ALENCAR SÓ DECIDIRÁ FUTURO POLÍTICO EM MARÇO

por Maísa Capobiango
politica@blogdacomunicacao.com.br

O presidente em exercício, José Alencar, conversou com jornalistas nessa quarta-feira (24), na chegada ao Hospital Sírio- Libanês, em São Paulo, para mais uma sessão de quimioterapia. Alencar disse que só deve decidir o seu futuro político, depois do dia 16 de março, quando deve passar por nova bateria de exames.

“Tenho que estar curado. Vamos ver. As coisas estão indo bem. Se eu estiver em condições, poderei examinar uma candidatura, mas por enquanto, estou cuidando da saúde”.

Alencar disse também que a palavra do médico é que vai definir a sua possível candidatura.“Eu digo sempre, lá em Minas que eu prefiro hoje uma candidatura para o Legislativo. Tenho a experiência do Senado e do Executivo. Mas a agenda do Executivo é mais pesada para a minha idade. E no Legislativo eu posso ser útil”.


*Com Agência Brasil

CAMPANHA FICHA LIMPA: POLÍTICO DESONESTO NÃO TEM VEZ!

por Priscilla Aloi
politica@blogdacomunicacao.com.br

Em 2009, ao final de uma missa na Igreja[bb] São Luiz Gonzaga, na Avenida Paulista, o padre pediu adesões para a Campanha Ficha Limpa, a qual impede a candidatura de políticos desonestos. Não sou de participar de campanhas, mas desta vez fiz questão. E temos que dar o primeiro passo.

Agora sei que a campanha Ficha Limpa já conseguiu mais de um milhão e meio de assinaturas, e para a aprovação da medida precisamos de mais assinaturas. Participe desta campanha e acesse o site do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o MCCE: www.mcce.org.br.

Chega de corrupção! Como dizia Cazuza: BRASIL MOSTRA A TUA CARA!

O selo oficial da Campanha Ficha Limpa – Crédito: site do MCCE

FOLIA DE QUEM COMANDA!

Por Leandro Lopes

politica@blogdacomunicacao.com.br

Problemas de memória costumam ser rotineiros em pessoas com a idade mais avançada, os fazem esquecer quem são, das pessoas a quem amam e ainda da importância dos problemas que lhe rodeiam como individuo de uma sociedade.

A sociedade, aliás, deve estar ficando velha.

Pensando bem a sociedade não parece estar ficando velha, parece estar burra, o que definitivamente não é sinônimo de velhice.

Na velhice ficamos experientes, enxergamos a realidade nas coisas da vida, ou ao menos, nos aproximamos da realidade, definitivamente, a sociedade parece estar burra.

Mas em um país em que a preocupação com a escolha do próximo vencedor do Big Brother é maior que a escolha do vencedor da próxima eleição para presidente não se deve esperar muita coisa não é?

É por isso que o comando político deste país continua assim nesse marasmo gostoso de viver. Por hora o parlamentar pode estar envolvido em escândalos, mas não se assuste meu querido parlamentar, apenas aguarde um pouco, as pessoas esquecem.

Você tem um castelo em que gosta de receber amigos mais íntimos? Não tem problema, isso é normal. Você tem um coração mole e acaba por empregar alguns amigos ou parentes que precisam? Que isso, não é nem de longe um problema! Não me diga que você tentou comprar panetones para seus eleitores e apareceu recebendo verba para isso? Acusaram você? Que mundo injusto!

Vamos lá pessoal, vamos votar pro próximo paredão! Aliás, agora não é hora de ver paredão, de ver política, não é hora de nada! É Carnaval! Vamos sambar! E não se esqueçam atenção total porque a Copa vem aí! O Dunga que se cuide!

Ex-BBB, ex-político ou ex-técnico da seleção! É tudo a mesma coisa neste país!

Cornete-me ou pergunte-me algo no formspring.me

Siga-me no twitter.

De olho neles e envergonhado.

Abraço,

Leandro Lopes.

NÃO SOU DIREITA, NEM ESQUERDA E NEM DO MEIO E DAÍ?

por Mel Fulli Frias *
politica@blogdacomunicacao.com.br

Estamos ou não estamos num país democrático ou será que isto não passa de um blábláblá? Tive a ousadia de escrever este texto, porque nem deveremos chamá-lo de artigo, pois não darei nenhuma informação extraordinária e nem meia-boca, considerando que meu conhecimento da política é baixo, porém não sou burra e é exatamente esta palavra que eu vou usar não sou BURRA não, e nem tola o suficiente para não perceber as notícias que não param de chegar de Brasília e de todo canto do Brasil.

São tantos os absurdos, absurdos mesmo com todo o peso da palavra eu repito de boca cheia e em voz alta, ABSURDOS! A começar com algo que me deixa mais indignada e não consigo encontrar palavras que expressem o tamanho dela e por isso vou dizer como as crianças dizem: Ela é maior do que o infinito cem mil vezes. Desde 2009 estamos presenciando o que eu chamo de boicote à democracia. Nosso querido Presidente, Luís Inácio Lula da Silva (com todo o deboche que você pode imaginar), não pára de desfilar por aí com sua aliada política a ministra Dilma Rousseff, com a clara intenção de fazer dela sua sucessora.

Nos palanques onde Lula se apresenta, lá está ela oferecendo aos eleitores discursos lindos e maravilhosos que proporcionariam um Brasil de primeiro mundo. Ual! Mas isso não me comove mais e acredito que muitos dos eleitores também não, já ouvimos tantas promessas nesses mais de quinhentos anos que eu não acredito nem mesmo no verbo de ligação que eles usam numa oração e outra e agora estou me referindo a todos os políticos.

A ministra Dilma Rousseff e o Presidente Lula – Crédito: Reprodução

Os demais partidos já tentaram impedir que Dilma iniciasse sua campanha antes do período devido de eleição, mas agora é tarde. Vou contar uma passagem que ocorreu durante minhas férias e que me fez refletir sobre tudo isso e por este motivo estou aqui falando deste assunto.

Pela manhã, lia um jornal na recepção do hotel em que me hospedei em Ipojuca (PE), cerca de sessenta quilômetros de Recife e a notícia da capa dizia: “Presidente Lula é internado com crise de hipertensão”. Por mais que eu avalie o governo atual deste líder como regular para baixo, fiquei surpresa e comentei em voz alta e a recepcionista logo se manifestou dizendo: “Meu querido Presidente, ela vai melhorar, estou orando por ele, ele é ótimo, maravilhoso…” – Descreveu inúmeros adjetivos bons e nenhum deles se dirigia a forma dele governar e sim ao carisma natural e inegável de Lula e ela continuou: “Gosto dele desde quando eu tinha 13 anos, adorava ver a barba dele na televisão e desde quando pude votar meus votos sempre foram dele”. Então não resisti e perguntei: “Mas o que você aprecia nele? Os métodos de governo? As idéias?” e ela me respondeu: “Simplesmente gosto dele”.

Ou seja, esta moça que não deve passar dos trinta anos, dá o seu voto por simpatia sem mesmo estudar e avaliar as propostas de um político, sem conhecer seu passado e sem ter idéia do seu caráter, mas gostaria de ressaltar que isto acontece com grande parte do país, aliás, uma enorme parte dos eleitores ativos não reflete a importância da escolha do seu candidato seja para qual cargo for, porém minha conversa com a recepcionista não terminou aí e mais uma vez fiz uma pergunta já imaginado a resposta: “E nas próximas eleições, sua candidata é a Dilma?” e com um imenso sorriso no rosto ela disse: “Claro! Por que não seria? Lula fez uma excelente administração!”. Pela primeira vez a ouvi comentar sobre os oito anos de “Lula lá” e preferi não dar continuidade a prosa, pois já diz o ditado? “Futebol, religião e política não se discute”.

Meu candidato? O voto é secreto, mas de qualquer forma eu digo que ainda não sei estou tentando buscar o máximo de informações sobre os possíveis candidatos que estarão na concorrência para ocupar a Presidência, mas vou votar no candidato que merecer, seja ele de qual partido for, mas confesso que desde que alguns membros do PT se enfiaram no maior escândalo da história política brasileira, tomei certa antipatia pelos petistas e não me esquecerei jamais do Mensalão, que merece até letra maiúscula devido a tamanha cara de pau dos participantes do ocorrido de 2005 e 2006 e por a caso foi durante o governo Lula, o presidente que declara nunca saber de nada sobre a baderna de corrupção que acontece bem debaixo do seu nariz.

No sentido antihorário: Genoíno, Dirceu, Marcos Valério e Roberto Jefferson, protagonistas do mensalão do PT – Crédito: Divulgação

Eu nunca me senti tão traída quanto naquele período e por algum instante eu quase tive vergonha de compactuar indiretamente com estes acontecimentos, porque aproveito para me julgar também, nunca fiz parte de nenhum movimento, nunca me filiei a nenhum partido, nunca assinei um abaixo assinado para retificar alguma coisa da política, eu só voto.

Se quem ler este desabafo, que é como se fosse a página 3 de fevereiro de 2010 do meu diário e não for uma pessoa partidária, acho que conseguirá compreender o que realmente estou tentando dizer, eu vou ficando por aqui, pois já me estendi demais e quanto mais se fala, mais incompreensível nos tornamos.

* Mel Fulli Frias é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação.

ANÁLISE DE CONJUNTURA DO GOVERNO LULA

por Henrique Beirangê
política@blogdacomunicacao.com.br

* Trabalho apresentado ao Curso de Especialização em Ciências Humanas: Brasil – Estado e Sociedade, à disciplina de Sociologia Contemporânea, ministrada pelo professor Gilberto Salgado, para obtenção de nota final. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS. Por: Henrique Estevão Passos Novais Beirangê e Josiane Danielle Gomes de Barros, Juiz de Fora, 2010.

Confira abaixo a introdução da tese:

A proposta deste trabalho é realizar uma análise de conjuntura política e econômica do Governo Lula. Procuraremos diagnosticar o período compreendido entre os anos de 2003 e 2009 e as perspectivas do ano final de seu segundo mandato, 2010. A pesquisa fará uso dos textos disponibilizados pelo professor Gilberto Salgado ao curso de Pós Graduação Brasil, Estado e Sociedade da Universidade Federal de Juiz de Fora, além de outros estudos sobre o assunto.

Luiz Werneck Vianna lembra que a conjuntura não é, está. Procuraremos realizar tal empreendimento partindo do princípio de que o analista que interpreta a conjuntura sabe que não pode agir em nome próprio. Tal como o percebe, o processo de longa duração em que está envolvido não pode ser resolvido sem o protagonismo de um outro.

Ator, ação, interesse e tempo consistem nas dimensões analíticas da conjuntura, momento e circunstância em que os homens fazem história, às vezes sabendo, noutras, sequer desconfiando disto, frequentemente, fazendo-a em sentido oposto à sua intenção (Vianna). Elaborar uma análise de conjuntura com um mínimo de imparcialidade requer o exercício da honestidade intelectual. Reunir dados e estatísticas e contextualizá-los com o sistema político vigente, sua engenharia institucional, suas limitações e o momento histórico em que os personagens se situam. A velha máxima de que os números falam por si só é por demais temerária. Maquinações ardilosas podem conduzir a enganos e tornar um estudo aparentemente acadêmico em mera ferramenta de difusão ideológica.

O presidente Lula sauda simpatizantes – Crédito: Divulgação

Os autores deste trabalho tentarão se esforçar em mitigar seus personalismos para que a imparcialidade seja tida como meta, embora sabedores que o mito da neutralidade absoluta é uma expectativa fantasiosa, haja vista diversos estudos na área de comunicação social sobre o tema, tendo como expoentes entre outros Edgar Morin e Guy Debord.

Nosso trabalho apostará na análise através da perspectiva histórica de ascenção de Lula como líder operário à Presidente da República e seus resultados quantitativos e qualitativos , já como governante, em perspectiva comparada a governos anteriores, sobremaneira a seu antecessor imediato, Fernando Henrique Cardoso.

Clique aqui, para ler todo o artigo “Análise de Conjuntura do Governo Lula“.

GOVERNO REDUZ IMPOSTO PARA SEGURAR O PREÇO DA GASOLINA

Por João Paulo Denófrio
politica@blogdacomunicacao.com.br

Se nos últimos anos o governo deixava o valor da gasolina acompanhar a cotação do petróleo, parece que agora essa situação está incomodando. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu reduzir temporariamente a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) cobrada na venda do combustível.

O aumento na gasolina era esperado devido à escassez de etanol

 

 

A previsão é que o corte do imposto, que começa nesta sexta-feira, provoque uma perda na arrecadação de 91 milhões de reais. Em moldes parecidos à “moratória” ao IPI sobre a linha branca, o governo pretende segurar o preço da gasolina decorrente da diminuição da quantidade de álcool adicionada ao combustível. A cobrança da Cide vai diminuir dos atuais R$ 0,23 para R$ 0,15 por litro . A parcela de etanol na gasolina deverá cair de 25% para 20%. O prazo de desconto do imposto acompanha esta redução. Do dia 5º de fevereiro até 1º de maio devem ser adicionados 20% de etanol. Depois desta data, a quantidade voltará a ser de 25%.

A medida é uma prova de que o governo teme que a arrancada de preços afete a inflação. Segundo um levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio da gasolina é de R$ 2,756. Com a queda da Cide, este valor deverá ficar inalterado.

Página 1 de 22123»1020...Última »
line
Desenvolvido com WordPress | Login | Blog da Comunicação © 2009