por Maísa Capobiango
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br
A pergunta é: você conhece Laís Bodanzky? Não, e não vale “já ter ouvido falar”, tem que saber a ficha completa. Se você é muito ligado em cultura, cinéfilo, curioso, ou lê bastante, provavelmente deve estar achando até ridículo eu perguntar isso. Mas não, não é. Essa semana, presenciei uma cena que me fez refletir muito sobre a arrogância do ser humano. Uma amiga do jornal recebeu um sermão simplesmente porque não sabia responder quem seria Mrs. Bodanzky. Depois de uma rápida busca na internet ela já tinha a resposta, claro. Mas, aí não adiantava mais. Queriam que a resposta estivesse ali, na ponta da língua. Cheguei perto dela e falei: “Se isso te consola um pouco, eu também não sabia quem era essa mulher”.
Esse episódio me fez ficar pensando no quanto nós somos assim: sempre achamos que os outros têm que conhecer tudo o que nós conhecemos, ou julgamos importante, e ficamos horrorizados quando alguém se mostra desinteressado por aquilo que, para nós, é “conhecimento básico”.
Nossa, quantas vezes já fiquei indignada por meus amigos não conhecerem esses cantores de 1900 e antigamente que eu adoro! E quantas vezes já fiz um escândalo porque algum colega do jornalismo não conhecia pessoas que, para mim, são elementares. Julgamos a pessoa como burra e pronto. Todos nós temos um lado burro então. Muito burro, por sinal, porque ninguém sabe tudo de tudo. Arrogância.
Tenho certeza de que os fãs da Ângela Bismarchi ou da Marinara Costa, também acham um absurdo quando alguém não as conhece. E, assim, sem querer ofender, pouca gente sabe da existência delas. Isso torna o mundo mais ignorante? (…)
O negócio é que temos que ser um pouquinho mais tolerantes, não exigir que todo mundo saiba tudo, sempre. Não sou tolerante. Não mesmo. Mas vou tentar pensar nessas coisas que escrevi aqui todas as vezes que em que eu for me estressar com alguém só porque a pessoa perguntou: “Quem é Cauby Peixoto?” Ninguém tem a obrigação de saber, né? Ninguém mesmo! Mas, assim… tente nunca perguntar, ok?
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Hoje, organizando alguns arquivos no computador, encontrei o texto acima, que escrevi em 2007, ainda na época da faculdade, quando era estagiária do caderno de cultura do jornal O Tempo, em Belo Horizonte. E o engraçado/triste é que continuo tendo a mesma visão do ser humano…
por Victor Oliveira
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Não sei se este é um sentimento coletivo ou uma paranóia individual minha. De todo modo, é uma sensação que incomoda, faz sentir menor. Não ocorre em todos os momentos, aparecendo, sobretudo, quando sinto que o tempo passou e nada produzi, ou seja, literalmente falando, matei o tempo.
Falo da sensação que tenho quando imagino que o mundo corre, as coisas acontecem, pessoas nascem e morrem, e aqui estou, preso a uma bolha, a um pequeno círculo, sem saber ao menos o que se passa na casa do vizinho ao lado. Pense bem, só neste tempo em que você leu este pequeno trecho do texto, quantas coisas, boas ou ruins, já aconteceram. Acha isso estranho? Já pensou sobre isso?
Quantas vezes já deixamos de fazer alguma coisa e nos arrependemos logo depois por não ter feito? E se tivéssemos lá, o que seria diferente? Aparentemente nada. A Terra continuaria girando do mesmo modo. Não para nós, obviamente. Cada escolha implica numa diferente reação do mundo, do nosso mundo, do mundo daquele que nos cercam. Pensando desta forma, é uma responsabilidade enorme cada decisão que tomamos. Talvez por isso, por um instinto que nos previna desta paranóia, é que analisamos, ação por ação, o que vai ser melhor para nós.
Arrepender por não ter feito algo ou por ter tomado aquela decisão, o que é pior? Não sei. Acredito que a linha de se arrepender do que se faz é melhor. Não tomar a decisão, não fazer, é pior em dois sentidos: primeiro por saber que uma decisão em contrário poderia ser boa, depois por ter perdido a chance de mudar alguma coisa, nem que seja uma mudança boa de humor, ainda que temporariamente. Quando a gente faz, na maioria dos casos é possível ou retornar ao ponto de origem, ou deixar a coisa como está. Não fazendo, fica difícil saber o que poderia ser, além da decepção pela falta de coragem pela omissão.
Há remédio para este sentimento de ser pequeno perto da imensidão do mundo? Talvez. É um remédio natural, que deve ser tomado em doses homeopáticas. Basta viver, usufruir o bem maior que temos, a liberdade de opção. Ir a uma festa ou ficar em casa num sábado à noite, o que é melhor? Vai ser melhor sempre aquilo que o coração mandar fazer no momento. Mas não basta escutá-lo, sob o risco de confundir suas “falas” com outros sentimentos, como a preguiça, por exemplo. Antes de tomar uma decisão, pense, reflita, não responda de pronto. Quantas vezes fomos a um lugar achando que seria horrível e na verdade foi muito bom? E quantas vezes aconteceu o contrário? Aposto que a primeira situação ocorre muito mais que a segunda, não?
Não quero passar em casa enquanto o mundo gira. Vivemos em um formigueiro, então que conheçamos, ao menos, as formigas que aqui vivem conosco. Para conhecê-las, temos que ir a lugares, aos eventos. A internet ajuda nisso, mas é insuficiente, já que ao mesmo tempo em que une pessoas com interesses semelhantes, gera afastamento, pela frieza de um monitor e pela comodidade que traz, que se transforma numa preguiça de sair dali.
Então, caro amigo, viva, converse, conheça, se entretenha e se entrelace com o que lhe agrada. O que se busca nesta vida? Certamente não é apenas dinheiro ou bens. É mais que isso. A busca pela felicidade está interligada no contato com outras pessoas. De nada adianta ter tudo e não ter ninguém para compartilhar seus feitos. A sensação de ter conhecido pessoas legais é mais intensa do que a de comprar uma roupa da moda. Esta última passa tão rápido quanto a própria moda, ao passo que a primeira tem efeito prolongado e pode ser repetida inúmeras vezes, bastando que a gente queira.
É isso.
Obs: o título deste texto foi tirado do Poema de sete faces, de Carlos Drummond de Andrade.
Obs2: as ilustrações são do excepcional artista Ricardo Bezerra. Mais trabalhos dele podem ser vistos no site: http://www.karma.rg3.net/
por Priscilla Aloi
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Caros leitores, ai vai uma dica de entretenimento. O crédito é da CDN -Comunicação Coorporativa.
Idas e Vindas do Amor é tema do novo clipe da cantora Jewel
A cantora e compositora Jewel acaba de lançar o videoclipe de Stay Here Forever, música inédita que também aparece na trilha sonora da comédia romântica Idas e Vindas do Amor, que já está nos cinemas, com distribuição da Warner Bros. Pictures. Anne Hathaway, Julia Roberts, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Shirley McLaine, Bradley Cooper, Jamie Foxx, Jessica Alba e Patrick Dempsey estão no elenco do filme e também aparecem no clipe especialmente produzido para o lançamento de Idas e Vindas do Amor .
Stay Here Forever foi composta com inspiração no filme e, como single, já figura entre as músicas mais ouvidas do ranking de música country da Billboard. A trilha sonora de Idas e Vindas do Amor tem outros nomes de peso, como Taylor Swift, Ben E. King, Willie Nelson, Amy Winehouse, Joss Stone e Leighton Meester, mais conhecida como a Blair do seriado Gossip Girl. O grupo Maroon 5 faz uma cover de um grande sucesso de Frank Sinatra em The Way You Look Tonight.
Idas e Vindas do Amor retrata o cotidiano, de alguma forma interligado, de dez pessoas em Los Angeles durante o Dia dos Namorados. Mas essas pessoas sempre têm uma peculiaridade. Existem aqueles que estão apaixonados e usam a data para celebrar sua união, outros, sozinhos, buscam um amor, diferentes daqueles que se veem no meio de confusões e não sabem como lidar com a situação. Tudo abordado de uma maneira leve, divertida e com uma mensagem positiva.
Veja abaixo os links para download do videoclipe de Stay Here Forever:
http://raincloud.warnerbros.com/wbol/uk/movies/valentinesday/valentinesday_jewel_stayhereforever_high.asx
http://raincloud.warnerbros.com/wbol/uk/movies/valentinesday/valentinesday_jewel_stayhereforever_med.asx
http://raincloud.warnerbros.com/wbol/uk/movies/valentinesday/valentinesday_jewel_stayhereforever_low.asx
http://raincloud.warnerbros.com/wbol/uk/movies/valentinesday/valentinesday_jewel_stayhereforever_mini.asx
Tem coisas que
são impressionantes mesmo. Quando pensamos que os grandes astros da cultura pop estão bem acessorados; preparados para “gerir” suas declarações, eles nos saem com coisas inimagináveis. Nesta semana foi o cantor Elton John que tentou roubar a cena, mas de uma maneira, no mínimo, questionável: em entrevista à revista norte-americana “Parade” o cantor de 62 anos deu uma declaração que mexeu com muita gente e que ganhou destaque no tablóide The Sun: ele declarou que Jesus era gay! Isso mesmo: para o cantor britânico, Jesus era um gay muito inteligente e sensível.
“Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade. [..] Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio – é melhor estar morto”, disse o cantor na polêmica entrevista (Fonte: Folha Online).
Mais uma vez nós percebemos que alguns artistas, no afã de romper com alguns tabus e preconceitos sociais, ou, mesmo, para simplesmente atacarem o que consideram “errado”, acabam por atingir muitas pessoas que nutrem algumas crenças que lhes são caras. Ao fazer tal declaração, o cantor Elton John, com certeza, atingiu a muita gente. Optando por essa forma meio “estabanada” de protestar contra a homofobia e os preconceitos oriundos de religiosidades exarcebdas, ele nada mais fez do que gerar uma polêmica gratuita que não é nada boa. O mesmo protesto ou manifestação poderia ter sido feita de maneira mais respeitosa e menos agressiva.
É um caso parecido com aquele que vimos aqui no Blog da Comunicação, em que um artista neozelandês retratou a Virgem Maria na cama com José (veja o post aqui). Ou seja, è o mesmo tipo de manifestação que deveria ser evitada, justamente porque muitas pessoas têm em sua religiosidade algo muito mais importante do que a nossa vontade subjetiva de protestar ou nos manifestar. Numa sociedade que se quer plural, um dos passos primordiais é o respeito. E, como pode haver respeito se, sequer, conseguimos policiar o que dizemos publicamente?
Creio que essa declaração do Eltom John tenha sido muito mais infeliz do que produtiva. E espero que ele possa refletir um pouco mais antes de protestar…
E você, caro leitor, o que acha?
por Victor Oliveira
esportes@blogdacomunicacao.com.br
Talvez você, caro amigo, não goste ou não pratique futebol. Talvez ainda, por isso, não vá compreender muito bem o que irei dizer nas próximas linhas. Ainda assim, é bom que leia e, tenho certeza, passará a entender um pouco melhor a magia que o futebol exerce nas pessoas. Não é por um acaso que ele é o esporte mais praticado e acompanhado do mundo.
Vivemos em um mundo cada vez mais individualista e em que, a cada dia, as pessoas buscam contatos apenas de cunho profissional, mantendo relações frágeis e vãs. A falta de tempo, a necessidade de apoio em caso de desemprego, o egoísmo, são alguns sustentáculos deste tipo de relacionamento. Como acontece em tudo na vida, quando não se pratica determinada ação, perde-se o hábito e, no momento em que for necessário, as pessoas terão dificuldades em iniciar um relacionamento desprovido dos interesses materiais.
E é nesta linha que entra o futebol. É impressionante o que acontece com as pessoas quando jogam ou mesmo quando assistem juntas a uma partida de futebol. No primeiro caso, cito o exemplo de uma pelada, organizada por uma turma de faculdade, por exemplo. Sempre aparece um colega do amigo de sala para jogar. O cara vai lá, entra e joga. Até aí tudo bem. O engraçado é que, passados 5 minutos de jogo, as pessoas que não conhecem este cara já estão conversando com ele, pedindo bola, abraçando na hora do gol e xingando por um passe errado. Tamanha intimidade construída em apenas alguns minutos. Detalhe é que, em muitos casos, um não sabe nem o nome do outro. Ainda assim estão ali, traçando laços de afinidade que, numa situação normal, demorariam meses para serem construídos.
Num estádio, por exemplo, a mesma coisa: pessoas desconhecidas que, ao apito inicial do juiz, tornam-se “amigas” de longa data. Quando o time do coração está mal, sobra xingamento para juiz, jogadores e técnicos. Palavrões que jamais seriam ditos daquela forma, aos berros, perto de pessoas estranhas. E na hora do gol? Abraços, gritos, risos, todos juntos. Quando o time perde uma final é que a coisa fica interessante: um bando de marmanjo chorando, tentando reunir forças para ir embora e esquecer aquela decepção. Homem não chora! Não chora perto dos pais, da mulher, dos filhos. Vá a um estádio em dia de final e observe a torcida do time perdedor para você ver!
Há também um outro lado. Como pessoas amigas, conhecidas há muito tempo, podem se tornar “inimigas” dentro das quatro linhas. No calor de uma partida, com um jogando para cada lado, basta uma entrada mais forte que o clima esquenta e as coisas só não entram para as vias de fato porque a galera do abafa está sempre presente. Ao esfriar a cabeça, tudo volta à normalidade, com o pessoal rindo daquela situação. Tudo é esquecido e na outra pelada pode ser que aconteça tudo de novo.
Como se vê, o futebol não tem esta força à toa. Ele é mágico, exerce um fascínio, causa sensações inexplicáveis nas pessoas. Um cara frio, que mal abraça a mulher, faz um gol num campeonato importante e só falta beijar os companheiros de time (olha que isso já aconteceu em alguns jogos!). Um cara calmo, que não gosta de briga, é capaz de entrar numa confusão generalizada em campo. E assim seguem as partidas, as peladas e o mundo de emoções que o futebol proporciona às pessoas.
É isso.
Obs: As ilustrações são do excepcional artista Ricardo Bezerra. Mais trabalhos dele podem ser vistos no site: http://www.karma.rg3.net/
por Victor Oliveira
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br
Ano novo iniciando, metas estabelecidas, antigos hábitos que serão deixados (ao menos no campo da tentativa) de lado. É sempre a mesma história. Uma quinta que vira sexta e tudo mudará completamente na vida de todos. Pena que não é tão simples assim. A energia da virada do ano nos faz pensar em muitas coisas, em muitas mudanças, mas o tempo vai passando e continuamos agindo da mesma forma, com a mesma rotina, torcendo para chegar logo o fim do próximo ano para que possamos novamente nos renovar com essa energia. É a mesma história das dietas que começam apenas nas segundas-feiras.
Essa época me faz pensar em qual meu papel por aqui, nessa bolinha coberta de água. Não quero entrar num campo filosófico, de discussão de valores sociais, de essência do ser. Apenas penso que se estou aqui é porque há alguma razão de ser e, se existe tal razão, eu tento caminhar da melhor maneira possível. Sabe a história de se fazer a diferença no mundo? Pois é, penso nisso sim. Não tenho pretensões em ser Gandhi ou Mandela, não estou aqui para desarmar a bomba atômica, mas tenho convicção que posso fazer a diferença sim na vida de muitas pessoas. E como posso fazer isso? Simples! Com meu trabalho, qualquer que seja ele, realizado de forma honesta, com energia e foco na resolução de problemas alheios, sem desejar recompensas ou reconhecimentos globais.
É possível descobrir logo nosso papel? Acredito que não. Muitas pessoas passam anos, envelhecem e morrem sem saber de fato a que vieram aqui. Trabalham, batalham, mas não sentem em seu íntimo que estão fazendo a tal diferença. Isso gera um sentimento de frustração que muitas vezes não é compartilhado e morre com a pessoa. Você quer isso para sua vida? Quer passar anos e anos trabalhando em uma coisa que não lhe faz feliz? Lutar tanto e ver que você poderia ter feito outra coisa mais útil, não só para a sociedade, mas para sua vida? Claro que não. Ninguém quer isso, mas são poucos os que se atentam, são raros os que têm coragem para parar o ônibus e pedir para descer, para embarcar em outra direção, em uma vida que definitivamente tenha sentido.
Descobrir o que te faz feliz nem sempre é tarefa simples. Demanda tempo, reflexão, conversas, estudos. Mas esteja certo, caro amigo, essa dedicação vai valer a pena. Trabalhar naquilo que te faz bem é muito bom. O tempo passa mais rápido, o salário tem um valor maior, você é recompensado a todo o momento pelas mínimas coisas que acontecem. O árduo, do famoso “trabalho árduo”, desaparecerá.
O grande problema de se buscar aquilo que te satisfaça é que, como as outras coisas na vida, há um preço a ser pago. Há casos em que a própria pessoa banca a mudança, mas na maioria das vezes é preciso abrir mão de muitas coisas, de conforto, dinheiros dos pais, segurança. Não são todas as pessoas que estão dispostas a viver uma vida, ou parte dela, de sacrifícios em busca de um sonho. Não são todas as pessoas que enxergam além do dinheiro, que trabalham para que a visão não fique restrita ao campo monetário. Talvez aí esteja grande parte das frustrações dos tempos atuais, já que, por uma pseudo segurança, abre-se mão de um futuro promissor, em uma carreira onde a capacidade da pessoa pode ser explorada ao máximo.
Não é difícil. Revire seu baú de memórias, veja como agia quando criança, adolescente. Tente lembrar das coisas que gostava de brincar, do seu comportamento na escola, na rua. Parece uma tarefa boba, mas é possível ver que muita coisa dessa época vai refletir na sua escolha por uma profissão, ainda que você não faça uma ligação imediata desses dois momentos. E outra: não fique muito tempo em um lugar que te faça infeliz. Troque, corra atrás de outras coisas, veja seus talentos, seus dons e busque fazer atividades que possam parecer brincadeiras, que aí sim seu trabalho renderá muito mais e dará a você, diariamente, a sensação de dever cumprido.
É isso.