jun 2010 30

DA REDAÇÃO
blog@blogdacomunicacao.com.br

Vista da beira-mar de Durban – Crédito: Divulgação

Terceira maior cidade da África do Sul, atrás apenas de Johanesburgo e Cidade do Cabo, Durban está localizada na costa do Oceano Índico e tem 2,7 milhões de habitantes. Uma curiosidade é o alto número de indianos vivendo na cidade e que o zulu é a língua mais falada. A economia da cidade gira em torno do turismo, devido as belezas naturais. Há fortes laços de Durban com Portugal[bb]. O navegador Vasco da Gama descobriu a cidade no dia 25 de dezembro de 1497 e Fernando Pessoa viveu parte de sua juventude lá.

A cidade de Durban ao fundo – Crédito: Divulgação

Assim como a Cidade do Cabo, Durban é famosa pela belíssima costa. Praias que atraem turistas e muitos surfistas são os cartões postais da cidade. O clima quente o ano todo faz com que ela seja considerada o “Rio de Janeiro[bb]” africano. Além das belíssimas praias, outro ponto turístico badalado é o Shaka Marine World, um parque construído em uma homenagem a rei zulu Shaka. Lá o turista encontra lojas, restaurantes, shows de golfinhos e um aquário construído dentro de um barco naufragado. A vida noturna de Durban é agitada e há lá excelentes restaurantes e casas noturnas como a Florida Road, Davenport Road e Swapo Avenue.

O estádio Moses Mabhida – Crédito: Divulgação

O moderno estádio Moses Mabhida foi construído especialmente para a Copa do Mundo. A arena foi projetada para se tornar multiuso e há um anfiteatro com teleférico que leva os fãs a uma plataforma de observação no topo do arco de 100 metros de altura, acima do gramado do estádio. De lá, é possível observas belos pontos da cidade de Durban. A arena está localizada no Complexo Esportivo Kings Park e tem capacidade para 69 mil pessoas. O Brasil empatou com Portugal neste estádio, que se despede da Copa no dia 7 de julho, na semifinal entre os vencedores dos jogos Argentina x Alemanha e Paraguai x Espanha.

Veja abaixo um vídeo com fotos de Durban:

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jun 2010 30

Definitivamente vulnerável a homens e carros bomba, mas cada vez mais interessado em jogar e gostar de futebol

por Leandro Lopes
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Estamos no meio de mais uma Copa do Mundo e torcendo para que o Brasil conquiste a sexta estrela da competição. Porém, paira no ar uma preocupação mais relevante do que qualquer jogo de futebol. Terrorismo. Historicamente os Estados Unidos da América, até por ser considerado o país mais importante e influente do mundo, é sempre alvo de criticas e ameaças terroristas, e a participação norte-americana no Mundial não é uma exceção.

Independente de qualquer questão política[bb], religiosa ou posicionamento que os norte-americanos tenham em relação à determinada situação, o terrorismo não deve ser utilizado como arma de represália ou forma de aviso para um grupo de governantes e suas decisões, afinal, o terrorismo atinge todo um grupo (quase sempre de civis) de pessoas que são alheias a este tipo de questão, além é claro, de utilizar-se de violência, o que é inadmissível.

Infelizmente o torneio que se realiza na África do Sul foi e ainda é alvo de sérias investigações a respeito de ameaças terroristas. Recentemente, o Congresso dos Estados Unidos disparou críticas veementes em relação ao combate realizado por autoridades locais a essas ameaças terroristas. Tudo isso, por conta de supostas ameaças vindas da Al-Qaeda, que realizaria atentados contra a delegação americana em jogos durante a Copa. Quando se trata de terrorismo, não devemos supor nada, então, se essa suposição de ameaças existe, medidas de segurança devem ser tomadas imediatamente.

Torcedores em bar na cidade de Milwaukee – Crédito: Morry Gash/AP

De uma forma (quase) extra-oficial, um antigo oficial da marinha sul-africana declarou que o país sede do Mundial é: “completamente vulnerável a homens-bomba e carros-bomba”, o que só serve para corroborar com a preocupação e criticas dos norte-americanos. Quando desembarcaram na África do Sul, os norte-americanos foram cercados por centenas de homens com a missão de zelar pela segurança de todos da delegação, eram cerca de 300 homens entre militares e serviço secreto, além, de acompanharem com um helicóptero todo o deslocamento da delegação até o hotel onde se hospedaram que é claro, também é cercado de seguranças.

A Copa do Mundo[bb] é vista por praticamente todo o planeta, um atentado contra os norte-americanos seria um terrível golpe contra não só os sul-africanos, norte-americanos e organizadores da FIFA, seria um golpe contra toda a sociedade deste planeta, sim, toda a sociedade deste planeta, porque seria um aviso literal, mais ou menos assim: “Estamos vendo vocês, e podemos, a qualquer hora, agir contra vocês”.

Os americanos estão começando a gostar de futebol. A nação teve um grande aumento no número de adeptos ao futebol e esperava uma boa campanha da equipe em solo africano. O jogo de estreia contra a Inglaterra (aliás, o principal alvo de ameaças) mostrou que os “yankees” podem jogar de igual para igual contra os grandes da bola. Mesmo caindo nas oitavas de final, os jogos da equipe bateram recordes de audiência no país. Prova que o soccer está crescendo.

Por enquanto nada aconteceu, mas, por favor, não deixem manchar a rica história da Copa do Mundo. O primeiro Mundial na África merece todo respeito. O vídeo abaixo mostra a empolgação norte-americana quanto ao FUTEBOL da Copa. Torço muito para que o futebol seja o único a ganhar manchetes neste período.

Abaixo, um vídeo promocional feito pela US Soccer, a Federação Americana de Futebol:

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De olho neles.

Abraço,

Leandro Lopes.

formspring.me

@falecomleandro

jun 2010 29
Os argentinos lutam pelo tri na África – Crédito: Flávio Florido/UOL

por Pablo Aro Geraldes *
Especial para o Blog da Comunicação

A Argentina chegou as quartas de final, graças a suas individualidades e a contundência de sua temida linha de frente. E ainda estão reservados os gols de Lionel Messi. Mas para além desta simples análise, vale a pena avaliar a pouca oposição que se viu nos quatro adversários que enfrentou: Nigéria, Coreia do Sul, Grécia e México, não estão à altura do time da Argentina. Talvez apenas Alemanha, Brasil, Holanda e Espanha são adversários que podem ser comparados ao nível da equipe de Diego Maradona[bb]. No próximo sábado, dia 3 de julho, será o grande confronto entre as duas seleções que mais gols fizeram até aqui.

Quais são os pontos fortes da Argentina? Seu poderio ofensivo. Os seis atacantes convocados para a Copa na África do Sul tiveram uma temporada espetacular em seus respectivos clubes: Lionel Messi marcou 32 gols pelo Barcelona no Campeonato Espanhol, apenas um de pênalti. Gonzalo Higuain anotou 27, nenhum de pênalti, e Carlos Tevez balançou as redes 22 vezes pelo Manchester City. O trio titular da Argentina marcou 81 gols, ao qual devemos adicionar os marcados na Liga dos Campeões, onde Messi foi o artilheiro. E não podemos ignorar os demais: Diego Milito, 21 gols pela Inter de Milão, Sergio Aguero, 12 pelo Atlético de Madrid e Martin Palermo dez pelo Boca Juniors no Torneio Clausura.

Outro ponto forte deste time é o aspecto histórico. A equipe faz jus a tradição argentina, sempre jogando para frente, pura vocação ofensiva. Maradona age como uma esponja, absorvendo toda a pressão para si e liberando os jogadores para jogarem soltos. Isso se nota em campo. Claro que há pontos fracos que devem ser trabalhados esta semana. Algumas distrações defensivas e no meio de campo por ser fatais diante um rival mentalmente concentrado os 90 minutos, como a Alemanha. A Argentina[bb] lutou para se classificar para o Mundial da África do Sul e Maradona optou por se concentrar no grupo, assumindo a responsabilidade, antes que eles pudessem sofrer com lesões em amistosos. No dia 3 de março, a seleção derrotou a Alemanha por 1 a 0 em Munique, gol do artilheiro da Copa Higuain, e no último teste venceu o fraco Canadá por 5 a 0 em Buenos Aires, em comemoração ao bicentenário do país.

O grupo B do Mundial era tranquilo para a seleção albiceleste e ela passou com perfeição. A vitória sobre o México coloca o time entre as oito melhores seleções do mundo. Na Cidade do Cabo, Argentina e Alemanha revivem as finais de 1986 e 1990. Mas a memória recente registra a eliminação na última Copa, quando os argentinos caíram após a disputa de pênaltis. O desejo de vingança é outro ponto forte deste time “maradoniano”.

“Uma equipe de homens que o amor e o respeito é invencível”, resumiu o escritor argentino Alejandro Dolina. Juntando este grupo sobre o manto protetor do poderoso Diego Maradona, queremos continuar neste caminho e fazer história.

* Pablo Aro Geraldes, é argentino e jornalista esportivo. Colabora com revistas especializadas de vários países e é autor do blog Periodismo de Fútbol Internacional. Escreveu este artigo a convite do Blog da Comunicação.

Para conhecer o blog de Pablo, clique aqui. Confira abaixo na íntegra o texto original, escrito em espanhol.

Argentina ante la hora de la verdad

O técnico da seleção argentina, Maradona – Crédito: Flávio Florido/UOL

Argentina llegó a cuartos de final gracias a sus individualidades y la contundencia de su temible artillería de delanteros…y todavía se reserva los goles de Lionel Messi. Pero más allá de este análisis simple, vale evaluar la poca oposición que encontró en los cuatro rivales que enfrentó: Nigeria, Corea del Sur, Grecia y México no están a la altura de la escuadra argentina. Quizá, de los nombres que aún perduran en Sudáfrica, solamente Alemania, Brasil, España y Holanda puedan medirse de igual a igual con los dirigidos por Diego Maradona. El sábado 3 de julio se verá el choque entre las dos selecciones más goleadoras del torneo.

¿Cuáles son los puntos fuertes de Argentina? Su poder de gol. Los seis delanteros que llevó a Sudáfrica tuvieron una temporada espectacular en sus clubes: Lionel Messi marcó 32 goles en la Liga Española (solamente 1 de penal), Gonzalo Higuaín lo escoltó con 27 (ninguno de penal) y Carlos Tevez 22 en Manchester City. Entre los tres delanteros titulares suman 81, a los que habría que agregarles los marcados en Champions League, en la que Messi también es el goleador. El resto: Diego Milito (21 con el Inter), Martín Palermo (10 en el Clausura argentino con Boca Juniors), y Sergio Agüero (12 con el Atlético en la Liga).

Otro punto fuerte es el peso de la historia, y este equipo modelo 2010 le hace honor a ella: va siempre al frente, vocación ofensiva pura. Maradona funciona como una esponja que absorbe toda la presión para que los jugadores jueguen liberados, sueltos. Y eso se nota en la cancha. Claro que tiene sus debilidades para seguir trabajando esta semana. Algunas distracciones defensivas y el descuido de la mitad de la cancha pueden condenarla ante un rival mentalmente concentrado los 90 minutos, como Alemania. Argentina sufrió para clasificar a Sudáfrica y Maradona prefirió concentrar al grupo, mentalizarlo del objetivo, antes que jugar amistosos que pudieran traer lesiones. El 3 de marzo venció a Alemania 1-0 en Munich (gol de Higuain, hasta hoy el goleador de la Copa) y solamente salió a la cancha para la despedida de Buenos Aires, en la conmemoración del bicentenario argentino: vapuleó 5-0 a una muy débil Canadá, que solamente sirvió como partenaire de entrenamiento.

El Grupo B del Mundial era accesible y el equipo celeste y blanco lo ganó sin sobresaltos, con puntaje ideal. El triunfo ante México lo pone entre los 8 primeros del mundo. En Ciudad del Cabo Argentina y Alemania reeditarán las finales de 1986 y 1990. Pero la memoria del equipo registra un choque hace cuatro años, cuando los argentinos se despidieron tras caer en los penales. Las ganas de revancha son otro punto fuerte de este equipo versión ‘maradoniana’. “Un equipo de hombres que se quieren y se respetan es invencible”, resumió el escritor argentino Alejandro Dolina. La unión de este grupo bajo el poderoso manto protector de Diego Maradona quiere seguir ese camino hacia la historia.

jun 2010 29

por Guilherme Freitas
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O bispo da Igreja Anglicana e Prêmio Nobel da Paz, Desmond Tutu – Crédito: Divulgação

Uma das figuras mais carismáticas e simbólicas da África do Sul é o destaque de hoje dessa sessão sobre ícones do país sede do Mundial de futebol. Desmond Tutu, bispo da Igreja Anglicana[bb], roubou a cena na cerimônia de abertura da Copa do Mundo. Vestindo camisa, gorro e cachecol da seleção sul-africana, Tutu gritou, cantou, dançou e convocou a todos para que unissem e assistissem a Copa. Na partida de estreia dos Bafana Bafana, lá estava ele mais uma vez cantando e torcendo pela seleção. Uma alegria contagiante e emocionante.

Desmond Tutu nasceu em Klerksdorp, no dia 7 de outubro de 1931. Na época do seu nascimento, os negros tinham que ter uma identificação especial e sempre que necessário tinham que mostrar para os policiais brancos. Quando ainda era criança, mudou-se com a família para Johanesburgo e lá estudou na Escola Normal de Johannesburgo. Aos 24 anos, fez um ato de coragem: escreveu uma carta ao primeiro-ministro Johannes Gerhardus Strijdom classificando o apartheid de “política diabólica”. Sonhava em ser físico, mas cursou a faculdade de teologia na King’s College de Londres.

De volta a África do Sul, Tutu foi nomeado decano da Catedral de Santa Maria, em Johannesburgo, em 1975. Foi o primeiro negro a conseguir este feito e anos mais tarde tornou-se secretário-geral do Conselho das Igrejas da África do Sul. Aos poucos foi ganhando fãs e popularidade no país e passou a combater o apartheid junto com outras personalidades negras. Sua luta por uma sociedade igual rendeu um Prêmio Nobel da Paz em 1984 e outras dezenas de honras em todo o mundo.

Após o fim da segregação racial, apoiou a eleição de Nelson Mandela e em 1996 presidiu a comissão de Reconciliação e Verdade, órgão que procurou promover uma integração racial na África do Sul e julgar crimes do regime racista. Atualmente Tutu é idolatrado pela população. É crítico das políticas do governo sul-africano e reclama constantemente dos casos de corrupção e da crescente xenofobia no país. Ele também esteve envolvido em polêmicas com Israel, tendo criticado a forma como o governo israelense conduz o bloqueio a Faixa de Gaza. Carismático e pacífico, Desmond Tutu[bb] é um homem do qual a África e o mundo podem, e devem, se orgulhar.

Para ver: “Reconciling Love: Archbishop Desmond Tutu”, vídeo especial onde Desmond Tutu discursa para a produzido em 2005 pelo canal UCSB.

Imagem de Amostra do You Tube

Para ver: Desmond Tutu na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2010 esbanjando simpatia e alegria.

Imagem de Amostra do You Tube

jun 2010 29

Time inglês recebeu ameaças pela Al-Qaeda, mas nada de grave ocorreu. A tradição de um torcedor inglês é ver sua seleção em um legítimo pub, mas dessa vez a decepção pela queda nas oitavas afetou a torcida

por Isabela Fonseca
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A Inglaterra é o país de Shakespeare e Emile Bronte, do Palácio de Buckingham, do Museu de Cera Madame Tussaud e do Big Ben, dos famosos pubs e sua diversidade de cervejas, tem transporte público extremamente eficiente, grandes nomes na cena musical como The Beatles[bb], Rolling Stones e Pink Floyd, e do governo recém formado entre Conservadores e Liberais Democratas.

O English Team, apelido do time, provoca admiração fanática entre os fãs ingleses. Eles vão para os pubs beber e torcer pela seleção da Rainha[bb]. Vibram feito loucos cada gol e vitória, e cantam God Save the Queen, o hino do Reino Unido. Entre eles há também os temidos hooligans, beberrões que procuram confusão pelas ruas.

Alguns dizem que o futebol foi inventado pelos ingleses, e existem histórias de documentos antigos que citavam um jogo peculiar onde habitantes de várias cidades inglesas saíram às ruas chutando uma bola de couro para comemorar a expulsão dos invasores vickings[bb]. Em 1871 disputou-se entre clubes a primeira Copa da Inglaterra, e logo depois a primeira partida internacional da história entre Inglaterra e Escócia, empatada em 0 a 0.

Fãs ingleses bebem e torcem em pub londrino – Crédito: Daily Mirror

Apesar de ganhar apenas uma vez a Copa do Mundo, os ingleses esperam ansiosamente mais uma conquista, desta vez trazida da África do Sul. Nem as ameaças terroristas lançadas pelo grupo extremista Al-Qaeda aos atletas, abalaram as estruturas da Inglaterra e FIFA. Em um artigo publicado na revista islâmica Mushtaqun Lel Jannah e reproduzido pela CBS, o grupo insinuou que poderia organizar um atentado no jogo entre EUA e Inglaterra que aconteceu dia 12 de junho pelo Grupo C.

Não houve nenhum acidente grave. O único acidente foi o frango do goleiro Green que resultou no empate em 1 a 1. A Copa existe para os que amam o futebol ao redor de todo o mundo, e serve para aproximar as pessoas, independente do seu país, sua raça, cor e credo. O que nos resta fazer é acreditar que tudo vai dar certo até o fim do Mundial e assistir ao grande espetáculo.

jun 2010 28

DA REDAÇÃO
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Campus da Universidade de Bloemfontein – Crédito: Divulgação

Bloemfontein é uma das três capitais da África do Sul[bb]. A cidade é a sede judiciária do país e com grande população branca, uma das maiores no país. Ela tem quase 400 mil habitantes e foi fundada em 1846 por descendentes africâners. Também é a capital da província do Estado Livre, nome da arena utilizada na Copa do Mundo. Hoje ela tem ótimas escolas e universidades e no passado teve grande presença na Segunda Guerra Anglo-Bôer, entre Inglaterra e a República do Transvaal (antigo nome da África do Sul). A economia de Bloemfontein gira em torno da indústria, comércio e agricultura.

Prédio da Corte de Apelação da jurídica Bloemfontein – Crédito: Divulgação

A cidade tem vários pontos turísticos. Um dos mais famosos é o Museu Nacional, que abriga diversas coleções de fósseis e objetos arqueológicos da África do Sul e é muito popular entre arqueólogos e historiadores. Lá há dois museus que lembram fatos militares no país, o Queen’s Military Museum e National Women’s Memorial e Anglo-Boer War Museum. Não podem ficar de fora do roteiro turístico a Represa das Lágrimas, uma pequena barragem, que formou parte do campo de concentração de Bloemfontein para mulheres e crianças.

O estádio Free State – Crédito: Divulgação

O estádio da cidade durante a Copa do Mundo é o Free State. Ele foi construído em 1995 para a Copa do Mundo de Rugby. Depois passou por obras para modernizar-se e hoje têm 45 mil lugares. Na Copa das Confederações do ano passado, ele foi palco da surpreendente vitória dos Estados Unidos sobre a Espanha[bb] na semifinal. Assim como muitos estádios no país, ele também é utilizado por times de rugby. O esporte é muito popular em Bloemfontein devido a grande concentração de brancos por lá. A arena se despediu da Copa ontem, com o jogão entre Alemanha e Inglaterra, que entrou para a história dos Mundiais com o gol anulado de Lampard e a goleada germânica.

Veja abaixo um vídeo sobre o estádio Free State:

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