INGLÊS, UM IDIOMA VITAL PARA O SUCESSO1
Escrito por Guilherme Freitas | Postado em Educação | Tags: Guilherme Freitas, língua inglesa, Times Higher Education, Universidade de Tóquio, universidades bilíngues
por Guilherme Freitas
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Durante os meses de setembro e novembro você pode acompanhar aqui no Blog da Comunicação a lista das melhores universidades do planeta segundo o prestigiado ranking da Times Higher Education (THE). Na última lista das melhores universidades do mundo, divulgada no início do mês passado, a melhor instituição fora do eixo EUA-Canadá-Europa foi a Universidade de Tóquio. Classificada como 30ª melhor colocada, ela também é a primeira da Ásia a aparecer no ranking mundial.
Considerada a mais prestigiada e importante universidade do Japão, a Universidade de Tóquio tem cinco grandes campus, dez faculdades, 15 escolas de pós-graduação e mais 11 institutos de pesquisa. Fundada em 1877 pelo governo Meiji e ficou conhecida como Universidade Imperial. A instituição é pública e conta atualmente com mais 30 mil alunos (em graduação e pós-graduação) e 2,5 mil professores. O idioma japonês é muito difícil de aprender rapidamente, por isso a instituição ministra aula também em inglês para atrair alunos estrangeiros. E isso é uma curiosidade real: as melhores universidades do mundo aplicam aulas bilíngues.
A supremacia de instituições americanas e britânicas no top 200 do THE é nítida (são 107 ao todo), Ver universidades que furam este domínio são raras, mas as universidades que tem o inglês como língua materna (133 entre as 200 melhores) levam uma ligeira vantagem pelo idioma. Por isso muitas delas ministram aulas em dois idiomas: o local e o inglês. É também um recado para nossas melhores universidades como a USP e Unicamp, que têm poucas aulas em inglês.
Dizem que o chinês é a língua do futuro. Pode até ser, mas que é um idioma difícil de ser aprendido isso é. Na minha opinião a China pode até ser a maior potência do planeta, mas seu idioma e cultura são muito complexos para o mundo ocidental e será preterido por outra língua mais simples, como o inglês. Prova disso é que até universidades chinesas hoje em dia, assim como a Universidade de Tóquio citada acima, já utilizam o inglês na sua grade curricular.
















