sem desafinar.  Serra não aceitou entrar em nenhuma polêmica durante a entrevista, especialmente  que envolvesse o nome do presidente Lula. ‘O Lula está acima do bem e do mal’,  afirmou ao ser indagado sobre quem é mais de esquerda, se ele ou o presidente”  (Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-esta-acima-do-bem-e-do-mal--diz-jose-serra,551374,0.htm">Estadão</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Se lula está ou não “acima do bem ou do mal” no jogo político  brasileiro, é assunto para vasta análise. Porém, uma coisa é certa: seu método  populista de fazer campanha parece estar fazendo escola onde menos se imaginava…</p>
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		<title>UM &#8220;BELO MONTE&#8221; DE QUE?</title>
		<link>http://www.blogdacomunicacao.com.br/um-belo-monte-de-que/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 03:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Economico]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Índios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Torres politica@blogdacomunicacao.com.br Segundo o Greenpeace é um “Belo Monte” de problemas. Ou como indicariam os protestos que foram feitos pela ONG diante da Agência Nacional de Energia Elétrica, em Brasília, a usina leiloada é um “Belo Monte” de esterco. Pois foi exatamente este o emblema que caracterizou o protesto do Greenpeace, que despejou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Por Henrique Torres</p>
<p style="text-align: justify"><a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify">Segundo o Greenpeace é um “Belo Monte” de problemas. Ou como indicariam os protestos que foram feitos pela ONG diante da Agência Nacional de Energia Elétrica, em Brasília, a usina leiloada é um “Belo Monte” de esterco. Pois foi exatamente este o emblema que caracterizou o protesto do Greenpeace, que despejou três toneladas de esterco nas entradas da Agência Nacional de Energia Elétrica na tentativa de impedir o acontecimento do leilão. Além disso, alguns dos manifestantes acorrentaram-se nos portões da Agência, na mesma tentativa de impedir o acesso. Porém, tudo isso foi frustrado pela entrada pelos “fundos” dos possíveis compradores da usina.</p>
<p style="text-align: justify">O fato é que a usina antes da energia tem gerado muita controvérsia. A começar pelas diversas tentativas de licitação por meio de leilões que têm parado nas mãos da justiça, e das quais saíram reprovados ao menos quatro projetos. O último pelo menos ainda não foi reprovado, mas corre sério risco, por que o leilão que foi realizado as pressas atropelou a decisão do juiz responsável pelo caso da usina. Enfim, estes são apenas alguns dos embaraços “legais” que a usina enfrenta.</p>
<p style="text-align: justify">O que mais incomoda mesmo no caso, (que é exatamente o que parece incomodar o Greenpeace) é o prejuízo socioambiental. Tratemos dos prejuízos dos dois pontos de vista, o social e o ambiental.</p>
<p style="text-align: justify">Quanto aos males sociais, trata-se de 16 mil pessoas que serão afetadas pela inundação acarretada pela usina, número que parece não incluir os índios que habitam a região. Imagino que este seja o maior problema. Não se pode mudar pessoas que vivem em um local para um outro local sem causar mudanças bruscas na vida destas pessoas. E o problema se agrava quando se trata de índios, que possuem toda uma cultura e uma maneira de viver ligada a área em que habitam.</p>
<div id="attachment_9013" class="wp-caption aligncenter" style="width: 295px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/manifestantes-greenpeace-protestam.jpeg"><img class="size-full wp-image-9013" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/manifestantes-greenpeace-protestam.jpeg" alt="" width="285" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Protesto de manifestantes do Greenpeace. - Crédito: Divulgação.</p></div>
<p style="text-align: justify">Já os problemas ambientais podem ser resumidos aos 516 km<sup>2</sup> de área alagada, o que traz enorme prejuízo à biodiversidade local, que é uma das mais ricas do mundo por conter espécies de plantas e animais que não existem em nenhuma outra parte do planeta. Além disso, outro dos problemas ambientais que a construção da usina acarretará, é a poluição. Usinas hidrelétricas, querendo ou não, poluem. O que aponta o Greenpeace, é que o Brasil ao invés de construir uma usina poluidora, poderia dar vez a outros tipos de energia que praticamente não poluem, como a eólica.</p>
<p style="text-align: justify">De forma bem resumida, estes são os principais problemas que diversas pessoas apontam na usina. Mas quero que a questão também possa ser vista aqui de um outro prisma. Em poucas palavras, quero dizer que Belo Monte me parece um mal necessário. Daqueles males que vem para o bem. E o que me leva a pensar isso é principalmente o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">A energia é fator essencial para que o Brasil continue se desenvolvendo pelas décadas futuras. Caso nada seja feito, o Brasil ficará estagnado em 15 ou 20 anos. Dirão os “verdes” que isso poderia ser resolvido com as fontes de energia limpa. O problema, é que a eficácia desta energia esvazia este discurso. Isto é, a energia limpa é boa e viável, mas pouco eficaz, não servindo de base para sustentar a sociedade brasileira. Serve apenas como energia suporte para as outras. Ainda falta muito para que possamos substituir todas as formas de energias menos limpas, apesar dos grandes avanços que já fizemos na pesquisa das fontes renováveis de energia.</p>
<p style="text-align: justify">Pode-se acrescentar também, que com a construção da usina, as termoelétricas (que poluem excessivamente) poderão ser desligadas, o que de certa forma mitiga a questão ambiental. Com isso dado, é preciso pensar que a miséria no Brasil ainda é muito forte, e que fechar as portas do desenvolvimento significa abrir completamente a porta para a miséria. Tudo aqui depende da energia. Sem ela tudo para num futuro não muito distante. Desta forma, para que tenhamos a possibilidade de combater a miséria, melhorar a saúde, a educação, a segurança, e tantos outros setores da vida em sociedade, precisamos que o Brasil continue crescendo e se tornando um país economicamente cada vez mais forte. De forma nenhuma eu renego o meio ambiente, apenas penso que Belo Monte é um mal necessário, e que nem é um mal tão grande assim. Contudo, é preciso que cada um pense se vale ou não a pena sacrificar um pouco mais do meio ambiente em prol do desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify">E para concluir, acrescento que um dos fatores que aumentam minha convicção de que neste caso o “sacrifício” do meio ambiente é válido, é a pronunciação feita pelos protagonistas da situação; não os pretensos famosos defensores da natureza como James Cameron, mas sim os moradores da região. O jornal <em>Folha de São Paulo</em> na edição de domingo 18/04 (página b-3) publicou a opinião de vários moradores da região. Dou destaque para uma, a do oleiro Ricardo: “Quem é contra a usina é contra porque tem emprego, tem ajuda. Os índios recebem ajuda do governo, nós não. E para o povo de fora, é fácil também. Eles acabaram com tudo, agora querem ser os donos da Amazônia”. A conclusão que tirou o jornalista da <em>Folha</em> dos relatos dos moradores da região foi a seguinte: “As questões ambientais ou indígenas são vistas pelos locais como argumentos de quem tem sobrevivência garantida. Não é o caso de boa parte dos 60 mil habitantes&#8230;” Tudo isso basta por si só. Recoloco então a questão título: Um “Belo Monte” de que? De problemas ou de soluções? Um retrocesso, ou uma possibilidade de avanço? O que queremos ou o que sacrificaremos: o desenvolvimento, ou o meio ambiente?</p>
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		<title>ELEIÇÕES NA GRÃ-BRETANHA</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 00:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabela Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Grã-Bretanha]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Fonseca]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Isabela Fonseca politica@blogdacomunicacao.com.br Pela primeira vez em 36 anos, a Grã-Bretanha sai de uma eleição sem escolher o partido que irá governar pelos próximos anos. Os conservadores, liderados por David Cameron chegaram à marca de 298 cadeiras, os trabalhistas, liderados pelo Primeiro Ministro Gordon Brown 253, e os liberais-democratas, por Nick Clegg, 54. Poderíamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Isabela Fonseca</p>
<p><a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Política-10.05.10-foto.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-9009" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Política-10.05.10-foto.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Pela primeira vez em 36 anos, a Grã-Bretanha sai de uma eleição sem escolher o partido que irá governar pelos próximos anos.</p>
<p>Os conservadores, liderados por David Cameron chegaram à marca de 298 cadeiras, os trabalhistas, liderados pelo Primeiro Ministro Gordon Brown 253, e os liberais-democratas, por Nick Clegg, 54.</p>
<p>Poderíamos deduzir pelos números que os conservadores saíram vencedores das eleições, mas não foi bem isso que aconteceu, vamos entender como funcionam as eleições na Grã – Bretanha</p>
<p> Quando as eleições gerais terminam com um Parlamento sem a maioria clara (o número de cadeiras disputadas é de 650, e para eleger-se, um partido precisa de 326 assentos), ou seja, sem a maioria absoluta, acontece o chamado: hung parliament: quando não se obtém metade dos parlamentares na câmara dos comuns.</p>
<p> O Partido Conservador obteve o maior número de assentos no Parlamento nas eleições gerais, mas não conseguiu a maioria absoluta de 326 cadeiras. O líder conservador, David Cameron acredita que para ganhar, é preciso formar aliança com os liberais-democratas, onde ele visualiza áreas em comum nas propostas de ambos os partidos.</p>
<p> Nick Clegg é o líder do partido liberal-democrata e está estudando negociar com Cameron, do Partido Conservador. O acordo consiste em ambas as partes cederem: os liberais enfrentarão a oposição em seu partido se aceitarem a aliança, e Cameron terá problemas ao tentar incluir os liberais-democratas em seu gabinete.</p>
<p> Analisando esse quadro, tentamos entender quais os interesses por trás disso tudo, quais as vantagens para os liberais e conservadores se aceitarem uma aliança, e como toda a nação da Grã-Bretanha irá se beneficiar com ela.</p>
<p> Os Conservadores tem como prioridade combater o déficit econômico e estabelecer um governo ‘’ forte e estável’’. Os liberais-democratas não deixam de lado a preocupação com o meio-ambiente, com campanhas de ‘’ economia de baixo carbono’’.  As propostas, como em toda boa campanha são muitas: melhorar a economia, controle do fluxo imigratório no país, decisão quanto ao futuro do arsenal nuclear, mudanças nos impostos e etc.</p>
<p>Conservadores, liberais e trabalhistas&#8230; Todos tem um único objetivo e precisam aguardar nesse impasse pelo menos até dia 25 de maio, uma vez que as eleições não foram definidas nesse dia 06. Aguardamos ansiosos os resultados dessa disputa, e esperamos para ver o destino político da Grã-Bretanha.</p>
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		<title>AFINAL, DE QUEM É A CULPA?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 02:01:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taiane Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cidadãos brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[metrô]]></category>
		<category><![CDATA[Taiane Martins]]></category>

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		<description><![CDATA[por Taiane Matins politica@blogdacomunicacao.com.br Estamos em pleno ano eleitoral e percebo que a maioria dos brasileiros não tem nenhum interesse em influenciar nas políticas públicas por não acreditarem que possam exercer algum tipo de poder. E os que acreditam no poder exercido através do voto se sentem traídos por seus eleitos assim que eles assumem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">por Taiane Matins<br />
<a href="mailto:politica@blogdacomunicacao.com.br">politica@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em pleno ano eleitoral e percebo que a maioria dos brasileiros não tem nenhum interesse em influenciar nas políticas públicas por não acreditarem que possam exercer algum tipo de poder. E os que acreditam no poder exercido através do voto se sentem traídos por seus eleitos assim que eles assumem o poder e modificam estruturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana ouvi algo que me fez refletir. Um cidadão que utiliza a linha de metrô estava em uma fila imensa na estação Tucuruvi e disse em alto e bom som para que todos ouvissem “A culpa é do Kassab. Não, a culpa é do Serra”, ele se referia a super lotação na estação do metrô de São Paulo. Realmente, a estação estava lotada e as pessoas ao seu redor e que o ouviram simplesmente continuaram seu trajeto, indiferentes. Apenas um homem, que estava atrás dele contestou, dizendo “Não, a culpa é nossa que os colocamos onde estão”.</p>
<address class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_8843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 232px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/voto1.jpg"><img class="size-full wp-image-8843" title="voto1" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/voto1.jpg" alt="" width="222" height="260" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Esse ano tem eleição &#8211; Crédito: Ilustração</strong></dd>
</dl>
</address>
<p style="text-align: justify;">Não pude ver que fim levou aquela discussão porque tive que cumprir com outros compromissos, mas a verdade é que fiquei pensando nessa situação. Atualmente, estamos tão acostumados a culpar nossos governantes, sejam eles, o prefeito da cidade, o governador do estado, o presidente do país; que não nos atemos aos fatos, aos verdadeiros culpados.</p>
<p style="text-align: justify;">Não estou dizendo que nossos governantes não são culpados, ao contrário, eles também são credenciados com sua parcela de culpa, pois sabemos dos inúmeros casos de cassação, má administração, péssima distribuição de renda e diversos outros fatores que influenciam nessa minha afirmação, aliás, são polêmicos os casos de corrupção brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a culpa principal é nossa, cidadãos brasileiros. A maior parte da população não tem motivação política. Para o cidadão comum, política lembra coisas pouco nobres; são famosas as expressões “é coisa de político”, “ele fez maracutaia” e por assim segue. Devemos lembrar, contudo, que os políticos são nossos representantes legítimos, somos nós que os escolhemos, livre e democraticamente, entre nossos próprios membros.</p>
<address class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_8844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/elrotopoliticojuraqw4.jpg"><img class="size-full wp-image-8844" title="elrotopoliticojuraqw4" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/elrotopoliticojuraqw4.jpg" alt="" width="320" height="320" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Este ano os políticos vão fazer muita promessa &#8211; Crédito: Ilustração</strong></dd>
</dl>
</address>
<p style="text-align: justify;">Nesse ano, a decisão de escolher quem serão os governantes está nas mãos do eleitorado. É necessário estar atento as informações, basear o voto em argumentações, analisar histórico, partido, propostas, projetos e idéias do candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o cidadão apto para discernir e cônscio das suas competências junto à sociedade irá comprometer-se com as causas e os fins comuns. Após as eleições, é necessário, cobrar do eleito aquilo que foi prometido para que não sejamos vítimas de engodo e desencantos. Talvez assim, num futuro não muito distante podemos estar satisfeitos com nossas escolhas e com nosso papel de cidadão.</p>
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		<title>UM PAÍS SEM ROSTO E SEM BANDEIRAS!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 15:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leandro Lopes economia@blogdacomunicacao.com.br Estamos nos preparando para uma grande eleição que já bate em nossa porta. Após oito anos de um governo tucano liderado por Fernando Henrique Cardoso e mais oito anos de um governo petista liderado por Luis Inácio Lula da Silva, aproxima-se a hora de uma nação escolher entre os “discípulos” destes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leandro Lopes</p>
<p><a href="mailto:economia@blogdacomunicacao.com.br">economia@blogdacomunicacao.com.br</a></p>
<p>Estamos nos preparando para uma grande eleição que já bate em nossa porta. Após oito anos de um governo tucano liderado por Fernando Henrique Cardoso e mais oito anos de um governo petista liderado por Luis Inácio Lula da Silva, aproxima-se a hora de uma nação escolher entre os “discípulos” destes importantes nomes políticos.</p>
<p>Obviamente que a população brasileira terá mais opções de escolha para avaliação de voto, mas o embate entre Serra e Dilma é com certeza o mais provável e o mais aguardado pela chamada <em>opinião pública</em>.</p>
<p>O fato é que não só a economia, mas o país como um todo avançou e ocupa hoje uma posição mais sólida frente ao mundo. A evolução brasileira e a mudança na qualidade de vida de sua população será núcleo de debate durante todo o período eleitoral. Seja decorrente da visão futura de Fernando Henrique e sua base econômica sólida, ou do trabalho e projetos de Luis Inácio o Brasil parece um lugar melhor para se viver do que fora anos atrás.</p>
<div id="attachment_8777" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pt_psdb.jpg"><img class="size-full wp-image-8777" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pt_psdb.jpg" alt="" width="350" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">A luta será ferrenha.</p></div>
<p>Há também a teoria de que a globalização foi determinante para nosso crescimento e essa sem dúvida é uma hipótese da qual não devemos levantar suspeitas, já que como sabemos o capital que faz da globalização o que ela é, faz também com que nações se movimentem e economias se aqueçam.</p>
<p>A grande questão é que na próxima eleição o eleitorado brasileiro (<em>diga-se de passagem, obrigatório</em>) será responsável pela escolha entre <strong>duas visões</strong> de governo que perduraram durante oito anos em nosso país. A diferença entre essas visões é justamente o ponto que pretendo explorar: <span style="text-decoration: underline">o povo brasileiro não se prende a visões ou bandeiras!</span></p>
<p>Para o eleitor (ou a grande maioria dele) pouco importa se o partido é de esquerda ou de direita, pouco importa se existe ou não uma esquerda ou uma oposição, o povo está ligado somente a nomes. Lula foi eleito como símbolo de esperança em uma mudança, repare que Lula foi eleito e não o PT. A guerra política que já se faz presente nos meios de comunicação é uma guerra de imagens públicas. Idoneidade, caráter e “ficha limpa” farão grade diferença na hora de confirmação do voto.</p>
<div id="attachment_8778" class="wp-caption aligncenter" style="width: 394px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sem-rosto1.jpg"><img class="size-medium wp-image-8778" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sem-rosto1-384x500.jpg" alt="" width="384" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Sem bandeiras e sem rosto... e isso não é necessariamente ruim.</p></div>
<p>Sem se prender a bandeiras, ou a grandes causas políticas, o brasileiro fica exposto ao duelo de popularidade e ao duelo de influencias políticas no qual será “atirado” nos próximos meses. A imensa popularidade de Lula será suficiente para eleger Dilma presidente? A corrupção que se fez vista no atual governo será descontada da conta petista ao ponto de colocar Serra no poder? Há espaço para uma <em>eventual </em>surpresa no pleito?</p>
<p>Diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, por exemplo, com uma clara divisão entre republicanos e democratas, o Brasil é um país de eleitores obrigatórios tão somente.</p>
<p>Julgue você se isso é bom ou não.</p>
<p>Há também de se salientar que o duelo político será divulgado como um duelo de idéias e praticas que na teoria serviriam para a melhoria do país; saúde, moradia, saneamento básico, segurança, política externa, educação e outros, porém, deve-se dizer que as propostas e o plano trilhado para os próximos anos é um imenso jogo de palavras e nós eleitores estamos sujeitos a cair em um deles.</p>
<p>Ouso dizer que quaisquer planos seguem linhas positivistas de raciocino para nosso país e que pouco diferem umas das outras.</p>
<p>O jogo político já começou. Façam suas apostas. O páreo promete ser cabeça a cabeça e os jóqueis já estão prontos.</p>
<p>De olho (bem aberto) neles.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Leandro Lopes.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/falecomleandro" target="_blank">@falecomleandro</a></p>
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		<title>COM A PALAVRA, O &#8220;PROFESSOR&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 14:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[debates]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Oliveira politica@blogdacomunicacao.com.br Lula, sem sombra de dúvidas, é um fenômeno de aprovação e popularidade no país. As pesquisas e mais pesquisas, geralmente encomendadas pelos próprios atores da cena eleitoral, certificam que retórica lulista e seu jogo de marketing dão, e muito, certo. Em termos de construção de imagem que gere votos, Lula é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>
<div id="attachment_8796" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Lula-e-dilma-I.jpg"><img class="size-full wp-image-8796" src="http://www.blogdacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Lula-e-dilma-I.jpg" alt="" width="250" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: www.bemparana.com.b</p></div>
</address>
<address>
</address>
<address>Por Henrique Oliveira</address>
<address>politica@blogdacomunicacao.com.br<br />
</address>
<p style="text-align: justify">Lula, sem sombra de dúvidas, é um fenômeno de aprovação e  popularidade no país. As pesquisas e mais pesquisas, geralmente encomendadas  pelos próprios atores da cena eleitoral, certificam que retórica lulista e seu  jogo de marketing dão, e muito, certo.</p>
<p style="text-align: justify">Em termos de construção de imagem que gere votos, Lula é  professor. E se porta como tal. Hoje, o presidente resolveu intervir diretamente  na campanha de Dilma. Segundo texto de Valdo Cruz, da Folha de São Paulo de  hoje, Lula pediu para dilma viajar menos e se preparar melhor para as  intermináveis entrevistas que, inevitavelmente, terá que enfrentar.</p>
<p style="text-align: justify">“Lula reclamou que a pré-candidata do PT está sendo muito  &#8220;técnica&#8221;, precisa ser &#8220;direta e simples&#8221; nas entrevistas para a TV e falar  frases mais sintéticas, evitando deixar raciocínios sem conclusão. […] Dois dias  antes, Dilma havia participado do &#8220;Brasil Urgente&#8221;, na TV Bandeirantes. Lula não  viu o programa, mas foi informado que Dilma estava muito nervosa e, em vários  momentos, deu respostas longas, sem concluir seu raciocínio. Em sua avaliação,  nada grave nessa fase, mas um tipo de erro que não pode se repetir durante a  campanha, principalmente nos debates eleitorais” (Citação: Folha de São Paulo,  26/04/2010).</p>
<p style="text-align: justify">Quem acompanha a política recente do nosso país sabe que o Lula  é mestre em conduzir esses debates e entrevistas. Depois de ter sido  “manipulado” por um jogo retórico de Collor e pela esparrela das edições  tendenciosa dos vídeos dos telejornais da Rede Globo, nos debates para as  eleições de 1989 (vejam o vídeo), o presidente simplesmente se tornou  “impecável” em suas aparições eleitoreiras.</p>
<p style="text-align: center"><p><a href="http://www.blogdacomunicacao.com.br/com-a-palavra-o-professor/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify">Misturando seguraça, esperteza e um tom de simplicidade, o  presidente foi conquistando um “público” fiel, que, até hoje, segue suas  opiniões cegamente… Não é à toa que seu governo segue batendo recordes de  aprovação. Uma aprovação que, em muito, é oriunda da própria habilidade retórica  e marketeira de Lula e sua equipe.</p>
<p style="text-align: justify">Seria, então, mehor para Dilma ouvir as regras do professor.  Porque, em termos de eleição, poucos se especializaram tanto quanto o velho  “lulinha paz e amor”…</p>
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