POR Henrique Beirangê 4 ANOS ATRÁS
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por Henrique Beirangê
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O recente avanço na taxa de depósitos compulsórios dos bancos indica que o Banco Central (BC) começa a se preocupar com um possível excesso de liquidez no mercado. “De fato, há mais liquidez no sistema do que é necessário neste momento. Mas o BC também sinalizou uma direção de política monetária, em um momento de alta das expectativas de inflação.” afirmou em nota o Itaú Unibanco.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se limitou a dizer que a decisão “foi uma medida acertada” e que não vê razões para que os bancos aumentem as taxas de juros e os spreads. Já o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, fez questão de ressaltar que o uso do depósito compulsório é uma alternativa de política monetária contra o aumento dos preços. “O BC dá um sinal claro de que, além do simples manuseio da taxa de juros, pode usar outros instrumentos para controlar a inflação”.

O último relatório do boletim Focus (levantamento semanal do Banco Central junto a economistas) prevê alta da Selic a partir de abril, fechando o ano em 11,25%. Atualmente a taxa se encontra em 8,75%.

A sede do Banco Central – Crédito: Divulgação

Tragédia Grega ameaça unidade do Euro
A crise fiscal que se abate sobre Grécia tem levantado boatos sobre a possibilidade de exclusão do país da zona do Euro. O diretor da agência alemã de administração da dívida, Karl Heinz Daube afirmou que a crise na Grécia ameaça toda a zona do Euro “Acredito que se um dos 16 membros tornar-se inadimplente, isso trará um colapso de todo o sistema”.

No Brasil tudo bem…
A agência de classificação de risco Moody’s afirmou, em relatório, que se a política econômica no Brasil mantiver sob a administração do próximo presidente, os avanços dos anos anteriores poderá elevar a classificação do Brasil. Grandes fundos de pensão mundial orientam seus investimentos segundo a nota que agências de risco dão a países de todo o mundo.

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Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora com extensão em Jornalismo Econômico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente faz pós-graduação em "Brasil: Estado e Sociedade" pelo Instituto de Ciências Humanas da UFJF. Procura focar seus estudos na crítica da conduta política e econômica dos agentes públicos brasileiros.
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  • Guilherme Freitas

    O Brasil está em uma situação financeira boa, mas todo o cuidado pouco. O caso da Grécia é um exemplo de como um país pode sofrer fortemente com complicações financeiras.

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