POR Colaboradores Especiais 3 MESES ATRÁS
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AutoCAD. A primeira vista os desavisados pensaram que este nome tem algo haver com carros. Não, não é uma peça ou acessório para seu veículo, muito menos um aplicativo de trânsito. Este é um dos mais famosos softwares do tipo CAD (Computer Aided Design), que em português significa Desenho Auxiliado por Computador.

Tela do AutoCAD – Crédito: Divulgação

Desenvolvido pela empresa americana Autodesk, em 1982, o AutoCAD é um software utilizado para criação e produção de peças de desenho técnico em duas ou três dimensões (2D e 3D). É considerado por muitos especialistas e profissionais, como engenheiros, projetistas, arquitetos, designers e desenhistas, como a melhor e mais completa ferramenta para a realização desses trabalhos profissionais. Inclusive, muitos deles precisam utilizar este tipo de ferramenta ou compram ou baixam o AutoCAD, pelo custo benefício e pelas constantes atualizações que a Autodesk fornece.

Exemplo de produção feita no AutoCAD – Crédito: Divulgação

Assim como diversos softwares e programas de computação, o AutoCAD foi acompanhado a evolução tecnológica e melhorando com o passar dos anos. Ainda na década de 1980, começam as primeiras mudanças marcantes no programa, com a adição de novos comandos e a possibilidade de fazer desenhos e projetos totalmente em 3D. Nos anos seguintes o software atingiu a liderança mundial este ramo de tecnologia e lançou versões cada vez mais modernas, com múltiplas ferramentas e em diversos idiomas diferentes, como o português.

Este software também consegue rodar em diversos sistemas operacionais e a versão 2015, lançada este ano, esta mais completa e eficiente. Mas para poder utilizar esse programa é ideal ter em mãos uma máquina bastante potente. Por isso, caso queria experimentar o AutoCAD utiliza um computador rápido e com boa memória.

Confira abaixo um vídeo explicativo sobre as funções do AutoCAD:

Imagem de Amostra do You Tube

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POR Luiz Filho 3 MESES ATRÁS
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por Luiz Filho
esportes@blogdacomunicacao.com.br

Dando sequência a pequena análise dos principais clubes europeus iniciada semana passada (veja aqui), vou falar sobre os times da Bundesliga (campeonato alemão), Campeonato Espanhol e Campeonato Italiano, que iniciarão nos próximos fins de semana.

BUNDESLIGA
Atual campeão: Bayern Munchen
Transmissão: ESPN

Bayern o atual campeão alemão – Crédito: Reprodução

BAYER MUNCHEN
O atual bicampeão alemão vem de duas temporadas espetaculares. Na última temporada o time sobrou na Bundesliga, conquistando o campeonato com antecedência recorde. Para manter o pique, a equipe bávara contratou o artilheiro Lewandowski, e de quebra enfraqueceu o maior rival, o Borussia Dortmund. Outros jogadores chegaram como o goleiro experiente Pepe Reina e o jovem meia Bernat. Por outro lado, o time perdeu dois jogadores importantes, Kroos e Mandzukic, mas com o forte elenco que já possuía e ainda reforçado, o time de Pep Guardiola tem tudo pra manter a Salva de Prata em Munique.

BORUSSIA DORTMUND
Provavelmente única equipe que possa tirar o título do favorito Bayern. O time teve a saída de Lewandowski para o rival como grande perda e ainda pode ver Reus, seu principal criador de jogadas, fazer o mesmo caminho. Para suprir a perda do artilheiro, a equipe reforçou bem seu ataque, trazendo Adrian Ramos (ex-Hertha) e Ciro Immobile, que vinha se destacando no Torino. No mais a equipe conseguiu manter sua base, mesmo vendo seus receber várias ofertas. Se as contratações ofensivas realmente mostrarem serviço, o Dormtund tem chances de fazer frente ao Bayern e lutar pelo título alemão, diferente da temporada passada quando ficou 19 pontos atrás do rival.

OUTROS DESTAQUES
O “segundo escalão” do futebol alemão tem diversas equipes fortes, e que devem brigar muito para chegar as competições europeias. Bayer Leverkusen e Schalke-04 saem na frente, mas Monchengladbach, Wolfsburg, Werder Bremem e Stuttgart deverão brigar por essas vagas.

CAMPEONATO ESPANHOL
Atual campeão: Atlético de Madri
Transmissão: ESPN e Sport+

ATLÉTICO DE MADRID
Depois de uma temporada espetacular, os colchoneros sofreram um desmanche em seu plantel. Courtouis, Filipe Luis, Manquillo, Adrian López e o artilheiro Diego Costa deixaram a equipe, o que obrigou a equipe a buscar opções no mercado. Os goleiros Moya e Oblak, o lateral esquerdo Guilherme Siqueira, o meia Griezman e o atacante Mandzukic, entre outros, foram as boas opções encontradas para manter a equipe forte. É notório que o time sofreu muitas mudanças, mas conseguiu manter o nível da temporada passada, quando com muita superação conquistou o título e ainda foi finalista da Champions League, o que pode se repetir essa temporada.

Simeone comandou um time que se superou e foi campeão espanhol – Crédito: Novo Jornal

BARCELONA
Depois de uma temporada abaixo do esperado, o Barcelona resolveu trocar de técnico e enfim reforçar seu sistema defensivo. Luis Henrique, conhecedor das categorias de base do clube, se tornou o treinador do time e reforçou o elenco com as contratações dos goleiros Stergen e Bravo, dos zagueiros Vermaelen e Mathieu, do meia Rakitic e do artilheiro da Premier League Luis Suarez, entre outros. De perdas consideráveis, apenas o goleiro Valdés, o meia Fábregas e o atacante Alexis Sanchez. Nesse contexto a equipe tenta com essas contratações melhorar seu sistema defensivo, embora com contratações abaixo do esperado, e ainda contar com um camisa 9 matador: “Luisito” Suarez, que estreia apenas em outubro, pois está suspenso devido a mordida em Chiellini na Copa do Mundo.

REAL MADRID
Os merengues conquistaram a tão sonhada “La Décima” na temporada passada, mas nem por isso parou de fortalecer ainda mais seu elenco. O time não perdeu ninguém importante e contratou três dos principais destaques da Copa do Mundo: o goleiro Keylor Navas e os meias James Rodríguez e Toni Kroos. Com o time espetacular da temporada passada acrescentado dessas contratações galácticas, fica difícil não colocar o Real Madrid como grande favorito em todos os campeonatos que vai competir. Retomar o título espanhol depois de duas temporadas se tornou quase que obrigação para o time de Ancelotti.

OUTROS DESTAQUES
As três equipes citadas a cima deverão ocupar as três primeiras colocações na temporada. Porém, outras equipes estão bem equilibradas na disputa por vagas nas competições europeias. Athletic Bilbao, Sevilla, Valencia, Real Sociedad, Villarreal e Málaga, deverão disputar essas vagas. São times que estão praticamente no mesmo patamar, porém muito distantes de Barça, Real e Atlético.

CAMPEONATO ITALIANO
Atual campeão: Juventus
Transmissão: Fox Sports

MILAN
Visando não repetir a péssima temporada passada, quando não conseguiu se classificar para nenhuma competição europeia, o Milan se reforçou. O goleiro Diego López, os zagueiros Alex e Rami, o lateral esquerdo Armero e o atacante Menez foram as principais contratações do rossonero. O time se desfez de Kaká e Robinho, mas nada relevante já que nenhum dos dois fez uma boa temporada. Com isso, apesar dos reforços terem melhorado o plantel a equipe deve sentir dificuldades, já que apostou em Pippo Inzaghi como técnico que embora seja ídolo do time, não tem experiência. No entanto, o Milan deve voltar ao bolo das equipes que disputem vaga na Champions League que será o grande objetivo da temporada. E com certeza espera que Balotelli volte a ser destaque pelo que faz dentro de campo e não fora dele.

ROMA
O time da capital vem de uma ótima temporada quando conseguiu o vice-campeonato italiano, apesar de ter ficado a 17 pontos da Juve. Objetivando diminuir essa diferença, a equipe contratou bem na janela de transferências. Chegaram o lateral esquerdo Ashley Cole, o volante Seydou Keita e os meias Naingollan, Emanuelson e Iturbe. A equipe também não perdeu ninguém importante de seu elenco. Com as contratações, o time melhorou bastante e agora tem mais opções no elenco. Deve continuar brigando lá em cima.

JUVENTUS
Tem o melhor elenco da Itália e deve continuar sobrando no campeonato, assim como aconteceu na última temporada. La Vecchia Signora não teve perdas importantes no plantel e se reforçou pontualmente, trazendo os laterais Evra e Rômulo, além do atacante Morata, peças que devem dar mais opções para o técnico Massimiliano Allegri que substitui Antonio Conte, o novo treinador da seleção italiana. Contudo, a Juventus é a grande favorita para conquistar o Italiano pela quarta vez seguida. Porém, a grande ambição do time é conquistar a Europa, já que as últimas participações na Champions League foram bem abaixo do esperado.

Em 2013/14, o terceiro título seguido da Vecchia Signora – Crédito: Getty Images

INTERNAZIONALE
A Inter vem fazendo temporadas fracas, porém, houve uma leve melhora temporada passada quando a equipe conseguiu vaga na Europa League. Para esse ano o clube resolveu renovar o time e jogadores incansáveis como Javier Zanetti, Cambiasso e Diego Milito deram adeus. Os nerazurri foram as compras e trouxeram jogadores interessantes como o zagueiro Vidic, os volantes Yann M’Villa e Gary Medel e o atacante Pablo Osvaldo, visando melhorar seu sistema defensivo e encontrar um camisa 9 para ajudar Rodrigo Palacio a fazer os gols do time. Mesmo melhorando o plantel fica difícil para a Inter sonhar alto nessa temporada. Juventus, Napoli e Roma estão bem a frente, e conseguir uma vaga para voltar a Champions League já estaria de bom tamanho.

OUTROS DESTAQUES
O Napoli deve ficar entre os três primeiros e conseguir vaga na Champions League. Como a Itália perdeu uma vaga na competição continental, a briga deve ser grande pelas vagas na Europa League, incluindo os grandes de Milão e outros times com bons elencos como Fiorentina e Lazio.

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POR Rosalves Sudário 4 MESES ATRÁS
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Rosalves Sudário
tecnologia@blogdacomunicacao.com.br

Crédito: Correio do Estado

Imagem de Amostra do You Tube

O dono do Facebook, Mark Zuckerberg já tinha feito. O vídeo foi postado na sua rede social e desafiou Bill Gates, cofundador da Microsoft. Gates aceitou o desafio e jogou um balde de água fria na sua cabeça também. Larry Page e Sergey Brin, Google, Justin Timberlake, Myspace, Dick Costolo, do Twitter, Tim Cook, da Apple e vários outros CEOs de empresas de tecnologia e artistas todos tomando um banho de água fria. O que é isso?

Imagem de Amostra do You Tube

Todos eles foram desafiados e concordaram em participar da brincadeira, por uma causa nobre, a luta contra a Esclerose Lateral Amiotrófica. A esclerose lateral amiotrófica (ELA), também designada por doença de Lou Gehrig e doença de Charcot, é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos, e com a sensibilidade preservada (fonte: Wikipédia). Quem aceita o desafio tem até 24 horas para cumprir ou fazer uma doação de 100 doláres para instituição ALS Foundation. A maioria está aceitando o desafio e contribuindo com a causa.

As doações serão utilizadas em pesquisas que buscam a cura da doença, que no Brasil, a cada cem mil pessoas, uma tem ELA, segundo o pesquisador coordenador científico do Instituto Paulo Gontijo, Miguel Mitne (veja a notícia). No fim de semana, o desafio chegou ao Brasil e alguns artistas começaram a tomar banhos gelados.

Stephen Hawking físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade é uma das vítimas da doença.

Crédito: Wikimedia

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POR Guilherme Freitas 4 MESES ATRÁS
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por Guilherme Freitas
politica@blogdacomunicacao.com.br

Os americanos estão de volta ao Iraque. Com o crescimento do Estado Islâmico do Iraque e Levante, o Isis, não restou outra alternativa ao governo da Casa Branca retornar ao país do sudoeste asiático após retirar todas as suas tropas no fim de 2011. Barack Obama não teve outra opção se não intervir no Iraque contra a brutalidade dos jihadistas do Isis. O grupo extremista sunita está promovendo uma limpeza étnica em áreas do Iraque e da Síria. Crucificando, decapitando, mutilando e matando cristãos e outras minorias que se recusam em aceitá-los como novos líderes. A onda de terror cresce na região e a ajuda externa americana é necessária. Mas podemos fazer um exercício de memória e voltar no tempo, para 2003 quando os americanos invadiram o Iraque. Na época jamais poderiam imaginar o que poderia ocorrer uma década depois no país. Nisso, fica a pergunta: de quem é a culpa pelo que acontece hoje?

O presidente Barack Obama tem a sua parcela de culpa nesta crise. A forma como o americano retirou seus soldados do país foi equivocada. Simplesmente mandou seus homens de volta para casa e deixou a bomba explodir na mão dos iraquianos. Sem o apoio da força militar dos Estados Unidos, a segurança no país asiático piorou. Grupos terroristas, entre eles o ISIS, passaram a agir sem pudor e cada vez com mais violência. Mais um tropeço diplomático para a conta do americano, que vem tendo uma fraca política externa.

Rumsfeld, Cheney, Bush, Rice e Powell, responsáveis pela Guerra no Iraque – Crédito: Ron Edmonds / AP Photo

O ex-primeiro ministro iraquiano Nouri al-Maliki também tem sua parcela de culpa. Eleito para o cargo em 2006, logo após a queda de Saddam Hussein, ele não conseguiu unir e governar o país. Membro da maioria xiita, ele simplesmente ignorou e marginalizou a minoria sunita, que nos anos de Saddam tinham mais privilégios. Isso bastou apara acirrar os ânimos sectários e colocar cada vez mais fogo no barril de pólvora. E ajudou os sunitas do Isis a ganhar espaço e poder. O governo de al-Maliki foi um desastre e também colecionando diversas denúncias de corrupção nestes últimos anos.

Mas na minha opinião, a maior parcela de culpa é do ex-presidente americano George W. Bush e sua trupe: Dick Cheney, Colin Powell, Condoleezza Rice, Donald Rumsfeld. Todos eles fizeram pressão para invadir o Iraque, depor Saddam e acabar com as tais armas de destruição em massa que nunca foram encontradas. Tudo balela para sugar o petróleo iraquiano. A maior parcela de culpa é deles e dessa tentativa de tentar moldar o mundo com o “método de democracia dos Estados Unidos”, sem se preocupar aos danos que ela pode trazer. Talvez se não tivesse havido essa inútil guerra o Isis não teria o poder que tem hoje.

A culpa é de todos os citados ai em cima, e claro também do Isis e dos extremistas que continuam seguindo sua filosofia ultrapassada de mundo. Saddam governava o Iraque à mão de ferro, é verdade, mas o país estava sob controle e grupos extremistas não eram bem vistos e tolerados pelo ditador. Os sucessivos erros dos americanos e o fracasso dos iraquianos em reerguer seu país resultaram nesta trágica situação que ai esta. E parece que o pior ainda esta por vir.

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POR Júnior Batista 4 MESES ATRÁS
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por Júnior Batista
politica@blogdacomunicacao.com.br

O 13 de agosto de 2014 vai ser lembrado como o dia que um candidato à presidência da república morreu de forma trágica, num acidente de avião. Mas na primeira eleição em que há tanta conectividade, instantaneidade e interatividade por parte dos brasileiros, esse dia será recordado também pelas sucessão de fatos decorrentes à morte do socialista Eduardo Campos.

O cenário brasileiro inclui uma eleição “no papo” na visão dos petistas, há 12 anos no poder, com uma velha e cansada oposição, o PSDB, e dois candidatos que, dentre os chamados nanicos, começaram a se destacar. A chapa política de Eduardo Campos, o ex-governador de Pernambuco que ficou conhecido como o governador mais bem avaliado do país começou de um jeito diferente. Lembro-me da primeira vez que o vi, ainda sem estar com a candidatura oficialmente registrada, no programa “Roda Viva”, da TV Cultura. E, para ser sincero, gostei de seu estilo mais objetivo e de sua bandeira, a de cortar os ministérios pela metade e tirar as “velhas raposas” da Câmara e do Senado. Mesmo relutante por ele ter sido ministro do governo Lula, gostei do que vi, apesar de não o ter escolhido como meu candidato.

Sua parceria com a Marina Silva, um trunfo muito importante para Campos, já que ela trazia consigo uma confiança de mais de 19 milhões de votos nas últimas eleições e até então, a opção que muitos brasileiros fizeram à época para a desgastada richa política entre os petistas e os tucanos.

A comoção

Mesmo se tratando de um candidato com pouco mais de 9% das possíveis intenções de votos em pesquisas, a dupla Eduardo e Marina ganhou slogan conjunto e estava a poucos passos de conquistar ainda mais brasileiros, já a partir de amanhã, nos programas eleitorais. Seu programa, já gravado e vazado na internet após a sua morte, demonstrava o tom da 3ª via: vamos tirar as velhas raposas, cortar o desnecessário, só assim seria possível mudar o Brasil.

A notícia, que começou como um helicóptero que caiu na cidade de Santos, se tornou o maior fato político das eleições, quiçá, até então, da história política recente de nosso país. A forma como os brasileiros reagiram foi também digna de registro. Esses mesmos brasileiros conectados, de certa forma, ligaram-se na tragédia, na forma como as coisas aconteceram e se comoveram com a morte de um político, mesmo sem nem ao menos saber direito seu partido, suas propostas, sem nem ter interesse real em política. Milhares declaram condolências, declaram voto aberto a Campos e apoio a Marina Silva, sua sucessora natural. Houve um momento de interesse.

Geração “Selfie”

É ao menos chocante as reações adversas à ética e à moral vistas no dia do acidente, assim com nos dias que sucederam à tragédia em Santos. No momento do acidente recebi, via “whatsapp”, fotos chocantes de partes dos corpos dos ocupantes do avião. Assim como, o oportunismo e a satirização do falso personagem que deu entrevista ao jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo, ao vivo, dizendo ter visto os olhos de Eduardo Campos.

A pior delas, com certeza, foram as pessoas que se aproveitaram do momento para “aparecer”. Como foi o caso de quem tirou fotos de si mesmas em frente ao caixão do Eduardo Campos e outros que tiraram fotos com a viúva, Renata Campos e a própria Marina Silva. Na geração do check-in, faltou deixar o botão do bom senso ligado.

Futuro político

Mesmo com toda o clima formado pela morte de Eduardo, os dois principais personagens da briga política brasileira já se preocupam como isso impactará nas eleições. Cheguei a ouvir de um petista, que a “família Arraes não deixará Marina disputar porque ela não é do partido”, o que considerei um desespero disfarçado de perder as eleições para a 3ª via. Certamente na próxima quarta-feira quem não ficará tranquilo será ele, seus colegas petistas e os tucanos.

Ainda desconhecido pela maioria dos brasileiros, Eduardo começava a galgar os degraus rumo ao 2º turno junto com Dilma e Marina era sua parceira nisso. Porém, com Marina liderando a chapa, ela já terá seus quase 20% de votos da outra eleições e certamente com a comoção gerada pela morte do socialista, passará o tucano Aécio Neves, chegando à segunda fase das eleições também de forma histórica: duas mulheres disputando a liderança do Brasil.

Tamanha foi a comoção brasileira, que arrisco uma eleição realmente histórica: a vitória de uma nova via à velha política. Ao Eduardo, que realmente descanse em paz e que a sua frase realmente faça sentido nestas eleições, ganhando quem for: “Não desistam do Brasil”.

Eduardo Campos – Crédito: Divulgação

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POR Editores BGC 4 MESES ATRÁS
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A morte trágica de Eduardo Campos abriu um novo espaço no cenário político. Sem o ex-governador de Pernambuco na disputa eleitoral, Marina Silva deve ser oficializada como candidata nos próximos dias e mudar o jogo que vinha se desenhando, e que o tema do nosso editorial que você pode ler aqui. Agora com Marina na disputa, Dilma Rousseff e Aécio Neves começam a redesenhar a sua estratégia. Em 2010, Marina teve 19 milhões de votos e forçou um segundo turno entre PT e PSDB. E agora ela esta mais forte? Você acha que Marina pode ser eleita presidente do Brasil em outubro? Responda a nossa enquete localizada na barra lateral a direita da sua tela.

Marina Silva deve disputar a eleição – Crédito: Ernesto Rodrigues/Agência Estado

RESULTADO - Nossa última enquete perguntou aos leitores sobre qual seria o formato que ele mais gostariam para o Campeonato Brasileiro. A maioria de 67% escolheu o formato atual, de pontos corridos. Os demais 33% preferem o mata-mata, formato que pode voltar no futuro devido a baixa audiência na TV.

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O Real Madrid é o melhor time do mundo?
 
 
 
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