jul 2010 14

por Priscilla Aloi
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

A tecnologia chegou. O gênio Bill Gates facilitou muito a vida de todos nós, tudo chegou como uma explosão, mas esqueceram de enviar o manual humano, com o manual da máquina. Isso mesmo! O uso acelerado de todas as ferramentas tecnológicas está transformando o homem e a mulher em seres virtuais, mais ou menos o que acontece no filme Blade Runner[bb]. Estamos nos transfomando em andróides.

Hoje conhecemos as pessoas pela internet (Orkut, Facebook, Twitter, etc…). Bate-se papo através de Msn, e-mails, Skype e assim vai. Não tenho nada contra, afinal a tecnologia faz parte de um avanço natural do mundo.

A tecnologia evolui, mas o ser humano não deve se esconder atrás de uma máquina. Para onde está indo, está o contato humano. Um abraço, um beijo, um olhar, um aperto de mão, o escutar a voz da outra pessoa, o face to face, o conhecer-se e conhecer a essência do outro. Não podemos conhecer as pessoas sem o contato com elas.

Vocês não me conhecem, e eu não conheço vocês, viu! As redes sociais não nos ensinam a sermos pessoas melhores, isso só acontece com a relações sociais. A amizade virou virtual e assim o ser humano não tem mais paciência de conviver com as pessoas, porque a convivência é exigente, há um comprometimento com o outro, enquanto na tecnologia se eu não quero responder há um e-mail ou os demais recursos, simplesmente não dou um feedback. Já no olho no olho a interação é inevitável.

O uso demasiado das redes sociais e da amizade virtual, faz de nós pessoas inseguras, não sabemos como resolver um problema e simplesmente o deletamos. Não nos tornamos pessoas maduras. A maturidade só se adquire com os problemas que enfrentamos, mas hoje o que importa é ser feliz, sem problemas, é claro. É para isto eu me desconecto do mundo real e vivo no virtual.

Criamos uma dependência da máquina em nossos relacionamentos e com tantos meios de se comunicar, vivemos uma época de solidão. “O coração humano adverte: usar tecnologia demais faz mal. Se persistirem os sintomas, desligue–se do virtual e viva a realidade. Procure seus amigos, sinta o valor de um abraço e um ombro amigo.”

Por hoje é só!

Confira abaixo um vídeo do programa da TV Globo, “Globo Repórter”, sobre o nobre inglês Nicolas Winton, que salvou centenas de crianças do regime nazista antes da II Guerra Mundial e criou uma amizade virtual com eles depois, através de fotos e cartas.

Imagem de Amostra do You Tube
mar 2010 25
Por Henrique Oliveira
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br

Com a chegada e o crescente incremento da tecnologia digital já é possível se acessar uma gama bastante grande de programações pelo celular. As emissoras de televisão, por exemplo, estão rapidamente se adequando ao novo padrão de alta definição e já oferecendo suas atrações para celulares em todo o Brasil. Não é de hoje que em muitos países grande parte da audiência das TVs se dá via celular (veja o caso do Japão).

Não dá para fugir. O uso dos telefones celulares para acessar a internet e diversos outros conteúdos é uma prática que parece ter chegado pra ficar em todo o mundo. A todo instante somos bombardeados por novas propagandas de aparelhos cada vez mais avançados e, a cada nova geração, ter um celular moderno parece ser mais e mais prioritário.

A todo instante novos modelos de celular surgem para intensificar toda uma forma de se consumir informação - Imagem: http://macmagazine.uol.com.br

Então, se é assim, nada mais natural do que se pensar num futuro onde os conteúdos multimidiáticos estarão cada vez mais adequados a essa nova condição. Sim, daqui a alguns anos poderá ser comum que tenhamos emissoras produzindo conteúdos especificamente para o “público dos celulares”. E isso não é profecia, é realidade.

Pelo menos é o que acha o vice-presidente do Grupo Bandeirantes e presidente do Fórum SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre), Frederico Nogueira. Para ele é fato que a redes de comunicação terão que criar programações específicas para telefones celulares. De acordo com uma matéria publicada pela Folha de São Paulo, o pesquisador defende que não só o conteúdo terá que ser modificado, mas também toda uma estrutura que circunda esse conteúdo: “Terá também outro tipo de comercial e de medição de audiência…”, afirmou Nogueira. E continuou: “Por que as pessoas precisam chegar em casa e ficar vendo informações sobre o trânsito? Isso faz mais sentido na TV móvel. E muita coisa que vai ao ar na tela grande não é vista com qualidade em tela pequena, por isso é preciso mudar a transmissão”.

Em outras palavras, o conteúdo televisivo, assim como muitos outros, terá que se adaptar a uma nova realidade. Uma realidade mais dinâmica e diversificada, onde o espectador terá uma um leque de escolhas ainda maior na hora de consumir produtos da “fauna” da indústria cultural. È, caros leitores, esse é deveras o avanço da nova era da informação…

dez 2009 16

Por Danilo Barros Andrade
barrosandrade@hotmail.com

Pessoas me perguntaram sobre quais os melhores passos para criação de uma campanha de links patrocinados no google adwords. Num passado não muito distante fiz um tutorial de como criar campanhas com a versão antiga. Agora, com o intuito de atualização, destaco aqui um tutorial sobre a nova versão do Adwords.

1. Clique no botão criar Campanha

2. Coloque um nome para sua campanha e defina o local que deseja que os anúncios apareçam. Em idiomas: Seleciona INGLÊS e PORTUGUÊS. (Pois tem navegadores que estão em inglês por algum motivo como padrão e se o seu anúncio estiver configurado para somente português pode não atingir esse público de “leigos” que não sabe que dá pra mudar.)

3. Quero saber somente as pessoas que conheceram meus serviços por meio de cliques na página do Google. Por isso vamos desabilitar os demais. A dica pode, as vezes, ser: utilizar por uma semana a rede de conteúdo para que você entenda quais são os principais sites que podemos divulgar. Neste caso não quero! :)

4. Defina seu orçamento diário, baseado na quantidade de verba que tem para o mês. Este valor varia e não tenho uma receita pronta onde você poderá fazer assim ou assado. A dica é se for serviços genéricos, tipo: desentupidora, aluguel de carros, etc precisará, obrigatoriamente de um valor maior. Se for algo específico, ex: curso de jooma, curso adwords.

- Preferências de posicionamento – A dica é ativar!
- Método de exibição – deixe padrão, pois se você acelerar o processo você perderá dinheiro mais rapidamente. (tudo depende de verba disponível)

Configurações avançadas - Não vamos mexer por enqto. Só depois que tivermos métricas suficientes para isso.

5. Anúncio: Na hora de criar, pense bastante no título dele, pois é muito importante! A criação de um anúncio é o momento que, na minha opinião requer muita atenção e cuidado, pois ela deve ser bem atrativo e direto ao ponto. Tente dizer muito com poucas palavras. Evite sempre levar o visitante para a Home do site. Leve para a página do assunto direto.

6. Palavras-chave: tente entender quais as melhores palavras-chave para o seu negócio. Evite colocar 50 palavras, sugiro no máximo 10 a 15. Palavras genéricas? Ex: informática. Proibido! Use sempre combinações de 2 palavras. Não misture palavras amplas com palavras específicas. Veja nosso artigo sobre como selecionar melhor as palavras-chave para o Google

7. Define o lance do clique e salve.

Dica:

- Crie sempre mais de um anúncio para suas campanhas.

Ainda, para divulgar seus produtos no Google, vale a pena seguir as políticas de publicidade do AdWords:
Para mais informações sobre como criar uma campanha, recomendo que você dê uma olhada neste tutorial:
set 2009 23

Por João Paulo Denófrio

blog@blogdacomunicacao.com.br

Mesmo depois de extinta, a banda inglesa Beatles conseguiu um feito inédito. Eles superaram Jesus Cristo em popularidade. Ao menos no Google. O jornal “Daily Telegraph” fez uma pesquisa interessante no Google Trends, que confronta as palavras mais buscadas no site, comparando Beatles e Jesus. O resultado foi chocante: no mês de setembro a banda superou Jesus no volume de palavras buscadas.

Game e e discos ajudaram na popularidade virtual dos Beatles - Divulgação

Game e e discos ajudaram na popularidade virtual dos Beatles - Divulgação

Mas, calma que esta notícia impressionante tem uma explicação. Neste mês, foram lançados o game “The Beatles: Rock Band” e a caixa de discos remasterizados do grupo. O quarteto teve quase o dobro de buscas que o líder cristão.

E a comparação feita pelo diário britânico tem um motivo. Em 1966, John Lennon enfureceu a comunidade cristã ao dizer “não sei o que vai passar primeiro, o rock ou o cristianismo…nós somos mais populares que Jesus no momento”. Na época, a raiva dos cristãos era tanta que os fiéis chegavam a fazer reuniões só para queimar os discos dos Beatles. Após toda a polêmica, o cantor pediu desculpas pela declaração.  John Lennon, morto em 1980, teve uma espécie de vingança com a divulgação desta pesquisa.

set 2009 11

Por Leandro Lopes

tecnologia@mundodacomunicacao.com.br

Leitores do BGC emprestem-se, por favor, sua atenção por alguns minutos. Vamos falar sobre tecnologia e seus impactos.

A – eterna – discussão que coloca frente à frente a cultura e a globalização, mais uma vez chama a atenção e traz à tona este nosso conhecido dilema.

O mundo em que eu colunista do BGC, encontro vocês leitores é um mundo hoje quase perfeito. Dispomos de tudo que precisamos para viver no mundo real, dentro dessa grande rede chamada Internet.

E até que ponto isso é realmente útil e necessário? Vamos passo a passo, imaginar as atividades do dia a dia.

Acordamos pela manhã e podemos encomendar comida por um site especializado, não mais precisamos ir até o trabalho, já que podemos trabalhar na grande rede com os sistemas integrados e em conexão. O almoço mais uma vez pode ser “on-line”.

Está doente? Dor de cabeça? Não se preocupe você pode pedir remédios e esperá-los no conforto de seu lar. Você pode ver seus parentes através da webcan, fazer ligações de longa ou curta distância, através de programas próprios.

 

O mundo perfeito da internet.

O mundo perfeito da internet.

Assistir shows ao vivo, partidas de futebol, trapalhadas e brincadeiras que acontecem em Brasília, pode também enviar e receber cartas em um intervalo de apenas um ou dois minutos.

Jogar todos os tipos de games, reunir um grupo de amigos, ou simplesmente fazer novos amigos em um corriqueiro ato de “add”. Já podemos até “plantar” árvores através de um “click”.

Você pode se unir com outros cidadãos engajados como você e fazer um grande #protesto ou uma grande #homenagem. Jornalistas transmitem suas idéias, cantores suas músicas, políticos emitem documentos, jogadores de futebol seus vídeos. Temos todos os livros à nossa disposição, inclusive a Bíblia.

Alguns são capazes de criar animais de estimação e pasmem velhos arcaicos como eu, eles podem até amar os animaizinhos. Aliás, alguns freqüentadores dessa imensa bola de neve dizem que podem namorar através dela. O chamado sexo virtual é super normal hoje em dia.

E meu avô ainda no rádio, ainda caminhando até o mercado, ainda plantando usando as mãos, ainda em forma, ainda atualizado com as notícias, ainda “fabricando” seus próprios remédios, ainda discutindo nas praças. Ainda lendo a Bíblia ajoelhado em sua crença.

Sabem, meu avô é meu herói.

Siga-me no twitter.

De olho neles,

Abraço.

Leandro Lopes.

set 2009 08

Por Leandro Lopes,

tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Olá amigos do BGC, hoje pra falar sobre tecnologia, resolvi voltar uns poucos anos no tempo, e relembrar junto com vocês um grande fenômeno. O Fliperama.

O primeiro jogo do qual se tem notícia é o “Spacer Invaders” do programador japonês Tomohiro Nishikado, de 1977. O jogo acabou sendo considerado então, o precursor da febre e Tomohiro o pai dos games.

O mais importante, porém é relembrar o quão bom eram as horas que passamos na frente dessas máquinas. E eu digo “passamos” porque sei que muitos que lerão este texto compartilharão assim como eu, desse momento nostálgico.

A tecnologia da época impulsionava os jovens a competições acaloradas, e desenvolvia a rivalidade que na infância era “a maior rivalidade do mundo”: meu bairro contra o seu.

As fichas, tão rudimentares quando comparadas com o cartão de crédito que usamos hoje para pagar horas de “divertimento” em Lan Houses, aliás, nada contra a juventude de hoje, nada contra os jogos de hoje, absolutamente nada contra os mega desenvolvidos softwares e hardwares de hoje que permitem jogos cada vez mais reais, mas eu voto pelos “flippers”.

Um dos clássicos. Street Fighter. Créditos:divulgação.

Um dos clássicos. Street Fighter. Créditos:divulgação.

Os bons “arcades” que jogamos um dia, ainda podem ser encontrados com colecionadores ou em super computadores de amantes de games. Mas é justamente aí que entra uma velha discussão: Globalização / Tecnologia Vs Cultura.

No melhor estilo “Street Fighter” essa batalha parece não ter fim, mas particularmente, mais uma vez, voto pelo saudosismo dos flippers.

O bom fliperama era jogado de pé, sem ar condicionado e sem a cadeira giratória que fica em frente ao computador. Ah e claro, sem as interrupções de programas como o MSN.

A tecnologia arrumou um tempinho e se desenvolveu. Com isso bons clássicos se perderam, e boas horas de divertimento também.

Sempre é bom relembrar. E estes gigantes dos games trouxeram os avanços necessários para os super jogos de hoje. E merecem, portanto nossos “aplausos”. Mas melhor que aplaudir o sucesso dos arcades, é ir até o balcão e pedir mais fichas.

Faça isso.

Siga-me no Twitter.

De olhos neles,

Abraço.

Leandro Lopes.

Página 1 de 7123...Última »