POR Maíra Masiero 4 MESES ATRÁS
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por Maíra Masiero
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

Você assustou com a chamada deste texto? Ou apenas ficou curioso para conferir o seu conteúdo? E tem mais manchetes simplesmente imperdíveis a seguir: “Apresentadora beija grande artista de televisão na boca durante programa de auditório“; “Funkeiro famoso causa polêmica e não frita o pastel para uma grande personalidade mundial“. Ainda não entendeu o que está por vir?

Já quero esclarecer, de antemão, que o Blog da Comunicação não tem uma revelação bombástica a fazer, e nenhuma das notícias anteriores não se concretizou em programas de auditório convencionais. O que se quer chamar a atenção é pelo fato de que, a cada vez mais, os geradores de caracteres (popularmente chamados de GC’s) são utilizados para manter a audiência de um programa, por meio de textos com expressões que instigam os telespectadores a continuar assistindo ao bloco, a fim de descobrir o que acontecerá na sequência.

Porém, essa não é a única forma de tentar entreter o público para mantê-lo na emissora: soma-se a isso uma infinidade de recursos, como o uso de anões, mulheres e homens bonitos, quadros que exploram a emoção alheia, debates sobre sexo, polêmicas com famosos e brigas generalizadas entre parentes e/ou amigos.

A noite de 15 de julho foi marcada pela estreia de um programa que visa exclusivamente satirizar essa tentativa das emissoras televisivas de angariar, a qualquer custo, alguns pontos a mais para o seu Ibope: o “Tudo pela Audiência” (Multishow, de segunda a sábado, às 22h30), comandado pelos humoristas Fábio Porchat e Tatá Werneck. Antes mesmo de terminar a sua primeira temporada (com duração de aproximadamente um mês), o canal pago já confirmou uma segunda rodada de gravações do programa, prevista para ser gravada integralmente ainda em 2014.

Sheila Mello e Sheila Carvalho são duas das convidadas do programa “Tudo pela Audiência”. Fonte: Caras

O ritmo do programa é bem corrido e segue a tendência dos programas de auditório convencionais, com a participação de vários artistas, como os apresentadores João Kleber, Danilo Gentili e Gilberto Barros e os cantores Naldo Benny, Anitta e Wanessa. Alguns quadros também são muito parecidos com os que costumam ser vistos na televisão, aos finais de semana, como o “Para quem você frita o pastel?”, referência clara ao quadro do chapéu, eternizado por Raul Gil em seu programa, atualmente exibido no SBT.

Um dos grandes riscos que se corre num programa assim é a repetição das mesmas piadas nos quadros e o não-funcionamento da autocrítica que o programa tenta expressar (como diz o ditado, o feitiço pode se virar contra o feiticeiro). É esperar para conferir o desenrolar da primeira temporada para tirar alguma conclusão.

Em tempo: as manchetes colocadas no primeiro parágrafo do texto aconteceram no “Tudo pela Audiência”. No primeiro episódio da temporada, o cantor Naldo Benny não “fritou o pastel” para a chanceler alemã Angela Merkel, por não saber quem é ela. Num outro programa, os apresentadores Tatá Werneck e João Kleber se beijaram, para reconciliar um casal de amigos que brigaram no quadro “Barraco do Dia”, livremente inspirado em várias conversas “amigáveis” entre pessoas ao longo dos tempos e dos programas de televisão nacionais.

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POR Colaboradores Especiais 4 MESES ATRÁS
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Os jovens profissionais começam a pensar no futuro – Crédito: Livros from Iryna Tiumentseva/Shutterstock.com

A Anhembi Morumbi, uma das maiores universidades particulares do Brasil, realizou pelo quarto ano seguido um levantamento bem interessante com o objetivo de mapear perfis dos alunos do 3º ano do Ensino Médio que estão prestes a ingressar em universidades e faculdades. Esse estudo teve a participação de quase 17 mil estudantes de escolas públicas, 38% do total, e privadas, 62%, da capital e Grande São Paulo.

O levantamento mostrou alguns dados curiosos como, por exemplo, que 62% dos alunos das escolas públicas já sabem o que querem cursar enquanto 53% de seus colegas no ensino privado ainda estão em dúvida. Outros números foram que 58% dos jovens pretendem seguir o que escolheram e que 47% já tiveram contato com a profissão que almejam para o futuro.

Entre os alunos da rede pública o curso mais procurado na pesquisa deste ano foi administração, seguido por engenharia civil e psicologia. Já na rede privada as três primeiras foram: medicina, administração e engenharia civil. O jornalismo ficou em quinto lugar.

E você jovem leitor do blog e que pensa em cursar alguma universidade em breve. Já definiu o seu curso?

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POR Colaboradores Especiais 4 MESES ATRÁS
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por Monique Rodrigues
convidados@blogdacomunicacao.com.br

A produção de lixo gera diariamente um volume de 273 mil toneladas de resíduos por dia, tornando o assunto um tema urgente de ser revisto e repensado. Felizmente os temas ambientais ganham cada vez mais soluções que geram resultados eficazes, entretanto, essas ações dependem quase que exclusivamente da adesão da grande população, que somos nós, para a solução desses problemas. As questões em torno do lixo doméstico envolve uma quantidade infinita de problemas que vão desde os lixões, que estão com os dias contados, passando pelo consumo consciente, emissão de gases poluentes, descarte incorreto dos tipos de resíduos, entre muitas outras necessidades que faz do lixo nosso de cada dia um tema delicado. Pensando nisso com muito comprometimento e responsabilidade, a prática da compostagem doméstica tem crescido consideravelmente, tornando-se atualmente uma solução direta e eficaz nesse cenário.

O ciclo da compostagem doméstica – Crédito: Reprodução

A compostagem doméstica do lixo orgânico é uma prática disseminada como forma de educar as pessoas para a consciência do consumo e como forma de diminuir a quantidade de lixo destinada aos lixões e aterros sanitários. Esse método faz com que você tenha em casa um lugar especifico, preparado de acordo com o seu espaço disponível, para reciclar os restos de alimentos como casca de fruta, restos de verdura, legumes, filtros e borra de café, resto de leite, casca de ovo, jornal, gerando adubo para hortas e jardins, minimizando de forma sustentável os impactos ambientais diários da produção de lixo orgânico.

O Ministério do Trabalho e Desemprego desenvolveu um guia que aborda o processo, as vantagens e como fazer da compostagem uma prática cotidiana e natural dentro de casa, extremamente importante para a população das grandes metrópoles que veem todos os dias, as ruas cheias de lixo descartado de forma incorreta.

Exemplo de composteira para apartamento – Crédito: Divulgação

Essa é uma solução tão imediata que a cidade de São Paulo, uma das grandes metrópoles brasileiras que passa por sérios problemas ambientais, desenvolveu um projeto inédito impulsionado a prática da compostagem doméstica através da distribuição de composteiras para a reutilização dos resíduos orgânicos, chamada de MOVIMENTO COMPOSTA SÃO PAULO, o projeto faz parte da agenda ambiental da cidade, que visa transformar os hábitos da população e conta ainda com a implementação das ciclovias e substituição das lâmpadas de LED na iluminação pública. Inicialmente o projeto vai selecionar dois mil domicílios para receber as composteiras e participar de oficinas de utilização correta para no dia-a-dia, além de oficinas de plantio de hortas orgânicas e pesquisas de possíveis problemas e soluções, a meta é diminuir em 80% o lixo orgânico que chega aos aterros sanitários, e, as escolas municipais também entraram no programa de reutilização dos resíduos alimentares.

A organização Morada da Floresta é a responsável pelo projeto que é aberto para qualquer pessoa que queira experimentar essa nova possibilidade de reeducação ambiental. A inscrição para receber a composteira é feita no site da campanha que selecionará pessoas de acordo com perfis diversificados para que a prática tenha o máximo de adesão possível, a única exigência é que o morador tenha em sua casa um espaço de 60cm x 40cm x 90cm para o equipamento que é composto por duas caixas, cada uma com sua função específica.

A campanha de compostagem em São Paulo – Crédito: Reprodução

Então chegou a hora da galera aderir a essa prática, torcendo para que a ação ganhe força e seja espalhada por todo o país gerando novos caminhos para o meio ambiente. Clique aqui e veja um manual sobre a Compostagem Doméstica.

* Monique Rodrigues é diretora de arte e pesquisadora dos temas voltados ao meio ambiente

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POR Erik Rodrigues 4 MESES ATRÁS
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por Erik Rodrigues
esportes@blogdacomunicacao.com.br

A volta de Dunga ao comando da Seleção Brasileira não altera em nada o cenário do futebol brasileiro para os próximos anos. A CBF, comandada por dois homens que representam os dirigentes oligarcas da bola, preocupados apenas em ganhar dinheiro com suas entidades, não está preocupada em fazer o necessário para que o esporte mais popular do país volte a nos dar orgulho, independente de vitórias ou derrotas.

A goleada humilhante sofrida para a Alemanha foi a pá de cal sobre o falido estado do futebol brasileiro. Por muitos anos, contamos com grandes jogadores em campo e dirigentes sanguessugas fora dele. Nossos campeonatos tinham bons times e a seleção nacional era uma força. Nos últimos 10 anos, no entanto, perdemos até os atletas de nível comum para mercados neo-ricos, como o Leste Europeu e Ásia. Mesmo assim, continuávamos arrotando que éramos “o país do futebol”.

Nas mãos de José Maria Marin e Marco Polo del Nero, o futebol brasileiro continuará parado por muitos anos – Crédito: Divulgação

Após ficar escancarado para o mundo todo como estamos atrás dos europeus, o necessário a se fazer é:

- deixar a organização do Campeonato Brasileiro (Séries A, B e C), com os clubes

- distribuir, de maneira justa, a cota de TV aos participantes destas competições

- CBF cuidar apenas das seleções (adulto e de base)

- CBF usar dinheiro dos patrocinadores para fomentar o futebol pelo país, com uma diretriz tática alinhada com os principais clubes

Por mais que Dunga, Gilmar Rinaldi e Gallo tenham boas intenções, erguer a taça da Copa do Mundo em 2018 é nosso menor problema. Refundar o futebol praticado no país, tornando-o mais atrativo e fortalecer os clubes deveriam ser as principais preocupações de quem comanda a CBF. Enquanto essas atitudes não forem tomadas, ficaremos como o cachorro que corre atrás do próprio rabo.

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POR Emerson Jollo 4 MESES ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

A medicina moderna e a tecnologia parecem inseparáveis. Começando lá atrás com a descoberta dos raios X pelo físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen (1845-1923) em 1895 que possibilitou a observação dos órgãos internos do corpo. Isso facilitou o diagnóstico de fraturas ósseas, câncer, e outras doenças. Pouco tempo depois, Willem Einthoven (1860-1927), fisiologista holandês, inventou o primeiro eletrocardiógrafo. De lá para cá a medicina e a tecnologia são aliadas e não andam mais sozinhas.

Atualmente existem tecnologias que estão revolucionando a medicina e podem se tornar bastante comuns em um futuro bem próximo. São desde exames feitos remotamente com toda eficiência de um laboratório até aparelhos que monitoram uma gravidez de alto risco mesmo longe do hospital.

Pesquisadores de TI junto com pesquisadores de medicina, lançam a cada dia uma nova solução para facilitar a vida e o dia a dia de milhões de pessoas que buscam bem estar e saúde. Projetos mais recentes vão de lentes de contato que controlam a diabetes, projeto que será lançado pelo Google, até uma cinta inteligente que controla todos os sinais vitais do bebê e da mãe em tempo real e envia para a equipe médica, evitando que a mãe precise ir ao consultório todos os meses.

Medicina e Tecnologia – Crédito: Tener Respostas Inteligentes

Assim como em outras áreas, os computadores têm desempenhado um papel mais que fundamental nos avanços da medicina. Os computadores são um componente importante da tecnologia de varredura. Eles operam os aparelhos em salas de cirurgia e unidades de terapia intensiva. Registros médicos e “receitas” de medicamentos podem agora ser transmitidos em formato eletrônico (Ninguém vai mais ter dificuldade para ler a escrita do médico). E a ciência por trás das modernas práticas médicas baseia-se em pesquisas que se valem de computador. O mapeamento do genoma humano teria sido impossível sem os computadores para montar e analisar a vasta e complexa gama de dados.

Não apenas TI, existem vários projetos que não dependem da informática, usarei como exemplo um marca-passo 100% orgânico que promete retirar do mercado o aparelho mecânico utilizado nos dias de hoje. Resumindo, a tecnologia não é apenas computacional, ela também é biológica, química e tudo isso a serviço da medicina e do bem estar humano.

Apesar de todo esse avanço tecnológico, muitas doenças ainda não têm um tratamento adequado, ou não podem ser curadas e devastam famílias e comunidades. Muitas pessoas não têm acesso a atendimento médico adequado para doenças que podem ser curadas ou prevenidas. E acho que um desafio maior que a descoberta de novas técnicas, aparelhos e procedimentos, é todos terem acesso a um hospital de qualidade e alguém que cuide da sua saúde. Neste quesito, eu tenho minhas dúvidas se a tecnologia conseguirá ajudar.

Poderia ficar aqui apresentando projetos e comentando sobre eles, mas o assunto é vasto e tem coisa nova a cada dia, por isso essas palavras são apenas para motivar a pesquisa sobre medicina + tecnologia, temos muito o que aprender e ajudar. Deixo aqui a dica de tema para futuras pesquisas e teses sobre o assunto.

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POR Júnior Batista 4 MESES ATRÁS
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por Júnior Batista
politica@blogdacomunicacao.com.br

Não é novidade para nenhum político brasileiro que com o número recorde de smartphones espalhados pelas mãos dos brasileiros, o uso da internet para alavancar as candidaturas vai ser uma arma nas mãos de todos os candidatos para abocanhar os votos da população. O uso das redes sociais será decisivo durante todo o processo de propaganda eleitoral. E parece que o Tribunal Superior Eleitoral entendeu isso e deu uma bola dentro.

Desde sexta-feira (18), está disponível para download em smatphones e tablets (iOS e Android) o aplicativo “Candidaturas”. O software tem dados dos mais de 24 mil políticos que concorrem aos cargos de deputado distrital, estadual, federal, senador, governador e presidente. O programa mostra a foto do candidato, nome completo, partido, coligação e vice ou suplentes, no caso dos que concorrem a governador, senador e presidente.

Ilustração do aplicativo com informações dos candidatos – Crédito: Divulgação

É com certeza um avanço e demonstra uma certa preocupação com os números de indecisos e daqueles que pretendem votar nulo. Mais um passo pra buscar informações sobre em quem se quer votar e também saber quem são e o que fazem aqueles que pretendem nos representar.

Entender esse eleitor que não só está mais conectado como também não acompanha política é um dos passos que vai doutrinar as eleições daqui pra frente. Vários já apostam na internet para conseguir mais votos e outros contam com ela como plataforma para apresentar mais seus projetos, principalmente os chamados “nanicos”.

O uso das redes sociais já foi crescente nas últimas eleições e desta vez devem ficar mais forte, tendo em vista que a propaganda eleitoral gratuita de televisão é cansativa e desinteressante. O importante é que com mais pessoas facilidades na busca por informação, o eleitor pode ficar mais próximo dos candidatos e assim, votar mais consciente. Que assim seja.

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