POR Editores BGC 4 MESES ATRÁS
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Onde você poderia pagar contas, efetuar transferências e emitir certificados e documentos? Os primeiros locais que logo vem a cabeça da maioria da população são os bancos, lotéricas ou cartórios. Enfrentar longas filas e ir a vários pontos diferentes para efetuar as funções. Mas hoje é possível realizar todas essas atividades em um único local: os Correios.

Antigamente os Correios, que foi fundado em 1663 ainda na época do Brasil colônia, funcionavam apenas para realizar os serviços de envio e entrega de correspondências no Brasil e para o exterior. Mas o tempo passou e a empresa também se modernizou, se adequando a nova realidade do cotidiano e passou a realizar esses diversos serviços para todos os cidadãos brasileiros, facilitando um pouco a vida dos brasileiros.

Atualmente existem milhares de agências dos Correios em cidades brasileiras. Nas grandes metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, não é muito raro encontrar mais de uma agência no mesmo bairro. Essa proximidade das agências e a variedade de serviços prestados mostram que a empresa faz muito mais do que apenas enviar uma carta.

Poder resolver todas essas pendências burocráticas em apenas um só lugar é uma maravilha para qualquer brasileiro. No agitado dia-a-dia dessa vida moderna e frenética, com diversos compromissos pessoais e profissionais, não é todo mundo que consegue arrumar um tempo para resolver todos esses problemas e ir a diversos locais diferentes em um mesmo dia. É uma missão quase impossível.

Por isso, essa praticidade de poder resolver quase tudo em apenas um lugar é fantástica. E ainda acaba saindo no lucro, afinal, dá para economizar uma corrida de táxi!

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POR Maíra Masiero 4 MESES ATRÁS
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por Maíra Masiero
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

Na noite de 18 de setembro último, iniciou-se, pela Rede Globo, a terceira temporada do The Voice Brasil, reality show de grande sucesso em vários países e que repetiu o feito na (quase definhada) TV aberta brasileira, alcançando índices consideráveis de audiência nos domingos à tarde e nas quintas à noite (1ª e 2ª temporada, respectivamente).

Como se sabe, nestas primeiras semanas de programa (fases de Audições às Cegas e das Batalhas), os coaches e renomados cantores Carlinhos Brown, Cláudia Leitte, Daniel e Lulu Santos possuem total domínio de suas escolhas, sem a interferência direta do público, e os melhores (na visão deles) vão para as fases ao vivo (Tira-Teima, Shows e Final), que se estenderão, no caso da temporada de 2014, até o dia 25 de dezembro, em que o público escolherá “a nova voz do Brasil”, que não será, obviamente, o Papai Noel ou alguém relacionado ao programa de Rádio que poderá ter o seu horário definitivamente flexibilizado.

Audição do The Voice Brasil 2013. Foto: Isabella Pinheiro / TV Globo, divulgada no portal GShow

Em ano de eleições, o questionamento da capacidade da população brasileira em escolher seus representantes nas esferas executivas e legislativas é pertinente, e isso também se estende a programas televisivos desta natureza, em que cantores famosos possuem uma legião de fãs muito forte e organizada nas redes sociais, a ponto de influenciar na vitória ou não de um candidato nas urnas televisivas, mesmo que ele não seja, tecnicamente, o mais forte.

Afinal de contas, quem é o vencedor de reality shows de natureza musical: aquele que realmente canta melhor ou o mais querido pelo público? Traduzindo o título deste post: A melhor voz ou o cantor mais popular? Vale a pena eliminar um candidato tecnicamente mais apurado para conseguir a vitória com outro mais popular? Ou, ainda, seria possível uma mistura destas duas combinações para garantir o título no fechar das cortinas?

Certamente, ainda é cedo para se tirar conclusões acerca da temporada atual do The Voice Brasil, e é esperar para ver, no dia de Natal, se a melhor voz realmente irá prevalecer ou se as estratégias comerciais de gravadoras e emissoras falarão mais alto.

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POR Guilherme Freitas 4 MESES ATRÁS
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por Guilherme Freitas
esportes@blogdacomunicacao.com.br

As últimas semanas foram marcadas por um velho problema do futebol brasileiro: os erros grosseiros de arbitragem que foram registrados em diversas partidas do Campeonato Brasileiro. Pênaltis polêmicos, bola na mão ou mão na bola, expulsões, erros de impedimentos, etc. Muito foi e esta sendo falado na imprensa esportiva. Especialistas são ouvidos e lances reprisados até a exaustão, mas nada de realmente concreto é feito. Nem mesmo as recomendações da CBF para os árbitros tem dado certo. São erros atrás de erros.

Nas duas últimas rodadas do Brasileirão tivemos muitos lances polêmicos. No clássico entre Corinthians e São Paulo, foi um pênalti contra a equipe tricolor. Guerreiro chutou, o goleiro Denis defendeu e a bola espirrou batendo no braço de Antônio Carlos que no momento estava correndo ao lado e nem olhava para a bola. Erro do árbitro que deveria deixar o jogo seguir. O zagueiro do São Paulo não quis por a mão na bola. Ontem no Morumbi outra situação parecida, dessa vez com o zagueiro Samir do Flamengo. O quique da bola o engana e ela raspa de forma sutil em seu braço. Jamais isso seria pênalti como o árbitro marcou. E o erro foi tão grosseiro que a jogada aconteceu fora da área.

A arbitragem precisa se modernizar – Crédito: Picture of Gines Romero/Shutterstock.com

Lances assim poderiam muito bem ser melhor estudados pela arbitragem. Claro que me refiro ao treinamentos do juízes, porém porque não utilizar vídeos e replays das dezenas de câmeras espalhadas pelo campo? Porque não fazer algo similar a outros esportes e deixar o jogo mais justo? A Fifa começou este ano a utilizar a tecnologia em seus eventos. A Copa do Mundo do Brasil contou com os chips na bola que avisam o árbitro quando uma bola entra ou não no gol. Como deu certo, essa tecnologia será mais utilizada nos próximos anos nas maiores ligas do mundo. É um passo, pequeno é verdade, mas o futebol precisa se modernizar.

Outras modalidades estão muito a frente do futebol no quesito tecnologia. O futebol americano é um excelente exemplo, afinal quando acontecem lances polêmicos o jogo para e os árbitros conferem em vídeos toda a jogada antes de dar sequência a partida. Nos maiores campeonatos de tênis, com exceção dos que são jogados no saibro, a tecnologia também é uma grande aliada. Em bolas duvidosas os jogadores podem solicitar um desafio e conferir no replay onde a bolinha bateu. Basquete e vôlei são outros esportes que também consultam vídeos em lances complicados.

É preciso que o futebol também passe a utilizar mais a tecnologia como uma aliada. Só assim o esporte será mais justo com seus participantes e fãs.

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POR Emerson Jollo 4 MESES ATRÁS
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por Emerson Jollo
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Quem nunca baixou uma “coisinha” da internet que atire o primeiro mouse. Baixar e/ou compartilhar coisas na web virou rotina nos dias de hoje, e o torrent é a ferramenta mais usada para compartilhar arquivos, legais ou não. Um dos maiores sites de “compartilhamento” é o The Pirate Bay. Este por sua vez vem atormentando os empresários do entretenimento do mundo todo.

Vamos entrar um pouco nas especificações do “compartilhador”. O Pirate Bay é um dos 100 sites mais visitados no mundo e isso não chega a ser surpreendente. O que é incrível é como o site se mantêm com poucos servidores em comparação com outros sites do mesmo calibre; os responsáveis dizem que o serviço roda totalmente na nuvem. em apenas 21 máquinas virtuais.

A transição para a nuvem aconteceu há dois anos, como método para evitar novas operações policiais que fechassem os servidores. Com isso, se for necessário, os responsáveis anônimos pelo site poderão mover as máquinas virtuais livremente para manter o serviço operando. Além disso, foram cortados custos e o tempo fora do ar diminuiu.

Hoje funcionando sem hardware próprio, o site deixou de exibir suas estatísticas e suas configurações no site, o que deixou alguns geeks um pouco chateados. No entanto, o TorrentFreak entrou em contato com os responsáveis, que informaram de bom grado a atual disposição das máquinas virtuais.

PirateBay_OlharDigital

Pirate Bay – Crédito: Olhar Digital

Das 21 máquinas que formam o Pirate Bay, a maior parte fica dedicada a servir as páginas da web, com oito. A ferramenta de busca é a segunda maior consumidora, usando seis máquinas.

Veja abaixo o uso de máquina virtuais do Pirate Bay:
- 8 para web
- 6 para buscas
- 2 para banco de dados
- 1 para o Linux Virtual Server para balanceamento de carga
- 1 para estatísticas
- 1 para o proxy
- 1 para os torrents
- 1 para controle

Eles dizem que no total, as máquina utilizam 182 GB de memória RAM e 94 núcleos de processamento. O armazenamento total é de 620 GB, mas nem todo ele é necessário, o que é incrível considerando o tamanho do site.

Segundo os responsáveis, o serviço é dividido entre provedores de hospedagem em nuvem que não fazem ideia de que o Pirate Bay está entre seus clientes. Por meio do balanceamento de carga, é possível mascarar a atividade das outras máquinas. Também é possível evitar que as empresas que oferecem a hospedagem tenham os IPs ligados publicamente ao site.

Hoje o ponto mais fraco do Pirate Bay é certamente seu domínio, visto que só em 2013 foram queimados cinco domínios devido a ameaças jurídicas.

Eu conheço o serviço, mesmo não concordando com a pirataria eu já utilizei baixando softwares free, achei bem rápido e fácil, a quantidade de seeders é bastante considerável, isso agiliza o download.

Se você utiliza, ou já utilizou o The Pirate Bay, deixe seu comentário, não estamos aqui para julgar ou apontar o dedo para ninguém, queremos trocas de experiências e conhecimentos. ;)

Minhas fontes de leitura foram: Tecmundo, Olhar Digital. Torrent Freak e The Pirate Bay.

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POR Guilherme Freitas 4 MESES ATRÁS
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por Guilherme Freitas
politica@blogdacomunicacao.com.br

Um dos assuntos mais comentados na semana passada foi a possível separação da Escócia do Reino Unido. Os escoceses foram as urnas na última quinta-feira para decidir através de um plebiscito se o país deixaria ou não de fazer parte da Grã Bretanha. Foi um resultado apertado, mas por 55% a 45% os escoceses decidiram não se separar do Reino Unido e continuar mantendo laços com Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte.

A vitória do não já era esperada, mas não haveria surpresa alguma se o sim tivesse ganho. Muitos escoceses realmente não gostam de fazer parte do Reino Unido. Não gostam da alcunha de serem britânicos. Gostam e se sentem antes de tudo escoceses. É comum ouvir deles a seguinte frase: “Se tenho sucesso sou britânico. Se fracasso sou escocês”. Esse orgulho nacional é muitas vezes visto em manifestações populares ou em partidas de futebol quando os escoceses competem com seu time próprio e não com o Reino Unido.

A bandeira da Escócia continuará presente na Union Jack – Crédito: Carl Court/AFP/Getty Images

Mas além do orgulho nacional, outras questões pesaram para que a maioria decidisse manter-se parte do Reino Unido. Uma delas foi a questão economia. Separada dos britânicos, a Escócia não teria garantias de continuar utilizando a libra esterlina como moeda. Poderia até usar, mas teria que abrir mão de sua soberania. Além disso, como país independente estaria fora da União Europeia e teria que entrar na fila dos países que almejam entrar no bloco continental. O Reino Unido também perderia muito com uma separação, pois teria 32% a menos de território, 8% a menos de cidadãos britânicos e perderia cerca de 9% do seu PIB. Talvez por isso o primeiro ministro britânico David Cameron tenha feito tantas promessas de investimento e autonomia para os escoceses e agora terá que cumpri-las.

Além dos britânicos outros países europeus celebraram a não separação escocesa. No continente há muita pressão em vários locais visando separatismo, como na Espanha (com a Catalunha e o País Basco), na Itália (na região de Lombardia), na França (com a Córsega), na Bélgica (com a divisão entre Flandres e Valônia) e nos Bálcãs, principalmente na região da antiga Iugoslávia. Até as potências Rússia e China ficaram mais tranquilas com o resultado do referendo, pois enfrentam problemas com separatistas em seus territórios. Uma separação também daria força para os radicais que pregam a separação do sul do resto do Brasil.

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POR Mailson Ramos 4 MESES ATRÁS
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por Mailson Ramos
politica@blogdacomunicacao.com.br

A imprensa – Crédito: Carol Campos

Produzir conteúdo e publicar noticia não é mais a essencial atribuição da imprensa brasileira, especialmente neste momento em que a campanha eleitoral suscita a atenção dos cidadãos. A imprensa causa impacto na decisão popular quando oferece a condição de discutir as propostas dos candidatos, por exemplo, ao organizar debates e sabatinas. Os postulantes são acompanhados diariamente até o final do pleito quando os vitoriosos esbanjam alegria nos diretórios e os perdedores lamentam a derrota cercados de faces frustradas. A imprensa está entranhada na movimentação dos candidatos atentos a um equívoco, uma frase célebre para lembrar oportunamente no dia da decisão, uma incoerência discursiva. Como um termômetro autômato ela mensura a qualidade dos enfrentamentos ao mesmo tempo em que insufla ou abafa as polêmicas. Dela depende a valorização das discussões mesmo quando estas são colocadas em campos neutros e inacessíveis. Por isso as vozes sempre incessantes da imprensa lutam numa guerra a favor da democratização da informação no que diz respeito à amplificação irrestrita da produção de conteúdo; luta pelo poder de influenciar a opinião pública.

Um simples deslize em frente às câmeras ou uma frase infeliz publicada na manchete de um grande jornal podem não ser tão incômodos quando uma falha grotesca na participação de um debate nacional exibido pela TV aberta. A imprensa é responsável por, de certa maneira, monopolizar o debate dos candidatos aos cargos eletivos nas eleições; o sufrágio advindo das mãos do eleitor, frente à urna eletrônica, não nasce senão duma análise anterior embasada e reforçada pelas matérias que se lê, vê e ouve. Todo sujeito neste período goza da referência que lhe concedem os noticiários todos os dias. E sente-se capaz de decidir: o novo presidente deve diminuir a Taxa Selic. Especialistas em tributação e comentaristas políticos, navegantes constantes das redações jornalísticas, podem levar ao conhecimento da população aquilo que ela sequer supunha existir. Mas está no jornal e o fator imprensa decide, sob suas regras, a importância do assunto naquele ou noutro momento.

A história da manipulação da opinião pública por parte da imprensa não adquire vulto na compreensão deste artigo. O fato desta discussão é que não há possibilidade de diminuir a influência da imprensa numa sociedade democrática em que a maioria das pessoas fundamenta suas opiniões a partir do contato com o conteúdo por ela criado. E de certa forma, a estrutura social não poderia prescindir desta condição. A imprensa brasileira é tão responsável pela eleição ou rejeição de determinados candidatos, sejam eles aspirantes ao menor ou maior dos cargos públicos desta república, que não é possível pensar numa disputa sem as polêmicas e discussões, os deslizes (da própria imprensa) e o poder de disseminação da mensagem. Aos poucos a perspectiva ganha o vulto da escolha. Candidatos deixam de ser meros personagens de um enredo fiel às campanhas institucionalizada e midiática para se tornar o destinatário do voto. A relevância aí se encontra.

A cada pleito, de dois em dois anos, a imprensa busca refazer-se. Abusa da tecnologia, dos gráficos computadorizados, dos efeitos e luzes para ilustrar as campanhas. Ilustrando-as transforma o conteúdo em necessidade, a notícia ganha aspecto de alimento para os debates; os debates são nada mais que combustível para a queima das polêmicas, produto incendiário das próprias campanhas. No ciclo eleitoral formado por imprensa, opinião pública e políticos é importante estar atento ao valor do conteúdo. Há várias possibilidades de reconhecer na imprensa a fidelidade dos fatos e nada mais; como também é possível desagradar com algumas ações pontuais nunca esclarecidas, aliás, sempre escusas. Se a imprensa é um importante fator na valorização das informações para as escolhas feitas pelo povo não há motivos para criar alarde e sustentar teorias. A preocupação também não reside mais na polêmica da imparcialidade, porque a moda agora é ser coerente.

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