set 2010 02

Na corrida para a tão sonhada vaga no “alto escalão” de Minas Gerais, candidatos deixam suas marcas para atrair eleitores. Neste ponto, muito se tem falado sobre as “campanhas virtuais”, porém, o que ainda não se sabe é se este uso está sendo bem aproveitado pelos candidatos ou até mesmo por suas assessorias.

Bandeira de Minas Gerais - Divulgação

A coberta de Minas Gerais será um curto balanço de como os candidatos (deputado estadual, deputado federal, senador, e governador) estão atraindo jovens ou lidando com as redes sociais. Para convencê-los disto, destaco abaixo os 8 (oito) candidatos ao governo do estado e um pouco de como estão presentes na internet. O que não queríamos ver é que poucos (candidatos ao governo) têm dado valor e importância para a “era e o debate digital”.

Nesta cobertura você poderá acompanhar também o que alguns candidatos acham sobre esta nova forma de se fazer campanha eleitoral.

Uma pequena história

O termo “governador” foi estabelecido a partir de 1947. Ao longo da história do Brasil, o cargo correspondente ao de governador já existia muito antes, só que com terminologias diferentes. Com funções semelhantes, podemos citar o cargo de donatário e capitão-mor, no Período Colonial; o cargo de presidente de província, no Período Imperial; e o de presidente de estado, na República Velha.

Qual o papel do governador?

Governador é o cargo político que representa o poder executivo na esfera dos Estados. É função do governador: a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas, defendendo seus interesses junto à Presidência e buscando investmentos e obras federais.

Candidatos ao Governo de MG

  • Adilson Rosa dos Santos PCO / Vice-Governador Taquinho Carteiro
  • Antônio Augusto Anastásia – PSDB / Vice-Governador Alberto Pinto Coelho – PP
    http://amigosdoanastasia.blog.br/
    http://www.anastasia2010.com.br/
    http://antonioanastasia.blogspot.com/
    Twitter: @Prof_Anastasia
  • Edilson José do Nascimento – PT do B / Vice-Governador Marluce Rodrigues Pereira de Paiva – PRTB
  • Fábio aparecido Bezerra – PCB / Vice-Governador Silvio Pedro Rodriguês – PCB
  • Hélio Calixto da Costa – PMDB / Vice-Governador Patrus Ananias – PT
    http://www.heliopatrus15.com.br/
    Twitter: @HelioCosta15
  • José Fernando Aparecido de Oliveira – PV / Vice-Governador Leonardo José de Mattos – PV
  • Luiz Carlos Ferreira – PSOL / Vice-Governador Waldir Lopes de Giacomo – PSOL
  • Vanessa Portugal Barbosa – PSTU / Vice-Governador Oraldo Soares Paiva
    http://vanessapstu16.blogspot.com/

Estou de olho em todos eles. Até o próximo post.

set 2010 02

por Mel Frias *
politica@blogdacomunicacao.com.br

Quando alguns não se vêem mais no auge da fama e do sucesso profissional e recorrem à política para se manter na mídia e o padrão de vida conquistado durante alguns anos de proeza. Sinceramente acredito que para ingressar na carreira política sem a menor aptidão, ou melhor, sem vontade de mudar o mundo é vergonhoso e lastimável, principalmente para aqueles que estão buscando dinheiro e destaque, usando a sua imagem perante a população como um bom esportista, ou músico, ou simplesmente uma “fruta do funk”, para ganhar votos para suas respectivas candidaturas como deputados estaduais e federais e até mesmo senador.

Chegaram ao fundo do poço numa tentativa de permanecerem na tão desejada mídia inundaram suas imagens, no caso daqueles que as tinham, com esta verdadeira baixaria e pouca vergonha do candidato e dos partidos que os acolheram apenas com o objetivo de conquistar mais uma cadeira na câmara, mais força. Absurdo maior é ter covardes que batem em mulher, ladrões de cemitérios e a vulgaridade feminina como candidatos a cargos extremamente importantes, que posso estar sendo injusta, mas que eles nem fazem idéia do que seja ser um representante da nação, dos deveres e obrigações destas ocupações.

O humorista Tiririca é candidato a Deputado Federal nestas eleições – Crédito: Reprodução

Sinto-me envergonhada pelos candidatos, que não tem um pingo de vergonha na cara de se exibirem no horário político como se fosse uma brincadeira, sinto-me envergonhada por aqueles que acreditaram nestas pessoas e sinto-me envergonhada de saber de ainda assim receberão muitos votos e teremos no mínimo um a menos para lutar verdadeiramente por nós brasileiros.

Vejam abaixo os nossos candidatos sem vergonha:

Esportistas
Acelino Popó Freitas: (PRB-BA) – Boxeador – Deputado Estadual
Maguila: (PTN-SP) – Ex-boxeador,- Deputado Federal
Marcelinho Carioca: (PSB-SP) – Ex-jogador – Deputado Federal
Romário: (PSB-RJ) – Ex-jogador –Deputado Federal
Vampeta: (PTB-SP) – Ex-jogador – Deputado Federal
Fabiano: (PMDB-RS) – Ex-atacante do Inter, é candidato a Deputado Estadual
Danrlei: (PTB-RS) – Ex-goleiro do Grêmio, concorre a Deputado Federal

Músicos
Gaúcho da Fronteira: (PTB-RS) – Deputado Estadual
Kiko (Não é o personagem do seriado infantil Chaves, é o integrante do grupo KLB): (DEM-SP) – Deputado Federal
Leandro (Também integrante do KLB): (DEM-SP) – Deputado Estadual
Netinho de Paula: (PCdoB-SP) – Senador
Reginaldo Rossi: (PDT-PE) – Deputado Estadual
Renner: (Cantor da dupla Sertaneja Rick e Renner) – (PP-GO) – Senador
Sérgio Reis: (PR-MG) – Deputado Federal
Tati Quebra-Barraco: (PTC-RJ) – Deputada Federal

Humoristas
Ronaldo Esper: (Este pelo menos tem uma certa experiência com roubos) (PTC-SP) – Deputado Federal
Pedro Manso: (PRB-RJ) – Deputado Federal
Dedé Santana: (PSC-PR) – Deputado Estadual
Tiririca: (PR-SP) – Deputado Federal
Batoré: (PP-SP) – Deputado Federal

Frutas
Mulher Melão: (PHS-RJ) – Deputada Federal
Mulher Pera: (PTN-SP) – Deputada Federal

Por favor, opinem, gostaria muito de saber o que os demais cidadãos brasileiros pensam disso, seria uma troca bastante interessante para todos nós. Quando nós achamos que não vamos nos surpreender com mais nada nesta vida, chegam as eleições!

* Mel Frias é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação.

set 2010 01

por Guilherme Freitas
politica@blogdacomunicacao.com.br

Começa hoje a cobertura do Blog da Comunicação sobre as eleições presidenciais de 2010! Estaremos até o final do pleito postando aqui matérias, artigos, reportagens, entrevistas, imagens e vídeos sobre as eleições,os candidatos e sobre a “festa da democracia brasileira”. Preparem-se para ler e ouvir (através do nosso podcast), muita informação sobre um dos momentos mais importantes do Brasil.

Como editor-chefe do site, posso adiantar algumas coisas que serão postadas aqui. O foco da cobertura será a campanha online. Queremos discutir aqui a importância e peso que a internet terá neste pleito. Entramos em contato com a equipe de todos os nove candidatos a presidência e já entrevistamos alguns pretendentes ao Planalto e suas respectivas equipes. Em breve as entrevistas serão disponibilizadas aqui na íntegra. Haverá podcasts especiais sobre as eleições e vamos analisar a participação dos candidatos nas redes sociais.

Também vamos estar de olho nas eleições de governador, senador, deputado estadual e deputado federal, cargos que muitas vezes aparecem mais na mídia do que o próprio presidente. Aos leitores que gostam de ler assuntos aqui que não se encaixam em política, não se preocupem. Uma parte da nossa equipe dará continuidade a escala normal de postagem do Blog da Comunicação, com artigos sobre variados assuntos. É isso ai pessoal, fiquem de olho na nossa cobertura especial sobre a eleições 2010!

ago 2010 30

por Júnior Batista
politica@blogdacomunicacao.com.br

Hoje de manhã, tive aula de Ética e Legislação no Jornalismo, na Faculdade. Mais uma vez, temas como a imparcialidade no jornalismo e a questão da auto-regulamentação da imprensa brasileira. Ok, para que fique claro: eu sou totalmente contra a auto-regulamentação. O jornal, apesar de ser uma empresa, e em um regime de capitalismo em que vivemos no Brasil, quer obter lucro, entretanto, o “produto” dos jornais, é a informação ao leitor. Essa informação que nós, jornalistas, tanto lutamos para que esteja o mais próximo possível da verdade é o principal alvo. Criar uma auto-regulamentação para os jornais brasileiros seria o mesmo que assassinar a informação que está contida nos jornais. Ora, a informação não é produto, por que precisa de regulamentação? Não somos nós, brasileiros, livres para nos expressarmos? Os jornalistas – os verdadeiros, aqueles que podem ter esse título porque seguem o código de ética dos jornalistas, apuram a informação e tentam ao máximo de aproximar da verdade – não devem informar à população aquilo que é interesse da mesma? Aquilo que realmente importa, com objetividade e imparcialidade? Bom, não é o que anda acontecendo com nossos hermanos venezuelanos, onde um jornal foi proibido de publicar fotos jornalísticas de um assassinato. O curioso é que segundo a Constituição da República Bolivariana da Venezuela, de 1999, no seu artigo 58 está escrito bem assim: “Toda persona tiene derecho a la información oportuna, veraz e imparcial, sin censura, de acuerdo com los princípios de esta Constituición, así como a la réplica y rectificación cuando se vea afectada directamente por informaciones inexactas o agraviantes. (…)”, tradução: “Toda pessoa tem direito à informação oportuna, veraz e imparcial, sem censura, de acordo com os princípios desta Constituição, bem como sua réplica e retificação quando esta se vê afetada diretamente por informações inexatas ou agravantes.” Ok, mas o governo que decide que ela é vez e imparcial? Não é disso que tratarei.

Voltando à imparcialidade, hoje comprei o Estado de S. Paulo e fiquei muito irritado com o que li. Em seu editorial, estava o título: “A arma do papel-jornal” e se referia ao Brasil se tornar uma espécie de adaptação do PRI (Partido Revolucionário Institucional), que, certa vez, o ensaísta Octavio Paz adotou no México, no qual o próprio jornal se referiu como “fachada democrática, resultados eleitorais forjados, corrupção endêmica e controle total do Estado” caso a presidenciável Dilma Rousseff se torne presidente do Brasil. Que fique claro, não estou defendendo a candidata, mas, ao continuar lendo, percebi certo juízo de valor em várias matérias do jornal. No mesmo caderno Capa, havia uma matéria sobre uma violação na Receita, na qual consultas às contas sigilosas de vários tucanos foram acessadas do computador da servidora Adeilda Ferreira Leão dos Santos, inclusive com sua senha, no dia 08 de Outubro de 2009. O PSDB acusa Dilma Rousseff de utilizar os dados em sua campanha presidencial, mas nada foi provado ainda. Quatro contas de tucanos foram acessadas entre 12h26 e 12h43m55s, dentre elas a declaração de renda de Gregorio Marin Preciano, casado com uma prima de José Serra, o presidenciável dos tucanos.

Os candidatos Dilma Rousseff e José Serra – Crédito: Fred Chalub/Diário SP

As matérias, acredito eu, foram apuradas e confirmadas, como qualquer jornalista com ética o faz, mas, uma matéria abaixo diz: “Serra diz que Dilma deve ‘explicação ao País”,e ao lado, a candidata responde “Rival critica, mas não assume o que faz”. Em outra página, o mais alarmante: Sra. Dora Kramer, em sua coluna, intitula: “Crime organizado” e usa termos como “Invasão múltipla de sigilos revela ação coordenada para montar armadilhas eleitorais.” e “a última tentativa oriunda do PT (…)” Além de, em outras palavras, chamar o presidente Lula de mentiroso, se referindo ao comentário de Lula sobre se lamentar de não ter tentando uma emenda para tentar seu 3º mandato.

Aliás, esta página, A6, edição do dia de hoje (26/08/2010) é toda dedicada a atacar a candidata. “Em temas polêmicos, candidata é evasiva”. Ao lado, na página A7, o jornal mostra a matéria onde Lula comenta não tentar o 3º mandato. Abaixo, matérias mostram o candidato José Serra entre as pessoas, coloca frases bonitas do candidato como “Não há dúvidas sobre a necessidade de fortalecer a Zona Franca de Manaus”, referindo-se ao apoio da campanha na cidade. Na outra página, o título: “Tucanos se previnem contra Mercadante”.

Um momento, vamos dizer em linhas claras: “O Estadão está apoiando o PSDB, ou é impressão minha?”. GENTE! Fiquei boquiaberto, como um jornal como esse pode colocar, tão à tona, tal juízo de valor? Lula não é perfeito, Dilma também não, eu, inclusive, não escolhi meu candidato à presidência, mas um veículo de comunicação não deveria ser imparcial? Por que não falar do estado caótico que vive a estação Santo Amaro, na zona sul, todos os dias pelos usuários que tentam embarcar e são obrigados a se espremer? Por que não falar das obras do trecho sul do rodoanel que foi inaugurado sem ter ao menos todas as placas que deveriam, fazendo os usuários adivinharem onde estão? Por que não falar da greve do Judiciário, que é praticamente ignorada pelo Governo do Estado de São Paulo, dos tucanos há 16 anos? José Serra se orgulha dos AMAS. Semana passada minha amiga foi lá e, ao pegar a senha, veio a surpresa: “tempo estimado de espera: 524 minutos”. Sim, isso são quase OITO horas de espera. Acho que isso é mais importante do que saber que “Os tucanos se previnem contra Mercadante” e ainda mostrar uma foto de Geraldo Alckmin sorrindo com senhoras.

Os candidatos ao governo paulista, Geraldo Alckmin e Aloíso Mercadante – Crédito: Divulgação

Esta eleição, pior do que as outras, está cheia de candidatos que mal sabem o que significa a palavra política. Espero que os brasileiros não se revoltem e votem nos Tiriricas, Mulheres Pêra, Rolnaldos Esper da vida… Ou no Maluf! Espere, o Maluf ainda existe?

PESQUISEM, LEIAM!! NÃO DEIXEM QUE NOS ENGANE NOVAMENTE, O BRASIL PRECISA DE HONESTIDADE! PRECISA DE PESSOAS QUE REALMENTE VÃO FAZER ALGO POR NÓS!

VOTEM CONSCIENTES!

ago 2010 19

por Sônia Mesquita

politica@blogdacomunicacao.com.br

Para responder a esta questão indaguei a dois senhores que conversavam. Wilson Miglionrini, 80 anos, aposentado, prontamente respondeu: “Mudar as leis, estão fracas e ultrapassadas. Os ‘caras’ (referindo a homens de colarinho branco) fazem e desfazem e ninguém pode com eles. É preciso mais gente competente. É muito ladrão, e viram que é fácil vender droga e traficar. O que eles tiram em um dia, nós não tiramos em um ano, então não querem trabalhar sério.”

O mecânico de autos, Antônio Valença de Souza, de 58 anos, aponta que é preciso procurar homens mais honestos e severos para administrar o país, bater de frente e não deixarem eles (os de colarinhos branco) fazerem o que querem. “O Brasil é o melhor país do mundo e vive numa condição dessas, nosso dinheiro não pode estar nas mãos desses homens.”

Adam Kaufmann, membro do ministério público de Nova York, em palestra nesta quinta-feira, durante o I Congresso do Patrimônio Público e Social do Ministério Público do Estado de São Paulo, diz que odeia a corrupção e poderosos que vendem sua influência e acabam com a confiança pública. Declara que está motivado para combater a corrupção.

Adam Kuafmann assinala que vazamento de informações para a mídia é altamente prejudicial para as investigações. “O cidadão acaba perdendo a credibilidade sobre um sistema que não funciona, onde só o pobre fica na cadeia. Isso acaba com a democracia”.  Kaufmann diz que é preciso buscar maior credibilidade com o sistema criminal.

As investigações, segundo Kaufmann, devem seguir também um sistema não linear. “Em matéria de corrupção é necessário uma abordagem não linear, seguir o sistema de deslocamento de dinheiro, ver para onde as provas nos levam”. Citou o caso do Farol da Colina, uma investigação que teve sucesso porque pensaram no aspecto não linear.

“Em muitos casos de lavagem de dinheiro não há movimentação física do dinheiro e por isso o rastreamento é difícil e a única forma é ter duas investigações em ambos os países, caso contrário nunca descobriremos.  É preciso pensar como o criminoso agiria para fazer com que o governo não pegue seu dinheiro.”

Outro fator sugerido por kaufmann para o combate à corrupção é a cooperação. “A movimentação de dinheiro internacional requer ajuda e ninguém consegue fazer isso sozinho”.

Daniel R Alonso, Chefe Assistente do Ministério Público de Nova York/EUA, diz que o sistema norte americano adota acordo entre a promotoria e o réu a fim de evitar julgamentos que são longos, complicados e caros. Alonso alega que a transação penal não funciona a não ser que o réu acredite que possa ir a julgamento.

Uma das formas utilizadas pelo governo americano contra a corrupção é negociar a colaboração de presos, fazendo-os infiltrados, gravando informações confidenciais, identificando ativos, documentos, contas offshore. “Isso não é permitido no Brasil, é uma pena, pois é ferramenta valiosa. O uso de informante seria forma excelente de combater corrupção pública”.

O professor de história, Sérgio Augusto, mostra-se no entanto pessimista quanto ao assunto. “Não acredito que possamos resolver o problema da corrupção porque ela é inerente ao ser humano. A história nos mostra que sempre houve e sempre haverá este mal em nossa sociedade.”

E você, o que pensa? Tem solução?

ago 2010 11

por Priscilla Aloi

politica@blogdacomunicacao.com.br

No último dia 5 de agosto, participei do almoço (debate promovido pela Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil) onde o candidato ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), falou sobre as diretrizes e metas de seu mandato. Na área educacional, ele citou a criação de mais cursos tecnológicos. Já referente a queima da cana de açúcar[bb], que ainda acontece no interior de São Paulo, a ideia é a formação dos agricultores.

A questão aeroviária, a infra-estrutura e logística dos aeroportos também é uma preocupação a ser resolvida, até em função da Copa do Mundo de 2014. E por falar em Copa, Geraldo Alckmin deixa bem claro que: “O Governo do Estado de São Paulo, não se preocupará com estádios, mas sim com a estrutura da cidade como um todo”.

Alckmin no evento da CPCB – Crédito: foto de Luiz Gustavo Gonçalves (www.lgestudio.com.br)

Alckmin ressalta que a modernização da polícia[bb] através de uma comunicação mais rápida e eficaz trará resultados imediatos no combate ao crime, furto e roubo. O policiamento deve ser mais intenso. Já no que diz respeito a carga tributária, ele enfatiza que é contra a guerra fiscal, pois quem perde com isso é o povo. Segundo ele, “É necessário que São Paulo esteja atento a redução das alíquotas, porque só assim teremos mais geração de renda e maior empregabilidade. A reforma tributária é necessária”.

Na área da saúde o governo continuará com os contratos de gestão (essa fórmula deu e dá certo) a gestão não precisa ser do governo. Veja o exemplo do Instituto do Câncer: Exerça a sua cidadania! Não venda seu voto! Vote consciente!

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